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O internacional moçambicano, Geny Catamo, voltou a ser decisivo ao marcar o primeiro dos dois golos com que o Sporting venceu o Marselha, em jogo da terceira jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões Europeus.

O jovem jogador foi lançado na segunda parte, numa altura em que os “leões” estavam em desvantagem no marcador (0-1). Com o seu golo, Geny Catamo abriu espaço para a reviravolta, tendo Alisson Santos, também lançado na segunda parte, confirmado a vitória da turma de Rui Borges aos 86 minutos por duas bolas a uma.

O golo de Geny Catamo acontece num contexto em que o internacional moçambicano assinou o jogo 100 pelo Sporting, clube pelo qual já soma dois títulos.

“É mais uma vitória importante para nós e vamos continuar a pensar jogo a jogo. Por ora, vamo-nos focar no próximo jogo e todos nós temos de estar preparados para enfrentar o nosso adversário”, disse Geny Catamo, reagindo à vitória da sua equipa.

O Sporting soma, neste momento, seis pontos e mantém-se firme na luta pelo acesso à fase seguinte da prova.

Desde que assumiu o comando da selecção moçambicana de futebol, Chiquinho Conde tornou-se a força motriz por trás do notável ressurgimento dos Mambas. Sua combinação de experiência, visão tática e forte liderança reacendeu a esperança no futebol moçambicano.

Segundo escreve a página oficial da Confederação Africana de Futebol (CAF), sob a liderança de Conde, Moçambique atingiu um novo nível de consistência e crença — destacado pela sua qualificação para duas finais consecutivas do CAN.

Os Mambas participaram da fase final da Costa do Marfim 2023, onde fizeram um bom desempenho contra algumas das melhores nações africanas, incluindo um empate a duas bolas com os recordistas Egipto e Gana, respectivamente.

Em entrevista exclusiva, Chiquinho Conde compartilha sua visão, estratégias e os desafios que enfrenta ao liderar Moçambique para uma nova era de ambição e orgulho.

Chiquinho Conde: Sim, retornamos a esta grande competição africana renovados, depois de uma campanha muito positiva. Estávamos em um grupo muito difícil, com equipas de ponta como Egipto, Gana e Cabo Verde. Embora tenhamos alcançado nosso melhor desempenho na AFCON, houve uma sensação agridoce de não avançar para a próxima fase. Agora enfrentamos outro grupo muito competitivo com os Camarões, Costa do Marfim e Gabão. Não será fácil, mas temos jogadores experientes competindo em grandes clubes europeus e na Liga dos Campeões, o que traz um nível de qualidade diferente ao nosso elenco. Nosso objectivo é claro: avançar para a próxima fase e continuar melhorando.

Equilibrar ataque e defesa é sempre um desafio. Como pretendem conciliar o talento ofensivo tradicional de Moçambique com a solidez defensiva necessária a este nível?

Esse equilíbrio é, de facto, um grande desafio. Temos pouco tempo para trabalhar com o plantel, mas, felizmente, estou neste grupo há cerca de quatro anos. Durante este período, desenvolvemos um modelo de jogo adequado às características dos nossos jogadores, sempre em adaptação e evolução. O futebol é dinâmico e alcançar um equilíbrio entre ataque e defesa é algo que todas as equipas procuram. Temos um princípio claro: marcar golos ganha jogos, mas defender bem ganha campeonatos. Vamos usar o nosso estágio para afinar aspectos técnicos e tácticos, melhorar a posse de bola, controlar os jogos e aprimorar a nossa abordagem pragmática. Sabemos que, por vezes, teremos de ser humildes, defender recuados e contra-atacar, mas também seremos ambiciosos e pressionaremos alto quando necessário. É um processo contínuo, mas estamos confiantes.

A classificação foi uma luta árdua. Que qualidades ajudaram os Mambas a garantir sua vaga?

