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O Paris Saint-Germain voltou a fazer história no futebol europeu ao conquistar, pela segunda vez consecutiva, a Liga dos Campeões da UEFA. Na final disputada na noite de sábado, na Puskás Aréna, em Budapeste, na Hungria, os parisienses derrotaram o Arsenal por 4-3 na marcação de grandes penalidades, depois de um empate a uma bola no tempo regulamentar e no prolongamento.

A partida foi marcada pelo equilíbrio e pela intensidade competitiva entre duas equipas que protagonizaram uma das finais mais disputadas dos últimos anos. 

O Arsenal inaugurou o marcador logo aos seis minutos, por intermédio do internacional alemão Kai Havertz, mas o PSG reagiu na segunda parte e restabeleceu a igualdade através de Ousmane Dembélé, que converteu uma grande penalidade aos 65 minutos.

Sem alterações no marcador após os 120 minutos de jogo, a decisão seguiu para os penáltis. Mais eficaz e sereno nos momentos decisivos, o conjunto orientado por Luis Enrique converteu quatro das cinco cobranças e beneficiou dos erros dos londrinos para assegurar o título europeu. O defesa brasileiro Gabriel Magalhães desperdiçou a última tentativa do Arsenal, selando a vitória francesa.

Um dos grandes destaques da final foi o médio português Vitinha, que comandou o meio-campo parisiense com uma exibição de elevado nível técnico e tático. A UEFA distinguiu o internacional português com o prémio de Homem do Jogo, reconhecendo a sua influência na circulação de bola, recuperação defensiva e controlo do ritmo da partida.

Sob o comando do treinador espanhol Luis Enrique, o PSG confirma uma das épocas mais vitoriosas da sua história recente. Além da Liga dos Campeões, o clube conquistou esta temporada o Campeonato Francês, a Supertaça de França, a Supertaça Europeia e a Taça Intercontinental, completando um impressionante conjunto de cinco troféus.

A conquista reforça igualmente o estatuto do capitão Marquinhos como uma das figuras mais emblemáticas da história do clube parisiense. O internacional brasileiro voltou a erguer o troféu europeu e liderou uma equipa que encontrou no talento luso-brasileiro, aliado à experiência de jogadores como Dembélé, Hakimi e Kvaratskhelia, a fórmula para dominar o futebol europeu pela segunda temporada consecutiva.

Com o triunfo em Budapeste, o Paris Saint-Germain torna-se a primeira equipa desde o Real Madrid, entre 2016 e 2018, a revalidar o título da Liga dos Campeões, consolidando-se como a nova potência do futebol europeu.

A selecção nacional de futebol de Moçambique, os Mambas, inicia esta segunda-feira, 1 de Junho, um estágio de preparação em Maputo tendo em vista os jogos amigáveis diante das selecções de Omã e da Indonésia, marcados para os dias 7 e 9 de Junho, respectivamente, no Estádio Utama Gelora Bung Karno, em Jacarta.

Os trabalhos serão orientados pelo seleccionador nacional, Chiquinho Conde, que pretende aproveitar o período para reforçar os mecanismos táticos da equipa e avaliar o desempenho dos jogadores convocados, numa fase importante do processo de consolidação dos Mambas.

Numa primeira etapa, os treinos contarão maioritariamente com atletas que evoluem no Moçambola, enquanto os jogadores que actuam no estrangeiro deverão juntar-se gradualmente ao grupo já em solo asiático, devido aos compromissos que mantêm com os respectivos clubes.

A equipa técnica encara estes encontros como uma oportunidade para testar diferentes soluções tácticas, fortalecer a competitividade interna do grupo e aumentar os níveis de entrosamento entre os atletas, numa altura em que Moçambique procura consolidar os progressos registados nos últimos anos no panorama futebolístico africano.

Os confrontos diante de Omã e Indonésia inserem-se na estratégia da Federação Moçambicana de Futebol de proporcionar maior ritmo competitivo à selecção nacional, permitindo à equipa enfrentar adversários com estilos distintos e ganhar experiência internacional.

Para Chiquinho Conde, os jogos servirão igualmente para observar novos talentos e consolidar uma base competitiva capaz de responder aos desafios futuros, com destaque para a campanha de qualificação e preparação para o Campeonato Africano das Nações (CAN) de 2027.

