O País – A verdade como notícia

A COSAFA, organismo que gere o torneio regional de futebol em todos os escalões, está prestes a embarcar numa nova era da tecnologia do futebol com a aquisição de equipamento de Vídeo Árbitro Assistente (VAR) para ser implementado nos seus torneios e utilizado como ferramenta de ensino para fins de treino de árbitros no continente.

A direcção da COSAFA já está na posse do equipamento e vai começar a usá-lo no torneio dos seniores masculinos, que terá lugar, em Junho próximo, na vizinha África do Sul.

Depois de um projecto piloto bem-sucedido no ano passado no torneio Feminino da COSAFA, o objetivo agora é ter VAR em todas as provas regionais no futuro.

Mas o sistema também será usado para treinar árbitros, uma experiência que já está a ser utilizada pela CAF e pela FIFA, que exigem operadores VAR licenciados nas provas que organizam, como forma de dotar os árbitros da região desta ferramenta, para que tenham oportunidades de serem chamados a provas continentais e internacionais.

Para esta academia de árbitro assistente de vídeo (VAR), todas as associações-membros podem enviar árbitros de jogos para receberem formação sobre o sistema. A academia tem potencial para se tornar um centro de formação para toda a África e um complemento interessante para o arsenal educacional da COSAFA.

A prova deste ano ainda não foi sorteada e ainda não se sabe quais as selecções de fora do continente que serão convidadas, mas sabe-se que vai decorrer em Junho, sendo que Moçambique é um dos países que têm direito de participar.

Os Mambas têm utilizado esta competição para rodar jogadores que actuam internamente para que estejam a um nível igual dos jogadores que jogam fora de portas, a pensar nas competições continentais, nomeadamente a fase de qualificação para os Campeonatos Africanos das Nações e dos Campeonatos do Mundo de futebol.

A dupla moçambicana de voleibol de praia composta por José Mondlane e Osvaldo Mungoi continua a intensificar a preparação com vista à sua participação na última janela de qualificação para os Jogos Olímpicos de Paris 2024, que terá lugar no Marrocos.

Inicialmente com um estágio no Brasil, mais concretamente em Campinas, que iria terminar a 4 de Junho, onde os atletas regressariam ao país para depois seguirem para a outra etapa de preparação, de 7 a 14 de Junho, em Portugal, a dupla poderá acabar por se manter no Brasil até ao final do estágio, antes de partir para Marrocos.

O facto é que em Campinas, no Brasil, a dupla tem estado a trabalhar com os melhores voleibolistas daquele país, com destaque para Luiz Bonilha, atleta que está entre os vinte melhores do ranking brasileiro e que fez parte no Top 16 do Circuito Brasileiro de Maringá, bem como Luiz Justo, várias vezes campeão Paulista de vólei de praia e um dos melhores voleibolistas brasileiros.

O objectivo do estágio que a dupla moçambicana realiza em Campinas, no Brasil, é de conferir maior rodagem para quando chegar a última janela de qualificação para os Jogos Olímpicos de Paris, janela que terá lugar de 18 a 24 de Junho próximo.

Recorde-se que, durante o estágio que realiza no Brasil, a dupla José Mondlane e Osvaldo Mungoi já disputou dois circuitos de vólei de praia em que conseguiu terminar no pódio. No primeiro circuito, disputado no Pezão Beach Sport Club de Ribeirão Preto, a dupla terminou em primeiro, sendo que, no segundo, mais recentemente, terminou em segundo lugar no recinto desportivo Verde Vida Sand Clube São João da Barra, em São Paulo.

O seleccionador nacional de vólei de praia, Alexandre Pontel, considera que o estágio está a ser benéfico para os atletas. “Temos estado a fazer treinos técnicos e de volume de jogo, no período da manhã e no ginásio no período da tarde. Os treinos estão a correr muito bem  e, a cada dia que passa, estamos a conseguir crescer um pouco mais no ritmo do trabalho”, disse, frisando ainda que “tudo está a ir muito bem”.

