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O País – A verdade como notícia

Geny Catamo renovou contrato com o Sporting por mais um ano. A ligação do internacional moçambicano com o bicampeão português vai até 2029 e a cláusula de rescisão é de 60 milhões de euros. 

Segundo escreve o jornal “Record”, o novo contrato inclui ainda uma melhoria salarial. Nesse sentido, o valioso jogador moçambicano passará a ganhar cerca de 700 mil euros anuais, quase o dobro dos 400 mil que recebia anteriormente.

Geny Catamo assinou contrato profissional com o Sporting pela primeira vez em Setembro de 2020, proveniente do Amora, após ter cumprido a temporada 2019/2020 na Academia Cristiano Ronaldo, em regime de empréstimo. 

No seu percurso o internacional moçambicano teve passagens pelo Vitória de Guimarães e pelo Marítimo, a título de empréstimo dos “leões”. Geny Catamo passou a integrar a equipa principal do Sporting em 2023, ao merecer a aposta do então treinador, Ruben Amorim. 

O esquerdino, que actualmente é um dos jogadores mais valiosos do Sporting, teve a primeira renovação em Dezembro de 2023. 

Os presidentes da FIFA, Gianni Infantino, e da UEFA, Aleksander Ceferin, manifestaram, ontem, satisfação pelo acordo estabelecido com o Real Madrid, cujos princípios servirão para resolver os litígios jurídicos relacionados com a criação da Superliga europeia de futebol.

O Real Madrid anunciou, nesta quarta-feira, ter alcançado um “acordo de princípio” com a UEFA e a European Football Clubs (EFC), com vista à resolução das disputas relacionadas com o projecto da Superliga Europeia, colocando assim um ponto final num processo que se arrastava desde 2021.

Em comunicado divulgado através dos canais oficiais, o clube espanhol refere que o entendimento foi alcançado “após meses de discussões conduzidas no melhor interesse do futebol europeu” e que tem como objectivo o “bem-estar do futebol europeu a nível de clubes”, sublinhando o respeito pelo princípio do mérito desportivo, a sustentabilidade financeira a longo prazo e a melhoria da experiência dos adeptos através da tecnologia.

Segundo a nota, o acordo de princípio permitirá igualmente resolver os litígios judiciais associados à Superliga Europeia, desde que os princípios agora estabelecidos venham a ser formalmente executados e implementados. O Real Madrid não detalha, contudo, os termos concretos do entendimento alcançado.

O anúncio surge poucos dias depois de o Barcelona ter comunicado a desistência formal do projecto, deixando o clube madrileno como o último dos promotores iniciais ainda ligado à iniciativa.

O acordo agradou as lideranças da FIFA e da UEFA, que consideram uma decisão bem tomada por parte do Real Madrid, para o bem do futebol europeu.

“Ontem [quarta-feira] tomámos conhecimento das notícias fantásticas sobre o acordo entre a UEFA, a EFC [Associação dos Clubes Europeus de Futebol] e o Real Madrid. O futebol ganha quando está unido”, disse Infantino, durante o 50.º Congresso da UEFA, em Bruxelas.

Ceferin assinalou que “todos estão cansados de confrontos” e que “o único vencedor [com o acordo] foi o futebol”: “Tivemos alguns desentendimentos com o presidente do Real Madrid, mas nunca deixámos de nos respeitar e nunca perdemos o amor pelo futebol”, observou o presidente da UEFA.

O Real Madrid e o promotor da Superliga, a A22 Sports Management, ameaçavam reclamar judicialmente mais de quatro mil milhões de euros em indemnizações à UEFA, organismo que tutela o futebol europeu, acusando-a de ter inviabilizado o projecto em 2021.

Em Dezembro de 2023, o Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) determinou que a UEFA abusava da sua posição dominante no mercado das competições europeias de clubes, violando o Direito da Concorrência da União Europeia.

No seu acórdão, confirmado em Outubro último pela Audiência Provincial de Madrid, o TJUE exigiu à UEFA a abertura do mercado a terceiros organizadores, como a A22.

Em 2025, a A22 solicitou formalmente à UEFA o reconhecimento da Liga Unify, a sua proposta para novas competições europeias, ajustada aos “requisitos estabelecidos pelo acórdão do TJUE”, num processo negocial que decorreu durante sete meses (entre Março e Setembro de 2025), o que a empresa interpretou como “um esforço para alcançar uma solução global e cooperativa para os litígios em curso” com a UEFA.