A expectativa é que os Mambas aproveitem a digressão asiática para reforçar a sua identidade de jogo e elevar os índices de competitividade, num momento em que a selecção procura afirmar-se entre as principais forças emergentes do futebol africano.

Recorde-se que o seleccionador nacional anunciou uma lista de 25 jogadores, maioria deles mais jovens, o que marca uma fase de renovação do conjunto nacional.

Na baliza, foram chamados Ernan Siluane (Associação Black Bulls), Ivane Urrubal (Associação Desportiva de Pemba) e Kimiss Zavala (CS Marítimo), compondo o grupo de guarda-redes disponíveis para o estágio.

No sector defensivo, Chiquinho Conde convocou Edmilson Dove (Al-Quwa Al-Jawiya), Valter Nhacussa e Bhéu Januário, ambos do Ferroviário da Beira, Feliciano Jone (Abu Salim), Celton Jamisse e Manuel Cumbane (ambos da Associação Black Bulls), além de Infren Matola, Francisco Muchanga e Óscar Cherene.

O meio-campo apresenta uma mistura de experiência internacional e talento interno, com destaque para Luís Miquissone (Al-Ahly SC), um dos nomes mais experientes do grupo. Foram ainda chamados Amâncio Canhemba “Neymar” (Ferroviário de Nacala), Manuel Kambala (Polokwane City), Amade Momade (Costa do Sol), Alcides Raice (UD do Songo), Nélio Matsinhe (Ferroviário de Maputo), Xamin Chalinda (Chingale de Tete), Ezequiel Machava, Keyns Abdala e Dário Melo.

No ataque, o seleccionador aposta em Dayo António (Ferroviário da Beira), Ângelo Cantolo (Associação Black Bulls) e Chamito Alfândega (Varzim SC), fechando assim o grupo que seguirá para o estágio preparatório.

A convocatória evidencia uma clara aposta na renovação da equipa nacional, com forte presença de jogadores do campeonato moçambicano, sobretudo de clubes como Black Bulls e Ferroviário, aliada à manutenção de atletas que actuam no estrangeiro.

Apenas nove equipas conseguiram terminar uma campanha na competição sem derrotas. O Arsenal está a um jogo de se tornar na próxima. No seu caminho está o Paris, campeão e o primeiro detentor do título a disputar finais seguidas desde o Real Madrid em 2016/17 e 2017/18.

O jogo na Puskás Aréna é uma reedição da meia-final da época passada, quando a equipa de Luis Enrique venceu os dois jogos para eliminar o Arsenal com um resultado total de 3-1, seguindo-se uma goleada por 5-0 sobre o Inter para erguer o troféu pela primeira vez. 

No entanto, nos cinco duelos entre os clubes nesta competição, essas continuam a ser as únicas vitórias do Paris, com o Arsenal a vencer na fase de liga da época passada e registando-se ainda dois empates na fase de grupos de 2016/17.

A caminhada rumo a Budapeste fez-se com base en características contrastante. O Arsenal de Mikel Arteta construiu a sua campanha com base no controlo defensivo, mantendo a baliza intacta em nove jogos e sofrendo apenas quatro golos na fase de liga. 

Vitórias notáveis sobre Atlético, Bayern München e Inter foram seguidas por confrontos mais equilibrados na fase a eliminar contra Leverkusen, Sporting CP e novamente o Atlético.

Já o Paris avançou no torneio graças à sua apetência ofensiva. Os 44 golos marcados deixam a equipa a apenas um do recorde histórico do Barcelona em 1999/2000, com Khvicha Kvaratskhelia em destaque. Trabalhador e imprevisível, o georgiano contribuiu com dez golos e seis assistências ao longo da temporada, sendo que sete desses tentos aconteceram na fase a eliminar, mostrando que está em grande forma.

Após vitórias fulgurantes sobre Atalanta, Leverkusen, Barcelona e Tottenham no início da temporada, o Paris subiu de nível na fase a eliminar, afastando Chelsea e Liverpool antes de uma emocionante meia-final frente ao Bayern München, num clássico moderno para a história.