A classificação veio com sacrifício, esforço, dedicação e comprometimento. Este é um grupo que está junto há vários anos e que cria uma forte união colectiva. Ajustamos nosso modelo de jogo sempre que necessário, enfrentamos desafios e momentos difíceis, mas nunca perdemos o foco no objectivo principal: a classificação. Não foi perfeito, mas com trabalho duro e união, alcançamos nossa missão.

Sempre há espaço para novos talentos. Quais jogadores jovens ou menos conhecidos que espera que surjam como peças-chave neste CAN?

A renovação é um processo constante, e vários jovens jogadores com grande potencial estão surgindo. Recentemente, no torneio COSAFA Sub-23, tivemos a oportunidade de observar muitos talentos em um ambiente competitivo. Esses tipos de torneios são cruciais para preparar jovens jogadores para a selecção principal. Muitos deles estão dando seus primeiros passos em clubes europeus, mesmo em divisões inferiores, e é importante respeitar seu processo de desenvolvimento. Com tempo e maturidade, eles podem se tornar jogadores-chave para a selecção nacional.

A adaptação táctica é crucial. Como você prepara seus jogadores para se adaptarem aos diferentes estilos de jogo que encontrarão na fase de grupos?

Construímos um modelo de jogo consistente que tem sido a base do nosso sucesso. No entanto, sempre adaptamos nossos sistemas tácticos aos jogadores disponíveis e aos desafios específicos de cada adversário. Estamos trabalhando em diferentes formações, como o 3-4-3 e o 4-4-2 em formato de losango, para sermos mais flexíveis. O mais importante é que os jogadores se sintam confortáveis ​​em campo e interpretem a dinâmica táctica naturalmente. O futebol é dinâmico e nossa abordagem reflete esse princípio.

Experiências passadas também importam. Que lições você aprendeu com as participações anteriores de Moçambique na AFCON que gostaria de aplicar desta vez?

Cada partida e competição é uma oportunidade de aprendizado. Tanto na AFCON quanto na CHAN, aprendemos lições valiosas sobre como lidar com a pressão e prestar atenção aos detalhes que fazem a diferença. A experiência vem da competição, não apenas do treinamento. Cada partida que disputamos aumenta nosso conhecimento e nossa capacidade de ter um desempenho melhor na próxima vez.

Definindo sucesso — o que um torneio de sucesso significaria para os Mambas, na sua opinião?

Para mim, sucesso significa atingir nossos objectivos. No futebol, sempre temos que mirar mais alto. Um torneio de sucesso seria aquele em que atingimos nossos objectivos, seja avançando para a próxima fase ou elevando o nível geral de desempenho da equipa.

Impacto a longo prazo — como você acha que essa participação pode influenciar o futuro do futebol moçambicano?

O impacto já é visível. Nossa classificação reacendeu a esperança entre o povo moçambicano, que havia perdido a fé. Agora, os jovens jogadores estão mais motivados a representar a selecção nacional, e nossos jogadores ganham visibilidade para buscar melhores oportunidades no exterior. Esse ciclo de motivação, oportunidade e desenvolvimento técnico pode transformar nosso futebol nos próximos anos.

A Associação Black Bulls efectuou, hoje, a primeira sessão de treino tendo em vista a preparação do jogo da segunda “mão” da segunda eliminatória de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões Africanos diante do River United. 

Este poderá, eventualmente, ser o único treino em solo pátrio, uma vez que os “touros” partem, esta quarta-feira, para Nigéria, local que no sábado vão procurar lutar por uma vaga na fase de grupos da competição. 

A sessão cingiu-se, essencialmente, na recuperação dos atletas assim como no aprimoramento de alguns aspectos técnicos e tácticos, olhando para a exigência do jogo e para as dificuldades que o campeão nacional poderá encontrar no terreno do River United. 

O representante moçambicano na mais prestigiada prova continental a nível de clubes está em vantagem na eliminatória, após vencer o jogo na primeira “mão” em casa por uma bola sem resposta, tento apontado pelo senegalês Diallo.  

