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O País – A verdade como notícia

O Presidente da República, Daniel Chapo, felicitou o pugilista moçambicano Tiago Muxanga pela conquista do título africano da International Boxing Organization (IBO), alcançado em Essex, Inglaterra, considerando o feito um motivo de orgulho nacional e uma demonstração do talento moçambicano no panorama desportivo internacional. 

Numa mensagem de felicitação, o Chefe do Estado endereçou, em nome do Governo, do povo moçambicano e em nome pessoal, as suas felicitações ao atleta, enaltecendo o mérito, a dedicação e o brilhantismo demonstrados ao longo da sua carreira.  

Segundo Daniel Chapo, a vitória de Tiago Muxanga demonstra que a disciplina, o trabalho e a determinação são factores essenciais para alcançar grandes conquistas, acrescentando que o pugilista honra a Bandeira Nacional e contribui para o reforço do prestígio de Moçambique no desporto africano e internacional. 

O Presidente da República considera igualmente que o atleta constitui uma referência para a juventude moçambicana, por inspirar os jovens a acreditarem que é possível transformar sonhos em realidade através do empenho e da perseverança.

Na mensagem, Daniel Chapo renovou os parabéns ao pugilista e formulou votos de contínuos sucessos ao serviço do desporto nacional, incentivando-o a prosseguir na conquista de novos títulos que dignifiquem Moçambique.

O treinador alemão de 59 anos encontra-se nos Estados Unidos a acompanhar o Mundial 2026 como comentador da Magenta TV, mas pode assinar contrato já neste fim de semana. Klopp foi apontado, desde logo, como a grande prioridade da DFB assim que ficou confirmada a rescisão de Julian Nagelsmann.

Jurgen Klopp está cada vez mais perto de suceder a Julian Nagelsmann no comando técnico da selecção da Alemanha. O antigo treinador do Liverpool e atual director de futebol das equipas da Red Bull encontra-se, actualmente, nos Estados Unidos a desempenhar o papel de comentador na Magenta TV, que acompanha os jogos do Mundial 2026, mas vai ter uma reunião decisiva nas próximas horas, preparando-se para assinar um contrato milionário, de acordo com o BILD.

O jornal germânico adianta, nesta quinta-feira, que a Federação Alemã de Futebol (DFB) está a ultimar uma oferta no valor de sete milhões de euros por ano, num contrato que terá a duração de quatro anos, até 2030, o que permitirá a Klopp orientar a Alemanha no Euro 2028 e no Mundial 2030.

Bernd Neuendorf e Hans-Joachim Watzke, presidente e vice-presidente da DFB, respetivamente, vão viajar para Nova Iorque durante este fim de semana para fechar o acordo com o técnico de 59 anos. 

IMBRÓGLIO RED BULL PRESTES A SER RESOLVIDO 

O facto de Jurgen Klopp estar contratualmente ligado à Red Bull estava a representar um obstáculo para que o negócio se realizasse, uma vez que a Federação germânica não queria realizar qualquer tipo de pagamento. 

As partes encontraram, de acordo com o BILD, uma solução, que passa pela permanência de Klopp como embaixador da Red Bull, deixando o cargo de dirigente que até agora exercia. 

Klopp está, assim, prestes a concretizar o sonho de chegar à seleção do seu país, depois de ter passado por Borussia Dortmund, Mainz e Liverpool.

CRÍTICAS APÓS A ELIMINAÇÃO

A surpreendente eliminação da Alemanha nos 16 avos-de-final do Mundial 2026, aos pés do Paraguai, deixou o mundo em choque e depressa se percebeu que dificilmente Nagelsmann resistiria ao cargo de seleccionador. 

Jurgen Klopp foi uma das vozes mais críticas do sucedido, pese embora sem visar o seu antecessor, pedindo também uma mudança no futebol de formação alemão. 

“Existem 500 mil maneiras de ganhar um jogo de futebol, só precisas de encontrar uma. O sonho foi destruído. Isto é dramático. Não jogámos bem”, começou por analisar Klopp, citado pela SPORT1, prosseguindo com mais comentários. 

