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O País – A verdade como notícia

Tem a particularidade de, em 1991, ter levado o Maxaquene à conquista da Taça de Clubes Campeões Africanos de Basquetebol em seniores femininos, em Maputo.

Este foi o primeiro título continental de clubes de uma equipa moçambicana. Hoje, 28 anos depois, levou o Ferroviário de Maputo ao segundo título na sua história.

Aik, que se retirou da modalidade em 2015, regressou após uma solicitação do clube Ferroviário de Maputo que viu Leonel Manhique partir para o rival Costa do Sol. Chegou, viu e venceu.

Carlos Aik levou o Ferroviário de Maputo ao segundo lugar na fase final da prova realizada em 2006, em Libreville, Gabão.

Nesse ano, o Ferroviário de Maputo perdeu na final diante do 1º de Agosto de Angola, por 86-74, numa final decidida por Astrida Vicente com 19 pontos.

 

O presidente da República, Filipe Nyusi, manifestou a sua satisfação pela conquista, este sábado, da Taça de Clubes Campeões Africanos de basquetebol pelo Ferroviário de Maputo.

Numa mensagem publicada no “Facebook”, o chefe de Estado refere que “ “esta conquista mostra o comprometimento da equipa locomotiva nesta modalidade, pois, muitas vezes nos habituou a estas conquistas”, escreve o PR. 

“Mais uma vez parabéns meninas do nosso basquetebol”.

O recém-eleito presidente da Federação Moçambicana de Basquetebol, Roque Sebastião, diz em entrevista ao programa "Ao Ataque", a ser veiculada domingo, às 22h00, que foi justo vencedor das eleições nesta agremiação. Sebastião diz que a polémica no escrutínio não tira mérito à sua eleição.  

Roque Sebastião assegura ainda que o antigo presidente da Federação Moçambicana de Basquetebol, Francisco Mabjaia, não será uma sombra na sua governação.

Roque Sebastião falou ainda dos critérios de nomeação dos selecionadores nacionais de basquetebol, participação da selecção nacional de basquetebol na fase mundial de acesso aos Jogos Olímpicos, formação de treinadores e árbitros.

 

 

A União Desportiva de Songo conquistou a 39ª edição da Taça de Moçambique, após vencer o Ferroviário de Maputo por duas bolas sem resposta. Foi o segundo título dos "hidroeléctricos", que aproveitaram para se vingar da derrota que ditou um pré-adeus à luta pelo título nacional

Foi sim uma vingança servida fria num prato dourado, que fez a "locomotiva" descarrilar na Taça de Moçambique, feito Mazamera, mas que em dose dupla. Amadou e Telinho fizeram as honras com dois grandes golos de belo efeito, que só deixam triste quem é fanáctico frenético do Ferroviário de Maputo.

Não é como começa, mas como termina

Facto mesmo é que o Ferroviário de Maputo até entrou bem no jogo, dispondo das melhores oportunidades de marcar, nos primeiros 20 minutos. Uche foi a cara do descalabro e falta de pontaria da sua equipa, desperdiçando inúmeras oportunidades, tanto de longe como de perto.

Timidamente os homens de Songo ainda tentavam reagir, mas era mesmo timidamente, porque ainda estavam traumatizados com a derrota sofrida no Moçambola. Afinal não era qualquer equipa que dava cabazada de 3-1 aos "hidroeléctricos".

Vingança em dose dupla

A bola parecia vir de Songo, porque desobedecia redondamente ao comando dos jogadores do Ferroviário de Maputo. Tão desobediente que até mesmo de grande penalidade, cobrada por Uche (ele, pois claro), a bola negou-se a beijar as malhas e foi embater com estrondo no travessão.

Foi acreditando que a bola podia estar inclinada para si que a União Desportiva de Songo acordou no jogo e começou a correr.

Amadou, de fora da área, bem longe da grande área, ou seja, do meio da rua, desferiu um canhão que só parou no fundo das malhas de Franque. Coitado do guarda-redes "locomotiva" que nem se mexeu. Estava aberto o marcador.

Quando o Ferroviário procurava acordar para reagir, já engolia o segundo, à imagem e semelhança do primeiro. Desta vez foi Telinho, a mostrar a sua veia goleadora, senão não teria sido ele a marcar três golos em cinco jogos dos Mambas.

Mazamera já sofria duas vezes e nas bancadas, de um lado a festa, e do outro o silêncio. Ainda era primeira parte e o Ferroviário precisava de se reorganizar.

Entregar iniciativa e gerir o resultado

Quando se pensava que fossem os "locomotivas" a entrarem com tudo na segunda parte, foi a União Desportiva de Songo que ameaçou. Novamente em dose dupla: primeiro por Luís Miquissone, a rematar á entrada da área, mas desta vez Franque estava atento e com uma palmada tirou o perigo da sua baliza, e depois com Jeitoso e Franque a não se entenderem, quase fazendo o autogolo.

Só ao apagar das luzes é que houve uma reacção "locomotiva", com Ussama a rematar ao lado, mesmo em posição frontal. Era o descarrilar definitivo da "locomotiva", em pleno Estádio Nacional do Zimpeto e perante o seu público.

Um título bem entregue a uma equipa que não mesmo tendo entrado mal, soube aproveitar as duas oportunidades que teve, de longe, para sentenciar o jogo.

Volta a vencer a União Desportiva de Songo, depois da conquista de 2016, enquanto o Ferroviário de Maputo perde pela sexta vez uma final da Taça de Moçambique.

 

Uff! O Ferroviário de Maputo pode respirar de alívio. A FIBA-Africa autorizou, esta quarta-feira, as campeãs africanas em título a utilizarem a valorosa e experiente poste congolesa Pauline Akonga na Taça dos Clubes Campeões Africanos de basquetebol em seniores femininos, competição que decorre no Cairo, Egipto.

A atleta, cujo contrato com o Interclube terminou a 30 de Novembro, situação acautelada pelo Ferroviário de Maputo que somente a inscreveu depois deste período no campeonato africano de clubes, viu-se impedida de disputar a primeira fase devido a questões burocráticas e clarificação sobre a sua situação contratual.

Assim sendo, hoje Pauline Akonga já pode jogar diante do Energie BCC do Benin, em desafio inserido nos quartos-de-final da competição.

 

 

A selecção nacional de futsal joga a 29 de Janeiro frente a similar de Angola, na cidade de Laâyoune, Marrocos, em partida a contar para a primeira jornada do Grupo “B” do Campeonato Africano das Nações (CAN).

Na segunda ronda, o combinado nacional mede forças no dia 31 de Janeiro, também em Laâyoune, com a Guiné Conacri.

A 2 de Fevereiro, em jogo pontuável para a terceira jornada, o "cinco" moçambicano bate-se com o Egipto, equipa que já conquistou a prova em três ocasiões: 1996, 2000 e 2004.

Em 2016, na África do Sul, a selecção nacional de futsal ocupou a terceira posição após vencer a Zâmbia.
A melhor posição ocupada por Moçambique nesta competição foi o segundo lugar alcançado em 2004, quando perdeu com o Egipto por 10-2.

No grupo “A”, teremos o Marrocos, campeão em título, Líbia, vencedora da prova em 2008, Guiné Equatorial e África do Sul.

O Marrocos começa a defesa do título diante da Líbia, enquanto a África do Sul mede forças com a Guiné-Equatorial.

Na segunda jornada, teremos os seguintes embates: África do Sul vs Líbia e Marrocos vs Guiné Equatorial. Na terceira e jornada, África do Sul mede forcas com Marrocos e a Líbia joga com a Guiné Equatorial.

 

ANGOLA INICIA TRABALHOS SEGUNDA-FEIRA

Com vista a sua participação no Campeonato Nacional de futsal, a selecção angolana começa a trabalhar na próxima segunda-feira, às 18h00, no Pavilhão Anexo I da Cidadela, no distrito urbano do Rangel, em Luanda.
Em declarações ao Jornal de Angola, o ex-seleccionador nacional Shéu Cahalo, disse que o desafio com Moçambique será complicado. “O jogo com Moçambique vai ser difícil, porque é uma selecção que já disputou vários desafios contra Angola e venceu-nos na última vez em casa”, declarou o ex-técnico da equipa de Futsal da RNA.

Questionado sobre o grupo do “cinco” nacional, Ca-halo considerou complexo devido à integração do Egipto e Moçambique que já competiram num Campeonato do Mundo. “Angola está numa série nada fácil, com duas selecções que já estiveram numa fase final de um mundial”, anteviu.

Para a fase final do CAN, o técnico Benvindo Inácio convocou os guarda-redes Chico, da Rede Nacional de Transporte de Electricidade (RNT), Neblú e Gomito (Coprat FC), os fixos Leo e Edilau Ramos (Coprat FC), Mantó e Mano Sele (RNT), os alas Caluanda, Nuno, Jó Marrés e Nonó (Coprat FC), Bebucho Gonga e Dias Cassiano (RNT), Bebucho Gilberto (Académicos do Namibe), os pivot's Prado da Silva (Coprat FC) e Fábio Fernandes (Estrelas do Palácio da Huíla).

 

 

O Ferroviário de Maputo qualificou-se, esta quarta-feira, para as meias-finais da Taça dos Clubes Campeões Africanos de Basquetebol em seniores femininos após vencer o Energie BBC do Benin, por 104-40.

Num jogo que marcou a estreia de Pauline Akonga, o Ferroviário de Maputo controlou todos os quartos com os parciais de 27-11, 30-11, 28-11 e 19-7.

A congolesa arrancou um duplo duplo ao contabilizar 21 pontos e 10 ressaltos (dois ofensivos e oito defensivos) em 20 minutos na quadra.

Akonga foi secundada pela nigeriana Sara Ogoke, ela que esteve perto de um duplo-duplo com 15 pontos e nove ressaltos (dois ofensivos e sete defensivos) e quatro assistências em 23 minutos na quadra.

Djefarima Diawara, em termos individuais, foi a melhor unidade no Energie BBC do Benin com 16 pontos e 11 ressaltos.

O Ferroviário de Maputo teve um registo de 49.37% nos lançamentos de campo (39/79), 28.12 % nos tiros exteriores (9/32) e 62.96% na linha de lances livres (17/27). 

Neste embate, em que Carlos Aik conferiu minutos a todas atletas, as verde-e-brancas colectaram 67 ressaltos dos quais 21 ofensivos e 46 defensivos, assim como 35 assistências e 15 perdas de bola.
A equipa  moçambicana fez 24 pontos em situação de “turnovers” do adversário que somente contabilizou três.
Há ainda registo de 17 pontos nas segundas bolas das campeãs nacionais contra 10 do Energie BBC.

Já o Energie BBC terminou o jogo com 17.91% nos lançamentos de campo (12/67), 13.4% nos tiros exteriores (3/23) e 81.25 (13/16).

A “boxe score” indica ainda que a equipa do Benin contabilizou 36 ressaltos – 11 ofensivos e 25 defensivos-, oito assistências e 22 perdas de bola.

O conjunto orientado por Carlos Aik fica a dois jogos da revalidação do título de campeão africano de basquetebol.

As “locomotivas” marcaram presença nas meias-finais em 2006, no Gabão, 2007, em Maputo, 2015, em Angola, 2016, em Maputo, 2017, em Angola, e 2018, em Maputo.
 

 

 

 

O demissionário Presidente da Associação de Futebol da cidade de Maputo, e novamente candidato, Amílcar Jussub, foi reeleito Presidente do organismo que gere o futebol da cidade de Maputo, ao vencer a concorrência de Tonecas Fidalgo.

A eleição, que aconteceu depois da renúncia do elenco de Amílcar Jussub, com intenção de se candidatar à FMF, e por obrigação do organismo que tutela o futebol moçambicano.

De um total de 29 clubes filiados na Cidade de Maputo, estiveram presentes 19, que tem uma valorização de 2520 votos. Na contagem de votos, Amílcar Jussub recebeu um total de 1741 votos, contra 673 votos do seu adversário, Tonecas Fidalgo.

Assim, Jussub mantém o posto a que havia renunciado para concorrer as eleições da FMF, antes de desistir.
O mandato de Amílcar Jussub vai até 2023.

A AG da AFCM, que tinha outros dois pontos de agenda, foi caracterizado por uma tentativa de impugnação da candidatura de Amílcar Jussub, alegadamente porque os estatutos não preveem a candidatura de uma lista que tenha renunciado seu mandato, algo que foi prontamente negado pela Mesa da Assembleia Geral.

Jussub protemeu continuar a trabalhar para desenvolver e fazer crescer o futebol da cidade de Maputo, bem como continuar a levar mais equipas da capital do país ao campeonato nacional de futebol, o Moçambola.