No sábado, os catalães, em período eleitoral, com Joan Laporta a tentar a recandidatura, anunciaram que notificaram “formalmente” a Superliga Europeia e os clubes envolvidos sobre a desistência do projecto, que juntava 12 dos maiores emblemas do Velho Continente.

Além do Real Madrid e do FC Barcelona, o projecto foi igualmente assumido, a 18 de Abril de 2021, pelos também espanhóis do Atlético de Madrid, pelos ingleses do Arsenal, Chelsea, Manchester City, Liverpool, Manchester United e Tottenham, e pelos italianos do AC Milan, Inter e Juventus.

A competição, de elite, seria disputada em circuito semifechado, concorrente da Liga dos Campeões, organizado pela UEFA.

A reacção enérgica do mundo do futebol e o repúdio dos mais variados quadrantes da sociedade e até dos governos de vários países levaram a que, três dias após o anúncio, perante a oposição dos próprios adeptos, apenas Real Madrid, FC Barcelona e Juventus se mantivessem no projecto.

A UEFA decidiu fazer um exemplo dos dissidentes e, em Maio de 2022, anunciou a aplicação de pesadas multas – agravadas no caso dos três clubes que ainda se mantinham fiéis à Superliga –, empurrando a Juventus para fora da iniciativa, apesar de o afastamento apenas ter sido consumado em 2023.

Rene Meulensteen trabalhou de perto com Cristiano Ronaldo, no Manchester United, na qualidade de treinador-adjunto do ‘eterno’ Sir Alex Ferguson, e, nesta quinta-feira, em declarações prestadas ao portal Goal, não escondeu que veria com bons olhos a possibilidade de Cristiano Ronaldo vir a deixar o Al Nassr para se juntar a Lionel Messi, no Inter Miami.

“Quem não quereria ver?”, questiona Rene Meulensteen, que trabalhou de perto com Cristiano Ronaldo, no Manchester United, e o encoraja a trocar o Al Nasse pelo Inter Miami, de Lionel Messi e companhia. 

“Jogar ao lado de Lionel Messi, no Inter Miami? Seria incrível. Honestamente, seria óptimo. Seriam os jogos com mais venda de bilhetes, todas as semanas. Quem não quereria ver isso? Desde que tenhas o equilíbrio certo, para garantir que, quer o Cristiano, quer Messi, ainda podem jogar ao seu melhor nível…”, começou por afirmar.

“É entusiasmante só de pensar nisso. Seria o maior interesse da história do futebol, se conseguissem concretizá-lo, isso é certo”, completou o neerlandês, de 61 anos de idade, que, desde o passado ano civil de 2025, desempenha o papel de ‘braço direito’ de Graham Arnold, na principal selecção do Iraque.

As palavras de Rene Meulensteen surgem num momento em que Cristiano Ronaldo atravessa uma fase particularmente delicada, no Al Nassr, clube com o qual renovou contrato, há, sensivelmente, meio ano, até Junho de 2027… e com o qual acabou por entrar em ‘rota de colisão’, recentemente.

O madeirense ‘bateu o pé’ ao Fundo de Investimento Público (PIF) da Arábia Saudita, na sequência de um mercado de transferências de inverno no qual a formação na qual milita recebeu apenas Haydeer Abdulkareem, e o Al Hilal Karim Benzema, Kader Meité, Simon Bouabré, Murad Al-Hawsawi, Rayan Al-Dossary, Sultan Mandah e Pablo Marí.

O internacional português entende que há um tratamento desigual entre os clubes que estão sob a alçada deste organismo, motivo pelo qual recusou ir a jogo nas duas últimas partidas do campeonato saudita, que culminaram em triunfos sobre o Al-Riyadh (por 0-1) e o Al-Ittihad Jeddah (por 2-0).

No entanto, tudo aponta para que o jogador formado no Sporting venha a reintegrar a lista de convocados elaborada pelo compatriota Jorge Jesus já na deslocação ao Prince Abdullah bin Jalawi Stadium, para o duelo diante do Al-Fateh, já no sábado.

