O País – A verdade como notícia

A equipa da UP-Maputo de voleibol de sala em femininos parte, esta quarta-feira, para Macau, República Popular da China, onde vai disputar o Torneio Internacional Universitário, em representação do país. Segue viagem nesta empreitada uma delegação de 20 membros, entre dirigentes, treinadores, atletas e staff de apoio.

Representar o país condignamente é o objectivo da equipa sénior feminina de voleibol de sala da Universidade Pedagógica de Maputo, que parte esta quarta-feira, para Macau, China, onde vai participar num Torneio Internacional Universitário.

Esta terça-feira, a equipa principal realizou o seu último ensaio em solo pátrio, onde os treinadores procuraram aprimorar os aspectos técnicos e tácticos, bem como todos os sistemas de defesa e ataque, como forma de dotar as atletas de traquejo para enfrentar as adversárias que terão pela frente.

Para esta odisseia, a equipa leva 14 jogadoras que têm a missão de representar o país no Torneio Internacional Universitário. Júlia Fulaho, capitã das estudantes, diz que a equipa está preparada para esta competição, tendo em conta a experiência das suas jogadoras em outras provas internacionais.

“A equipa está muito feliz, estamos unidas e muito convictas de vencer e estamos com todo o foco para ganhar”, disse Júlia Fulaho.

Já outra atleta da UP-Maputo disse que “vamos tentar representar da melhor forma possível o país e vamos tentar colocar em prática tudo aquilo que fomos treinando neste período, para termos uma boa performance nesta prova”.

Foram muitos meses de trabalho, tendo em vista alcançar a forma necessária para atacar a prova, evento que vai juntar várias universidades do mundo.  Lourenço, treinador da equipa, assume que não foi fácil, mas tudo será feito para que a equipa esteja em condições de representar o país.

“Neste momento, a equipa está na sua melhor forma, apesar de termos uma e outra lesão. No entanto, acreditamos que, com o tipo de trabalho que elas têm estado a fazer, até a competição estarão em condições de ajudar a equipa”, disse, referindo-se às atletas que estão com mazelas.

Por seu turno, o presidente dos estudantes falou dos aspectos organizativos e logísticos. “Em termos organizacionais, temos tudo pronto para a viagem, uma vez que temos todo o material logístico organizado para esta viagem, faltando apenas a hora para nos concentrarmos e viajarmos”, disse.

Esta não é a primeira vez que a Universidade Pedagógica de Maputo participa em eventos similares.

Na manhã desta terça-feira, a equipa despediu-se do reitor da UP-Maputo, Jorge Ferrão.

Fazem parte da comitiva, liderada pelo presidente do clube, Lemos Ngovene, dezanove elementos, entre os quais atletas, treinadores e massagistas.

O conjunto será orientado por Ângelo Lourenço, treinador principal, e Délcio de Sousa Soares, assistente. Seguem para o palco da competição as atletas Joana Amome Simone, Martina Alexandre Manganhela, Júlia Lucas Fulaho, Elisa José Mwalane, Natália Rabeca Buvane, Luana Mário Monjane, Rosa Ismael Muianga, Vânia Precina José Miambo, Verónica Carloss Roque, Nádia Júlio Bango, Marlene David Muchanga, Vanessa Casimiro Muianga e Ângela Dércia Tembe.

O Baía de Pemba, por seu turno, emitiu um comunicado, esta terça-feira, em que diz sentir-se perseguido e prejudicado pelos árbitros do Moçambola. Numa nota, o clube revela que, desde a segunda jornada da prova, tem sido um alvo a abater.

O comunicado do Baía de Pemba surge depois da guerra de comunicados entre a União Desportiva do Songo e a Associação Black Bulls, em que as duas equipas trocavam acusações sobre supostos esquemas de viciação de resultados envolvendo árbitros.

Numa nota tornada pública na página oficial do clube, o Baía de Pemba diz sentir-se perseguido e prejudicado pelos árbitros do Moçambola, tomando como exemplo o jogo diante do Ferroviário de Nampula, referente à décima jornada, no domingo.

Na referida partida, o clube entende que a equipa de arbitragem chefiada por Wilson Muianga foi tendenciosa, facto que condicionou o resultado final. Mas não pára por aí. O Baía de Pemba revela, na mesma nota, que tem sido prejudicado desde a segunda jornada do Moçambola por todos os árbitros nomeados para os seus jogos.