 

Ingvild Mucauro, com 25 pontos e 11 ressaltos, Odélia Mafanela, com 11 pontos e igual número de ressaltos, e Sara Ogoke, com 22 pontos e nove ressaltos, foram determinantes para a vitória esta terça-feira do Ferroviário de Maputo diante do Al Ahly do Egipto, por 84-73, em jogo da terceira jornada do grupo “A”. As campeãs africanas em título fecham, desta forma, a primeira fase invictas e na primeira posição.

 PAULINE AKONGA “KO”

Sem poder contar ainda com os préstimos da congolensa Pauline Akonga, devido a grande pressão  do Interclube, clube com o qual a jogadora terminou o contrato a 30 de Novembro e o Ferroviário de Maputo, cauteloso, teve  o cuidado de inscrevê-la depois deste período, Carlos Aik apostou no seguinte cinco contra o Al Ahly do Egipto: Onélia Mutombene, Ingvild Mucauro, Sara Ogoke, Deolinda Gimo e Odélia Mafanela.

No primeiro quarto, o Ferroviário de Maputo saiu a vencer com o parcial de 23-18. Nesta etapa, destaque para Sara Ogoke com nove pontos contabilizados.

Com 08:07 minutos por se jogar no segundo quarto, o parcial era de 20-26, sendo que nesta fase Carlos Aik lançou para o jogo Cecília Henriques, fazendo refrescar Deolinda Gimo.
Liderado pela americana Kelsey Mitchel (com 10 pontos no final da primeira parte), as egípcias pressionaram e reduziram para um ponto (26-25) com 07:16 minutos por se jogar no segundo quarto.

As campeãs nacionais fizeram os ajustes defensivos. Ofensivamente, a equipa esteve mais clarividente e fugiu para 13 pontos (39-26) com 02:03 minutos por se jogar nesta etapa.  O parcial, no final dos dois primeiros quartos, era de 41-30. A nigeriana Sara Ogoke continuava a desequilibrar, terminando a primeira parte com 14contabilizados. Perto de um duplo-duplo, ou seja, 11 pontos e sete ressaltos, Odélia Mafanela foi uma jogadora preponderante na equipa moçambicana nos dois primeiros quartos.

Os dados estatísticos, no final da primeira parte, indicavam: 15/43 nos lançamentos de campo (34.88%),  5/13 nos tiros exteriores (38.43%) e 6/8 na linha de lances livres (75%).

O Al Ahly, esse, apresentou-se com 8/26 nos lançamentos de campo (30.77%), 2/13 nos tiros exteriores (15.38%) e 12/16 na linha de lances livres (75%).

As egípcias colectaram 265 ressaltos (seis ofensivos e 19 defensivos), contra 24 do Ferroviário de Maputo (11 ofensivos e 13 defensivos).

 OGOKE BRILHA

O terceiro quarto começou com o Al Ahly a procurar pressionar o seu adversário na perspectiva clara de reduzir a diferença pontual.  As anfitriãs forçaram a equipa moçambicana a cometer alguns erros e, com 04:27 minutos por se jogar, a diferença era cinco pontos: 47-42.

Individualmente, Sara Ogoke e Kelsey Mitchel desequilibravam na quadra do Cairo Stadium Indoor Hall 3. Com 02:11 por se jogar nesta etapa, o Al Ahly do Egipto reduziu para um ponto: 50-49.

Cecília Henriques, com dois pontos, colocou novamente o Ferroviário de Maputo em vantagem: 55-53.  A fechar o terceiro quarto, Ingvild Mucauro, totalista nos três primeiros quartos, deu vantagem de quatro pontos as campeãs nacionais: 57-53.

O quarto quarto começou equilibrado, com a diferença a estar entre um e três pontos. Com 05:03 por se jogar, o jogo estava empatado e com a melhor unidade, Sara Ogoke, no banco. Com Ingvild Mucauro e Deolinda Gimo em destaque, o Ferroviário de Maputo voltou a ter uma vantagem de sete pontos, quando haviam 01:40: 77-71.

Com um duplo-duplo, Ingvild Mucauro, 25 pontos e 11 ressaltos, e Odélia Mafanela, 11 pontos e igual número de ressaltos, estiveram em evidência neste embate. Destaque ainda para Sara Ogoke, nigeriana que contabilizou 22 pontos e nove ressaltos.

No Al Ahly do Egipto, as americanas Kelsey Mitchell, com 30 pontos, e  Schaquilla Nunn com duplo-duplo (15 pontos e 16 ressaltos) foram os destaques.
 

 

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