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O País – A verdade como notícia

O camaronês Eva Nga, avançado do Costa do Sol, voltou a marcar um golo na deslocação da sua equipa a Tete, onde foi arrancar um empate diante da União Desportiva de Songo, a dois golos, e cimentou a liderança na lista dos melhores marcadores do Moçambola-2019. Eva Nga conta actualmente com nove (9) golos, liderando de forma isolada a lista, uma vez que seu mais directo perseguido está há três golos, contando com seis (6). Trata-se de Chawa, também ele avançado do Costa do Sol, e também estrangeiro, mas este malawiano, que está na segunda posição.

O primeiro dos moçambicanos que está no top 3 dos melhores marcadores é Maninho, do Ferroviário da Beira, que voltou a balançar as redes, desta feita do Baía de Pemba, elevando os seus golos para cinco, quando estão disputadas 12 jornadas. Dayo, colega do ataque de Maninho nos “locomotivas” de Chiveve, também conta com cinco golos, os mesmos de Jongwe, zimbabweano ao serviço do Textáfrica do Chimoio.

Jafete, moçambicano que actua no Incomáti de Xinavane, lidera um grupo de jogadores nacionais que já marcaram quatro golos no Moçambola 2019, onde desfilam ainda Lau King e Luís Miquissone, ambos da União Desportiva de Songo, Salas do Desportivo de Nacala e Hammed, do Desportivo Maputo.

Moçambola já teve seis cartões vermelhos

No que diz respeito a acção disciplinar, o Moçambola já admoestou mais de 100 cartões amarelos, mas o destaque mesmo vai para seis cartolinas vermelhas, mostradas a seis jogadores de quatro equipas que disputam a prova-mor moçambicana. O Costa do Sol é a equipas com mais vermelhos, sendo que dois jogadores vistos, nomeadamente Salomão e Roldão. Já as equipas do Maxaquene, Desportivo Maputo, Clube de Chibuto e Baía de Pemba são outras equipas com um jogador cada que viu a cartolina vermelha.

Sataca Jr, dos “alvi-negros”, foi o primeiro a ver o vermelho, na primeira jornada, no embate diante do Ferroviário de Nacala. Ainda na primeira jornada, mas mais em jogo de atraso, uma vez que se disputou mais tarde, Piter, guarda-redes do Baía de Pemba, também viu o vermelho.

Só na quinta jornada é que se viu mais um vermelho, quando Nhabanga, do Clube de Chibuto foi admoestado no jogo diante do Maxaquene, na mesma jornada em que Salomão viu um, quando o Costa do Sol foi empatar em Xinavane. Na nona jornada é que saiu o quinto cartão vermelho para João, do Maxaquene, no embate entre “tricolores” e “fabris” do Planalto. O último cartão vermelho foi visto por Zabula, de Ferroviário de Nampula, no jogo em que a sua equipa perdeu com seu homónimo de Chiveve.

 

 

Ainda no âmbito disciplinar, há que realçar o facto do treinador da Liga Desportiva de Maputo, Nilton Terroso, ter sido multado com um valor de 75 mil meticais, por “adoptar atitude incorrecta”, proferindo palavras injuriosas contra a equipa de arbitragem que dirigiu o jogo entre a sua equipa e o Maxaquene, da 10ª jornada do Moçambola 2019.

A multa ao técnico da Liga vai acompanhada de uma advertência, segundo o comunicado da Liga Moçambicana de Futebol. Quem também viu-se nas graças do Conselho de Disciplina da Liga Moçambicana de Futebol foram o vice-presidente, Gimo Raúl, e o Director Desportivo, Emílio Alí, ambos do Desportivo de Nacala, por adoptar atitudes incorrectas e proferir palavras injuriosas contra a equipa de arbitragem que dirigiu o jogo em que a sua equipa defrontou o Costa do Sol, a 10 de Julho corrente, para a 11ª jornada. Os dois tiveram uma multa de 100 mil meticais, cada um, para além de uma advertência.

Estas medidas do Conselho de Disciplina da Liga Moçambicana de Futebol visam incentivar ao não uso de insultos contra os intervenientes do jogo, nomeadamente os árbitros e outros, durante a realização dos jogos do Moçambola.

 

 

A formação moçambicana da Associação Black Bulls iniciou a sua participação no torneio internacional Gothia Cup, que decorre em Gotemburgo, na Suécia, com uma vitória, esta segunda-feira, diante do Itterby IS da Suécia, por duas bolas sem resposta.

DJ, aos três minutos do jogo, marcou o primeiro golo dos moçambicanos, que foram ao intervalo a vencer por duas bolas sem resposta após segundo golo apontado aos 44 minutos, por Valdimiro.