“Têm-se verificado de forma recorrente actos propositados e fraudulentos dos árbitros contra o Baía de Pemba com o único intuito de prejudicar, sem se importar com as regras a si impostas. Foi assim no jogo contra a Black Bulls na segunda jornada, Textáfrica, na sexta, Ferroviário de Lichinga, na sétima, e contra o Ferroviário de Nampula, desta feita para a décima jornana”, escreve o Baía.

Ainda assim, o Baía diz que nunca veio a público manifestar a sua insatisfação, uma vez que “entende que o futebol deve ser praticado por jogadores e não por outros autores externos”.
O clube alerta que apenas os jogadores devem ser as estrelas do jogo e não as equipas de arbitragem. Ainda na mesma nota, o Baía distancia-se do comportamento dos adeptos na partida diante do Ferroviário de Nampula.

Os baianos escrevem na sua nota que “repudiam o comportamento de alguns adeptos que estiveram presentes no estádio e tentaram, sem sucesso, graças à pronta intervenção dos agentes de protecção e segurança pública, pautar por atitudes agressivas contra os árbitros e até mesmo contra alguns membros da direcção do Baía de Pemba”, sendo por isso que se distanciam dessas atitudes “que em nada abonam o futebol”.

A Liga Moçambicana de Futebol ordenou que a Comissão Nacional de Árbitros de Futebol (CNAF) abrisse um inquérito para aferir o eventual grau de culpabilidade das decisões das equipas de arbitragem nos jogos Textáfrica vs Black Bulls, e Baía de Pemba vs Ferroviário de Nampula, que terminaram em escaramuças. A LMF promete apresentar resultados do inquérito em uma semana.

A décima jornada do Moçambola foi marcada por actos de violência em dois jogos. A partida entre o Textáfrica de Chimoio e Black Bulls, em que os “touros” venceram por duas bolas a uma, teve momentos de tensão.

Os adeptos dos “fabris” do Planalto protagonizaram actos de violência, por alegada má actuação da equipa de arbitragem, que culminaram com ferimentos graves e ligeiros a vários intervenientes.
A arbitragem foi também contestada na partida entre o Baía de Pemba e o Ferroviário de Nacala, em que os homens do apito até foram apedrejados no final.

A Liga Moçambicana de Futebol reuniu-se e decidiu tomar medidas severas contra os infractores. De acordo com Arlindo Mapande, vice-presidente da Liga Moçambicana de Futebol para Alta Competição, o organismo que gere o Moçambola já tem os relatórios dos seus delegados dos dois jogos, o que vai ajudar a Comissão de Inquérito a chegar às conclusões.

“Nós, como Liga Moçambicana de Futebol, estamos a fazer o nosso trabalho, assim como a CNAF. O mais importante é que já temos os relatórios dos dois campos, nomeadamente, em Pemba e Chimoio, e isso vai ajudar a Comissão de Inquérito a solucionar todo o processo”, disse Mapande.

Relativamente a referida comissão de inquérito, Mapande disse que a mesma já foi criada, na reunião que teve lugar na noite de segunda-feira, e “acreditamos, que dentro de uma semana, vai dar as respostas todas que esperamos sobre estes casos”.

A Liga Moçambicana de Futebol diz ainda que medidas serão tomadas para que as escaramuças não voltem a acontecer nos campos de futebol.

“Vamos produzir um relatório final e, nesse relatório, vão constar todas as decisões a serem tomadas para que situações similares não voltem a acontecer nos campos, mas queremos acreditar que vamos fechar estes dois assuntos o mais rápido possível”, concluiu Arlindo Mapande.

Através de um comunicado, a Liga Moçambicana de Futebol condenou os actos e tomou algumas decisões. Uma delas é “Ordenar que os delegados dos jogos em causa, apresentem um relatório detalhado dos eventos e possíveis causas, para posteriores decisões fundadas nos regulamentos da LMF e FMF” e outra é “Solicitar à CNAF a abertura de inquérito para aferir um eventual grau de culpabilidade das decisões das equipas de arbitragens nos dois jogos que possam, por isso, ter despoletado reacções negativas dos espectadores nos dois campos”.

A LMF apela, ainda, à PRM para usar outros meios de dissuasão e não a força, de modo a evitar a ocorrência de danos humanos, patrimoniais e de difícil reparação.