A ascensão do Arsenal sob o comando de Arteta tem sido gradual mas significativa: quartos-de-final em 2023/24, meias-finais em 2024/25 e agora a primeira final desde 2005/06. 

Para o Arsenal, a vitória coroa uma temporada histórica, com a conquista do primeiro título na prova, enquanto para o Paris garante o segundo título europeu, sendo o primeiro clube francês a consegui-lo e consolidando ainda mais o legado de Luis Enrique no clube.

O Campeonato Nacional de Futebol, Moçambola, vai sofrer uma interrupção temporária de cerca de duas semanas para permitir a preparação e participação da selecção nacional de futebol, os Mambas, nos compromissos inseridos na Data-FIFA de 1 a 9 de Junho.

A paralisação afecta os jogos da sexta e sétima jornadas da principal prova futebolística do país, inicialmente previstos para decorrer entre os dias 24 e 31 de Maio.

Em comunicado, a Liga Moçambicana de Futebol (LMF) explica que a decisão resulta da necessidade de libertar antecipadamente os jogadores convocados para os trabalhos da selecção nacional.

“Pelo facto de os atletas convocados terem de se apresentar antecipadamente, e porque a presente edição do Moçambola está a decorrer no formato de jornadas duplas, não será possível proceder com a marcação dos jogos referentes à 6.ª e 7.ª jornadas do Moçambola no período entre 24 e 31 de Maio”, refere a nota da LMF.

Segundo a organização, o campeonato deverá ser retomado apenas após o encerramento da Data FIFA.

Os jogos de preparação dos Mambas inserem-se no plano de preparação da selecção nacional para as eliminatórias de qualificação ao Campeonato Africano das Nações (CAN) de 2027, cuja fase de apuramento arranca em Setembro próximo.

A interrupção do campeonato surge numa altura em que várias equipas começam a consolidar os seus objectivos competitivos, num Moçambola marcado pelo formato de jornadas duplas e elevada intensidade competitiva.

A convocatória oficial dos Mambas deverá ser divulgada nos próximos dias, sendo esperado que vários atletas que actuam no campeonato nacional integrem os trabalhos da selecção.

A Federação Moçambicana de Futebol e a Liga Moçambicana de Futebol consideram que a pausa é necessária para garantir melhores condições de preparação da equipa nacional para os desafios internacionais que se aproximam.

A selecção nacional de futebol iniciou, no dia 1 de Junho, os trabalhos de preparação para os jogos amigáveis inseridos na Data-FIFA, que terão lugar na Ásia, diante de Omã e Indonésia. 

Sob orientação do seleccionador nacional Chiquinho Conde, os “Mambas” procuram consolidar uma nova dinâmica competitiva rumo aos próximos compromissos internacionais, incluindo a qualificação ao CAN-2027.

Os encontros estão agendados para os dias 7 e 9 de Junho, ambos no Estádio Gelora Bung Karno, em Jacarta, capital da Indonésia. O primeiro desafio será frente a Omã, enquanto o segundo colocará Moçambique diante da selecção anfitriã.

A realização do estágio obrigou à interrupção temporária do Moçambola, permitindo que os atletas convocados se juntem aos trabalhos da selecção nacional sem constrangimentos competitivos.

A convocatória de Chiquinho Conde evidencia uma aposta clara na renovação gradual da equipa, combinando juventude, jogadores do campeonato nacional e atletas com experiência internacional. 

Entre as principais novidades figuram as estreias de Celton Jamisse e Manuel Cumbane, ambos da Associação Black Bulls, além de Alcides Raice, da União Desportiva do Songo.

Outro destaque vai para os regressos de Luís Miquissone e Amâncio Canhemba, conhecido no meio futebolístico por “Neymar”, dois jogadores vistos como importantes opções ofensivas para aumentar a criatividade e profundidade da equipa nacional.

Por outro lado, a convocatória ficou marcada pelas ausências de nomes habituais como Dominguez, Mexer e Reinildo Mandava. Segundo informações avançadas pela imprensa desportiva nacional, as dispensas surgem no âmbito de uma estratégia técnica orientada para a observação de novos talentos e implementação de alternativas tácticas dentro do grupo.

