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O País – A verdade como notícia

Geny Catamo pode juntar-se ao Sunderland

Geny Catamo pode juntar-se a Reinildo Mandava no Sunderland, clube que milita na primeira liga inglesa. O emblema inglês está disposto a pagar 40 milhões

Geny Catamo pode juntar-se ao Sunderland

Geny Catamo pode juntar-se a Reinildo Mandava no Sunderland, clube que milita na primeira liga inglesa. O emblema inglês está disposto a pagar 40 milhões

A Fivestar Optica Racing, representada pelos pilotos Paulo Collison, Nico Banze e Jeffrey Novela, conquistou no último fim-de-semana a vitória na 3.ª prova do Troféu ATCM e nas 2 Horas das 4 Horas de Maputo, disputadas no Autódromo Internacional de Maputo. O triunfo reforça a candidatura da equipa à conquista do título da classe SP.

A prova ficou igualmente marcada pelo regresso, 30 anos depois, dos históricos monolugares Formula V às pistas moçambicanas, proporcionando um momento de grande simbolismo para o automobilismo nacional. O evento contou ainda com a participação regular dos pilotos nacionais das classes SP e Modificados Grupo M, bem como dos pilotos sul-africanos do Campeonato de Velocidade Backdraft.

A terceira ronda do Troféu ATCM registou um novo recorde de participação, reunindo 44 pilotos na grelha de partida, distribuídos por seis classes, tornando-se na corrida com maior número de participantes da história do campeonato.

Na classe SP, a Fivestar Optica Racing alinhou com duas equipas e acabou por dominar a competição, assegurando a vitória tanto na 3.ª prova do Troféu ATCM como na corrida de duas horas integrada nas 4 Horas de Maputo. O resultado permite à formação de Paulo Collison, Nico Banze e Jeffrey Novela dar um passo importante na luta pelo título da temporada.

A Moov Racing, de Frederico Jonet, terminou na segunda posição da classificação geral, enquanto a Blutech Recargkai, de Rui Vilela, completou o pódio com o terceiro lugar.

Na classe E, os pilotos da Academia de Velocidade do ATCM, Lagson Leão e Rubén do Vale, conquistaram a vitória, ao passo que Delfim da Silva e Gabriel Figueiredo asseguraram a segunda posição.

Já a KIA Racing Team, atual líder do Troféu ATCM na classe SP, também deixou a sua marca na competição, com Pedro Garcia e Manuel Barbosa a conquistarem o prémio Index Performance.

A 4.ª prova do Troféu ATCM está agendada para o próximo dia 15 de agosto, no Autódromo Internacional de Maputo, e contará com a participação de pilotos nacionais e sul-africanos que competem no Campeonato de Velocidade Silver Cup.

O Presidente da República, Daniel Chapo, felicitou a Selecção Nacional de Futebol Sub-17, os “Mambinhas”, pela conquista da 3.ª edição da Cascais Luso Cup, disputada em Portugal, onde a equipa moçambicana revalidou o título alcançado na edição anterior.

Numa mensagem de felicitação, o Chefe do Estado enalteceu o desempenho dos jovens atletas, da equipa técnica liderada pelo seleccionador Luís Guerreiro e de todos os que contribuíram para a conquista, considerando que o feito constitui motivo de orgulho para todos os moçambicanos.

Daniel Chapo sublinhou que a vitória demonstra o crescimento sustentado do futebol nacional nos escalões de formação e ganha um significado acrescido por ter sido alcançada numa competição que serviu de preparação para o Campeonato do Mundo Sub-17, a realizar-se no Qatar, em Novembro de 2026.

Segundo o Presidente da República, este resultado reforça a confiança nas capacidades da selecção para representar condignamente Moçambique na maior competição mundial de futebol juvenil.

O estadista manifestou ainda o desejo de que a conquista sirva de inspiração para a juventude moçambicana, incentivando os jovens a perseguirem os seus sonhos com disciplina, dedicação e espírito de equipa.

“Parabéns a todos os envolvidos por mais esta conquista. Moçambique está de parabéns!”, concluiu Daniel Chapo.

O presidente da Confederação Africana de Futebol (CAF), Patrice Motsepe, declarou ontem estar orgulhoso do desempenho das selecções nacionais dos 10 países africanos na Copa do Mundo da FIFA 2026.

