Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Na segunda participação no “Afrobasket” – estreou-se em 2017, em Bamako, Mali-, Tamara Seda dominou nas tabelas da Arena de Dakar, terminando, desta forma, como melhor ressaltadora da competição cujo pano caiu ontem.

Tamara Seda teve uma média de 11.9 ressaltos por jogo (total de 57 pontos no total), superando a camaronesa Amina Njokou, com 9.7 ressaltos/jogo, e Queniana Mercy Wanyama, com 9.0 ressaltos/jogo.

Por sua vez, Leia “Tanucha” voltou a ser indicada para o cinco ideal do “Afrobasket”, depois de há dois anos a FIBA-África tê-la reconhecido na competição havida em Bamako, Mali. Leia Dongue brilhou nesta competição, tendo terminado a prova com uma média de 15,8 pontos e 7,2 ressaltos por jogo.

Para além da moçambicana, constam ainda no cinco ideal a nigeriana Ezinne Kalu, ela que liderou a Nigéria com média de  13 pontos, 3.2 assistências, 3 roubos de bola e 2.6 ressaltos por jogo, o que lhe conferiu uma eficiência de 12 % por jogo e foi indicada como jogadora mais valiosa do evento (MVP).
Influente no Senegal, vice-campeão, Astou Traore, MVP da edição 2017, no Mali, consta também do cinco ideal com uma média de 15.2 pontos, 8.2 ressaltos e 1.6 assistências.

Já a “point guard” do Mali, Touty Gandega, conhecida por sua intensidade na quadra, foi recompensada por sua liderança pelo exemplo, mas, mais importante, como a melhor armadora da competição. Ela teve uma média de 11.6 pontos, 3.2 assistências e 2.2 ressaltos por jogo.

Completa o cinco ideal da prova a nigeriana Evelyn Akhator, jogadora que terminou a prova com média de 11 pontos, 8.2 ressaltos e 1.8 assistências por jogo.

Leia Dongue, de Moçambique, empolgou a torcida senegalesa desde o início do torneio até o final e para sua satisfação, ela foi aplaudida quando seu nome foi lido para completar o Torneio Cinco.
 
Dongue teve uma média de 15,8 pontos e 7,2 ressaltos por jogo para Moçambique.
 
Os campeões do AfroBasket 2019 feminino da FIBA ??mereceram seu sucesso e dois de seus jogadores, juntamente com um finalista e um jogador de ambos os semifinalistas.
 
A ala Ezinne Kalu inspirou a Nigéria com 13 pontos, 3.2 assistências, 3 roubos de bola e 2.6 ressaltos por jogo, o que lhe conferiu uma eficiência de 12 por jogo e ganhou o Prémio de Jogador Mais Valioso e um lugar no Torneio Cinco.

Kalu superou seu companheiro de equipe Evelyn Akhator para o Prêmio MVP como o centro, que desempenhou um papel crucial para ajudar a Nigéria a defender seu título, com média de 11 pontos, 8,2 rebotes e 1,8 assistências por jogo. No entanto, Akhator chegou ao torneio cinco.

Ferroviário da Beira e A Politécnica protagonizam, amanhã, às 18h00, no pavilhão da Universidade Eduardo Mondlane, o jogo de destaque da primeira jornada da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal, segundo ditou sorteio realizado esta segunda-feira, no INEF.

É, de resto, a reedição das meias-finais do ano passado, com vitória dos "locomotivas" do Chiveve por 2-0 num play-off a melhor de três jogos. O Ferroviário de Maputo inicia a defesa do título diante do Instituto Superior Politécnico de Tete, num marcado para às 14h00 e no qual os campeões nacionais são claramente favoritos.

Na sua estreia na prova, o Ferroviário de Nampula bate-se às 20h00 com o Desportivo de Maputo. Já a Universidade Pedagógica mede forças, às 16h00, com o Costa do Sol.

Entretanto, a Mozal, patrocinador oficial da prova, anunciou o acréscimo em 100% da premiação nesta edição. Assim sendo, o vencedor terá como prémio 600 mil meticais, enquanto o segundo recebe 300 mil. Já o terceiro classificado terá direito a 200 mil meticais.

 

Baía de Pemba Futebol Clube perdeu em casa com o Costa do Sol por três bolas a duas, em jogo da primeira jornada da segunda volta do Moçambola 2019.

O jogo entre Baía de Pemba Futebol Clube e Costa do Sol começou com perigos nas duas balizas, com uma desvantagem dos donos da casa, que ficaram assustados com as manobras dos visitantes.