A lista dos 25 convocados inclui jogadores que actuam em Moçambique, Portugal, África do Sul, Iraque e Líbia, demonstrando a crescente internacionalização do futebol moçambicano. 

Entre os atletas mais experientes destaca-se Edmilson Dove, actualmente ao serviço do Al-Quwa Al-Jawiya, do Iraque, bem como Manuel Kambala, do Polokwane City da África do Sul.

Desde que assumiu o comando técnico dos “Mambas” em 2021, Chiquinho Conde tem conduzido um processo de reestruturação da seleção nacional, apostando na estabilidade competitiva e na valorização de jogadores emergentes. O treinador, antigo internacional moçambicano e referência histórica do futebol nacional, continua igualmente em negociações para prolongar o vínculo contratual com a Federação Moçambicana de Futebol até 2028.

A dupla jornada na Ásia será encarada como um importante teste competitivo para avaliar o nível de evolução da equipa antes dos próximos compromissos oficiais, num período em que os “Mambas” procuram consolidar a sua afirmação no futebol africano.

O seleccionador dos Mambinhas, Luís Guerreiro, defende melhores condições de preparação para garantir uma participação condigna no Campeonato do Mundo. 

Falando à imprensa momentos após a chegada da delegação moçambicana que tocou o céu no CAN em Marrocos após selar a qualificação histórica, o técnico português sublinhou é preciso que haja uma conjugação de esforços desde a Federação Moçambicana de Futebol, Governo e todos os actores ligados ao futebol, de modo que Moçambique faça melhor figura na maior prova planetária ao nível de selecções. 

Guerreiro disse ainda que esta qualificação representa um momento de viragem no futebol moçambicano, daí que entende que os jogadores responsáveis por esta façanha merecem um tratamento especial. Capitão e líder da selecção, Diego Pelembe garante que o conjunto moçambicano fará de tudo para representar da melhor forma o país no Mundial. 

Por sua vez, o Ministro da Juventude e Desportos, Caifadine Manasse, disse que o feito alcançado pela selecção Sub-17 é resultado de um trabalho coordenado entre a Federação Moçambicana de Futebol e o Governo. 

Em relação à participação da selecção na prova, o dirigente garantiu que serão criadas todas as condições para que Moçambique seja bem representado na montra do futebol mundial. Já o presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Feizal Sidat, também garante que a FMF irá criar todas as condições possíveis, através de estágios e jogos de controlo. 

A selecção nacional de futebol Sub-17 já se encontra no país (Mambinhas), após a participação no Campeonato Africano de Futebol da categoria (CAN), onde garantiu a qualificação, pela primeira vez, para o Campeonato do Mundo, cuja fase final terá lugar no Qatar, em Novembro.  

A delegação moçambicana foi recebida pelo ministro da Juventude e Desportos, Caifadine Manasse, quadros da Federação Moçambicana de Futebol, familiares  e adeptos.  A selecção nacional está inserida no Grupo D do Mundial, juntamente com as suas congéneres da Coreia do Sul, Equador e Nova Caledónia. 

O Sporting CP recusou uma proposta de 25 milhões de euros apresentada pelo Como 1907 para a contratação do internacional moçambicano Geny Catamo. O clube italiano, orientado pelo ex-internacional espanhol Cesc Fàbregas, mantém o jogador entre os principais alvos para a próxima temporada, mas a SAD leonina continua irredutível nas negociações.

Segundo a imprensa desportiva portuguesa, a direcção liderada por Frederico Varandas apenas admite negociar o extremo moçambicano por valores próximos da cláusula de rescisão fixada em 60 milhões de euros.

A posição firme do Sporting surge numa altura em que Geny Catamo atravessa uma das fases mais valorizadas da carreira. O internacional moçambicano renovou recentemente contrato com os “leões” até 2029, num movimento interpretado como estratégico para reforçar a posição negocial do clube perante o crescente assédio do mercado europeu.

O interesse do Como confirma a ascensão internacional do jogador formado entre o Maxaquene e os Black Bulls, em Moçambique. Aos 25 anos, Catamo tornou-se peça influente no esquema táctico do Sporting, destacando-se pela velocidade, capacidade de desequilíbrio no um-contra-um e versatilidade ofensiva. 