A África foi representada por Argélia, Cabo Verde, Costa do Marfim, República Democrática do Congo, Egito, Gana, Marrocos, Senegal, África do Sul e Tunísia.

Das dez seleçcões africanas, 9 (90%) se classificaram da fase de grupos para as eliminatórias da prova.  

“Isso é notável, pois representa a maior porcentagem da história da competição. A África representou 20,8% das 48 seleções nacionais que participaram da Copa do Mundo da FIFA de 2026, mas constituiu 28,1% das seleções nacionais que se classificaram da fase de grupos para os 32 avos de final”, disse Patrice Motsepe.

Essa conquista só ficou atrás da UEFA, que teve 40% de suas selecções nacionais classificadas da fase de grupos para os 16 avos de final.

Egipto e Marrocos chegaram aos oitavos-de-final.  Marrocos alcançou um feito notável na Copa do Mundo da FIFA 2026 ao se classificar consecutivamente para os quartos-de-final.

Na Copa do Mundo da FIFA de 2026, também houve actuações impressionantes de Cabo Verde, Senegal, Costa do Marfim, República Democrática do Congo, África do Sul, Gana e Tunísia.

O presidente da CAF considera que “as selecções africanas alcançaram progressos e sucessos significativos na Copa do Mundo da FIFA 2026 e estou muito orgulhoso de suas performances. As nove selecções africanas que se classificaram da fase de grupos para os oitavos-de-final fizeram história na prova, representando 90% das selecções africanas participantes, e a maior percentagem de classificação até hoje”, acrescentou, reforçando que “as percentagens anteriores de classificações das Selecções Nacionais Africanas para a Fase Eliminatória foram: 40% em 2022, nenhuma em 2018 e 40% em 2014. Também identificámos áreas específicas onde existe margem para melhorias e estou confiante de que os treinadores, as equipas técnicas e os jogadores implementarão as melhorias necessárias.”, anota.

Disse ainda que “isso garantirá ainda mais sucesso para as Selecções Nacionais Africanas nas futuras Copas do Mundo da FIFA. A CAF realizará uma conferência e convidará os técnicos de todas as selecções, as comissões técnicas, ex-jogadores das selecções Africanas e outros especialistas e partes interessadas do futebol para avaliar o desempenho na Copa do Mundo da FIFA de 2026, com o objectivo de fazer recomendações que garantam que elas sejam ainda mais bem-sucedidas na Copa do Mundo da FIFA de 2030”.

A CAF tem estado a aumentar o financiamento para a formação de treinadores em todos os níveis e realizará diversos cursos de formação de treinadores em cada uma das seis regiões ou zonas da CAF no continente africano.

A CAF também está focada em aumentar também a qualidade e a competitividade do Campeonato Africano de Futebol Escolar da CAF, pois esta é uma plataforma e iniciativa importante para o desenvolvimento e crescimento do futebol juvenil africano.

“Também fortaleceremos e expandiremos as parcerias entre nossas Associações Membro, os governos e o sector privado para desenvolver, apoiar, patrocinar e promover o futebol em cada um dos 54 países africanos. Essas parcerias também são importantes para a construção, modernização e manutenção da infraestrutura e das instalações de futebol em cada um dos países onde temos associações-membros.”

O piloto moçambicano Rodrigo Almeida voltou a destacar-se no automobilismo internacional ao conquistar uma vitória e um novo pódio na terceira jornada do Campeonato de Portugal de Velocidade, disputada entre os dias 10 e 12 de Julho, no Circuito Internacional de Vila Real, em Portugal.

Na sua estreia naquele traçado urbano, considerado um dos mais exigentes da Europa, Rodrigo Almeida, ao lado do português Francisco Mora, levou a Toyota Gazoo Racing Caetano Portugal ao triunfo na primeira corrida do Supercars Endurance, ao volante de um Toyota GR Supra GT4 EVO2.

A equipa terminou o fim-de-semana com uma vitória absoluta e dois resultados entre os quatro primeiros classificados, consolidando a liderança do campeonato.

Na primeira corrida, Francisco Mora partiu da pole position e manteve a liderança durante o primeiro turno. Após a paragem obrigatória nas boxes e a troca de pilotos, Rodrigo Almeida assumiu o volante, conservando o comando da prova até à bandeira de xadrez, apesar da forte pressão dos adversários nas voltas finais.