Na segunda parte a turma moçambicana da Black Bulls geriu o resultado até ao final, garantindo assim a sua primeira vitória internacional nesta competição que congrega no mesmo espaço mais de 140 clubes de várias categorias, desde os sub-19, onde está a equipa nacional, até aos sub-14, último escalão.

Na outra partida do grupo 4, onde está a Associação Black Bulls, o Balinge IF da Suécia venceu o Altona 93 da Alemanha, também pelo mesmo resultado de 2-0, partilhando assim a liderança com os moçambicanos.

Para esta terça-feira disputa-se a segunda jornada, com a Black bulls a defrontar o Altana 93 da Alemanha, enquanto as duas equipas da Suécia defrontam-se entre si. Em caso de mais uma vitória dos moçambicanos, a qualificação a fase seguinte, poderá estar assegurada, antes mesmo de defrontar o Balinge IF da Suécia, na última jornada, esta quarta-feira.

Esta é a primeira vez que esta formação moçambicana decidiu participar do torneio, com objectivo de dotar seus jogadores de experiência internacional, por forma que enquanto crescem possam ter mais rodagem e quando atingirem a idade sénior já terão muitos jogos internacionais nas pernas.

Recorde-se que os primeiros dois classificados de cada grupo transitam à fase seguinte para disputar a chamada Liga dos Campeões, enquanto os dois últimos, vão disputar uma segunda Liga. Os vencedores finais dos escalões em disputa ganham o direito de participar no próximo ano com isenção de taxas de acomodação e alimentação, num valor orçado em perto de 10 mil dólares.

 

 

O programa Ao Ataque deste domingo, às 22h0, na Stv e Stv Notícias, irá abordar a ausência de Moçambique no AfroCan 2019, competição que arranca no próximo dia 19 de Julho, no Mali.

O campeão nacional pelo Desportivo e Costa do Sol e antigo jogador da selecção nacional, Helmano Nhatitima, fala da decisão e critérios adoptados da Federação Moçambicana de Basquetebol.

Já o presidente da Associação de Veterano de Basquetebol (Mozbasket) aborda a cultura de prestação de contas nas instituições nacionais, no geral, e agremiação desportivas, em particular.

É já no próximo dia 9 de Agosto que será eleita, em Maputo, a primeira direcção da Federação Moçambicana de Automobilismo e Motociclismo (FMAM), no decurso da assembleia-geral ordinária da agremiação. 

A formalização da criação desta agremiação, segundo uma nota de imprensa, foi feita no passado dia 5 de Julho, na cidade da Beira, durante a assembleia constituinte que contou com a presença de oito clubes- em representação de Maputo, Gaza, Tete e Manica- e na qual foi aprovado por unanimidade o regulamento eleitoral.

Foi precisamente, neste encontro, que os associados decidiram por consenso designar a agremiação de Federação Moçambicana de Automobilismo e Motociclismo, FMAM. 

Intervindo na assembleia constituinte, o presidente do Conselho Nacional do Desporto, Ricardo Portugal Rodrigues, disse " ser este um passo decisivo para que o desporto motorizado de Moçambique possa assumir o seu próprio destino abrangendo os fazedores, que a partir desta data terão quem responda por todos tanto em termos de representação, promoção e regulamentação desta actividade que merece créditos porque representa a vontade da maioria que são os clubes", referiu citado pelo comunicado enviado ao “O País”. 

Por sua vez, o director Provincial da Juventude e Desportos de Sofala, Fernando Pinho, citado pelo comunicado de imprensa, congratulou os fazedores do desporto motorizado pelo seu empenho no processo de cumprimento da lei. Para Fernando Pinho, é "um imperativo que os procedimentos não sejam descurados para se conseguir a legitimidade que garanta aos clubes na qualidade de legítimos proponentes da federação assumirem o seu papel integrador na sociedade."

O representante do Ministério da Juventude e Desporto manifestou ainda a sua preocupação com a demora de eleição da direcção da Federação Nacional de Desporto Motorizado. 

"Não entende como, estando em 2019, ainda não esteja constituída a Federação do Desporto Motorizado e quem elege são os clubes e sobre isso ninguém se pode opor."

Já o coordenador da Comissão Instaladora, Eurico Gonçalves, falou dos entraves para a criação da federação desde 2001. “É ilegal, quanto a mim, a concessão de uma credencial em 2007 que dá secretamente o estatuto de Federação Nacional ao ATCM pela Direcção Nacional do Desporto, num contexto de existência de mais clubes e de uma comissão administrativa legitimada por essa mesma DND".

 

A selecção nacional de basquetebol sénior masculina já não irá disputar o Afrocan, devido a falta de fundos. A Federação Moçambicana de Basquetebol comunicou, quarta-feira, aos jogadores e a equipa técnica que não havia conseguido apoio para viabilizar a participação de Moçambique nesta prova que inicia dia 19, em Bamako, Mali.

SACRIFICAR-SE PARA NADA…

É um caso sem igual em Moçambique. Ignoraram as péssimas condições de treinamento e uma viagem atribulada e desgastante via terrestre ao Zimbabwe, em defesa da pátria moçambicana. Abandonaram o conforto dos seus lares para, como sempre, defenderem com brio as cores de Moçambique na quadra.

Ainda assim, imbuídos de um espirito de sacrifício, arrancaram a ferro – eram, na verdade, os favoritos na fase preliminar da zona VI dado o seu historial – uma qualificação para o AfroCan, competição a realizar-se este mês em Bamako, no Mali.

Regressaram a país e, segunda-feira última, iniciaram a preparação no pavilhão do Desportivo de Maputo. Terça-feira, os jogadores ainda treinaram no início da tarde no pavilhão do Desportivo mas depois foram comunicados de que deviam parar, segundo apurou O “País“ de uma fonte da Federação Moçambicana de Basquetebol
Quarta-feira, quando a “bomba estoirou“, jogadores e equipa técnica reuniram-se com a direção da Federação Moçambicana de Basquetebol, onde receberam a informação de que não havia dinheiro para custear a deslocação ao Mali onde disputariam o AfroCan.

A FMB justificou-se no facto de alegadamente ter contactado uma instituição bancária da praça que prometeram apoiar, mas esta viria a mostrar indisponibilidade para o efeito e que o tempo era escasso. Os jogadores e equipa técnica, naturalmente, foram encontrados desprevenidos e chegaram mesmo a manifestar disponibilidade para procurarem patrocínio.  
”O País” tentou, sem sucesso, falar com o presidente da Federação Moçambicana de Basquetebol pois este não atende as chamadas a si efectuadas.

SELECÇÃO SUB-19 JÁ NÃO VAI ESTAGIAR NA ÁFRICA DO SUL

A selecção nacional de basquetebol sub-19, que de 20 a 28 de Julho corrente irá disputar o Mundial, já não vai disputar este fim-de-semana um torneio quadrangular em Joanesburgo, África do Sul, enquadrado na sua preparação para o evento.

Havia previsão de Moçambique fazer jogos de controlo, no quadrangular, diante da selecção sul-africanas e equipas locais. Desta forma, as “guerreiras” subn-19 vão Mundial sem terem tido um estágio pré-competitivo fora de portas e com uma preparação deficiente ao nível interno.

De resto, as meninas foram sujeitas a treinos no campo aberto do Ferroviário de Maputo neste período de inverno. Mais: faltou, nos primeiros dias de preparação, lanche e acesso ao ginásio por parte das atletas.
É no meio destas adversidades que Moçambique vai procurar uma boa prestação diante da Tailândia, Canadá e Letónia.

MINISTRA NYELETI MONDLANE AINDA NÃO FOI INFORMADA

Tal como lhe competia, o “O País” contactou telefonicamente a ministra da Juventude e Desporto, Nyeleti Mondlane, que disse não estar informada sobre a não participação de Moçambique no AfroCan.
Mondlane aconselhou o “O País” a contactar o presidente da Federação Moçambicana de Basquetebol, Francisco Mabjaia, para melhor se inteirar sobre o assunto.

Mondlane disse ter informação de que três selecções femininas que irão viajar para participar de provas. Sabe-se que a selecção sénior feminina vai participar no Afrobasket 2019, em Dakar, Senegal, e a sub-19 tem o Mundial da Tailândia.

 

É a terceira chicotada psicológica do Moçambola 2019, depois do Alcides Chambal, na ENH de Vilankulo, e do Sebastião Sitoe, no Clube de Chibuto. O Baía de Pemba decidiu rescindir o contrato com Minate Chabane, treinador que estava na colectividade há sensivelmente três temporadas, tendo sido o responsável por devolver o Moçambola à província de Cabo Delkgada, 10 anos depois, pela porta dos “baianos” de Pemba.

Para a tomada desta decisão, a direcção liderada por Abdul Satar Gani, refere, em comunicado, que os maus resultados são os motivos da rescisão do contrato, uma vez que a equipa não consegue responder aos anseios, estando a esta altura a ocupar a última posição da maior competição futebolística do país, com sete pontos, em 11 jornadas, frutos de uma vitória, quatro empates e seis derrotas.

Ainda assim, de acordo com o comunicado dos “baianos”, “as partes acordaram na rescisão amigável do contrato que o clube mantinha com o técnico”, decisão tomada logo após a derrota, mais uma, do Baía de Pemba, no terreno do Incomáti de Xinavane, última terça-feira, por 3-1, em partida da 11ª jornada. Nessas 11 jornadas, a equipa de Cabo Delgado marcou cinco golos e sofreu 14, um saldo negativo de -9 golos, o que não tem estado a agradar a direcção da colectividade.