E não demorou, aos seis minutos da primeira parte, Joahane, abriu o marcador. Pouco, depois, aos 12 minutos, o Costa do Sol voltou a invadir a baliza do Baía de Pemba, dilatando o marcador para dois a zero.

Quando tudo parecia estar ganho para alguns, e apara outros tudo perdido, o árbitro voltou a reanimar o Estádio Municipal de Pemba, com a marcação de uma penalidade, a favor dos donos da casa.

Aos 17 minutos, Valter rematou forte a Baliza, e o Víctor, guarda-redes do Costa do Sol, só viu a bola nas malhas.

Como o Baía estava em desvantagem, a comemoração foi curta, e o jogo retomou imediatamente. A partir daí, foram registando vários perigos nas duas balizas, mas só quase no fim, da segunda parte, exactamente aos 48 minutos, Yeye, voltou a mexer o marcador, fixando um empate na primeira parte.

Na segunda parte, apesar de algumas tentativas de invasão na baliza do adversário, parecia que todos estavam conformados com o empate. Quando todos esperavam o apito final, veio um balde de água fria. Aos 29minutos, Sibale, rematou a baliza, e Peter, guarda-redes do Baía, não conseguiu defender a bola da derrota.

Com o resultado de a três a dois, o Estádio Municipal ficou em silêncio, até ao fim do jogo, que terminou com uma vitória que não faz muita diferença ao Costa do Sol, e voltou a deixar o Baía de Pemba na linha vermelha.

Com este jogo, o primeiro da segunda volta do Moçambola 2019, Costa do Sol soma 31 pontos, e Baía de Pemba Futebol Clube, mantém com 11 pontos, o último na tabela classificativa.

 

A província de Manica foi a grande vencedora da XIV edição dos Jogos Desportivos Escolares, prova que decorreu na província central de Manica. Esta foi a 3ª vez consecutiva que a província de Manica conquista esta competição inter-escolar, depois de 2015 e 2017, suplantando as restantes províncias.

Para esta edição, Manica ficou em primeiro lugar, sendo seguida pela cidade de Maputo e Zambézia, que fecharam o pódio.

Na classificação final, para além dos três primeiros classificados, Nampula ficou em 4º lugar, seguido de Maputo província, em 5º, Inhambane, em 6º, Sofala, em 7º, Gaza, em 8º, Tete, em 9º, Niassa, na 10ª posição, e Cabo Delgado, na 11ª e última posição. Aliás, Cabo Delgado acabou ficando com um prémio, o da Taça Fair-play, pela sua disciplina durante os Jogos Escolares.

Recorde-se que a competição deste ano contou com a participação de 1430 atletas, 154 professores e técnicos, para além de 275 acompanhantes, entre árbitros, juízes, cronometristas, médicos, jornalistas e pessoal de segurança.

A cerimónia de encerramento contou com a presença do Primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário.
 

 

O governo do Marrocos financia a participação da delegação moçambicana que participa, a partir de amanhã, na XIIª Edição dos Jogos Africanos de Rabat.

O anúncio foi feito pela Embaixada marroquina no país, através de um comunicado de imprensa que tivemos acesso.

“No âmbito das relações de amizade e cooperação entre o Reino de Marrocos e a República de Moçambique, o Marrocos suportará as despesas ligadas à participação dos atletas moçambicanos neste importante evento desportivo de África” refere o comunicado.

Os jogos de Rabat decorrem de 19 a 31 de Agosto corrente e Moçambique vai participar com um total de 40 pessoas, entre atletas e treinadores de diversas modalidades.

 

Moçambique falhou, ontem, a possibilidade de chegar a final do Afrobasket 2019, depois de perder com Senegal por 60-57, em jogo das meias finais da prova.

A selecção nacional entrou imparável no jogo contra o Senegal. No primeiro quarto, as “samurais” arrumaram as senegalesas com um parcial de 8-18.

Leia Donge estava “on fire” e comandava a equipa nacional, facto que fez com que Moçambique saísse da primeira parte a vencer por 35-19.

O Dakar Arena gelou mas, no terceiro quarto veio ao de cima o factor casa e a experiência das senegalesas. Com o pavilhão lotado de adeptos a puxarem pela equipa da casa, as senegalesas ganharam ritmo, tendo forçado a que Moçambique marcasse apenas nove pontos contra 22, saindo desta etapa a perder por três pontos, ou seja 41-44.