Na segunda corrida, marcada por diversos incidentes e sucessivos períodos de neutralização, a dupla voltou a evidenciar competitividade, terminando na quarta posição da classificação geral e alcançando o terceiro lugar na categoria GT4 Bronze.

Com os resultados obtidos em Vila Real, Rodrigo Almeida reforçou a vantagem na liderança do Campeonato de Portugal de Velocidade, numa prova integrada na 55.ª edição do Circuito Internacional de Vila Real, que reuniu milhares de espectadores.

Citado numa nota divulgada após a prova, o piloto manifestou satisfação pelo desempenho alcançado, sublinhando que a estreia naquele circuito representou um desafio exigente, ultrapassado graças ao trabalho conjunto da equipa.

Rodrigo Almeida destacou ainda a importância dos pontos conquistados para as contas do campeonato e agradeceu ao companheiro de equipa, Francisco Mora, à Toyota Gazoo Racing Caetano Portugal e aos patrocinadores pelo apoio prestado ao longo da temporada.

Esta é a primeira época do piloto moçambicano ao serviço da Toyota Gazoo Racing Caetano Portugal, mantendo uma trajectória consistente que o coloca entre os principais candidatos ao título.

A próxima prova do Supercars Endurance está marcada para os dias 25 a 27 de Setembro, no Circuito Ricardo Tormo, em Valência, Espanha, onde Rodrigo Almeida procurará consolidar a liderança do campeonato.

 

O Presidente da República, Daniel Chapo, felicitou o pugilista moçambicano Tiago Muxanga pela conquista do título africano da International Boxing Organization (IBO), alcançado em Essex, Inglaterra, considerando o feito um motivo de orgulho nacional e uma demonstração do talento moçambicano no panorama desportivo internacional. 

Numa mensagem de felicitação, o Chefe do Estado endereçou, em nome do Governo, do povo moçambicano e em nome pessoal, as suas felicitações ao atleta, enaltecendo o mérito, a dedicação e o brilhantismo demonstrados ao longo da sua carreira.  

Segundo Daniel Chapo, a vitória de Tiago Muxanga demonstra que a disciplina, o trabalho e a determinação são factores essenciais para alcançar grandes conquistas, acrescentando que o pugilista honra a Bandeira Nacional e contribui para o reforço do prestígio de Moçambique no desporto africano e internacional. 

O Presidente da República considera igualmente que o atleta constitui uma referência para a juventude moçambicana, por inspirar os jovens a acreditarem que é possível transformar sonhos em realidade através do empenho e da perseverança.

Na mensagem, Daniel Chapo renovou os parabéns ao pugilista e formulou votos de contínuos sucessos ao serviço do desporto nacional, incentivando-o a prosseguir na conquista de novos títulos que dignifiquem Moçambique.

O treinador alemão de 59 anos encontra-se nos Estados Unidos a acompanhar o Mundial 2026 como comentador da Magenta TV, mas pode assinar contrato já neste fim de semana. Klopp foi apontado, desde logo, como a grande prioridade da DFB assim que ficou confirmada a rescisão de Julian Nagelsmann.

Jurgen Klopp está cada vez mais perto de suceder a Julian Nagelsmann no comando técnico da selecção da Alemanha. O antigo treinador do Liverpool e atual director de futebol das equipas da Red Bull encontra-se, actualmente, nos Estados Unidos a desempenhar o papel de comentador na Magenta TV, que acompanha os jogos do Mundial 2026, mas vai ter uma reunião decisiva nas próximas horas, preparando-se para assinar um contrato milionário, de acordo com o BILD.

O jornal germânico adianta, nesta quinta-feira, que a Federação Alemã de Futebol (DFB) está a ultimar uma oferta no valor de sete milhões de euros por ano, num contrato que terá a duração de quatro anos, até 2030, o que permitirá a Klopp orientar a Alemanha no Euro 2028 e no Mundial 2030.

Bernd Neuendorf e Hans-Joachim Watzke, presidente e vice-presidente da DFB, respetivamente, vão viajar para Nova Iorque durante este fim de semana para fechar o acordo com o técnico de 59 anos. 

IMBRÓGLIO RED BULL PRESTES A SER RESOLVIDO 

O facto de Jurgen Klopp estar contratualmente ligado à Red Bull estava a representar um obstáculo para que o negócio se realizasse, uma vez que a Federação germânica não queria realizar qualquer tipo de pagamento. 