“É preciso atacar pelas laterais. Não há outra alternativa. Todos sabemos o quão bem os rapazes podem jogar, mas eles não mostraram isso dentro de campo. Dentro de pouco tempo estaremos, uma vez mais, a falar maravilhas de Wirtz e Musiala e de como eles são fantásticos. Mas não agora”, vincou o antigo treinador do Liverpool.

Questionado sobre o futuro, na mesma ocasião, Klopp deixou a porta aberta à seleção, mas não se alongou em comentários. 

“Ainda não pensei sobre isso. Já estive nessa situação muitas vezes como treinador, em que um grande sonho foi destruído. Percebo que, quando se fala num novo treinador para selecção, o meu nome seja mencionado, mas não é o momento certo para falar sobre isso”, disse. 

Refira-se que a Alemanha voltou a falhar nos Mundiais, depois de ter vencido a edição de 2014. Em 2018, não passou da fase de grupos, algo que se repetiu em 2022. Quatro anos depois, os germânicos qualificaram-se para a fase a eliminar, com duas vitórias e uma derrota na fase de grupos, mas não foram além dos 16avos de final.

Com quase 40 anos de carreira como treinador, Jorge Jesus atinge, aos 71 anos, o pináculo do percurso nos bancos, assumindo uma selecção portuguesa novamente a ‘carpir mágoas’ após mais um ‘banho de realidade’ numa competição de futebol.

A derrota com Espanha nos oitavos de final teve como consequência maior a eliminação do Mundial 2026, mas também a saída do espanhol Roberto Martínez do cargo de seleccionador, três anos e meio após ter rendido Fernando Santos na sequência de outra desilusão mundial, no Qatar – a narrativa das candidaturas lusas às grandes competições tem sido, invariavelmente, contrariada no campo.

A substituição do técnico não é propriamente uma novidade, e o nome do novo responsável menos ainda, tendo em conta que Jorge Jesus era apontado há muito como o senhor que se seguiria, nomeadamente desde que José Mourinho se afastou do rol de opções da FPF com a ida para o Real Madrid.

Jorge Jesus é, assim, a primeira escolha de Pedro Proença desde que foi eleito presidente da FPF, alcançando o maior e mais prestigiante cargo em quase quatro décadas de banco, mesmo que tenha no currículo passagens por clubes com a grandeza de Benfica, Sporting ou Flamengo.

“Quem é que pode dizer que não à selecção? Já disse que não a uma das melhores selecções do mundo, não posso dizer a outra”, confessou no final de maio.

Quando decidiu pendurar as botas e assumir-se como treinador, Jesus começou por baixo, na III Divisão, no Amora, em 1989, chegando a esta fase com um total de 16 clubes treinados, maioritariamente em Portugal, mas também na Arábia Saudita – onde se cruzou com Rúben Neves, João Cancelo, João Félix e Cristiano Ronaldo –, no Brasil e na Turquia, que lhe proporcionaram praticamente 1500 partidas como técnico.

Estrela da Amadora e Benfica foram os únicos emblemas que comandou em duas ocasiões distintas, sendo que foi na liderança dos ‘encarnados’ que emergiu internacionalmente e começou a compor o palmarés de conquistas – à cabeça, três títulos de campeão nacional entre 2009 e 2015.

Na Luz, cruzou-se com dois internacionais argentinos insuspeitos, Pablo Aimar e Javier Saviola, que, anos mais tarde, lhe reservaram elogios pelo conhecimento do jogo e pela forma como vive o treino.

“Aprendi muito com ele, pela sua forma de ver o futebol e a paixão que transmitia. Foi um excelente técnico”, apontou o antigo avançado, cuja opinião foi reforçada por ‘el mago’, atual treinador-adjunto de Lionel Scaloni na seleção argentina: “Gostava de treinar com o Jorge no Benfica. Gostava dos exercícios e das explicações. Gostava da paixão com que ele vivia o futebol. Aprendi com ele e uso muito dele no meu papel de treinador”.

Se a presença no Euro 2028 é a exigência mais próxima do novo selecionador, não se pode descurar – ainda que esteja mais distante – o Mundial 2030, a segunda competição organizada por Portugal desde o Europeu de 2004, agora juntamente com Espanha e Marrocos.