Assim, para a vacatura deixada por Minate Chabane, a direcção do Baía de Pemba chamou para assumir temporariamente a equipa técnica Jonathan Nunes, que vai ser auxiliado por Jussubi Rachide e Ramadane Abibo, enquanto se procura por um novo treinador principal para o que resta da prova que ainda esta na primeira volta.

Para além destes três treinadores que foram afastados dos seus clubes, há ainda o registo da saída, unilateral, de Antoninho Michanga, do banco técnico do Maxaquene, estando agora vinculado a ENH de Vilankulo, e substituído por Amid Turmamade.

As restantes equipas que disputam o Moçambola 2019 mantem os seus treinadores, numa altura em que faltam quatro jornadas para o fim da primeira volta.

 

 

A equipa de formação da Associação Black Bulls vai representar Moçambique no torneio internacional Gothia Cup, que vai decorrer a partir da segunda-feira na Suécia.

A delegação da equipa moçambicana é composta por 23 elementos, entre jogadores e equipa técnica, que deixou Maputo esta quinta-feira com destino a Gutemburgo, na Suécia, onde vai tomar parte do internacional de formação, juntamente com mais 140 equipas de 75 países convidados para o torneio. Trata-se, na verdade, de um torneio com equipas dos escalões entre os sub-19 até aos sub-14, que vão se exibir durante 10 dias, naquele que é considerado o maior torneio da formação do mundo.

Esta é a primeira vez que esta formação moçambicana decidiu participar do torneio, com objectivo de dotar seus jogadores de experiência internacional, por forma que enquanto crescem possam ter mais rodagem e quando atingirem a idade sénior já terão muitos jogos internacionais nas pernas.

A oportunidade é única para os jogadores da Black Bulls, que prometem não só representar bem o país, mas também procurar abrir portas para uma possível transferência ao futebol profissional. Aliás, os próprios jogadores assumem que “é a oportunidade da vida e que vai servir para apresentar o temos feito no nosso país”. Mas, também, por ser objectivo da equipa a formação, os jogadores esperam ter oportunidades de sair e jogar em outros clubes, para melhor potenciar as selecções nacionais.

Mas há outro objectivo principal nesta participação da Black Bulls no torneio Gothia Cup, que arranca domingo, com a cerimónia de abertura. De acordo com Paulo Paiva, treinador da equipa, diz mesmo que o objectivo é “mostrar que Moçambique está a trabalhar, que há qualidade e que os olheiros podem vir cá e observar os jogadores para fazerem parte das suas equipas”, depois de credibilizar além fronteiras o futebol moçambicano.

A participação da equipa moçambicana nesta competição é uma oportunidade de fazer valer o potencial futebolístico que o país tem, mostrado ao mundo. Juneide Lalgy quer que os jogadores aproveitem para aumentar o “seu grau de ambição para que amanhã possam aspirar jogar em grandes clubes fora do país”.

A Associação Black Bulls integra o grupo 4 de sub-19, juntamente com duas equipas da Suécia e outra da Alemanha. A estreia está marcada para segunda-feira, 10H30, diante do Ytterby da Suécia, devendo realizar o segundo jogo na terça-feira, quando forem 12H00, frente ap Altona 93 da Alemanha, terminando a primeira fase na quarta-feira, frente ao Baloinge da Suécia, às 10H00, todos horários de Maputo.

Os primeiros dois classificados disputam a liga dos campeões e os dois últimos, de cada grupo, a segunda Liga. Os vencedores dos escalões ganham o direito participar próximo ano com isenção de taxas de acomodação e alimentação, num valor orçado em perto de 10 mil dólares.

 

Moçambique defronta, hoje, às 17h00, a sua similar de Angola no “play-off” de acesso aos quartos-de-final do Mundial de hóquei em patins, competição que decorre desde o passado dia 4 de Julho, em Barcelona, na Espanha.

É um jogo de “tira-teimas”! Sim, até porque a 10 de Março deste ano  Angola conquistou a primeira edição do Campeonato Africano de hóquei em patins, ao bater Moçambique por 5-3, no último jogo de uma prova que contou com apenas três seleções, qualificando-se para o Mundial do grupo “A”, relegando os “Ngonhamas” para a Taça Intercontinental (antigo grupo “B”).

Cem por cento vitorioso na fase de grupos do Mundial Intercontinental, os Ngonhamas bateram o Egipto ( 16-2), Inglaterra (6-3) e Andorra (3-1).

Hoje, motivados e com o apoio deste lado (no país), entram para o confronto com os angolanos motivados e focados em transitar para os quartos-de-final.

Estamos juntos, por isso: Pedro Nunes, Filipe Vaz, Filipe Nabais, Nuno Araújo, Ivan “Kiko” Esculudes, Kevin Pimentel, Carlos Silva, Alfredo Mandlate, Pedro Silva, Bruno Serôdio Mário Rodrigues.

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