As partes encontraram, de acordo com o BILD, uma solução, que passa pela permanência de Klopp como embaixador da Red Bull, deixando o cargo de dirigente que até agora exercia. 

Klopp está, assim, prestes a concretizar o sonho de chegar à seleção do seu país, depois de ter passado por Borussia Dortmund, Mainz e Liverpool.

CRÍTICAS APÓS A ELIMINAÇÃO

A surpreendente eliminação da Alemanha nos 16 avos-de-final do Mundial 2026, aos pés do Paraguai, deixou o mundo em choque e depressa se percebeu que dificilmente Nagelsmann resistiria ao cargo de seleccionador. 

Jurgen Klopp foi uma das vozes mais críticas do sucedido, pese embora sem visar o seu antecessor, pedindo também uma mudança no futebol de formação alemão. 

“Existem 500 mil maneiras de ganhar um jogo de futebol, só precisas de encontrar uma. O sonho foi destruído. Isto é dramático. Não jogámos bem”, começou por analisar Klopp, citado pela SPORT1, prosseguindo com mais comentários. 

“É preciso atacar pelas laterais. Não há outra alternativa. Todos sabemos o quão bem os rapazes podem jogar, mas eles não mostraram isso dentro de campo. Dentro de pouco tempo estaremos, uma vez mais, a falar maravilhas de Wirtz e Musiala e de como eles são fantásticos. Mas não agora”, vincou o antigo treinador do Liverpool.

Questionado sobre o futuro, na mesma ocasião, Klopp deixou a porta aberta à seleção, mas não se alongou em comentários. 

“Ainda não pensei sobre isso. Já estive nessa situação muitas vezes como treinador, em que um grande sonho foi destruído. Percebo que, quando se fala num novo treinador para selecção, o meu nome seja mencionado, mas não é o momento certo para falar sobre isso”, disse. 

Refira-se que a Alemanha voltou a falhar nos Mundiais, depois de ter vencido a edição de 2014. Em 2018, não passou da fase de grupos, algo que se repetiu em 2022. Quatro anos depois, os germânicos qualificaram-se para a fase a eliminar, com duas vitórias e uma derrota na fase de grupos, mas não foram além dos 16avos de final.

Com quase 40 anos de carreira como treinador, Jorge Jesus atinge, aos 71 anos, o pináculo do percurso nos bancos, assumindo uma selecção portuguesa novamente a ‘carpir mágoas’ após mais um ‘banho de realidade’ numa competição de futebol.

A derrota com Espanha nos oitavos de final teve como consequência maior a eliminação do Mundial 2026, mas também a saída do espanhol Roberto Martínez do cargo de seleccionador, três anos e meio após ter rendido Fernando Santos na sequência de outra desilusão mundial, no Qatar – a narrativa das candidaturas lusas às grandes competições tem sido, invariavelmente, contrariada no campo.

A substituição do técnico não é propriamente uma novidade, e o nome do novo responsável menos ainda, tendo em conta que Jorge Jesus era apontado há muito como o senhor que se seguiria, nomeadamente desde que José Mourinho se afastou do rol de opções da FPF com a ida para o Real Madrid.

Jorge Jesus é, assim, a primeira escolha de Pedro Proença desde que foi eleito presidente da FPF, alcançando o maior e mais prestigiante cargo em quase quatro décadas de banco, mesmo que tenha no currículo passagens por clubes com a grandeza de Benfica, Sporting ou Flamengo.

“Quem é que pode dizer que não à selecção? Já disse que não a uma das melhores selecções do mundo, não posso dizer a outra”, confessou no final de maio.

Quando decidiu pendurar as botas e assumir-se como treinador, Jesus começou por baixo, na III Divisão, no Amora, em 1989, chegando a esta fase com um total de 16 clubes treinados, maioritariamente em Portugal, mas também na Arábia Saudita – onde se cruzou com Rúben Neves, João Cancelo, João Félix e Cristiano Ronaldo –, no Brasil e na Turquia, que lhe proporcionaram praticamente 1500 partidas como técnico.

Estrela da Amadora e Benfica foram os únicos emblemas que comandou em duas ocasiões distintas, sendo que foi na liderança dos ‘encarnados’ que emergiu internacionalmente e começou a compor o palmarés de conquistas – à cabeça, três títulos de campeão nacional entre 2009 e 2015.