Contudo, outros desafios estarão mais próximos no horizonte de ‘JJ’, desde logo se será levada a cabo alguma renovação da selecção, se é possível aumentar o nível qualitativo da equipa com jogadores que estão espalhados por vários campeonatos e equipas de caraterísticas diferentes, sem esquecer o mais premente: qual será no curto prazo o papel de Cristiano Ronaldo, com quem o técnico esteve no Al Nassr até há poucos meses.

O capitão da equipa das ‘quinas’ anunciou que não disputaria mais nenhum Mundial, mas não revelou se pretende abandonar a seleção definitivamente, isto depois de uma fase final em que foram notórias as limitações do avançado na integração de um coletivo que, também ele, nunca foi potenciado por Martínez – embora muitos queiram fazer da Liga das Nações algo que a competição não é.

Por outro lado, Jesus é, desde já, uma ‘pedrada no charco’ das escolhas da federação, tendo em conta que nunca treinou uma seleção, ao contrário dos seus antecessores mais recentes: Fernando Santos comandou a Grécia durante três anos antes de conduzir Portugal ao maior feito nacional em 2016 e Roberto Martínez esteve à frente da Bélgica, entre 2016 e 2022.

Neste particular, ergue-se uma outra curiosidade: sendo Jesus um assumido ‘obsessivo’ pelo treino de campo diário, com uma preocupação contínua com o pormenor e correção táticos, como irá adaptar-se a uma função que somente lhe permite ter jogadores de forma intermitente, na maioria das vezes durante oito a 10 dias e com dois ou três jogos pelo meio.

O Kartódromo do Automóvel e Touring Clube de Moçambique (ATCM) acolhe, no próximo dia 18 de Julho, a primeira prova do Campeonato Drift Rivals ATCM 2026, uma competição que assinala o regresso do drift ao calendário oficial do automobilismo nacional. O evento deverá reunir mais de 30 pilotos moçambicanos e sul-africanos, confirmando a dimensão regional que a modalidade começa a assumir.

Organizada pelo Automóvel e Touring Clube de Moçambique, a prova inaugura um novo ciclo competitivo para uma modalidade que tem registado crescimento significativo nos últimos anos, tanto em número de praticantes como de adeptos.

A expectativa em torno da competição é elevada, sobretudo porque o drift regressa ao Kartódromo do ATCM depois de um período sem provas oficiais. Para muitos pilotos e entusiastas do desporto motorizado, trata-se de um momento aguardado, numa altura em que o clube tem vindo a reforçar a organização de diferentes modalidades automobilísticas.

Nos últimos anos, o ATCM diversificou o seu calendário desportivo com competições de Spinning, Drag Racing, Karting e Troféu ATCM de Corridas de Velocidade, iniciativas que contribuíram para dinamizar o automobilismo nacional e aumentar a participação de pilotos provenientes de diferentes regiões do País.

Com o lançamento do Drift Rivals, o clube pretende consolidar também esta modalidade, criando um campeonato regular que permita aos pilotos competir de forma contínua e elevar o nível técnico das provas.

Segundo a organização, já confirmaram presença vários pilotos considerados referências na modalidade, bem como novos competidores que têm vindo a destacar-se em eventos realizados dentro e fora de Moçambique. A participação de pilotos sul-africanos constitui um dos principais atrativos da prova, uma vez que permitirá um confronto competitivo entre atletas dos dois países.

A presença de concorrentes estrangeiros representa igualmente um reforço do intercâmbio desportivo entre Moçambique e África do Sul, dois países que mantêm relações de cooperação em diversas modalidades do automobilismo.

Para a organização, este intercâmbio poderá contribuir para fortalecer o campeonato e incentivar uma participação mais regular de pilotos estrangeiros nas futuras etapas da competição.

Os preparativos para o evento decorrem sob coordenação do Departamento de Drift, Spinning e Drag Racing do ATCM, que trabalha na componente técnica, logística e operacional para assegurar que a prova decorra em conformidade com os regulamentos desportivos e de segurança exigidos para este tipo de competições.

A realização da primeira etapa do Drift Rivals representa mais um passo na consolidação desta modalidade no País e reforça o papel do Kartódromo do ATCM como principal palco do automobilismo moçambicano.

Paralelamente à competição de drift, o programa do evento inclui a realização de um espectáculo de Freestyle Motocross, no qual pilotos especializados irão executar acrobacias aéreas e demonstrações técnicas destinadas ao público.

