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O País – A verdade como notícia

Aos 49 anos, João Chissano pode estar de volta ao comando técnico de uma equipa do Moçambola. Chissano está a negociar com a direcção do Baía de Pemba FC, clube que recentemente ascendeu ao primeiro escalão do futebol moçambicano.

Chissano assistiu, ontem, a vitória do Baía de Pemba FC diante do Ferroviário de Pemba, por 1-0, em jogo referente a fase regional da Taça de Moçambique.

Segundo o presidente do Baía de Pemba FC, Abdul Satar Gani, o processo negocial com o experiente treinador está numa boa fase, mas nada “está definido”.

O dirigente disse ainda que “ele- João Chissano- tem as suas exigências e nós temos as nossas. Nos próximos dias, poderemos dar mais dados”, finalizou.

Com uma folha de serviço assinalável, João Chissano já foi seleccionador nacional de futebol, tendo levado os Mambas ao CAN-Interno de 2014, na Africa do Sul.  Chissano conduziu ainda o combinado nacional à final do torneio da Cosafa, em 2015.

Depois de pendurar as “chuteiras”, João Chissano começou a sua carreira como treinador no Costa do Sol, em 2010.  

Em 2013, foi escolhido para ser o novo técnico da Seleção Moçambicana, sucedendo ao holandês Gert Engels.

Em Maio de 2016, foi contratado pelo Grupo Desportivo de Maputo para colocar a equipa em grandes patamares, tendo deixado os “alvi-negros” no final da temporada. Em Fevereiro de 2017, João Chissano assinou contrato com o ENH de Vilankulos.

 

 

Para além dos 10 mil meticais recebido por cada jornada, o melhor jogador do Moçambola ira receber uma viatura de marca Nissan Hardbody.

Assim respondeu Lurdes Mutola quando questionada (há alguns anos), durante o programa “Do fundo do meu bau”, se um campeão forja-se ou nasce feito: “é preciso trabalhar um pouco dos dois, o mais importante é o quão predisposto o atleta está a sacrificar-se para atingir o auge.  

Para que atletas possam estar motivados a trabalhar arduamente com objectivo de superar os limites, foi tornada mais aliciante a segunda edição do Prémio para Melhor Jogador do Moçambola 2019, com a oferta de uma viatura de marca Nissan Hardbody, anunciou hoje em Maputo, o presidente da Liga Moçambicana de Futebol, Ananias Couana. 

“Para além dos prémios como os kits da Zap assim como o combustível a ser ofertado, ainda estava em dúvidas sobre que tipo de viatura seria oferecida, e nesta terça-feira fizemos o lançamento e a demostração da viatura para este prémio”, com a garantia de manutenção durante três anos explicou.

 A viatura para o vencedor da presente edição do Desafio para o Melhor Jogador do Moçambola, não é uma novidade no seu todo, uma vez que “tem as mesmas características que a viatura oferecida na primeira edição (2018)”.  

O anúncio do vencedor do prémio constituirá o auge da premiação dos atletas que, recorde-se, conta com quatro categorias: melhor jogador da jornada, melhor jogador do mês, votante do mês e melhor jogador do Moçambola. 

Pra a Motorcare, empresa que está a disponibilizar a viatura Hardbody dupla cabine, “este (carro) é contributo, a aposta (que a empresa esta a fazer) no desporto moçambicano” disse o Director Geral da Motorcare, Ivan Buzi. 

Cumpre dizer que para este prémio, o voto popular tem o peso de 70%, e a restante percentagem pertence a um júri composto por 16 treinadores das equipas do Moçambola, igual número de capitães, o selecionador nacional e cinco jornalistas da Sociedade do Notícias, juntamente com a Liga Moçambicana de Futebol.

Depois de Telinho ter vencido a primeira edição deste concurso, nesta edição do Moçambola, Lau-King que evolui na Uniao Desportiva do Songo e Chico do Ferroviário de Maputo, dois dos jogadores mais votados, digladiam para adicionar este título ás suas vitrines pessoais. 

 

Assim respondeu Lurdes Mutola quando questionada (há alguns anos), durante o programa “Do fundo do meu baú” a uma pergunta sobre se um campeão forja-se ou nasce feito: "é preciso trabalhar um pouco dos dois, o mais importante é o quão predisposto o atleta está a sacrificar-se para atingir o auge".  