Lionel Messi, por seu lado, vive um momento bem mais tranquilo, no Inter Miami, visto que, primeiro, conquistou o título de campeão dos Estados Unidos da América, e, depois, renovou o contrato que o liga ao clube até ao final do ano civil de 2028, para colocar um ponto final nas dúvidas em torno do futuro.

Ainda que o argentino e o português mantenham uma das mais intensas rivalidades de que há memória, no futebol mundial, a verdade é que ambos sempre deixaram bem claro que, no plano pessoal, a relação está bem e recomenda-se, pelo que, à partida, não se oporiam à ideia de partilharem balneário, no Inter Miami.

A temporada de 2026 da MLS, recorde-se, arranca já no fim-de-semana de 21 e 22 de Fevereiro. Já o mercado de transferências permanece aberto até ao dia 25 de Março.

Teresa Bettencourt participou, no fim-de-semana, num evento oficial de clube no circuito de Zwartkops, prova integrada no calendário do RKC e utilizada como preparação para a 1ª ronda do Campeonato Regional.

A  jovem piloto da Rasteirinho Racing Team compete neste ano pela primeira vez na categoria Micro Max, após ter alinhado na classe Bambino na época passada.

A transição entre estas duas categorias representa um dos saltos mais exigentes do karting de formação, implicando maior potência, velocidades superiores e uma exigência física e estratégica significativamente mais elevada.

Apesar de se encontrar em fase de adaptação, Teresa Bettencourt demonstrou, desde o início do evento, um nível de competitividade muito encorajador. Na sessão de qualificação, jovem a piloto assegurou o terceiro melhor tempo, posicionando-se imediatamente entre os pilotos mais rápidos do pelotão.

Na Corrida 1, terminou na 4ª posição, mantendo-se sempre inserida no grupo da frente. Na Corrida 2, alcançou um expressivo 2º lugar, resultado que comprova a sua rápida adaptação à nova categoria e capacidade para lutar directamente pelas posições de pódio. Na Corrida 3, uma situação em pista comprometeu o resultado final, impedindo-a de capitalizar o ritmo demonstrado ao longo do dia.

Em termos de performance pura, Teresa Bettencourt foi o 3ª piloto mais rápido da prova, registando uma volta de 48.163 segundos, confirmando que já apresenta andamento ao nível dos principais protagonistas da categoria.

Este dado reforça o enorme potencial demonstrado nesta fase inicial de adaptação à Micro Max.

No conjunto das três mangas, Bettencourt concluiu o evento na 5ª posição da classificação geral, num pelotão altamente competitivo, deixando indicações muito positivas para o arranque oficial do Campeonato Regional.

A primeira prova futebolística provincial arranca neste sábado, na Cidade de Maputo, com a disputa do torneio de abertura, também conhecido como Campeonato da Cidade ou mesmo Liga Jogabets. São 12 equipas que vão corporizar a prova, divididas em duas séries de seis cada, com três jogos por jornada.

É já neste sábado que a bola começa a rolar na Cidade de Maputo, com o arranque da Liga Jogabets, a prova que marca a abertura das competições na capital do País. Trata-se de uma prova que será disputada por 12 equipas, uma redução em duas equipas em relação à prova do ano passado, que foi disputada por 14 equipas.

Vale isto dizer que, das 14 equipas que estiveram em prova na Liga Jogabets, a União Desportiva do Zimpeto e o Ferroviário das Mahotas não vão competir neste ano, com a formação do bairro do Zimpeto a anunciar que não vai disputar nenhuma prova neste ano, enquanto os “locomotivas” das Mahotas ainda não estão preparados para as competições deste ano.

Assim, o sorteio realizado na terça-feira definiu que a Série A será composta pelo finalista vencido da edição passada e cabeça-de-série deste ano, o Maxaquene, agora promovido ao Moçambola, juntamente com a Black Bulls, equipa que milita no Moçambola, a Liga Desportiva de Maputo, o Mahafil, o Estrela Vermelha e o Vulcano, todas da segunda divisão.

Pela Série B, o sorteio colocou o vencedor da edição passada, o Ferroviário de Maputo, que também foi cabeça-de-série, o Costa do Sol, as Águias Especiais, o Ntsondzo, o Desportivo e o Matchedje.