No quarto e decisivo quarto, Moçambique não desfaleceu, mas cometeu muitos erros nos lançamentos livres. Foi nesta etapa que as senegalesas  chegaram ao empate e nos últimos segundos garantiram os três pontos que deitaram por terra a possibilidade de Moçambique sonhar com a final. Com o placar a indicar 60-57, a favor do Senegal terminou a partida. Assim, Moçambique discute amanhã a medalha de bronze frente a selecção do Mali.
 

Luís Filipe de Jesus Vieira Duarte Gonçalves é o novo treinador dos Mambas. O “coach” fez parte da equipa de Abel Xavier de 2016 a Maio de 2018, mas antes de assinar pela selecção de Moçambique trabalhava como selecionador nacional de sub-17 da China.

Gonçalves passou por diversos clubes em Portugal, mas o destaque vai para o Sporting Futebol, FC Porto e o CD Tondela, ocupando diversas posições.

É já na próxima terça-feira, 20 de Agosto, que inicia uma das provas mais esperadas de basquetebol sénior masculino do país: Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal. O certame, tal como ano passado, contará com a participação de oito equipas, nomeadamente Ferroviário de Maputo, campeão nacional; Ferroviário da Beira, vice-campeão; A Politécnica, terceira classificada; Costa do Sol, quarto classificado; Desportivo Maputo; Universidade Pedagógica; Instituto Superior Politécnico de Tete e Ferroviário de Nampula.

Na fase regular, a prova será disputada num sistema de todos contra todos em uma volta, sendo que a mesma irá decorrer de 20 a 28 de Agosto, no pavilhão da Universidade Eduardo Mondlane.

Com o alinhamento da classificação, seguem para os quartos-de-final  as oito formações, sendo que no cruzamento o primeiro  joga com o último classificado, segundo defronta o sétimo, terceiro bate-se com sexto e quarto mede forças com o quinto. Os jogos dos quartos-de-final irão decorrer  todos no dia 30 de Agosto, igualmente no pavilhão da Universidade Eduardo Mondlane.

Os vencedores apuram-se para as meias-finais que será disputada num “play-off” à melhor de três jogos entre os dias 1 e 4 de Setembro, com um interregno a 3 de Setembro.

A grande final, essa, está marcada para o pavilhão do Maxaquene e será num “play-off” a melhor de cinco jogos. O jogo 1 está agendado para o dia 6 de Setembro, sendo que no dia seguinte realiza-se o jogo 2. No dia 8 de Setembro, haverá descanso. Já a 9 de Setembro os finalistas da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal batem-se no jogo 3.
Caso seja necessário, os jogos  4  e 5 disputam-se a 11 e 13 de Setembro. O sorteio da Liga Moçambicana de Basquetebol está marcado para segunda-feira, 19 de Agosto, às 17h00, num local ainda por indicar.
 
PAVILHÃO DA UEM EM OBRAS
O pavilhão da Universidade Eduardo Mondlane está a beneficiar de algumas obras que consistem na melhoria da iluminação e do piso. De acordo com a Liga Moçambicana de Basquetebol, o mesmo estará pronto para acolher jogos até ao próximo domingo.    Os jogos serão às 14h00, 16h00, 18h00 e 20h00.
 
Horários de jogos:
Fase regular
1º jogo: 14h00
2º jogo: 16h00
3º jogo:  18h00
4º jogo: 20h00
 

Fizeram-nos, no global, tocar o céu. Ao terceiro jogo, individualmente, Leia “Tanucha“ Dongue apareceu. Apareceu, entenda-se, a liderar as estatísticas da selecção nacional sénior feminina de basquetebol com 25 pontos e nove ressaltos e conduziu Moçambique para a segunda meia-final consecutiva no Afrobasket, após vitória esta quinta-feira sobre o Egipto por 80-66.

Na quadra da Arena de Dakar, duas outras atletas reluziram com duplo-duplo: Ingvild Mucauro, com 16 pontos e 10 ressaltos, e Tamara Seda, com 17 pontos e 13 ressaltos.

Na segunda meia-final do dia, Julian Martinez fez uma alteração no cinco de Moçambique comparativamente ao embate com Cabo Verde: entrada da extremo e atiradora Elisabeth “Betty” Perreira para o lugar de Anabela Adriano Cossa, ela que saiu com algumas mazelas no derradeiro embate da fase de grupos.

