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O País – A verdade como notícia

Antes do debate sobre o regulamento de competições da Liga Moçambicana de Futebol, o presidente da agremiação, Ananias Couana, teve espaço para fazer um “overview” da visita que efectuou a Beira e Manica, duas cidades fustigadas pelo ciclone IDAI e enxurradas que destruíram infraestruturas desportivas.

Couana explicou aos associados, neste caso os clubes, que a intempérie provocou estragos nos campos do Ferroviário da Beira, Manga, Estádio Municipal e Soalpo.

O presidente da Liga Moçambicana de Futebol sublinhou que os clubes Ferroviário da Beira e Têxtil de Púnguè, em Sofala; e Textáfrica do Chimoio, em Manica, arregaçaram as mangas e encontraram meios alternativos para prosseguirem com as suas actividades.

Outrossim os clubes continuaram a trabalhar no processo de recuperação das infra-estruturas para que estejam em condições de acolher jogos do Moçambola 2019 a partir de 27 de Abril, data em que arranca a prova.

 

A Liga Moçambicana de Futebol propõe a descida de cinco equipas no Moçambola contra a realidade actual na qual três clubes são despromovidos.

O vice-presidente da Liga Moçambicana de Futebol  para alta competição, Augusto Pombuane, argumentou que face à crise financeira que o país atravessa, é fundamental encontrar um modelo sustentável para o Moçambola. Reagindo a esta proposta, o presidente da Liga Desportiva de Maputo, Rafik Sidat, disse que o ideal seria um campeonato nacional com 12 equipas.

Sidat ajuntou que a proposta de redução do número de equipas já vem tarde. Disse, por outro lado, que há alguns anos realizou-se um seminário no qual abordou-se a questão da insustentabilidade do Moçambola, mas a LMF ignorou o evento.

Já Palma Pinto, representante do Ferroviário de Maputo, disse ser necessário definir objectivamente o período que irá durar esta medida de redução do número de equipas na prova.

Confirmadíssimo. Moçambola 2019 será disputado no modelo de todos contra todos em duas voltas, tal como vinha acontecendo.

O facto foi confirmado há momentos pelo presidente da Liga Moçambicana de Futebol, Ananias Couna.  

Couna destacou o facto de, nos últimos tempos, ter sido aprofundado o diálogo com o Governo e os parceiros da LMF. O presidente da LMF falou ainda do empenho do presidente da República, Filipe Nyusi, na aproximação da LMF com os parceiros para que a viabilização de um campeonato no sistema de todos contra todos.

O dirigente desportivo anunciou ainda que, nos próximos dias, serão assinados acordos entre a Liga Moçambicana de Futebol e diversos parceiros. Assim, será realizado ainda hoje um novo sorteio da prova máxima do futebol moçambicano.

 

Dionilde Cuamba regressou à competição, esteve no cinco inicial do Costa do Sol, foi dela o primeiro triplo concretizado no jogo e mostrou que será uma mais-valia para a equipa orientada por Deolinda Ngulela.

Entretanto, foi Eliana Ventura o grande destaque, a jogadora está de “mão quente” na prova. Voltou a ser ela mais quatro, a extremo, que também pode jogar a base fez 17 pontos e foi a cestinha do jogo.

Ao intervalo, o parcial estava em 33-17, a favor das canarinhas. O Desportivo não tem tido argumentos nesta Engen Maputo Basket. A base Sheila Ouana vai tentando motivar a equipa, esforço, no entanto, não compensado.

As alvinegras fizeram 10 pontos no terceiro quarto, mas não evitaram uma derrota pesada. Foram 42 pontos de diferença, ou seja 79-37.

No decurso da vigésima sétima jornada da Liga NOS, disputada entre 29 de Março a 1 de Abril, foram angariados diversos bens para minimizar o sofrimento das vítimas do ciclone Idai e enxurradas na zona centro do país, numa iniciativa da Liga Portuguesa de Futebol em parceria com a Liga Moçambicana de Futebol.

 Este sábado, a Liga Moçambicana de Futebol procedeu a entrega dos donativos ao Instituto Nacional de Gestão de Calamidades, INGC. Na ocasião, Rui Costa, representante do INGC, assegurou que os bens angariados irão chegar aos beneficiários.

Por sua vez, a encarregada de Negócios da embaixada de Portugal disse que Moçambique é um pais irmão, daí a mobilização de toda sociedade portuguesa para minimizar o sofrimento das vítimas do ciclone IDAI.

Liga Desportiva de Maputo vs Ferroviário de Maputo é o jogo de destaque da primeira jornada do Moçambola 2019, segundo ditou o sorteio realizado este sábado.

A União Desportiva do Songo inicia a defesa do título diante do Têxtil de Púnguè,naquele que será o jogo de abertura do campeonato nacional. Nos outros jogos da primeira jornada, Baía de Pemba joga com o Costa do Sol, enquanto o Textáfrica de Chimoio mede forças com Chibuto. Já o Ferroviário de Nampula defronta o Desportivo de Nacala.

Ferroviário de Nacala vs Desportivo de Maputo e Maxaquene vs ENH são os restantes jogos da jornada.

A Austral Seguros irá cobrir o seguro de viagem de todas equipas do Moçambola 2019, preenchendo, desta forma, uma lacuna muito grande nesta componente no futebol moçambicano.

São, no total, 40 apólices de seguro para cada delegação que irão permitir que as equipas viagem com “tranquilidade”.

O acordo para o efeito foi assinado este sábado entre a seguradora e a Liga Moçambicana de Futebol (LMF), a margem da assembleia-geral extraordinária desta agremiação.

A Liga Moçambicana de Futebol pisca o olho a seguradora para que tenha intervenção em outros ramos, até porque pode-se “explorar as oportunidades de negócio” na área de futebol.

Há, de resto, que pensar na indústria que o futebol se transformou: “Queria encorajar a empresa a trabalhar com os clubes para contratar seguro para outros ramos. Nós sabemos que temos infraestruturas e outros activos que os clubes apresentam”, notou o presidente da Liga Moçambicana de Futebol, Ananias Couana.

Adiante, destacou a importância de se olhar para os atletas que muitas vezes viajam com algumas incertezas, diferentemente do que acontece nos outros cantos e em ligas profissionais.

“É um acordo extremamente importante porque nos deslocamos para todo país. A Austral Seguros sempre esteve connosco. Só temos que agradecer porque, de facto, tínhamos uma lacuna muito grande relativamente a questão de seguro”, explicou Couna.

Na ocasião, o presidente do Conselho de Administração da Austral Seguros, Bernardo Cumaio, disse que a seguradora irá continuar a apoiar o desporto, no geral, e futebol, em particular.

“Somos uma empresa de seguro autorizada pelo Governo. Estamos instalados em quase todo país, ou seja, em quase todas capitais provinciais. E, no âmbito da exploração do nosso negócio e da responsabilidade da nossa companhia, decidimos apoiar o desporto, em particular o futebol”, frisou Bernardo Cumaio, presidente do Conselho de Administração da Austral Seguros.

O futebol é a modalidade rei. Movimenta massas.  Gera emoções. E isso foi determinante para o envolvimento da Austral Seguros na causa do Moçambola.

“Esta modalidade desportiva é de massas. É uma modalidade de massas e de grande movimentação. E, Porque o desporto ajuda no crescimento, saúde e bem-estar das pessoas, entendemos que era uma motivação muito forte para nós nossa apoiar o futebol. E, por esta via, entendemos que garantimos o bem-estar da população de Moçambique”, reforçou Cumaio.

O acordo enquadra-se na responsabilidade social da Austral Seguros, empresa que se mostra aberta a continuar a apoiar o desporto moçambicano, no geral, e futebol, em particular.
 

É quase um dado seguro que o Moçambola 2019 vai tomar a forma tradicional, depois de ter sido cogitado a possibilidade de se realizar num novo modelo de duas séries, regionalizadas, nomeadamente a série do sul do Save e a série do norte do Save.

O Governo já veio várias vezes assumir que não deseja o modelo regional por ser divisionista e não reflectir a unidade nacional, dai que tenha criado condições, mesmo através do Presidente da República, Filipe Nyusi, que teve que intervir junto da Heineken para que patrocine a prova, devido ao défice apresentado pela Liga Moçambicana de Futebol para levar avante o Moçambola no modelo tradicional.

Assim, há indicações de que estão criadas condições para que o Moçambola volte ao modelo tradicional, sendo que os clubes vão se reunir, hoje, em Assembleia Geral extraordinária, para definir alguns aspectos visando a prossecução da prova no modelo tradicional. Aliás, se a questão do modelo tradicional, de todos contra todos em duas voltas já não constitui entrave para o arranque da prova, o que os associados da Liga Moçambicana de Futebol devem debater é a questão das equipas que vão descer de divisão, tendo em conta o plano de sustentabilidade do Moçambola que está a ser projectado polo organismo que gere o principal campeonato de futebol.

É que o plano prevê a redução do número de equipas na presente e na próxima temporada do Moçambola, para permitir que a prova seja disputada por 12 equipas em 2021. Facto mesmo é que esse debate, de alteração do regulamento de competições do Moçambola é o único ponto de agenda da convocatória para a Assembleia Geral extraordinária deste sábado.

Porém, depois dos clubes aprovarem o modelo tradicional do Moçambola e a referida alteração do regulamento de competições, será realizado um novo sorteio do campeonato nacional de futebol, já do sistema de todos contra todos, em duas voltas, que vai corporizar 30 jornadas. O Moçambola 2019 vai iniciar a 27 de Abril próximo e o campo que vai acolher a cerimónia de abertura será conhecido este sábado, durante a Assembleia Geral extraordinária.

O modelo da disputa do Moçambola-2019 será confirmado oficialmente no próximo sábado, aquando da Assembleia Geral Extraordinária da Liga Moçambicana de Futebol (LMF), segundo revelou o Presidente da LMF, Ananias Coana, em contacto com o LanceMZ, na noite de quarta-feira, 9 de Abril, após a publicação da notícia que dava conta de que já há luz verde para que a prova tenha lugar no formato clássico, em que os 16 clubes disputam o canecão no sistema de todos-contra-todos em duas voltas.

Sem confirmar, muito menos desmentir os dados avançados por LanceMZ, Ananias Coana, apenas deu conta que há contactos que estão a ser feitos para a viabilizar a prova no modelo clássico.

Esta manhã em entrevista à RM Desporto, Coana reiterou que "o resultado do trabalho que está a ser desenvolvido será discutido em Assembleia Geral pelos próprios clubes e depois se tomará uma decisão sobre aquilo que deverá ser a revisão do regulamento de competições".

Num outro desenvolvido o Presidente da LMF disse que "os detalhes sobre o Moçambola nos moldes de todos-contra-todos serão anunciados oficialmente em Assembleia Geral, portanto o que gostaríamos de afirmar é que nós estamos a trabalhar para através dos canais próprios, como comunicados oficiais ou em conferência de imprensa, que estamos a preparar a sua marcação para anunciar o modelo do Moçambola 2019".

O Moçambola 2019 tem a data de arranque marcada para o próximo dia 27 de Abril e no próximo sábado, 13 de Abril, a LMF pretende discutir com os clubes o plano de sustentabilidade da prova, que passa por rever o regulamento de competições.

Ao que apuramos esta revisão passa por definir o número de clubes que irão descer de divisão no final da época 2019, sendo que prevê-se que sejam cinco, de modo a que em 2020 o Moçambola seja disputado por 14 clubes, uma ideia que não é vista com bons olhos por alguns clubes.

 

 

Costa do Sol e A Politécnica, em masculinos, agendado para sábado é o jogo mais excitante deste fim-de-semana, na Engen Maputo Basket. O embate é referente à segunda jornada da segunda volta e terá o pavilhão do Maxaquene como palco.

Na primeira volta, os canarinhos, orientados por Miguel Guambe, venceram, num jogo bastante disputado e decidido ao pormenor.

Este fim-se-semana há mais um duelo, com transmissão em directo na Stv, a partir das 17h30 min.

Também com transmissão na Stv, mas um pouco mais cedo, ou seja, às 15h30min, o Maxaquene medirá forças com o Costa do Sol, em femininos. A par do primeiro, este também está marcado para o pavilhão dos tricolores.

Na edição deste ano da Engen Maputo Basket, em femininos, as canarinhas perderam apenas duas vezes, ambas diante do Ferroviário de Maputo.

Deolinda Ngulela e companhia vão defrontar uma equipa que, de forma geral, não estará orgulhosa do seu desempenho. Simão Mataveia trabalha, no seu plantel, com apenas oito jogadoras e, por isso, pode se antever problemas acrescidos neste embate diante das vice-campeãs da Cidade de Maputo.

O Maxaquene só venceu uma partida na prova.

Entretanto, as campeãs da Cidade, as Locomotivas, também estarão em cena. Leonel Manhique e companhia não sambem o que é perder nesta edição da Engen Mapto basket e, no Domingo, terão a sempre promissora equipa da A Politécnica.

Na última jornada, as campeãs africanas e nacionais, não contaram com os préstimos da Poste Odélia “Mafa” Mafanela, acabadinha de contrair matrimónio.

A ausência da Mafanela, uma das peças mais produtivas da equipa locomotiva, deu espaço para uma “exibição necessária” da Cecília Herinques, jogadora que muito bem precisa aparecer ou então mostrar que ainda é uma alternativa válida no elenco.

Cecília, de resto, viria a ser a cestinha do jogo com 13 pontos.

No entanto, a bola começa a ser jogada esta sexta-feira com o embate entre as formações do Costa do Sol e Desportivo, em femininos, inserido na quarta jornada da segunda volta da competição.

Este jogo tem inicio marcado para às 18h15 min, com transmissão em directo na Stv.

 

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