A Black Bulls vai enfrentar uma equipa que ainda está à procura de um lugar ao sol a nível das competições africanas, prova na qual ainda não tem muito histórico. Nono classificado da Premier League da Nigéria com 12 pontos, menos sete que o líder Nasarawa United, que soma 19 pontos, o River United vai procurar virar o resultado a seu favor e, por via disso, sonhar em chegar o mais longe possível na prova. O emblema nigeriano conta, neste momento, com apenas um título nacional. 

Em contrapartida, a Associação Black Bulls, clube com apenas quatro anos na alta-roda do futebol moçambicano,  vai procurar, mais uma vez, chegar à fase de grupos, feito alcançado na época passada, desta feita da Taça Nelson Mandela. 

Os “touros” somam dois títulos nacionais, estando por na presente temporada do Moçambola na segunda posição com 30 pontos, menos oito que a líder União Desportiva do Songo, que soma 38 pontos.

Moçambique reforçou a sua supremacia no voleibol de praia da Confederação Africana de Voleibol – Zona VI (CAVB Zone VI), ao garantir o primeiro lugar nas competições masculina e feminina desta etapa regional, que teve lugar neste fim-de-semana, na cidade de Cabo, na África do Sul.

As duplas nacionais subiram ao topo do pódio, confirmando a excelente forma de José Mondlane, Osvaldo Mungoi, Vanessa Muianga e Mércia Mucheza.

Na competição masculina, a dupla composta por José Mondlane e Osvaldo Mungoi sagrou-se campeã, vencendo a final contra os atletas de Botswana.

O domínio moçambicano estendeu-se à competição feminina. Vanessa Muianga e Mércia Mucheza garantiram a medalha de ouro após uma final emocionante, superando a dupla da Namíbia.

Para Moçambique, este evento foi crucial para a preparação para o prestigiado World Beach Pro Tour e, sobretudo, para o Campeonato Mundial, que decorrerá em Novembro, na Austrália.

O objectivo da participação nacional era de testar a fundo a capacidade de adaptação dos atletas, garantir a eficácia dos sistemas tácticos sob pressão e, acima de tudo, assegurar que a coesão das duplas atinja o pico de forma antes de chegar à elite mundial. Este acerto fino é vital para que as duplas cheguem ao Campeonato Mundial de Voleibol de Praia em Adelaide, Austrália, com o ritmo competitivo mais elevado possível.

Depois dos jogos das selecções nacionais, que encerraram a qualificação para o Mundial 2026, os jogadores regressaram aos seus clubes e, neste fim-de-semana, dois moçambicanos estiveram com pé quente ao marcarem golos que garantiram vitórias para os seus clubes. Trata-se de Witi Quembo, pelo Nacional da Madeira, e Pepo, pelo Caldas, ambos a actuarem em Portugal.

Fim-de-semana da Taça em Portugal, com os principais candidatos na eliminatória a fazerem jus à condição e conseguirem lugar na quarta ronda da competição. São os casos de Nacional da Madeira, Sporting de Portugal e Caldas, equipas onde actuam três moçambicanos.

O Nacional da Madeira foi a primeira equipa a garantir a passagem no duelo com o Rebordelo da quarta divisão, ao vencer por claros 3-1, fora de portas, com o internacional moçambicano Witi Quembo a dar gosto ao pé, marcando um dos golos da sua equipa.

Assim, na quarta ronda, a equipa da Madeira terá pela frente, em sua casa, o Sporting de Braga, num duelo entre equipas da primeira divisão, que promete muitas emoções e um prognóstico reservado.

As duas equipas já se defrontaram na presente temporada, na “pedreira”, com a turma de Witi a derrotar os bracarenses por uma bola sem resposta.

Quem também esteve de pé quente é Pepo. O internacional moçambicano deu a vitória ao Caldas ao apontar o único golo da partida, aos 62 minutos, para tirar do caminho o Mirandela, equipa que milita no Campeonato de Portugal.

O Caldas vai defrontar, na quarta ronda da Taça de Portugal, o Tondela.

Já o Sporting de Portugal, onde milita Geny Catamo, teve de suar as estopinhas para superar o Paços de Ferreira na eliminatória, com vitória sofrida por 3-2, alcançada já no fim do jogo.