Recorde-se que a dupla moçambicana composta por José Mondlane e Osvaldo Mungoi partiu para o Brasil no passado dia 24 de Abril para estágio de cinco semanas em Campinas.

A Federação Moçambicana de Voleibol e o Comité Olímpico de Moçambique viraram as atenções para esta dupla, depois da desistência da dupla feminina que dava mais confiança de qualificação para os Jogos Olímpicos, composta por Vanessa Muianga e Ana Paula Sinaportar, devido a compromissos estudantis. O facto deveu-se à desistência da Ana Paula, atleta que conseguiu uma bolsa de estudo para prosseguir com a sua formação académica fora do país, precisamente no Brasil.

Assim, as atenções viradas para a dupla masculina são no sentido de dotar os dois atletas para que consigam uma vaga nos Jogos Olímpicos de Paris, que vão decorrer em Julho e Agosto deste ano.

A competição arrancou, esta quarta-feira, e a Federação Moçambicana de Natação espera que sejam fixados muitos recordes. O Ferroviário da Beira é o grande ausente do “nacional”, facto que não acontece há 40 anos.

Mais de 100 atletas estarão envolvidos na prova. O desejo de vencer é maior.A Piscina Olímpica do Zimpeto volta a ser palco de mais uma competição de natação, depois do recém-terminado campeonato da cidade. Oito equipas vão lutar até sábado pelo título de Campeão Nacional de conquista de Natação.
O clube Barracudas de Maputo é campeão em título.

O Ferroviário da Beira, campeão nacional do Moçambola, e a Associação Black Bulls, vencedor da Taça de Moçambique, têm até 30 do próximo mês de Junho para concluir o processo de licenciamento, com vista à sua participação nas Afrotaças. Os representantes moçambicanos deverão indicar junto à CAF os campos que irão usar.

A três meses do arranque das Afrotaças, os representantes moçambicanos na prova, no caso o Ferroviário da Beira, na Liga dos Campeões Africanos, e Associação Black Bulls, na Taça Nelson Mandela, ainda não indicaram os campos que poderão usar.

Os dois clubes, que regressam às competições africanas, têm até 30 de Junho para concluírem o processo de licenciamento. Segundo uma nota da Confederação Africana de Futebol, CAF, depois dessa data, não mais será aceite qualquer pedido de licença.

O Departamento de Torneios e Eventos da CAF indica, ainda na mesma nota, que o processo de licenciamento dos participantes das Afrotaças deverá ser conduzido e supervisionado pelas federações em que os clubes concorrentes estiveram filiados.

O “O País” sabe que o Ferroviário da Beira poderá usar o seu campo, como o fez nos anos em que participou nas competições africanas. Mas, para tal, os “locomotivas” de Chiveve deverão levar a cabo melhorias no campo para responder às exigências do organismo que gere o futebol africano.

A Associação Black Bulls vai, pela primeira vez, usar o seu campo para as Afrotaças. Segundo o director-desportivo dos “Touros”, Dino Dulá, o clube já está a cautelar o processo de licenciamento. Esta é a segunda vez que a Black Bulls participa nas competições sob égide da CAF.

Ferroviário da Beira e Black Bulls vão entrar nas competições africanas a partir das primeiras eliminatórias, em Julho, sendo que o sorteio será realizado em finais do mês de Junho.

As duas equipas já se defrontaram duas vezes este ano, nomeadamente para a Supertaça Mário Coluna, e para a quarta jornada do Moçambola 2024, em ambos os jogos com vitória para a turma de Tchumene, por 2-1.

A informação da saída do clube turco foi partilhada pelo defesa dos Mambas, através do Instagram. Mexer não deixou pistas sobre o seu próximo clube. Os próximos dias, serão determinantes quanto ao futuro do atleta formado no Desportivo Maputo.