Na Luz, cruzou-se com dois internacionais argentinos insuspeitos, Pablo Aimar e Javier Saviola, que, anos mais tarde, lhe reservaram elogios pelo conhecimento do jogo e pela forma como vive o treino.

“Aprendi muito com ele, pela sua forma de ver o futebol e a paixão que transmitia. Foi um excelente técnico”, apontou o antigo avançado, cuja opinião foi reforçada por ‘el mago’, atual treinador-adjunto de Lionel Scaloni na seleção argentina: “Gostava de treinar com o Jorge no Benfica. Gostava dos exercícios e das explicações. Gostava da paixão com que ele vivia o futebol. Aprendi com ele e uso muito dele no meu papel de treinador”.

Se a presença no Euro 2028 é a exigência mais próxima do novo selecionador, não se pode descurar – ainda que esteja mais distante – o Mundial 2030, a segunda competição organizada por Portugal desde o Europeu de 2004, agora juntamente com Espanha e Marrocos.

Contudo, outros desafios estarão mais próximos no horizonte de ‘JJ’, desde logo se será levada a cabo alguma renovação da selecção, se é possível aumentar o nível qualitativo da equipa com jogadores que estão espalhados por vários campeonatos e equipas de caraterísticas diferentes, sem esquecer o mais premente: qual será no curto prazo o papel de Cristiano Ronaldo, com quem o técnico esteve no Al Nassr até há poucos meses.

O capitão da equipa das ‘quinas’ anunciou que não disputaria mais nenhum Mundial, mas não revelou se pretende abandonar a seleção definitivamente, isto depois de uma fase final em que foram notórias as limitações do avançado na integração de um coletivo que, também ele, nunca foi potenciado por Martínez – embora muitos queiram fazer da Liga das Nações algo que a competição não é.

Por outro lado, Jesus é, desde já, uma ‘pedrada no charco’ das escolhas da federação, tendo em conta que nunca treinou uma seleção, ao contrário dos seus antecessores mais recentes: Fernando Santos comandou a Grécia durante três anos antes de conduzir Portugal ao maior feito nacional em 2016 e Roberto Martínez esteve à frente da Bélgica, entre 2016 e 2022.

Neste particular, ergue-se uma outra curiosidade: sendo Jesus um assumido ‘obsessivo’ pelo treino de campo diário, com uma preocupação contínua com o pormenor e correção táticos, como irá adaptar-se a uma função que somente lhe permite ter jogadores de forma intermitente, na maioria das vezes durante oito a 10 dias e com dois ou três jogos pelo meio.

O Kartódromo do Automóvel e Touring Clube de Moçambique (ATCM) acolhe, no próximo dia 18 de Julho, a primeira prova do Campeonato Drift Rivals ATCM 2026, uma competição que assinala o regresso do drift ao calendário oficial do automobilismo nacional. O evento deverá reunir mais de 30 pilotos moçambicanos e sul-africanos, confirmando a dimensão regional que a modalidade começa a assumir.

Organizada pelo Automóvel e Touring Clube de Moçambique, a prova inaugura um novo ciclo competitivo para uma modalidade que tem registado crescimento significativo nos últimos anos, tanto em número de praticantes como de adeptos.

A expectativa em torno da competição é elevada, sobretudo porque o drift regressa ao Kartódromo do ATCM depois de um período sem provas oficiais. Para muitos pilotos e entusiastas do desporto motorizado, trata-se de um momento aguardado, numa altura em que o clube tem vindo a reforçar a organização de diferentes modalidades automobilísticas.

Nos últimos anos, o ATCM diversificou o seu calendário desportivo com competições de Spinning, Drag Racing, Karting e Troféu ATCM de Corridas de Velocidade, iniciativas que contribuíram para dinamizar o automobilismo nacional e aumentar a participação de pilotos provenientes de diferentes regiões do País.

Com o lançamento do Drift Rivals, o clube pretende consolidar também esta modalidade, criando um campeonato regular que permita aos pilotos competir de forma contínua e elevar o nível técnico das provas.

Segundo a organização, já confirmaram presença vários pilotos considerados referências na modalidade, bem como novos competidores que têm vindo a destacar-se em eventos realizados dentro e fora de Moçambique. A participação de pilotos sul-africanos constitui um dos principais atrativos da prova, uma vez que permitirá um confronto competitivo entre atletas dos dois países.