Concentrada, com esclarecimento ofensivo e agressividade defensiva, a selecção nacional de basquetebol sénior feminina teve, no primeiro quarto, a sua melhor pontuação num único quarto (o máximo que havia conseguido são 22 pontos contra Cabo Verde) até agora ao registar 26 pontos contra nove do Egipto. Controle do primeiro quarto de Moz, egípcias com ataques condicionados.

Quebra no segundo quarto de Moçambique, com apenas oito pontos contabilizados com 01: 59 por se jogar nesta etapa. O Egipto melhorou defensivamente reduzindo a diferença para oito pontos (34-26) com 1:24 por se jogar.  

As egípcias lideraram o segundo quarto com parcial de 19-11, mas Moçambique vencia ao intervalo por nove pontos: 37-28.  
Com dois quartos jogados, Leia “Tanucha” Dongue liderava a selecção nacional com 17 pontos e quatro ressaltos.

Moçambique, nesta etapa, apresentava melhor aproveitamento nos lançamentos de campo com 44.4% (16/36) contra 40% (12/30) do Egipto.  

Fraquinho no jogo exterior, no primeiro e segundo quartos, Moçambique teve um registo de 1/6 (16.67%), enquanto as egípcias já apresentaram melhor percentagem com 50% (3/6). Com domínio nas tabelas, a selecção nacional de basquetebol sénior feminina colectou 24 ressaltos (oito ofensivos e 16 defensivos) contra 16 do Egipto.

 

T & T a partirem tudo

Só deu T & T no quarto quarto. Ou seja, Tanucha e Tamara fizeram estragos. Com 3, 35 minutos por se jogar no segundo quarto, Moçambique fugiu no resultado para 14 pontos (48-34), tendo-se destacado Elisabteh Perreira com tiro exterior e Tamara Seda no jogo interior (nessa etapa do jogo contabilizava nove pontos e igual número de ressaltos).

O Egipto reagiu e, no final desta etapa, o parcial era de 16-14 favorável a Moçambique. No quarto quarto, destaque para Tamara Seda que criou desequilíbrios ao nível do jogo interior.

De resto, a poste que actua na Espanha já havia arrancado com 07:12 por se jogar um duplo-duplo com 13 pontos e 11 ressaltos. Leia Dongue esteve igualmente em bom plano. Com clarividência, Moz fugiu para 19 pontos (68-49) com 05:20 por se jogar no derradeiro quarto. Moz, onfire, controlou o jogo vencendo por 80-66 e assegura a presença nas meias-finais.

Em termos globais, Moçambique teve, neste jogo dos quartos-de-final, os seguintes targets: 50% nos lançamentos de campo (35/70), 21.4% nos tiros exteriores (3/14), 53.8% na linha de lances livres (7/13), 49 ressaltos (19 ofensivos e 30 defensivos), 23 turnovers e 15 roubos de bola.

O Egipto, por sua vez, apresentou-se com 44.1% nos lançamentos de campo (26/59), 40 % no tiro exterior (6/15), 57.1% na linha de lances livres (8/14), 25 ressaltos (seis ofensivos e 19 defensivos) e 20 turnovers.

 

Nigéria despacha RD Congo

Campeã em título, a Nigéria cumpriu no embate diante da RD Congo no qual venceu por 33 pontos: 79-46. Com mais argumentos, a Nigéria controlou todos os quartos do jogo com os seguintes parciais: 22-9 (1º), 16-14 (2º), 23-9 (3º) e 18-14 (4º).

Ezinne Kalu, com 17 pontos, dois e cinco roubos de bola, foi a melhor unidade da Nigéria, tendo sido secundada por Victoria Macaulay com 14 pontos e três ressaltos.

Na República Democrática do Congo, Ginette Mfutila Makiese esteve em bom plano ao terminar o encontro com 15 pontos e um ressalto. Bernadette Ngoyisa contribuiu com 11 pontos e cinco ressaltos.

As nigerianas terminaram o jogo com 40% de aproveitamento nos lançamentos de campo (30/75), 17.6% nos tiros exteriores (3/17), 69.6% na linha de lances livres (16/23), 36 ressaltos (17 ofensivos e 19 defensivos), 19 assistências e nove turnovers e 18 roubos de bola.

Já a República Democrática do Congo teve um registo de 51.4% de aproveitamento nos lançamentos de campo (19/37), 16.7% nos lançamentos exteriores (1/6), 38.9% na linha de lances livres (7/18), 33 ressaltos (três ofensivos e 30 defensivos), 11 assistências, 34 turnovers e seis roubos de bola.

 

 

 

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE