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O País – A verdade como notícia

O Grupo Yuxiao, da China, entregou ao Ministério da Juventude e Desportos de Moçambique uma doação de 2.000 bolas de futebol e 7.000 camisolas desportivas. O material será usado no Torneio Nacional de Futebol de Recreação “Chapo Chapo”, iniciativa do Presidente Daniel Francisco Chapo destinada à juventude moçambicana.

A cerimónia, realizada na sede do ministério em Maputo, foi presidida pelo ministro Caifadine Manasse, que agradeceu em nome do governo. Pelo grupo doador, participaram o presidente do conselho de administração, Wu Tao, e o diretor-geral em Moçambique, Dong Hefeng.

Material beneficia milhares de jovens

As bolas, de padrão internacional, podem equipar cerca de 167 equipas juvenis. As camisolas, com o emblema oficial do torneio, dão para vestir aproximadamente 389 plantéis. A estimativa é que a doação cubra pelo menos oito províncias e cerca de 200 clubes, incluindo Maputo, Tete, Sofala e Inhambane.

Ministro destaca compromisso chinês

Durante o discurso, Manasse recordou que a TZM Resources, subsidiária do grupo em Moçambique, opera concessões de areias pesadas (zircão e titânio) em Pebane, província da Zambézia. Além da produção, a empresa investe em iluminação pública, redes elétricas, educação, empregabilidade e habitação, como as 50 casas entregues em Matilde e uma igreja comunitária em Cuinga.

“O mundo está, de facto, a olhar para Moçambique, e os verdadeiros amigos comprometem-se com investimentos de longo prazo”, disse o ministro.

“A mina é a obra subterrânea, a bola é a obra à superfície”

Wu Tao afirmou que Moçambique é um eixo central da estratégia do grupo em África. “A mina é a obra desta geração, a bola é a obra da próxima, afinal, são a mesma obra”, declarou. O presidente do grupo revelou ainda um investimento superior a mil milhões de yuans (RMB) num projeto de grafite de escamas largas, já em produção desde janeiro de 2026.

Ganha-ganha e compromisso com a juventude

Dong Hefeng, diretor-geral da TZM Resources, reforçou que a doação vai além do apoio material: “é um compromisso com o crescimento saudável da juventude moçambicana, com a coesão social e com a vitalidade das comunidades”. O ministro Manasse ofereceu ao grupo uma camisola comemorativa do torneio como símbolo da parceria.

Cooperação sino-moçambicana em destaque

O ato insere-se nos resultados do Fórum de Cooperação China-África (FOCAC) e da Iniciativa do Cinturão e Rota. “Com a bola por amiga, lado a lado com Moçambique”, conclui o documento, que classifica a doação como o presente mais simples e duradouro do capital privado chinês à próxima geração moçambicana.

A Confederação Africana de Futebol (CAF) anunciou oficialmente a abertura do processo de Licenciamento de Clubes para participação nas competições interclubes africanas da temporada 2026/27, num procedimento que envolve os representantes moçambicanos nas principais provas continentais.

O processo será conduzido em coordenação com a Federação Moçambicana de Futebol (FMF) e abrange os clubes União Desportiva do Songo, que irá representar o País na Liga dos Campeões Africanos em masculinos, Associação Black Bulls, na Taça das Confederações da CAF, e Costa do Sol, na Liga dos Campeões Africanos em femininos, incluindo as fases zonal da COSAFA e continental.

Segundo a CAF, o licenciamento será efectuado em conformidade com os regulamentos de licenciamento de clubes definidos pelo organismo máximo do futebol africano, incluindo critérios técnicos relacionados com infra-estruturas, gestão administrativa e qualificação de treinadores.

Para garantir elegibilidade às competições continentais, os clubes deverão cumprir integralmente os cinco critérios obrigatórios estabelecidos pela CAF: desportivo, infraestrutural, administrativo, legal e financeiro.

Entre as exigências impostas pela entidade africana está também a utilização obrigatória da plataforma digital CLOP (Club Licensing Online Platform), ferramenta destinada à submissão, validação e acompanhamento dos processos de licenciamento durante todo o ciclo 2026/27.

Neste contexto, a FMF será responsável por prestar acompanhamento técnico e institucional aos clubes moçambicanos em todas as fases do processo, incluindo verificações documentais e validação dos requisitos exigidos pela CAF.

De acordo com o calendário estabelecido, os clubes deverão submeter os respectivos processos de licenciamento dentro dos prazos definidos, sendo que a data limite para entrega final à Federação Moçambicana de Futebol foi fixada para 10 de Junho de 2026.

Paralelamente, a FMF convidou igualmente os cinco primeiros classificados do Moçambola 2025 a integrarem o processo de licenciamento, numa medida que visa reforçar os níveis de profissionalização e organização institucional do futebol nacional.

A federação considera que a implementação rigorosa do sistema de licenciamento poderá contribuir para elevar os padrões de gestão, sustentabilidade financeira e competitividade dos clubes moçambicanos nas competições africanas.

Nos últimos anos, a CAF tem vindo a reforçar as exigências relacionadas com governação, infra-estruturas e estabilidade financeira dos clubes participantes nas suas competições, procurando aumentar o nível de profissionalismo do futebol africano e garantir maior credibilidade organizacional às provas continentais.

O seleccionador nacional dos Mambas garante uma melhor preparação para assegurar a sexta qualificação para o Campeonato Africano de Futebol. Reagindo ao sorteio realizado ontem, Chiquinho Conde considera o Senegal a selecção mais forte do grupo, mas promete maior entrega para o cumprimento do objectivo do país.

Feito o sorteio, calhou-nos o Senegal, o Senegal toda poderosa, campeão africano. Já estivemos inseridos num mesmo grupo, em outras competições. Os últimos resultados com o Senegal não foram satisfatórios.De qualquer forma, é a principal candidata ao primeiro lugar do grupo (…) Depois temos o Sudão e a Etiópia”, declarou Conde. 

O seleccionador nacional destacou ainda que embora Moçambique esteja em um grupo forte, os Mambas estarão preparados. “Temos de preparar com dignidade a nossa preparação, para que, de facto, possamos fazer face a esses adversários”.

A selecção nacional de futebol de sub-17 do nosso País enfrenta, nesta quarta-feira, a congénere de Angola, num duelo decisivo para as aspirações das duas equipas no Campeonato Africano das Nações (CAN) da categoria. 

O encontro, agendado para as 18h00 (hora de Maputo), poderá definir o futuro dos “Mambinhas” na competição continental.

Inseridas no Grupo C, Moçambique e Angola chegam à última jornada da fase de grupos pressionadas pela necessidade de vencer para manterem vivas as esperanças de qualificação aos quartos-de-final e, consequentemente, continuarem na corrida por uma vaga no Campeonato do Mundo Sub-17.

A formação moçambicana ocupa actualmente a terceira posição do grupo, com os mesmos pontos que Angola, que segue no quarto lugar devido à diferença de golos. O cenário transforma o embate desta quarta-feira num verdadeiro “tudo ou nada”, numa altura em que qualquer deslize poderá significar o adeus prematuro à competição.

Além da obrigação de conquistar os três pontos, os Mambinhas estarão atentos ao desfecho do outro jogo do grupo, entre Tanzânia e Mali, resultado que poderá influenciar directamente as contas do apuramento. 

Ainda assim, no seio da equipa técnica moçambicana prevalece a convicção de que o foco principal deve estar no desempenho da própria selecção dentro das quatro linhas.

Ao longo da fase de grupos, Moçambique demonstrou momentos de qualidade ofensiva e organização táctica, mas também algumas fragilidades defensivas que procurará corrigir diante dos angolanos. 

A equipa técnica trabalhou nos últimos dias aspectos ligados à finalização e concentração defensiva, considerados fundamentais para um jogo de elevada intensidade emocional e competitiva.

Do lado angolano, a expectativa é igualmente elevada. Os “Palanquinhas” chegam ao confronto com o mesmo objectivo e prometem dificultar ao máximo as intenções moçambicanas, num clássico regional que historicamente costuma ser equilibrado nas competições juvenis africanas.

Para os jovens moçambicanos, uma eventual qualificação representaria um marco importante no processo de desenvolvimento do futebol de formação nacional, reforçando o trabalho realizado nos escalões jovens pela Federação Moçambicana de Futebol (FMF).

A nação desportiva moçambicana acompanha com expectativa o decisivo compromisso dos Mambinhas, numa partida que poderá manter vivo o sonho continental e mundial da nova geração do futebol nacional.

O sorteio da fase de grupos de qualificação à fase final do CAN do Uganda, Tanzania e Quénia, realizado esta terça-feira, colocou Moçambique no Grupo J, ao lado do Senegal, Sudão e Etiópia, numa caminhada que inicia em Setembro e termina em Março do próximo ano. A fase final terá lugar em Junho e Julho de 2027.

A Confederação Africana de Futebol (CAF) realizou, nesta terça-feira, no Cairo, o sorteio oficial das eliminatórias de acesso ao Campeonato Africano das Nações (CAN 2027), definindo os caminhos das 48 selecções nacionais que vão disputar uma vaga na maior competição futebolística do continente africano.

Moçambique ficou inserido no Grupo J, considerado um dos mais competitivos da fase de qualificação, ao lado do Senegal, Sudão e Etiópia. A selecção nacional, orientada por Chiquinho Conde, terá pela frente o desafio de enfrentar uma das maiores potências do futebol africano da actualidade — o Senegal — além de duas selecções que têm demonstrado crescimento competitivo nos últimos anos.

Os “Mambas” entram nesta campanha embalados pelos sinais positivos apresentados nas últimas competições internacionais, incluindo a participação meritória no CAN 2023, realizado na Costa do Marfim, onde a equipa voltou a afirmar-se no panorama continental. 

A expectativa da Federação Moçambicana de Futebol (FMF) passa por consolidar esse crescimento e lutar por um dos dois lugares de apuramento directo disponíveis no grupo.

O Senegal surge como principal favorito do Grupo J. Liderada por jogadores de renome internacional e com um histórico recente de grande consistência competitiva, a selecção senegalesa continua a figurar entre as mais fortes de África. 

Já o Sudão e a Etiópia representam adversários tradicionalmente difíceis, sobretudo nos jogos disputados fora de casa, onde factores climáticos e logísticos costumam pesar nas eliminatórias africanas.

Além de Moçambique, outras selecções dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) também conheceram os respectivos adversários. Angola integra o Grupo B, juntamente com Egipto, Malawi e Sudão do Sul, enquanto Cabo Verde ficou no Grupo K ao lado do Mali, Ruanda e Libéria. A Guiné-Bissau vai disputar o Grupo L, frente à Nigéria, Madagáscar e Tanzânia.

O sorteio confirmou igualmente a presença de algumas das maiores potências do continente distribuídas pelos diferentes grupos, entre elas Marrocos, Argélia, Tunísia, Costa do Marfim, Camarões, Mali e República Democrática do Congo.

De acordo com o regulamento da CAF, apenas as duas primeiras classificadas de cada um dos 12 grupos garantirão presença na fase final do CAN 2027, competição que será co-organizada por Quénia, Tanzânia e Uganda, entre 19 de Junho e 17 de Julho de 2027.

O calendário das eliminatórias será disputado em três janelas internacionais da FIFA. As jornadas 1 e 2 estão previstas para decorrer entre 21 de Setembro e 6 de Outubro de 2026. Já as jornadas 3 e 4 terão lugar de 9 a 17 de Novembro de 2026, enquanto as últimas duas rondas serão realizadas entre 22 e 30 de Março de 2027.

A Federação Moçambicana de Futebol deverá anunciar nas próximas semanas o plano de preparação da selecção nacional para os primeiros compromissos oficiais da campanha. 

A expectativa entre os adeptos moçambicanos cresce em torno da possibilidade de os Mambas garantirem nova presença na fase final do CAN, reforçando o actual ciclo de crescimento do futebol nacional.

O piloto moçambicano Rodrigo Almeida estreou-se da melhor forma ao serviço da Toyota Gazoo Racing Caetano Portugal, ao vencer a corrida de abertura da temporada de GT4 no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, em jornada pontuável para o Iberian Supercars e para o Campeonato de Portugal de Velocidade.

Ao volante do Toyota GR Supra GT4 EVO2, Almeida formou dupla com Francisco Mora numa prova de 50 minutos, em que a estratégia, a consistência e o trabalho de equipa foram determinantes para o resultado final.

Na primeira corrida do fim-de-semana, Mora e Almeida assumiram a liderança na fase decisiva da prova e geriram a vantagem até à bandeira de xadrez, vencendo a corrida à geral.

O Clube Desportivo 1.º de Agosto reforçou o plantel sénior feminino de basquetebol com a contratação de duas atletas moçambicanas apontadas como apostas estratégicas para a nova temporada: a base Sílvia Amadeu Veloso e a poste Suraya Rijal. 

As duas jogadoras chegam com perfis distintos, mas complementares, numa fase em que o emblema angolano procura manter-se entre as principais referências do basquetebol feminino africano.

Proveniente do Ferroviário de Maputo, Sílvia Veloso, de 27 anos e 1,72 metros de altura, destaca-se pela capacidade de organização ofensiva, leitura de jogo e experiência acumulada no campeonato moçambicano. A atleta deverá assumir funções importantes na condução da equipa, oferecendo maior estabilidade na armação e velocidade nas transições ofensivas.

A contratação é vista como um reconhecimento do crescimento competitivo do basquetebol feminino moçambicano, que nos últimos anos tem exportado talentos para campeonatos mais exigentes da região e do exterior.

Já Suraya Rijal regressa ao continente africano após uma experiência no Imortal Basquete Feminino, em Portugal. Com apenas 23 anos e 1,85 metros de altura, a poste moçambicana chega ao 1.º de Agosto trazendo maior presença física na zona interior, capacidade defensiva e experiência adquirida no basquetebol europeu.

Fontes ligadas ao clube consideram que a jovem atleta poderá desempenhar um papel importante no equilíbrio defensivo da equipa e no reforço das soluções ofensivas próximas do cesto, especialmente em competições internacionais.

O reforço do plantel acontece num momento em que o 1.º de Agosto procura recuperar protagonismo absoluto nas provas nacionais e continentais, num contexto de crescente competitividade no basquetebol feminino africano. A direcção técnica do clube aposta numa combinação entre experiência e juventude para consolidar um grupo capaz de disputar títulos em várias frentes.

Para analistas desportivos, a chegada das duas internacionais moçambicanas também reforça os laços históricos entre os campeonatos de Angola e Moçambique, considerados dois dos principais centros de desenvolvimento do basquetebol na África Austral.

“O mercado regional está cada vez mais competitivo e estas movimentações mostram que os clubes continuam atentos ao talento moçambicano, sobretudo no sector feminino”, considera a comentadora desportiva angolana Helena Pires.

Com a integração de Sílvia Veloso e Suraya Rijal, o 1.º de Agosto envia um sinal claro de ambição para a nova época: construir uma equipa equilibrada, competitiva e preparada para continuar a escrever páginas importantes na história do basquetebol feminino africano.

A Confederação Africana de Futebol (CAF) realiza esta terça-feira, no Cairo, Egipto, o sorteio da fase de qualificação para o Campeonato Africano das Nações (CAN) de 2027, competição que será organizada conjuntamente pelo Quénia, Uganda e Tanzânia. A cerimónia, marcada para as 15h00 locais (14h00 de Maputo), irá definir os 12 grupos compostos por quatro seleções cada, numa corrida que envolverá 48 países africanos.

Moçambique entra nesta etapa inserido no Pote 3, posição que reflecte a evolução recente dos Mambas no ranking continental, mas que também coloca a selecção nacional diante de um cenário exigente. 

A equipa orientada pelo seleccionador Chiquinho Conde poderá medir forças com algumas das maiores potências do futebol africano, entre elas Marrocos, Senegal, Nigéria, Argélia e Egipto, todas posicionadas no Pote 1.

A campanha de qualificação assume importância estratégica para o futebol moçambicano, sobretudo depois das recentes participações positivas dos Mambas em competições continentais, num período em que a Federação Moçambicana de Futebol procura consolidar a estabilidade competitiva da selecção principal.

Entre os possíveis adversários de Moçambique no segundo pote figuram seleções em ascensão, como Angola, Cabo Verde, Gana e Zâmbia, enquanto o Pote 4 inclui equipas tradicionalmente consideradas acessíveis, embora o equilíbrio crescente do futebol africano torne cada jornada imprevisível.

De acordo com o regulamento da CAF, apenas os dois primeiros classificados de cada grupo terão acesso directo ao CAN 2027. Contudo, existe uma excepção para os grupos que integrem os países anfitriões — Quénia, Uganda e Tanzânia — já automaticamente qualificados para a fase final. Nesses casos, apenas uma vaga adicional estará disponível para as restantes seleções do agrupamento.

A calendarização anunciada pela CAF prevê uma qualificação intensa e concentrada em apenas três meses. As duas primeiras jornadas serão disputadas em Setembro de 2026, seguindo-se as terceiras e quartas rondas em Outubro, enquanto as derradeiras partidas estão reservadas para Novembro do mesmo ano.

Analistas desportivos consideram que a experiência acumulada pelos Mambas nos últimos anos poderá ser determinante numa campanha curta e altamente competitiva. 

O CAN 2027 será histórico por marcar a primeira organização conjunta de três países da África Oriental. A fase final decorrerá entre 19 de Junho e 17 de Julho de 2027, num torneio que a CAF pretende transformar numa montra do crescimento do futebol africano, tanto em infra-estruturas como em audiência global.

Para Moçambique, o desafio representa mais do que uma simples qualificação. Trata-se de uma oportunidade para confirmar o progresso competitivo da selecção nacional e reforçar o posicionamento do país no panorama futebolístico continental.

A selecção nacional Sub-17 vai decidir a presença nos quartos-de-finais do CAN da categoria, prova que decorre em Marrocos, esta quarta-feira diante da Angola. O conjunto de Luís Guerreiro empatou a uma bola na noite de ontem frente ao Mali, em jogo da segunda jornada do Grupo C.

O golo madrugador de belo efeito de Diego Pelembe, que refresca a memória de um passado recente dos momentos de glória do seu pai, Dominguez, parecia reduzir a distância entre o sonho e a realidade. A presença nos quartos-de-finais até esteve perto, mas o Mali não se deixou abalar e num lance de bola parada empatou a partida. 

O jogo diante da Angola, esta quarta-feira, vai decidir o futuro da selecção nacional na prova.

A selecção nacional procura a primeira presença no campeonato do mundo da categoria. 

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