O internacional moçambicano, que havia marcado pelos Mambas frente à Somália,  entrou a substituir e contribuiu para a vitória, ao fazer assistência que garantiu o terceiro golo, apontado pelo jogador do Paços, quando tentava um passe para o seu colega Ivan Frasneda.

Uma vitória sofrida que garante a quarta ronda onde o adversário é mais acessível que o anterior, já que vai defrontar o Marinhense, equipa que disputa a quarta divisão de Portugal.

A quarta ronda da Taça de Portugal será disputada entre sábado e domingo, nos dias 22 e 23 de Novembro próximo. O Nacional volta a jogar na “pedreira”, terreno do Braga, tal como o Caldas que joga fora de portas, em Tondela. Já o Sporting vai receber o seu adversário em casa.

 

Ratifo, Mexer e Gildo titulares

Outros moçambicanos que actuam fora de portas e que estiveram ao serviço dos Mambas na dupla jornada tiveram exibições diferentes e resultados também diferentes.

Stanley Ratifo, Mexer Sitoe e Gildo Lourenço foram titulares nos seus clubes, ainda que tenham tido sortes diferentes. Ratifo não marcou e não evitou a derrota da sua equipa, o Chemie Leipzig, diante do Lokomotive por 2-0.

Já Mexer Sitoe, que nesta jornada dupla de qualificação para o Mundial ostentou a braçadeira de capitão dos Mambas, foi titular e ajudou a sua equipa, o Keçiroengucu, a não perder diante do Sivasspor, garantindo o nulo.

Por seu turno, Gildo Lourenço também não evitou a derrota do Tadamon Sour diante Al- Abbasiyh por 1-3, saindo derrotado do encontro.

Alfonso Amade e Ricardo Guimas, este último ausente devido ao nascimento do seu filho, foram jogadores utilizados nas suas equipas e tiveram sortes diferentes. Amade ajudou o Dunfermline FC a vencer o Raith por 2-0, enquanto Guimas não foi a tempo de evitar a derrota da sua equipa, o Zita FK, diante Sabah por 3-0.

Bruno Langa não saiu do banco na vitória do Pafos ante o Althnikos (2-0), tal como Faisal Bangal, no empate do AC Mestre diante do  Bassomo.

Dialo Calila esteve ausente, por opção técnica, na vitória da sua equipa, Santa Clara, diante do Espinho por 4-2, na marcação das grandes penalidades, depois do nulo no tempo regulamentar, em partida da Taça de Portugal. Poderá ser opção frente a Comércio e Indústria, da quarta divisão portuguesa, na quarta ronda.

Reinildo Mandava cumpriu o último jogo de suspensão depois do vermelho que viu há um mês e por isso viu o Sunderland derrotar o Wolverhampton por 2-0, estando na bancada.

A Associação Black Bulls venceu, no sábado, no Complexo Desportivo de Tchumene, a formação do River United da Nigéria por uma bola sem resposta, em jogo da segunda eliminatória de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões Africanos. 

Num jogo em que o campeão moçambicano entrou apático, os nigerianos assumiram as despesas da partida quase em toda a primeira parte, criando inúmeras oportunidades de golo, tendo valido a atenção do guarda-redes internacional moçambicano, Ernani Siluane. 

Apesar dessa entrada fulgurante do River United, os “touros” conseguiram evitar que fossem ao intervalo a perder. Na segunda parte, o representante moçambicano voltou transfigurado, mais balanceado ao ataque, fruto de algumas mexidas feitas pelo técnico português, Hélder Duarte. 

Sem ser meros espectadores, os nigerianos estremeceram, em algumas ocasiões, a baliza de Ernani Siluane, que respondeu à altura das investidas. Lançado na segunda parte, Moktar Diallo resolveu a equação do jogo com o seu golo, respondendo a uma assistência de Stephen. 

Com este resultado, a Black Bulls parte para o jogo da segunda “mão” em vantagem na eliminatória, partida agendada para dia 25 deste mês em solo nigeriano. 