A presença de concorrentes estrangeiros representa igualmente um reforço do intercâmbio desportivo entre Moçambique e África do Sul, dois países que mantêm relações de cooperação em diversas modalidades do automobilismo.

Para a organização, este intercâmbio poderá contribuir para fortalecer o campeonato e incentivar uma participação mais regular de pilotos estrangeiros nas futuras etapas da competição.

Os preparativos para o evento decorrem sob coordenação do Departamento de Drift, Spinning e Drag Racing do ATCM, que trabalha na componente técnica, logística e operacional para assegurar que a prova decorra em conformidade com os regulamentos desportivos e de segurança exigidos para este tipo de competições.

A realização da primeira etapa do Drift Rivals representa mais um passo na consolidação desta modalidade no País e reforça o papel do Kartódromo do ATCM como principal palco do automobilismo moçambicano.

Paralelamente à competição de drift, o programa do evento inclui a realização de um espectáculo de Freestyle Motocross, no qual pilotos especializados irão executar acrobacias aéreas e demonstrações técnicas destinadas ao público.

A organização prevê igualmente outras actividades de animação, procurando transformar a jornada num evento dedicado aos amantes dos desportos motorizados.

Para os pilotos nacionais, a prova representa uma oportunidade de competir com adversários internacionais, adquirir experiência competitiva e elevar o nível técnico da modalidade no País.

Por outro lado, o campeonato poderá servir de plataforma para o surgimento de novos talentos e contribuir para o fortalecimento do automobilismo moçambicano, numa altura em que o ATCM procura diversificar as suas competições e ampliar o calendário desportivo.

Com mais de 30 pilotos já confirmados, o Drift Rivals ATCM 2026 inicia-se sob o signo da competitividade e da cooperação regional, numa prova que deverá marcar o regresso oficial do drift ao principal circuito do país e reforçar o crescimento desta disciplina em Moçambique.

O piloto internacional moçambicano Eduardo Campos voltou a representar Moçambique com distinção no RMC National Round 3 e no African Open 2026, provas disputadas no circuito de Zwartkops, na África do Sul. Em representação do Automóvel e Touring Clube de Moçambique (ATCM), o jovem piloto voltou a demonstrar o seu talento entre alguns dos melhores kartistas do continente.

Na sessão de qualificação da classe Mini Max, Eduardo Campos alcançou o quinto melhor tempo entre os participantes, confirmando a competitividade e o potencial para disputar os lugares cimeiros num dos campeonatos mais exigentes do karting africano.

Ao longo das três mangas, o piloto enfrentou corridas intensas e várias disputas em pista, circunstâncias que dificultaram a manutenção da posição conquistada na qualificação. No final da competição, terminou na 14.ª posição entre os 29 pilotos inscritos.

Apesar do resultado final, o desempenho evidenciado durante todo o fim-de-semana deixou indicações positivas quanto à evolução do jovem piloto, cuja velocidade e consistência demonstraram capacidade para competir ao mais alto nível da categoria Mini Max.

A participação no RMC National Round 3 e no African Open representa mais um passo importante no percurso internacional de Eduardo Campos, que continua a acumular experiência em competições de elevado nível, promovendo o nome de Moçambique nas pistas sul-africanas.

Com apenas 11 anos, Eduardo Campos continua a afirmar-se como uma das maiores promessas do karting moçambicano, destacando-se pelo talento, determinação e capacidade competitiva.

Além da participação no African Open, o piloto viveu um momento marcante ao estrear-se numa prova de karts equipados com motores eléctricos, uma competição que apura três pilotos por corrida para o Campeonato do Mundo da modalidade.

Na sua primeira experiência nesta categoria, Eduardo Campos protagonizou uma prestação de destaque, superando vários adversários directos e terminando na quarta posição da classificação geral, ficando muito próximo dos lugares de qualificação para o Mundial.

Após alcançar o Top 5 na qualificação do African Open e do Campeonato Nacional Sul-Africano de Karting, bem como o quarto lugar na corrida de karts eléctricos disputada no domingo, a equipa liderada por Rui Campos garante que continuará a intensificar o trabalho para assegurar a participação do piloto nos próximos desafios da modalidade, mantendo o foco na evolução desportiva e na conquista de novos resultados internacionais.

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