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Sem apoio financeiro do Estado, Federação Moçambicana de Futebol acumula dívidas superiores a 6 milhões de meticais para garantir participação e regresso da selecção que qualificou Moçambique pela primeira vez ao Mundial Sub-17.

A histórica qualificação da selecção moçambicana de futebol Sub-17 para o Campeonato do Mundo do Qatar ficou marcada não apenas pelo brilhantismo dentro das quatro linhas, mas também por uma grave crise financeira enfrentada pela Federação Moçambicana de Futebol (FMF). 

Sem fundos suficientes para assegurar o regresso da delegação ao País, a FMF foi obrigada a contrair uma nova dívida junto de uma agência de viagens para retirar os Mambinhas de Rabat, em Marrocos.

O regresso da comitiva está agora previsto para quarta-feira, 27 de Maio, às 15h05, no Aeroporto Internacional de Mavalane, em Maputo.

Em entrevista concedida a partir de Marrocos ao programa “Das 6 às 9”, da TV Sucesso, o presidente da FMF, Feizal Sidat, revelou que a selecção ficou retida devido aos elevados custos exigidos para alterar as passagens aéreas inicialmente emitidas para 2 de Junho, data correspondente ao encerramento da competição.

Segundo Sidat, a equipa terminou a sua participação no Campeonato Africano das Nações (CAN) sub-17 no sábado, 23 de Maio, mas as regras da organização obrigavam a saída da delegação até ao dia 25. A tentativa de antecipar o voo esbarrou, contudo, em custos considerados incomportáveis para os cofres da federação.

“A companhia aérea exigia o pagamento de 100 mil meticais pela alteração de cada uma das 32 passagens aéreas. Precisávamos de 3,2 milhões de meticais que a FMF não possuía”, explicou o dirigente.

Perante o impasse, uma agência de viagens parceira aceitou emitir novos bilhetes a crédito, permitindo o regresso da selecção ao País. O montante soma-se a outra dívida de igual valor já contraída anteriormente para financiar a deslocação da equipa a Marrocos.

No total, a FMF acumula agora encargos superiores a 6,4 milhões de meticais relacionados exclusivamente com a participação dos Mambinhas no torneio continental.

Fundo de Promoção Desportiva admite falta de verbas

A polémica em torno da ausência de apoio estatal ganhou novos contornos após a divulgação de uma carta enviada pelo Fundo de Promoção Desportiva à FMF, datada de 12 de Maio de 2026.

No documento, o FPD reconhece ter recebido um pedido formal de apoio logístico para a participação da selecção no CAN Sub-17, mas admite não possuir disponibilidade financeira para responder de imediato à solicitação.

“Face à actual conjuntura nacional, o FPD encontra-se numa situação de exiguidade de fundos, acrescendo ao facto da actividade em referência não ter sido previamente planificada”, refere a carta.

Ainda assim, a instituição afirma ter iniciado contactos com o Ministério das Finanças e parceiros estratégicos para tentar assegurar parte do apoio necessário, sobretudo ao nível do transporte da delegação.

A mesma carta felicita a FMF e os jogadores pela qualificação ao torneio continental e destaca a verba de 20 mil dólares disponibilizada pela Confederação Africana de Futebol (CAF) para apoiar a participação da selecção.

A divulgação do documento contraria especulações de que a FMF não teria formalizado qualquer pedido de apoio junto das instituições do Estado.

Empresários salvaram campanha dos Mambinhas

Sem financiamento público, a campanha da selecção acabou por depender fortemente do apoio privado. Empresários e figuras ligadas ao desporto nacional mobilizaram-se para garantir a presença da equipa em Marrocos.

Entre os principais apoiantes destacados pela FMF estão Junaid Lalgy e Bruno Morgado, aos quais a federação dirigiu agradecimentos públicos pelo apoio financeiro prestado.

Apesar das dificuldades financeiras e logísticas, os Mambinhas conseguiram escrever uma das páginas mais importantes da história recente do futebol moçambicano ao assegurar, pela primeira vez, a qualificação para um Campeonato do Mundo sub-17.