Durante a época 2023/24, Mexer representou o Bandirmaspor em 27 partidas, sendo titular em 21 delas. O defesa ajudou a equipa turca a terminar a época na nona posição com 50 pontos, fruto de 13 vitórias, 11 empates e 10 derrotas, em 34 encontros, falhando os “playoffs” de acesso à primeira liga.

Na última jornada da segunda liga turca, no domingo, num jogo que daria acesso aos “payoffs” de ascensão à primeira liga, a turma de Mexer acabou por perder o seu jogo à tangente, resultado que o afastou das eliminatórias, ao mesmo tempo que dava a manutenção ao Adanaspor.

Alguns meses após a sua chegada ao Bandirmaspor, o central moçambicano caiu nas graças do treinador, que acabou por entregar a braçadeira de capitão da equipa, em reconhecimento à liderança do jogador e a sua influência no balneário.

Mexer chegou ao emblema turco ido do Estoril da Praia, de Portugal, clube que representou por apenas uma época. Na sua carreira, após saída de Moçambique para o profissionalismo, Mexer representou, respectivamente, o Sporting, em 2010, sem ter feito um único jogo sequer, Olhanense (2010/11), Nacional (2012 a 2024), Rennes da França (2014 a 2019), Bordeaux da França (2019 a 2022) e Estoril de Praia.

Nesses clubes já disputou 247 jogos, tendo marcado oito golos e feito três assisteências. Viu 44 cartões amarelos e dois cartões vermelhos. Marcou um golo importante na carreira que deu o título da Taça da França ao Rennes, na época 2018/19.

O Ferroviário de Maputo está a registar o pior arranque nas últimas cinco épocas no Moçambola. Na presente temporada, até à quarta jornada, os “locomotivas” somam um ponto na tabela classificativa e estão na penúltima posição.

A prestação do Ferroviário de Maputo, sob comando técnico do português Sérgio Boris, não tem sido das melhores, na medida em que ainda não encontrou o caminho certo para as vitórias.

O baptismo da nova equipa técnica no Moçambola foi diante do Ferroviário de Lichinga, partida em que os “locomotivas” da capital perderam por duas bolas a uma, no sempre difícil, Estádio 1 de Maio. A história voltaria a repetir-se na segunda jornada, com o Ferroviário a perder por 0-1 na recepção ao Costa do Sol.

Na terceira jornada confirmou-se o enguiço na equipa verde e branca que, mais uma vez, não teve pernas suficientes para suplantar o Baía de Pemba, perdendo a partida por uma bola sem resposta.

Só na quarta jornada é que os “locomotivas” somaram o seu primeiro ponto ao empatar sem abertura de contagem frente ao seu homónimo de Nampula. O Ferroviário está na penúltima posição na tabela classificativa com apenas um ponto.
RECUANDO A FITA

Recuando a fita para 2019, o Ferroviário de Maputo aparece com um registo razoável e longe do actual. Na época em análise, até à quarta jornada os “locomotivas” somavam seis pontos, na terceira posição.

À semelhança desta época, em 2019, o emblema verde e branco começou o Moçambola com uma derrota por 0-1 no terreno da Liga Desportiva de Maputo. O Ferroviário redimiu-se na segunda ronda ao receber e vencer o seu homónimo de Nacala por duas bolas sem resposta. Na terceira, perdeu por 1-2 na deslocação ao terreno do Incomáti de Xinavane mesmo resultado com que venceu o Ferroviário da Beira, desta feita na quarta jornada.

Já em 2021, os “locomotivas” da capital voltaram a ter um registo similar ao de 2019, tendo em conta que até à quarta jornada somavam seis pontos, porém, na quinta posição. Nesse ano, O Ferroviário teve um arranque aos “soluços” cedendo um empate sem abertura de contagem frente à União Desportiva do Songo.

O Desportivo Maputo viria a ser a “vítima” dos “locomotivas”, que venceram a partida por três bolas sem resposta. Na terceira ronda, o Ferroviário consentiu um empate caseiro sem golos perante o seu homónimo de Nacala, mesmo resultado registado na quarta ronda frente à Liga Desportiva de Maputo.