Para o arranque da Liga Jogabets, a Série A reserva um sensacional embate entre a Liga Desportiva de Maputo e o Maxaquene, duas equipas que protagonizaram despiques interessantes no ano passado, quando ambas estavam na segunda divisão.

Nos dois jogos do campeonato da cidade, as duas equipas dividiram pontos com vitória para cada lado, no jogo que cada equipa fez em casa, terminando a prova com os “tricolores” na liderança e a Liga na terceira posição.

Já o Mahafil recebe o Vulcano, enquanto a Black Bulls terá pela frente o Estrela Vermelha de Maputo, segundo classificado da segunda divisão da Cidade de Maputo do ano passado.

Pela série B, o detentor do troféu, Ferroviário de Maputo, inicia a defesa do título defrontando o Ntsondzo, equipa que foi sensação na segunda divisão do ano passado, na Cidade de Maputo, enquanto o Desportivo terá pela frente as Águias Especiais.

Por seu turno, o Costa do Sol medirá forças com o Matchedje.

A prova será disputada em uma única volta, com as duas primeiras equipas melhores classificadas de cada série a apurarem-se às meias-finais, que serão disputadas no sistema cruzado, com o primeiro da série A a defrontar o segundo da série B e o segundo da série A a defrontar o primeiro da série B.

Os vencedores dos jogos das meias-finais disputam o troféu e o prémio de 300 mil meticais, enquanto os derrotados disputam o terceiro lugar.

Pyramids e Al Ahly, ambas do Egipto, e o Stade Malien do Mali, são as equipas já qualificadas para os quartos-de-final da Liga dos Clubes Campeões da CAF, quando falta uma jornada para o encerramento da fase de grupos.

Segundo a Angop, o Pyramids, detentor do título, lidera o Grupo A com 13 pontos, saldo de quatro vitórias e um empate. O outro representante vai sair do encontro entre Berkane do Marrocos e Power Dynamos do Zimbabwe, ambos com sete pontos.

Sem hipóteses de apuramento está o River United da Nigéria, quarto classificado, com um ponto.

O Al Ahly, integrante do Grupo B, assegurou presença nos “quartos”, com nove pontos. FAR Rabat do Marrocos, com oito, e Young African da Tanzânia, com cinco, decidem o apuramento neste fim-de-semana. Na mesma série, o JS Kabyile da Argélia ocupa o último lugar com três pontos.

No Grupo C, Al Hilal do Sudão, MC Argel da Argélia, Mamelodi Sundowns da África do Sul e Saint Loui Lupopo da República Democrática do Congo discutem presença na fase seguinte da prova na última jornada, em função do equilíbrio na classificação, onde somam oito, sete, seis e cinco pontos.

No Grupo D, onde está inserido o Petro de Luanda, de Angola, o Stade Malien apurou-se de forma antecipada, ao somar 11 pontos, após vitória por 1-0 sobre o Espérance de Tunis, da Tunísia.

O Petro, de Angola, precisa de vencer na derradeira jornada o Esperance de Tunis para qualificar-se para os quartos-de-final, pois partilham a mesma pontuação, seis, na segunda e terceira posição, com vantagem para os tunisinos na diferença de golos marcados e sofridos.

O Espérance somou quatro tentos e sofreu igual número, ao passo que os angolanos concretizaram três e consentiram quatro, tendo coeficiente negativo de um golo. O Simba da Tanzânia tem dois, no último posto e está já arredado da competição.

No último fim-de-semana, os tricolores, às ordens de Flávio Amado, empataram (1-1) com o Simba, em partida disputada no Estádio Nacional 11 de Novembro.

Após o golo, o embaixador angolano foi incapaz de segurar o resultado e os tanzanianos aproveitaram para igualar o desafio. O golo da equipa adversária surgiu como um balde de água fria, em função das aspirações dos comandados de Flávio Amado. Apesar do empate, o Petro ainda tem hipóteses de assegurar presença nos “quartos”.

O jogador moçambicano teve problema muscular na coxa esquerda no jogo de segunda-feira diante do FC Porto e fica afastado pelo menos nos próximos dois jogos do Sporting. Luís Guilherme, que se estreou grandemente num jogo da Taça de Portugal, assume lugar à direita, onde mais rende.