O representante moçambicano precisa apenas de um empate com ou sem golos para garantir o apuramento para a segunda fase na prova. 

A seleção nacional de hóquei patins viaja neste domingo para Angola, onde vai participar do Campeonato Africano da modalidade. O seleccionador Nacional diz que o grupo parte com o objectivo de se qualificar para o mundial, mas sabe que não será tarefa fácil.

Apesar da falta de competições internas, a seleção nacional ambiciona voltar a disputar o mundial, mas para tal terá de passar no teste em Angola, durante o campeonato africano de Hóquei que arranca na segunda-feira em Angola.

O técnico moçambicano reconhece ter preparado com dificuldades os atletas, que vão lutar em duas frentes, no escalão de Sub19 e seniores.

Os jogadores que esta sexta-feira treinaram no chão do pavilhão do Grupo Desportivo de Maputo têm saudades de voltar ao contexto mundial, onde já vigoraram na lista de quatro melhores do mundo.

 

O presidente da Federação Moçambicana de Futebol Faizal Sidat distribuiu esta sexta-feira 1200 bolas que serão dadas pelos distritos da Zambézia. A iniciativa visa massificar o futebol no escalão de formação. 

A iniciativa de distribuição de bolas visa massificar a modalidade. Zambézia tem muito talento e que por falta de materiais para a prática de futebol, fica à deriva. 

No passado, a Federação Moçambicana de futebol, por via do respectivo presidente havia promessas de colocar relvado sintético no campo negripires de Mocuba onde o Matchedje local utiliza para as suas partidas.

A entrega das 1200 bolas ocorreu no campo do ferroviário de Quelimane e contou com a presença de desportistas e governo. 

O Ferroviário de Maputo entra em cena no domingo, também na Arena Lalgy, onde decidiu usar como seu Quartel General para esta eliminatória.

Depois de não ter tido sucesso no Estádio Nacional do Zimpeto na eliminatória passada diante do Fanalamanga da Madagáscar, onde empatou a um golo, os “locomotivas” foram felizes na Arena Lalgy, que foi a casa emprestada dos malgaxes, ao vencer por duas bolas a uma e garantir passagem à última eliminatória de acesso à fase de grupos da Taça CAF, também conhecida como Taça Nelson Mandela.

Para esta partida, e tal como a Black Bulls, o Ferroviário de Maputo fez, neste mês de Outubro, apenas um jogo oficial, no empate a dois golos diante da Associação Desportiva de Vilankulo, em casa. Com muitos empates nas últimas 10 partidas, onde terminou igualado com o adversário em sete jogos, vencendo duas e perdendo uma, a turma moçambicana tem sido inconstante no relvado, sempre a deixar os seus adeptos com os nervos à flor da pele, tal como aconteceu nos últimos três jogos.

Desta vez, terá de se aplicar para alcançar um resultado tranquilizador, não só para os seus adeptos, mas para uma segunda mão tranquila. Aliás, o resultado negativo alcançado no sábado passado, num particular com o Tabankulo Celtics FC de Eswatini, é o reflexo do que tem sido a equipa, algo que é preciso mudar, caso queira chegar mais longe na competição africana.

Neste domingo, diante do AS Otohô do Congo, os “locomotivas” terão de puxar dos galões para imitarem o feito da Black Bulls, que no ano passado afastou esta equipa da fase de grupos da Taça CAF, com vitória fora de portas.

A equipa congolesa, talhada nestas andanças, ainda não fez nenhum jogo pelo campeonato, que ainda não iniciou, mas mostrou ser uma grande equipa ao afastar o 1º de Agosto de Angola na eliminatória passada.

Seis vezes campeão do Congo e uma vez vencedor da Taça daquele país, conquistado na época passada, o AS Otohô quer-se vingar do afastamento da fase de grupos na época passada pela Black Bulls e chegar mais longe nesta edição.

O jogo acontece no domingo, a partir das 15h00, no campo da Black Bulls, em Tchumene.

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