Se nas anteriores duas épocas o Ferroviário de Maputo até à quarta jornada tinha seis pontos, não se pode dizer o mesmo em relação a 2022, em que os “locomotivas” reduziram um ponto.

Nessa época, o começo não foi satisfatório, considerando que o Ferroviário perdeu diante do seu homónimo da Beira por 1-2, tendo-se redimido na segunda jornada ao arrancar uma vitória tangengial (1-0) no embate diante do Incomáti de Xinavane, para, na ronda seguinte, empatar na recepção ao Ferroviário de Lichinga sem golos. Mais um empate na quarta jornada, desta feita frente à estreiante Associação Black Bulls a duas bolas.

Já na epoca passada, o Ferroviário de Maputo voltou a cruzar o caminho dos “locomotivas” de Chiveve, que, à semelhança da época anterior, voltaram a ser superiores, vencendo a partida por 2-0.

Diante do seu público, os “locomotivas” da capital receberam e venceram o Ferroviário de Nampula por uma bola sem resposta, em jogo pontuável para a segunda jornada do certame, fazendo deste modo as pazes com os seus adeptos.

O Ferroviário de Maputo não consegiu manter a senda vitoriosa na terceira ronda, perdendo a partida diante da Associação Desportiva de Vilankulo, no Alto Macassa, por 0-1, mesmo resultado com que venceu a União Desportiva do Songo na quarta jornada. Até à quarta jornada, o Ferroviário somava seis pontos na sétima posição.

A equipa orientada por Sérgio Boris continua longe dos lugares do pódio na tabela classificativa, numa época em que investiu na contratação de novos jogadores depois da “vassourada” de quase metado do plantel de 2023. Perante esse quadro negro de resultados a impaciência da massa associativa “locomotiva” começa a subir de tom. O Ferroviário de Maputo não vence o Moçambola desde 2015.

O Nacional da Madeira do internacional moçambicano Witi confirmou, ontem, o regresso à primeira liga portuguesa faltando uma jornada para o término da segunda liga, após vencer o Tondela por 3-2.

Três épocas depois, o Nacional da Madeira voltará a fazer parte da elite do futebol português. Desde a época 2020/21 que a equipa madeirense vem perseguindo esse sonho. O Nacional da Madeira entrou para a penúltima jornada da segunda liga que dá acesso à prova-rainha com apenas um objectivo: vencer!

Os “alvi-negros” tinham pela frente o Tondela, equipa que, mesmo não estando nos lugares cimeiros, não tem facilitado a vida dos seus adversários. O Nacional não tremeu, tendo conseguido cumprir com o objectivo traçado para a presente temporada.

Os “alvi-negros” entraram a perder, tendo nos minutos iniciais sofrido uma grande penalidade, bem convertida pela formação do Tondela. Minutos depois a equipa madeirense empatou através de Jesús Ramírez. Carlos Daniel colocou o Nacional à frente do marcador.

Witi voltou a ser determinante, ao assinar uma assistência para o segundo golo da sua equipa. Tudo parecia correr bem à equipa “alvi-negra”, mas um erro de Danilovic que cometeu uma grande penalidade e permitiu que o Tondela empatasse.

Apesar de muita tensão e ansiedade à mistura, o Nacional não perdeu o foco, pois o objetivo era de festejar o regresso à Liga Portugal. No último lance do encontro, na sequência de um livre lateral, ajudado pela passividade defensiva dos caseiros, Carlos Daniel marcou e a festa foi maior. A uma jornada do fim da segunda liga, o Nacional soma 68 pontos.

O internacional moçambicano, que na presente época foi uma das peças-chave na sua equipa voltará, assim, a disputar a primeira liga portuguesa.

O extremo de 28 anos de idade chegou ao Nacional da Madeira em 2015 transferido da Liga Desportiva de Maputo. Witi faz parte da pré-convocatória de Chiquinho Conde para a dupla jornada dos Mambas diante da Somália, no dia 7 de Junho, no Estádio Nacional do Zimpeto, e Guiné Conacri, no dia 10.