O torneio mundial decorrerá entre 19 de Novembro e 13 de Dezembro deste ano, no Qatar. Moçambique integra o Grupo B, juntamente com as selecções da Coreia do Sul, Nova Caledónia e Equador.

A qualificação histórica dos Mambinhas surge, assim, envolta num paradoxo: enquanto o País celebra um dos maiores feitos do futebol juvenil nacional, a federação enfrenta uma crise financeira que expõe as fragilidades estruturais no financiamento do desporto moçambicano.

O internacional moçambicano foi titular na vitória decisiva sobre o Chelsea que colocou os “Black Cats” nas competições europeias pela primeira vez. Reinildo Mandava foi preponderante para o sucesso do clube na presente temporada.

O Sunderland AFC escreveu uma página histórica no futebol inglês ao garantir, pela primeira vez, a qualificação para a Liga Europa da UEFA. A equipa onde milita o internacional moçambicano Reinildo Mandava venceu o Chelsea FC por 2-1, na última jornada da Premier League, assegurando um lugar histórico nas competições europeias da temporada 2026/27.

Perante um Stadium of Light completamente lotado, os “Black Cats” encerraram a temporada da melhor forma possível, confirmando uma campanha acima das expectativas logo no regresso ao principal escalão do futebol inglês, após várias épocas afastados da elite.

O lateral-esquerdo moçambicano Reinildo Mandava foi titular e cumpriu os 90 minutos no encontro decisivo, confirmando o seu papel de destaque na equipa orientada para uma das campanhas mais marcantes da história recente do clube.

O Sunderland colocou-se em vantagem aos 25 minutos por intermédio de Hume. Já na segunda parte, um autogolo de Gume ampliou a vantagem para os anfitriões aos 50 minutos. O Chelsea ainda reduziu aos 57 minutos através do internacional inglês Cole Palmer, mas não conseguiu evitar a derrota.

Com o triunfo, o Sunderland terminou a temporada na sétima posição da Premier League, somando 54 pontos, classificação suficiente para assegurar presença directa na fase de grupos da Liga Europa.

A qualificação representa um feito histórico para o clube inglês, que regressou esta época à Premier League depois de anos difíceis passados entre o Championship e divisões inferiores do futebol inglês. O apuramento europeu simboliza uma recuperação notável de uma equipa histórica do futebol britânico.

Para Reinildo Mandava, a conquista tem igualmente um significado especial. O defesa moçambicano prepara-se para disputar a Liga Europa pela segunda vez na carreira, depois da experiência vivida ao serviço do LOSC Lille.

A boa temporada do internacional moçambicano reforça ainda mais o estatuto de um dos principais futebolistas do País na actualidade, numa época em que vários atletas moçambicanos têm ganho protagonismo em competições internacionais.

O Governo moçambicano e vários desportistas manifestam confiança na qualificação da selecção nacional de futebol, os Mambas, para o Campeonato Africano das Nações 2027, apesar de reconhecerem a exigência do grupo de apuramento.

Os “Mambas” ficaram inseridos no Grupo J, ao lado de Senegal, Sudão e Etiópia, resultado do sorteio realizado pela Confederação Africana de Futebol. Ainda assim, técnicos, antigos atletas e responsáveis governamentais consideram o grupo “acessível” e com reais possibilidades de passagem à fase seguinte.

O antigo capitão dos Mambas, Dário Monteiro, alertou para a necessidade de cautela, sublinhando que nenhuma equipa deve ser subestimada.

“Não podemos partir para esta fase como se fossem favas contadas. Todas as equipas do grupo acreditam na qualificação”, afirmou.

Já o antigo selecionador nacional, João Chissano, considerou que Moçambique e Senegal surgem como principais candidatos à qualificação, com base no historial recente das selecções.

“É um grupo acessível, e temos possibilidades, porque Moçambique e Senegal são os favoritos a passar”, declarou.

Por sua vez, o desportista Paulo Saveca destacou que a selecção nacional tem mostrado evolução técnica e capacidade competitiva suficiente para enfrentar os adversários do grupo.