O jogo do Sporting diante do FC Porto, no Dragão, que terminou com empate a um golo, com os leões a marcarem no último minuto graças à recarga de Luis Suárez, a uma grande penalidade por si marcada, podia ter sido de boas notícias para o conjunto de Rui Borges, até porque mantém a colectividade no trilho do tricampeonato.

Mas nem tudo foi uma maravilha para o técnico leonino, que horas depois do jogo recebeu uma notícia triste: mais uma lesão. Geny Catamo contraiu um problema muscular na coxa esquerda durante o clássico e vai ter de parar entre duas a três semanas. Ou seja, no cenário menos grave, Rui Borges não vai contar o extremo moçambicano nos jogos com o Famalicão e com o Moreirense.

Na recta final do encontro da 21.ª jornada, os primeiros sinais foram dados pelo próprio jogador: aos 82 minutos, fez sinal desse desconforto muscular e o técnico não hesitou, lançando de pronto Daniel Bragança para o jogo nos últimos minutos.

Bem visíveis foram as lágrimas do camisola 10 dos verdes-e-brancos, já no banco de suplentes, mãos a tapar o rosto enquanto confortado pelos companheiros de equipa. Temia-se lesão… que se confirmou.

Catamo foi reavaliado nesta terça-feira, na Academia Cristiano Ronaldo, e ficou a saber que, apesar de não ser lesão grave, o tempo de paragem não será inferior às duas semanas, podendo ir às três.

No horizonte está o regresso, para o jogo com o Estoril, no dia 27 de Fevereiro, ou na 1.ª mão das meias finais da Taça de Portugal, com o FC Porto, também em Alvalade, a 3 de Março.

Entretanto, Catamo vai falhar a recepção ao Famalicão, neste domingo a partir das 22h30 (hora de Moçambique), para a jornada 22, e a deslocação ao terreno do Moreirense, no dia 21 a partir das 20h00 (hora de Maputo).

Uma baixa de peso para Rui Borges que assim se vê privado de um dos jogadores em melhor forma na equipa leonina, que nesta temporada já participou em 27 jogos (1620 minutos), marcou seis golos e fez quatro assistências. E falhou cinco jogos dos verdes-e-brancos em Dezembro e Janeiro, altura em que esteve no Campeonato Africano das Nações a representar a selecção nacional, onde inclusive apontou dois golos em quatro jogos, regressando mais motivado ao clube.

Ou seja, desde que chegou da prova continental que teve lugar em Marrocos, marcou três golos e fez uma assistência em sete partidas de grande nível.

Sem Catamo e sem Geovany Quenda, lesionado desde o início de Dezembro e com regresso marcado apenas para as primeiras semanas de Março, o lugar de extremo pela direita vai ser ocupado por Luis Guilherme, reforço de Inverno que os leões contrataram ao West Ham.

O brasileiro, que na segunda-feira fez 20 anos, já participou em seis jogos, quatro como titular, e marcou um golo. Jogou sobretudo a partir da esquerda, mas tem sido quando chamado à direita que tem dado boa resposta. E é lá que vai jogar nos próximos jogos (pelo menos nos próximos dois).

A selecção portuguesa de futebol, detentora do título da Liga das Nações, conhece na quinta-feira os adversários na Liga A na Liga das Nações, num sorteio em que é cabeça-de-série, juntamente com Espanha, França e Alemanha.

Os cabeças-de-série são dispostos em quatro grupos diferentes, com adversários a saírem, sucessivamente, dos potes dois (Itália, Países Baixos, Dinamarca, Croácia), três (Sérvia, Bélgica, Inglaterra, Noruega) e quatro (País de Gales, República Checa, Grécia, Turquia).

Esta quinta edição da Liga das Nações, que terá início após o Mundial 2026, nos Estados Unidos, Canadá e México, tem mudanças a nível de calendarização, com os jogos ‘comprimidos’ apenas em dois períodos.

A competição arranca no segundo semestre de 2026, com as quatro primeiras jornadas entre 24 de Setembro e 06 de Outubro, e fica concluída, na fase de grupos, com as derradeiras duas, a disputar entre 12 e 17 de Novembro.

Portugal, que venceu a Liga das Nações em 2019 (1-0 com os Países Baixos) e 2025 (2-2, 5-3 nas grandes penalidades com a Espanha), é a selecção recordista de troféus, tendo a França vencido em 2021 a segunda edição, e a Espanha a terceira, em 2023.