Para que os atletas possam estar motivados a trabalhar arduamente com objectivo de superar os limites, foi apresentado hoje o mais aliciante "Prémio Desafio Melhor Jogador do Moçambola-2019": viatura de marca Nissan Hardbody, a ser atribuída ao melhor jogador, no final do campeonato.
“Para além dos kits da Zap assim como o combustível a ser ofertado aos vencedores, haviam dúvidas sobre que tipo de viatura seria oferecida e, nesta terça-feira, fizemos o lançamento e a demostração da viatura para este prémio, com a garantia de manutenção durante três anos", explicou Ananias Couana, presidente da Liga Moçambicana de Futebol.

A viatura a ser entregue ao vencedor da presente edição do "Prémio Desafio Melhor Jogador do Moçambola-2019" não é uma novidade no seu todo, uma vez que “tem as mesmas características que a oferecida na primeira edição”.  
O anúncio do vencedor do prémio constituirá o auge da premiação dos atletas que, recorde-se, conta com quatro categorias: melhor jogador da jornada, melhor jogador do mês, votante do mês e melhor jogador do Moçambola.

Pra a Motorcare, empresa que está a disponibilizar a viatura Nissan Hardbody dupla cabine, “este é contributo e a aposta que estamos a fazer no desporto moçambicano”, disse o Director-Geral da Motorcare, Ivan Buzi.

Para atribuição deste prémio, o voto popular tem o peso de 70%, e a restante percentagem pertence a um júri composto por 16 treinadores das equipas do Moçambola, igual número de capitães, o selecionador nacional e cinco jornalistas da Sociedade do Notícias, promotora da iniciativa juntamente com a Liga Moçambicana de Futebol.

Depois de Telinho ter vencido a primeira edição deste concurso, nesta edição do Moçambola-2019, Lau-King, que evolui na União Desportiva do Songo, e Chico, do Ferroviário de Maputo, dois dos jogadores mais votados, digladiam para ganhar. Para votar via SMS basta entrar no campo de mensagens de qualquer operadora escrever PD (espaço), seguido do código do atleta e enviar para o número 99 200.

 

É uma boa nova para o Ferroviário da Beira e Belenenses, clubes que podem encaixar valores com o negócio.
O Lille da França poderá, nos próximos dias, comprar a título definitivo o passe do internacional moçambicano, Reinildo Mandava.

Segundo a imprensa portuguesa, a operação de contração do esquerdino ronda entre os 3,5 e os 4 milhões de euros.
O lateral foi contratado pelo Belenenses ao Benfica no arranque da temporada e fixou-se como elemento importante na defesa, ao realizar 19 jogos e marcar um golo antes de atrair o interesse dos gauleses.

Aliás, no mercado de inverno, o vice-campeão francês fechou o empréstimo e agora tudo indica que irá ficar com o internacional moçambicano, permitindo ao Belenenses ter mais alguma folga financeira para a temporada 2019/20.

Esta temporada, Reinildo Mandava foi utilizado em três jogos (95 minutos no total) na segunda metade da última temporada pelo Lille.

 

O Ferroviário de Maputo venceu, esta terça-feira, o Costa do Sol por 66-36 no jogo um dos "play-offs" da final da Engen Maputo Basket.

Ainda assim, o Costa do Sol entrou melhor na quadra com agressividade defensiva e esclarecimento ofensivo perante um Ferroviário de Maputo apático.

Depois, o Ferroviário de Maputo fez os ajustes defensivos e obrigou o seu adversário a cometer muitos erros (turnovers e ataques precipitados), controlando o primeiro quarto em que liderou com o parcial de 15-9.

No segundo quarto, em que apenas contabilizou apenas seis pontos, o Costa do Sol não teve argumentos perante uma equipa a explorar os seus automatismos. Mais concentrado na quadra e fisicamente mais forte, o Ferroviário de Maputo foi alargando a vantagem explorando o  seu jogo exterior e interior. Ao intervalo, o conjunto de Leonel “Mabê” Manhique vencia por 39-15.

Sem capacidade para ir buscar o resultado, as “canarinhas” sentiram também dificuldades para travar um adversário que foi depois fazendo a rotação dos seus jogadores. E, no final do terceiro quarto, vencia por 52-25. O quarto quarto foi de gestão das “locomotivas” que lideram a série dos “play-offs” da final a melhor de cinco jogos (1-0).

O jogo dois dos play-offs da final da Engen Maputo Basket está agendado para próxima sexta-feira, às 18horas, no pavilhão do Maxaquene.

 

 

 

Os Mambas não conseguiram a almejada vingança contra a Namíbia e voltaram a perder com a mesma selecção, em jogo inaugural do grupo B do torneio Cosafa 2019.

A selecção da Namíbia foi a primeira a marcar numa desatenção da defensiva moçambicana que permitiu ao atacante namibiano marcar, mesmo em frente a Guirrugo.