Do lado governamental, o Ministério da Juventude e Desporto reafirmou o compromisso de apoiar a selecção nacional na caminhada rumo à qualificação. O secretário permanente, Júlio Mendes, garantiu envolvimento institucional e mobilização do País em torno dos Mambas.

“Temos esperança de voltar ao CAN e vamos trabalhar afincadamente, com apoio do governo e do povo moçambicano”, afirmou.

A preparação da selecção nacional para a dupla jornada de qualificação, em Setembro, está prevista para o dia 9 de Junho, com um jogo amigável diante da Indonésia.

Os desportistas falavam à margem da gala comemorativa dos 10 anos do Instituto Médio de Educação Física e Desporto, evento que reconheceu parceiros estratégicos e reforçou cooperações internacionais para o desenvolvimento do desporto em Moçambique.

O Presidente da República endereçou, na noite deste sábado,  uma mensagem de felicitações à Selecção Nacional de Futebol  Sub-17 (Mambinhas) pela sua qualificação à “Copa do Mundo  FIFA Sub-17”, a realizar-se de 19 de Novembro a 13 de Dezembro  deste ano, no Qatar. 

Os “Mambinhas” garantiram a qualificação para o Campeonato  do Mundo FIFA Sub-17, competição que reunirá 48 selecções  nacionais, após vencerem a Etiópia por 5-4 na marcação de 

grandes penalidades, depois de um empate a uma bola no  tempo regulamentar. 

“Os meus parabéns aos nossos briosos rapazes por esta façanha.  Desde o primeiro minuto deste Campeonato Africano que  decorre em Marrocos acreditámos no vosso potencial. Unidos e  com foco vós sois capazes de muito mais”, destaca o Chefe do 

Estado, que estende as suas felicitações à equipa técnica, à  Federação Moçambicana de Futebol (FMF) e a todos os demais  membros da delegação nacional. 

Esta é a primeira vez que uma selecção nacional, neste caso os  “Mambinhas”, qualifica-se à Copa do Mundo de futebol 11. 

O candidato a presidente da Liga Moçambicana de Basquetebol (LMB), Pascoal Isaías, anunciou, há dias, que concorre ao cargo com objectivo de revolucionar a instituição e a modalidade.

Pascoal “Zolas” Isaías, que concorre à sucessão de António Madeira Jr no pleito do próximo dia 4 de Junho, ambiciona inovar, trazer espectáculo aos campos do basquetebol, promovendo a modalidade e atraindo mais público aos pavilhões.

Outro dos desafios a que se propõe, caso seja eleito presidente da LMB, é a proximidade aos clubes filiados, acção que irá facilitar o diálogo e  desenvolvimento da modalidade da bola ao cesto.

 O candidato a presidente da LMB projecta, outrossim, transformar a agremiação e a prova  numa referência desportiva e de entretenimento na região.  

Pascoal Isaías defende, ainda,  apoio institucional, ou melhor, suporte aos clubes no processo de reestruturação interna e um trabalho conjunto na busca de patrocínios locais para os mesmos.

Pascoal Isaías promete, por outro lado,  valorizar todos os intervenientes e ou cadeia do basquetebol  com a realização de uma gala anual de premiação que se transforme no maior evento desportivo do país.

Outra aposta de Páscoa Isaías pretende-se com a redução de barreiras, facilitação de inscrições e transição para novos emblemas que ambicionam abraçar o projecto da LMB.

O antigo praticamente e, actualmente dinamizador do basquetebol, quer criar  canais directos de comunicação, abrindo espaço para discussões abertas com dirigentes para colher sensibilidades sobre o basquetebol.

Pascoal Isaías sonha com uma  uma liga competitiva que consiga atrair atletas estrangeiros de qualidade e nacionais que evoluem fora do país.

No seu elenco, constam figuras conhecidas e referências da modalidade: Carla Silva da Costa, Martinho Sobrinho, Pedro Sinai Nhatitima , Kátia Machai, Cândido Langa, Francisco Faustino, entre outras.

A República Democrática do Congo cancelou o estágio de pré-temporada da selecção nacional de futebol em Kinshasa, após um surto de ébola no leste do país.