Nas últimas duas temporadas, participou activamente nas conquistas do campeonato português e da Taça de Portugal pelo clube de Alvalade.

Os números ajudam a explicar a valorização do atleta. Desde a afirmação definitiva na equipa principal do Sporting, Geny soma dezenas de internacionalizações pela selecção moçambicana e ultrapassou a marca de 80 jogos pelo clube português, com golos decisivos em partidas de grande dimensão, incluindo o dérbi frente ao Benfica na corrida ao título português.

Esta não é a primeira vez que o Sporting trava investidas pelo jogador. Nos últimos mercados, os “leões” rejeitaram propostas oriundas da Premier League, Turquia e Arábia Saudita, sempre por considerarem os valores abaixo das exigências da SAD.

Fontes próximas do processo indicam que o Como poderá voltar à carga nas próximas semanas com uma proposta financeiramente melhorada, mas, para já, o Sporting mantém a mesma posição: Geny Catamo só sai mediante uma oferta considerada “irrecusável”.

O seleccionador nacional, Chiquinho Conde, anunciou a lista oficial dos jogadores convocados para os jogos particulares da Data-FIFA diante de Omã e Indonésia, marcados para os dias 7 e 9 de Junho, respectivamente.

Os encontros servirão de preparação para os próximos compromissos internacionais da selecção moçambicana, numa fase em que os Mambas procuram consolidar a equipa e reforçar a competitividade internacional.

O primeiro desafio será diante de Omã, no dia 7 de Junho, enquanto o segundo jogo está agendado para 9 de Junho, frente à Indonésia.

A convocatória integra jogadores que actuam no campeonato nacional e no estrangeiro, com destaque para nomes experientes como Luís Miquissone, actualmente ao serviço do Al-Ahly SC, e Edmilson Dove, do Al-Quwa Al-Jawiya.

Entre os guarda-redes chamados figuram Ernan Siluane, da Associação Black Bulls, Ivane Urrubal, da Associação Desportiva de Pemba, e Kimiss Zavala, do CS Marítimo.

Na defesa, Chiquinho Conde apostou em atletas como Valter Nhacussa e Bhéu Januário, ambos do Ferroviário da Beira, além de Feliciano Jone, do Abu Salim.

O meio-campo conta com jogadores como Manuel Kambala, do Polokwane City FC, e Keyns Abdala, do Leça FC.

No ataque, os destaques vão para Chamito Alfândega, do Varzim SC, e Ângelo Cantolo, da Associação Black Bulls.

A convocatória completa é composta por 26 jogadores distribuídos entre guarda-redes, defesas, médios e avançados, numa combinação entre juventude e experiência.

A equipa nacional deverá iniciar nos próximos dias o estágio de preparação, visando melhorar os níveis competitivos e testar soluções tácticas antes dos futuros compromissos oficiais.

 

Guarda-redes

Ernan Siluane — Associação Black Bulls

Ivane Urrubal — Associação Desportiva de Pemba

Kimiss Zavala — CS Marítimo

Defesas

Edmilson Dove — Al-Quwa Al-Jawiya

Valter Nhacussa — Ferroviário da Beira

Bhéu Januário — Ferroviário da Beira

Infren Matola — União Desportiva de Songo

Francisco Muchanga — Costa do Sol

Celton Jamisse — Associação Black Bulls

Feliciano Jone — Abu Salim

Manuel Cumbane — Associação Black Bulls

Óscar Cherene — União Desportiva de Songo

Médios

Amade Momade — Costa do Sol

Ezequiel Machava — Ferroviário de Maputo

Manuel Kambala — Polokwane City FC

Keyns Abdala — Leça FC

Dário Melo — Ferroviário de Nacala

Luís Miquissone — Al-Ahly SC

Amâncio Canhemba — Ferroviário de Nacala

Alcides Raice — União Desportiva de Songo

Nélio Matsinhe — Ferroviário de Maputo

Xamin Chalinda — Chingale de Tete

Avançados

Dayo António — Ferroviário da Beira

Ângelo Cantolo — Associação Black Bulls

Chamito Alfândega — Varzim SC

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