Na Liga A, os dois primeiros classificados de cada grupo, que terá seis jogos, com as equipas a defrontarem-se em casa e fora, apuram-se para os quartos-de-final, a disputarem-se a duas mãos, e que vão definir os quatro semifinalistas, que jogarão num play-off final a uma mão.

Em cada grupo, o último classificado é despromovido à Liga B, enquanto o terceiro disputa um play-off de manutenção com um dos segundos classificados nos grupos da Liga B.

A competição decorre em quatro ‘hierarquias’ de selecções no futebol europeu, com sorteio de quinta-feira em Bruxelas a definir também os grupos da Liga B, C e D, que, juntamente com o A, perfazem um total de 54 países.

A fase final da Liga das Nações realiza-se no fim da próxima época, entre 9 e 13 de Junho de 2027, com as duas meias-finais, o jogo de atribuição do terceiro e quarto lugares e a partida decisiva, em local ainda a designar.

A 13 de Fevereiro, no dia seguinte ao sorteio, a UEFA vai divulgar o calendário de jogos da fase principal, com as respectivas datas e horários.

O conhecido campeonato da cidade de futebol, a Liga Jogabets, foi sorteado nesta terça-feira, na capital do País, e será disputado por doze equipas, divididas em seis para cada série, que vão disputar a prova num sistema de uma volta, a partir deste sábado. Os finalistas da edição passada, nomeadamente Maxaquene e Ferroviário, estão em séries diferentes, com os “tricolores” na A e os “locomotivas” na B.

A indefinição do arranque do Moçambola 2026, que ainda não tem datas nem modelo de disputa, começou por atrasar o sorteio da Liga Jogabets em futebol, ao nível da Cidade de Maputo.

É que os clubes queriam saber quando se inicia e quando termina a prova que, geralmente, tem o seu termo duas semanas antes do arranque do campeonato nacional, para que, na semana seguinte, se dispute a Supertaça e depois o arranque do Moçambola.

Sem se saber quando inicia o Moçambola 2026, e tendo em conta que o calendário da Federação Moçambicana de Futebol anuncia a prova máxima para começar na segunda quinzena de Março, houve necessidade de se adequar o final da Liga Jogabets para datas próximas do arranque. Até porque a Supertaça está marcada para se disputar entre 7 e 8 de Março.

Com a data do arranque definida, foi-se ao sorteio, com o finalista vencido da edição passada, o Maxaquene, agora promovido ao Moçambola, a integrar a série A, juntamente com a Black Bulls, a Liga Desportiva de Maputo, o Mahafil, o Estrela Vermelha e o Vulcano.

Por seu turno, a série B terá dois colossos do futebol moçambicano, nomeadamente Ferroviário, actual detentor da Liga Jogabets, e Costa do Sol, duas das mais tituladas do país, juntamente com Águias Especiais, Ntsondzo, Desportivo e Matchedje.

 

LD Maputo vs Maxaquene para abrir a prova

No que aos jogos diz respeito, segundo ditou o sorteio realizado nesta terça-feira, a série A reserva um espectacular embate entre a Liga Desportiva de Maputo e o Maxaquene, duas equipas que protagonizaram despiques interessantes no ano passado, quando ambas estavam na segunda divisão.

Nos dois jogos do campeonato da cidade, as duas equipas dividiram pontos com vitória para cada lado, no jogo que cada equipa fez em casa, terminando a prova com os “tricolores” na liderança e a Liga na terceira posição.

Já o Mahafil recebe o Vulcano, enquanto a Black Bulls terá pela frente o Estrela Vermelha de Maputo, segundo classificado da segunda divisão da Cidade de Maputo do ano passado.

Pela série B, o detentor do troféu, Ferroviário, inicia a defesa do título defrontando o Ntsondzo, equipa que foi sensação na segunda divisão do ano passado, na Cidade de Maputo, enquanto o Desportivo terá pela frente as Águias Especiais.

O Costa do Sol, que garantiu o regresso de Horácio Gonçalves no banco técnico, bem como de alguns jogadores, medirá forças com o Matchedje.

A prova arranca já no sábado e será disputada no fim-de-semana e no meio de semana.

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