Em contrapartida, o Desportivo de Chaves do internacional moçambicano, Ricardo Guimarães, Guima, foi despromovido à Segunda Liga depois de perder diante do Famalicão por uma bola sem resposta, em jogo da 33.ª jornada da maior prova futebolística de Portugal.
Com a derrota, os “flavienses” ficaram sem hipóteses de alcançar o lugar de “playoff” de manutenção, visto que continuam na penúltima posição com apenas 23 pontos em 33 jogos.

Na partida de fundo da quarta jornada do Moçambola 2024, a Black Bulls recebeu e venceu o Ferroviário da Beira por duas bolas a uma e cimentou a liderança na tabela classificativa.

Os “locomotivas” de Chiveve ainda entraram numa cilada ao marcarem o primeiro golo da partida, aos 23 minutos, por intermédio de Dayo. A turma de Tchumene, que já havia experimentado sofrer primeiro em todas partidas, fez o mais do mesmo e reagiu com tudo.

Cinco minutos depois do golo forasteiro, os “touros” sacudiram a poeira, levantaram a cabeça e chegaram ao empate, por Hammed, que restituía a verdade e a justiça em campo.

Num jogo de muitas emoções, afinal Hélder Duarte voltava a defrontar a sua antiga equipa e que levou à conquista do Moçambola 2023. Quis mostrar que ainda conhece os jogadores que orientou, mas também fazer valer o seu estatuto de melhor treinador no Moçambola 2024.

Por outro lado, estava o Ferroviário da Beira, com galões de campeão nacional, que procurava fazer a desforra à derrota sofrida na Supertaça, diante desta mesma Black Bulls, e chegar à sua primeira vitória, ao mesmo tempo em que quebrava a invencibilidade da turma de Tchumene.

Com o jogo quase equilibrado, acabou por ser Danilo a fazer a diferença no marcador, aos 58 minutos, apontando o golo que deu a vitória à sua equipa e mais três pontos na tabela.

Quem continua na perseguição ao líder é a União Desportiva do Songo. Na recepção ao Baía de Pemba, os “hidroeléctricos” não tiveram meias medidas e mandaram em casa, vencendo por claros 2-0 que ditaram os três pontos.

Lau King, mais uma vez e pelo segundo jogo consecutivo, e John Banda, fizeram os golos da turma de Songo, que assim segue na segunda posição da prova.

Quem continua sem vencer é o Ferroviário de Maputo, que nesta jornada apenas conseguiu o seu primeiro ponto, em sua casa, Afrin, na recepção ao homónimo de Nampula. Um nulo que acaba por soar bem à “locomotiva” da capital do país, que assim deixa de ser uma equipa sem ponto.

Em sentido contrário, está a Associação Desportiva de Vilankulo, que, na recepção ao Brera FC, em Maxixe, conseguiu a sua primeira vitória na prova, ao vencer por 2-1. Este resultado é fruto do pouco esforço que a equipa fez, uma vez que passa a treinar em Maxixe, mudando o seu quartel general de Vilankulo para a capital económica de Inhambane.

O Desportivo de Nacala não conseguiu segurar o nulo durante a partida toda e o Costa do Sol acabou por marcar no último lance do jogo, aos 90+9 minutos, arrancando os três pontos em disputa.

Realizam-se, este domingo,no pavilhão do Maxaquene, as finais do Campeonato de Badminton da VULCAN PRO 32 Premier League .

Os jogos decisivos iniciam às 16 horas, sendo que o evento tem como principal a promoção desta modalidade e proporcionar formação desde a base a rapazes e raparigas com o objectivo de produzir jogadores moçambicanos de classe mundial.

A final desta competição contará com a presença do Secretário de Desporto, Gilberto Mendes, e o Alto Comissário da Índia em Moçambique, Robert Shetkintong.

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