A organização prevê igualmente outras actividades de animação, procurando transformar a jornada num evento dedicado aos amantes dos desportos motorizados.

Para os pilotos nacionais, a prova representa uma oportunidade de competir com adversários internacionais, adquirir experiência competitiva e elevar o nível técnico da modalidade no País.

Por outro lado, o campeonato poderá servir de plataforma para o surgimento de novos talentos e contribuir para o fortalecimento do automobilismo moçambicano, numa altura em que o ATCM procura diversificar as suas competições e ampliar o calendário desportivo.

Com mais de 30 pilotos já confirmados, o Drift Rivals ATCM 2026 inicia-se sob o signo da competitividade e da cooperação regional, numa prova que deverá marcar o regresso oficial do drift ao principal circuito do país e reforçar o crescimento desta disciplina em Moçambique.

O piloto internacional moçambicano Eduardo Campos voltou a representar Moçambique com distinção no RMC National Round 3 e no African Open 2026, provas disputadas no circuito de Zwartkops, na África do Sul. Em representação do Automóvel e Touring Clube de Moçambique (ATCM), o jovem piloto voltou a demonstrar o seu talento entre alguns dos melhores kartistas do continente.

Na sessão de qualificação da classe Mini Max, Eduardo Campos alcançou o quinto melhor tempo entre os participantes, confirmando a competitividade e o potencial para disputar os lugares cimeiros num dos campeonatos mais exigentes do karting africano.

Ao longo das três mangas, o piloto enfrentou corridas intensas e várias disputas em pista, circunstâncias que dificultaram a manutenção da posição conquistada na qualificação. No final da competição, terminou na 14.ª posição entre os 29 pilotos inscritos.

Apesar do resultado final, o desempenho evidenciado durante todo o fim-de-semana deixou indicações positivas quanto à evolução do jovem piloto, cuja velocidade e consistência demonstraram capacidade para competir ao mais alto nível da categoria Mini Max.

A participação no RMC National Round 3 e no African Open representa mais um passo importante no percurso internacional de Eduardo Campos, que continua a acumular experiência em competições de elevado nível, promovendo o nome de Moçambique nas pistas sul-africanas.

Com apenas 11 anos, Eduardo Campos continua a afirmar-se como uma das maiores promessas do karting moçambicano, destacando-se pelo talento, determinação e capacidade competitiva.

Além da participação no African Open, o piloto viveu um momento marcante ao estrear-se numa prova de karts equipados com motores eléctricos, uma competição que apura três pilotos por corrida para o Campeonato do Mundo da modalidade.

Na sua primeira experiência nesta categoria, Eduardo Campos protagonizou uma prestação de destaque, superando vários adversários directos e terminando na quarta posição da classificação geral, ficando muito próximo dos lugares de qualificação para o Mundial.

Após alcançar o Top 5 na qualificação do African Open e do Campeonato Nacional Sul-Africano de Karting, bem como o quarto lugar na corrida de karts eléctricos disputada no domingo, a equipa liderada por Rui Campos garante que continuará a intensificar o trabalho para assegurar a participação do piloto nos próximos desafios da modalidade, mantendo o foco na evolução desportiva e na conquista de novos resultados internacionais.

A seleção portuguesa despediu-se da Copa do Mundo, nesta segunda-feira, após a derrota por uma bola sem resposta para a Espanha, que avançou para as quartas de final. Quem também não passou para os oitavos de final são os Estados Unidos da América derrotado 1-4 pela selecção da Bélgica.

Chegou ao Mundial como um dos favoritos e com a grande ambição de vitória da copa para coroar a carreira Cristiano Ronaldo, um sonho que Portugal não conseguiu segurar… resvalou nos oitavos de final diante da Espanha, com com protagonizou um duelo intenso na noite desta segunda-feira…

O golo da vitória só saiu no primeiro minuto da compensação quando Mikel Merino recebeu livre e chutou firme, sem chances para Diogo Costa defender, embora em muitas outras ameaças o tenha feito e junto do seu homólogo, mas adversário, Unai Simón, tenham transformado o jogo em partida de guarda-redes.