Mas a resposta dos Mambas até foi positiva, com a equipa a subir no terreno, a busca do empate, que chegou logo a seguir na marcação de um livre. Abel Xavier colocou em campo Witi, antes da marcação do livre e este, recém-entrado, cobrou com mestria, restabelecendo a igualdade.

Só que os "bravos guerreiros" não se contentavam com o empate, numa altura em que esperava-se que fossem os Mambas a procurarem o segundo.

Aos 82 minutos, num lance de boa execução, a Namíbia chegou ao segundo golo, num remate mais em jeito do que com força, de fora da área, a passar por cima de Guirrugo até ao fundo das malhas.

Um resultado que deita por terra o objectivo de vingança dos Mambas e compromete a passagem aos quartos-de-final da competição.

Mais uma distinção para o internacional moçambicano Zainadine Júnior que actua no Marítimo. O defesa foi eleito futebolista da época do Marítimo na edição de 2019 da gala dos verde rubros da I Liga portuguesa, realizada ontem.

Zainadine, que chegou ao Marítimo em janeiro de 2017, realizou 33 jogos em 2018/19 e apontou um golo, tendo sido ainda o vencedor da categoria de melhor defesa, escreve o sítio da RTP.

Para além do moçambicano, foram ainda distinguidos na gala Petit que conseguiu a manutenção após ter chegado a meio da época à Madeira para substituir Cláudio Braga, tendo  recebido o prémio de treinador do ano.

O brasileiro Charles venceu a categoria de melhor guarda-redes, o croata Vukovic foi o melhor médio, o jovem médio madeirense Pedro Pelágio foi o jogador revelação e o capitão Edgar Costa foi eleito pelo quarto ano seguido o melhor avançado.

A FIFA garantiu ontem que não vai acrescentar o número de seleções a participar na fase final do Campeonato do Mundo a realizar-se no Qatar em 2022.

Já é um dado adquirido o aumento das actuais 32 para 48 seleções a participar da fase final do Campeonato do Mundo a se realizar nos Estados Unidos, Canadá e México em 2026.

A dúvida que cresceu em Fevereiro último, com o presidente da FIFA, Gianni Infantino a assumir-se optimista quanto à possibilidade, era se o acréscimo de seleções aconteceria no Mundial de 2022, a realizar-se no Qatar.

O optimismo caiu por terra quando nesta quarta-feira, o organismo máximo do futebol mundial, emitiu uma nota na qual descarta a possibilidade de levar 48 seleções para aquele país árabe.

A decisão resulta de um estudo de viabilidade onde a FIFA e o Qatar exploraram conjuntamente as possibilidades de aumentar o número de equipas.

“Após um processo de consulta minucioso e abrangente com o envolvimento de todas as partes interessadas relevantes, concluiu-se que, nas circunstâncias actuais, tal proposta não poderia ser feita agora”.

Para além do envolvimento de países vizinhos na organização, a FIFA e o Qatar tentaram reduzir alguns dos principais requisitos para sediar a competição.

“Uma análise conjunta, a este respeito, concluiu que, devido à fase avançada dos preparativos e à necessidade de uma avaliação pormenorizada do potencial impacto logístico no país de acolhimento, seria necessário mais tempo e não poderia ser tomada uma decisão antes do final do prazo. Junho. Por conseguinte, decidiu-se não prosseguir com esta opção”.

No mesmo documento a FIFA sentencia também que nenhuma proposta será apresentada no próximo congresso da FIFA em 5 de junho.

É já na terça-feira que inicia a disputa dos play-offs a melhor de cinco jogos da Engen Maputo Basket em seniores femininos. Costa do Sol e Ferroviário de Maputo discutem o título no pavilhão do Maxaquene, numa reedição da final de 2018.

É um jogo que desperta alguma atenção porquanto estamos em presença de duas equipas com plantéis compostos por jogadoras de selecção nacional.

Invicto na prova, o Ferroviário de Maputo quer terminar em “beleza” conquistando o seu sexto título consecutivo.

De resto, a última derrota das detentoras do troféu foi em Novembro do ano passado quando perderam com o Inter de Angola na fase regular do campeonato africano de clubes.

Abrir um novo ciclo no panorama do basquetebol feminino. Este é o objectivo do Costa do Sol que tem mais soluções no plantel com as contratações que fez.

“ Play-offs da final”:
Pavilhão do Maxaquene

Jogo 1
Terça-feira, 28 de Maio de 2019
Costa do Sol vs Ferroviário de Maputo

Jogo 2
31 de Maio de 2019
Ferroviário de Maputo vs Costa do Sol

Jogo 3
1 de Junho de 2019
Costa do Sol vs Ferroviário de Maputo

 

 

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