A equipa agora continuará os preparativos na Bélgica, enquanto as autoridades respondem à crise de saúde, que já teria causado mais de 130 mortes.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o surto uma “emergência de saúde pública de interesse internacional”, embora tenha ressaltado que não o classifica como uma pandemia.

Um porta-voz da equipa, Jerry Kalemo, afirmou que os amistosos na Europa acontecerão conforme o planejado. A equipa está a preparar-se para a sua primeira participação numa Copa do Mundo desde 1974.

A selecção nacional de futebol da República Democrática do Congo enfrentará a selecção nacional da Dinamarca na Bélgica, no dia 3 de Junho, e a selecção nacional do Chile na Espanha, no dia 9 de Junho.

As autoridades também disseram que o período de concentração em Kinshasa foi cancelado, devido às restrições de viagem relacionadas aos Estados Unidos, um dos países-sede da Copa do Mundo, juntamente com México e Canadá.

As autoridades de saúde pública dos EUA proibiram a entrada de pessoas que não sejam cidadãos americanos e que tenham estado recentemente na República Democrática do Congo, Uganda ou Sudão do Sul.

Todos os jogadores, assim como o treinador Sébastien Desabre, estão baseados fora do país, o que significa que as restrições não devem afectar o elenco agora que o período de treinos local foi cancelado.

De acordo com relatos, esperava-se que o evento planeado para Kinshasa atraísse fãs e autoridades, incluindo o presidente Félix Tshisekedi.

Kinshasa fica a cerca de 1800 km da província de Ituri, a leste, onde o surto começou. Nenhum caso foi relatado na capital.

As autoridades de saúde ainda trabalham com dois números diferentes. A Organização Mundial da Saúde relatou 139 mortes em cerca de 600 casos suspeitos, enquanto o Ministério da Saúde do Congo informou à emissora estatal RTNC que 159 mortes foram registadas.

O surto é causado pela rara cepa Bundibugyo do vírus ébola. Actualmente, não existe vacina aprovada para essa variante, e a OMS afirma que o desenvolvimento de uma pode levar até nove meses.

O Grupo Yuxiao, da China, entregou ao Ministério da Juventude e Desportos de Moçambique uma doação de 2.000 bolas de futebol e 7.000 camisolas desportivas. O material será usado no Torneio Nacional de Futebol de Recreação “Chapo Chapo”, iniciativa do Presidente Daniel Francisco Chapo destinada à juventude moçambicana.

A cerimónia, realizada na sede do ministério em Maputo, foi presidida pelo ministro Caifadine Manasse, que agradeceu em nome do governo. Pelo grupo doador, participaram o presidente do conselho de administração, Wu Tao, e o diretor-geral em Moçambique, Dong Hefeng.

Material beneficia milhares de jovens

As bolas, de padrão internacional, podem equipar cerca de 167 equipas juvenis. As camisolas, com o emblema oficial do torneio, dão para vestir aproximadamente 389 plantéis. A estimativa é que a doação cubra pelo menos oito províncias e cerca de 200 clubes, incluindo Maputo, Tete, Sofala e Inhambane.

Ministro destaca compromisso chinês

Durante o discurso, Manasse recordou que a TZM Resources, subsidiária do grupo em Moçambique, opera concessões de areias pesadas (zircão e titânio) em Pebane, província da Zambézia. Além da produção, a empresa investe em iluminação pública, redes elétricas, educação, empregabilidade e habitação, como as 50 casas entregues em Matilde e uma igreja comunitária em Cuinga.

“O mundo está, de facto, a olhar para Moçambique, e os verdadeiros amigos comprometem-se com investimentos de longo prazo”, disse o ministro.

“A mina é a obra subterrânea, a bola é a obra à superfície”

Wu Tao afirmou que Moçambique é um eixo central da estratégia do grupo em África. “A mina é a obra desta geração, a bola é a obra da próxima, afinal, são a mesma obra”, declarou. O presidente do grupo revelou ainda um investimento superior a mil milhões de yuans (RMB) num projeto de grafite de escamas largas, já em produção desde janeiro de 2026.