Em outro jogo, a Bélgica venceu os Estados Unidos por 4 a 1 nas oitavas de final e avançou para as quartas de final. Após as quedas de Canadá e México, os EUA são os últimos anfitriões do da competição

O Presidente norte-americano, Donald Trump, confirmou, esta segunda-feira, ter pedido ao líder da FIFA, Gianni Infantino, a reavaliação do cartão vermelho mostrado ao avançado norte-americano Folarin Balogun, para que possa alinhar no encontro frente à Bélgica.

“Tudo o que eu fiz foi pedir uma revisão porque eu não achei que fosse falta e, de novo, eu entendo destas coisas”, disse Donald Trump, citado pelo Jornal Observador.

O Presidente comentou também o episódio que levou à atribuição do cartão vermelho, afirmando que foram “dois tipos a correr com toda a velocidade que acabaram por chocar [um contra o outro]”. No entanto, Trump admitiu não saber que existia a penalização de ser proibido de jogar na partida seguinte.

Em relação ao árbitro Raphael Claus, Trump afirmou que é “um pouco suspeito”. “Se virmos o passado dele, não quero dizer isto porque não gosto de causar polémica, mas é muito suspeito”, acrescentou. 

Segundo refere a Globo, Claus foi várias vezes acusado de manipulação de resultados e de atribuição de cartões vermelhos irregulares, mas as alegações nunca foram confirmadas.

Mais tarde, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, confirmou que falou ao telefone com Donald Trump, mas desvalorizou o caso. “Sim, discuto questões relacionadas com o Mundial com o Presidente dos Estados Unidos e, sobre este tema, recebi um telefonema do Presidente Trump, tal como recebo de chefes de Estado, responsáveis de governos, partes interessadas no futebol e executivos de empresas de todo o mundo, sobre muitos temas diferentes”. 

Infantino acrescentou ainda que “durante a nossa conversa, expliquei-lhe que há um processo jurídico em curso, que envolveu os órgãos judiciais independentes da FIFA e que este caso seria decidido a seu tempo pelos órgãos competentes”.

Sobre a decisão de reverter o castigo do jogador norte-americano, o presidente da FIFA sublinhou a “independência” dos órgãos responsáveis. 

Infantino reconhece que nem sempre concorda com as decisões: “Às vezes sou surpreendido por elas, às vezes concordo, às vezes discordo”, afirmou. “Mas respeito as decisões.”

 

A piloto moçambicana Teresa Bettencourt voltou a evidenciar o seu potencial ao alcançar o sexto lugar na categoria Micro Max da terceira prova do South African Rotax Max Challenge 2026, integrada no African Open, disputada entre os dias 3 e 4 de julho, no circuito de Zwartkops International Kart Raceway, na África do Sul.

Ao volante do kart n.º 621, Teresa somou 77 pontos nas três mangas da competição, com parciais de 24, 27 e 26 pontos, terminando a apenas um ponto do top 5 entre os 14 pilotos em prova. Na corrida final, confirmou a consistência do seu desempenho ao cruzar a meta na sexta posição, a apenas 3,295 segundos do vencedor, após completar as 12 voltas em 9:46.944. A melhor volta foi registada em 48.282 segundos.

A prestação assume particular relevância por marcar a época de adaptação da jovem piloto à categoria Micro Max, após a promoção da classe Bambino. Apesar da menor experiência face aos adversários, Teresa demonstrou competitividade e ritmo para disputar os lugares da frente, reforçando o estatuto de uma das mais promissoras representantes do karting moçambicano nas competições internacionais.

O Brasil foi eliminado da Copa do Mundo de 2026, ao perder por 2-1 diante da Noruega, este domingo, nos oitavos-de-final, num encontro disputado no MetLife Stadium, em Nova Jérsia, Estados Unidos.

O avançado Erling Haaland foi a figura da partida ao apontar os dois golos da selecção norueguesa na segunda parte. Neymar ainda reduziu, de grande penalidade, já nos descontos, mas o golo revelou-se insuficiente para evitar a eliminação brasileira.

Na primeira parte, Bruno Guimarães desperdiçou uma grande penalidade, defendida pelo guarda-redes Nyland, tornando-se o primeiro jogador brasileiro a falhar um penálti numa fase final do Mundial desde 1986.

Com este resultado, o Brasil despede-se da competição nos oitavos-de-final, e a Noruega avança para os quartos-de-final, mantendo o histórico invicto frente à selecção brasileira.

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