Ganha-ganha e compromisso com a juventude

Dong Hefeng, diretor-geral da TZM Resources, reforçou que a doação vai além do apoio material: “é um compromisso com o crescimento saudável da juventude moçambicana, com a coesão social e com a vitalidade das comunidades”. O ministro Manasse ofereceu ao grupo uma camisola comemorativa do torneio como símbolo da parceria.

Cooperação sino-moçambicana em destaque

O ato insere-se nos resultados do Fórum de Cooperação China-África (FOCAC) e da Iniciativa do Cinturão e Rota. “Com a bola por amiga, lado a lado com Moçambique”, conclui o documento, que classifica a doação como o presente mais simples e duradouro do capital privado chinês à próxima geração moçambicana.

A Confederação Africana de Futebol (CAF) anunciou oficialmente a abertura do processo de Licenciamento de Clubes para participação nas competições interclubes africanas da temporada 2026/27, num procedimento que envolve os representantes moçambicanos nas principais provas continentais.

O processo será conduzido em coordenação com a Federação Moçambicana de Futebol (FMF) e abrange os clubes União Desportiva do Songo, que irá representar o País na Liga dos Campeões Africanos em masculinos, Associação Black Bulls, na Taça das Confederações da CAF, e Costa do Sol, na Liga dos Campeões Africanos em femininos, incluindo as fases zonal da COSAFA e continental.

Segundo a CAF, o licenciamento será efectuado em conformidade com os regulamentos de licenciamento de clubes definidos pelo organismo máximo do futebol africano, incluindo critérios técnicos relacionados com infra-estruturas, gestão administrativa e qualificação de treinadores.

Para garantir elegibilidade às competições continentais, os clubes deverão cumprir integralmente os cinco critérios obrigatórios estabelecidos pela CAF: desportivo, infraestrutural, administrativo, legal e financeiro.

Entre as exigências impostas pela entidade africana está também a utilização obrigatória da plataforma digital CLOP (Club Licensing Online Platform), ferramenta destinada à submissão, validação e acompanhamento dos processos de licenciamento durante todo o ciclo 2026/27.

Neste contexto, a FMF será responsável por prestar acompanhamento técnico e institucional aos clubes moçambicanos em todas as fases do processo, incluindo verificações documentais e validação dos requisitos exigidos pela CAF.

De acordo com o calendário estabelecido, os clubes deverão submeter os respectivos processos de licenciamento dentro dos prazos definidos, sendo que a data limite para entrega final à Federação Moçambicana de Futebol foi fixada para 10 de Junho de 2026.

Paralelamente, a FMF convidou igualmente os cinco primeiros classificados do Moçambola 2025 a integrarem o processo de licenciamento, numa medida que visa reforçar os níveis de profissionalização e organização institucional do futebol nacional.

A federação considera que a implementação rigorosa do sistema de licenciamento poderá contribuir para elevar os padrões de gestão, sustentabilidade financeira e competitividade dos clubes moçambicanos nas competições africanas.

Nos últimos anos, a CAF tem vindo a reforçar as exigências relacionadas com governação, infra-estruturas e estabilidade financeira dos clubes participantes nas suas competições, procurando aumentar o nível de profissionalismo do futebol africano e garantir maior credibilidade organizacional às provas continentais.

O seleccionador nacional dos Mambas garante uma melhor preparação para assegurar a sexta qualificação para o Campeonato Africano de Futebol. Reagindo ao sorteio realizado ontem, Chiquinho Conde considera o Senegal a selecção mais forte do grupo, mas promete maior entrega para o cumprimento do objectivo do país.

Feito o sorteio, calhou-nos o Senegal, o Senegal toda poderosa, campeão africano. Já estivemos inseridos num mesmo grupo, em outras competições. Os últimos resultados com o Senegal não foram satisfatórios.De qualquer forma, é a principal candidata ao primeiro lugar do grupo (…) Depois temos o Sudão e a Etiópia”, declarou Conde. 

O seleccionador nacional destacou ainda que embora Moçambique esteja em um grupo forte, os Mambas estarão preparados. “Temos de preparar com dignidade a nossa preparação, para que, de facto, possamos fazer face a esses adversários”.

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