 

Rodrigo Almeida continua a fazer furor no Porsche Carrera Cup Asia (PCCA), ocupando agora a 4.ª posição na prestigiada prova que movimenta mais de trinta pilotos talentosos de vários países.

Sábado, mesmo com as adversidades impostas pela pista do Buriram International Circuit, na Tailândia, o piloto moçambicano terminou na 4.ª posição, na ronda 7, com 20 pontos.

Dia seguinte, ao volante do Porsche 911 GT3 CUP, Almeida voltou a ter uma prestação assinalável, colocando, sempre, uma pressão sobre os adversários posicionados nos lugares de pódio.

E, no final, acabou na mesma posição (P4), com quarenta pontos amealhados que foram determinantes para a classificação geral, na qual ocupa a posição 4 com 112 pontos.

De resto, Rodrigo Almeida está a seis pontos do 2.° classificado, neste caso, o piloto australiano Martin Ragginger, que contabiliza 118.

Rodrigo Almeida volta a competir no Porsche Carrera Cup Asia (PCCA) nos dias 10 e 11 de Agosto para a 9.ª e 10.ª rondas do certame.

“Ronda 7 e 8 do campeonato Porsche Carrera Cup Asia, duas corridas positivas. P4 em ambas as corridas. Foi um fim-de-semana difícil, devido ao facto de a pista ser muito diferente de uma pista normal. Ainda assim, consegui adaptar-me e estar sempre ao nível do top 3. Assim, sigo em 4.° lugar, no campeonato, há 6 pontos do 2° lugar”, reagiu Rodrigo Almeida na sua rede social “Facebook”.

Armando, Chamito e Dário Melo fazem parte do melhor onze da Taça COSAFA, segundo anunciou a organização da prova, esta segunda-feira. Armando foi eleito também como o melhor guarda-redes da competição.

Três moçambicanos deixaram a sua marca no recém-terminado Torneio regional do COSAFA, que coroou Angola como o vencedor da competição. Depois de a selecção nacional, os Mambinhas dos sub-23, ter conquistado a medalha de bronze na competição, agora foi a vez dos títulos individuais.

Armando Doutor faz parte do melhor “onze” do COSAFA, juntando a essa indicação ao de melhor guarda-redes da competição.
A nomeação do jovem guarda-redes do Costa do Sol deve-se às suas boas exibições na prova. Em cinco jogos, em que alinhou, Armando defendeu quatro penálties, três dos quais na partida frente às Comores.

Determinante ao longo da prova, em que na qualidade de capitão liderou a equipa moçambicana, Dário Melo consta também do onze ideal. O jovem jogador da União Desportiva do Songo marcou um golo, e fez duas assistências durante a prova.

Por sua vez, Chamito faz parte do melhor onze da COSAFA. Marcou três golos na competição e foi determinante em todos os cinco jogos que o combinado nacional efectuou.
Chamito foi eleito o homem do jogo no domingo, de atribuição do terceiro lugar, em que Moçambique venceu Comores e o jogador da Black Bulls marcou dois golos.

Recorde-se que Moçambique conquistou a sua terceira medalha de bronze na prova, o que não acontecia há 15 anos. Entretanto, os Mambas regressam ao pódio do torneio COSAFA, 10 anos depois, depois da prata em 2015, quando perderam na final para Namíbia por 2-0.

Moçambique marcou, em toda competição, 10 golos, com Chamito Alfândega a apontar três, Edmundo Candido, Momed Ferreira e Dário Melo a marcarem um golo cada. Depú, da selecção angolana, foi o melhor marcador com cinco golos.

 

Houve confusão no campo da Soalpo, em Chimoio, depois da partida entre Textáfrica e Associação Black Bulls, na qual os “fabris do planalto” perderam por duas bolas a uma. O árbitro principal da partida, Guilherme Malagueta, foi espancado pelos adeptos locais por não ter assinalado uma alegada falta cometida por um jogador da ABB. Há registo de feridos no incidente, entre os quais jornalistas e adeptos.

Caos total no Moçambola. Contestação recorrente ao trabalho dos árbitros, violência gratuita a fazer escola, numa prova em que se devia celebrar o futebol e exultar a paixão que cada jogada e lance geram nos adeptos.

No campo da Soalpo, no domingo, os ânimos exaltaram. Os adeptos do Textáfrica de Chimoio provocaram o caos, depois de o árbitro, alegadamente, ter feito vista grossa a uma jogada que daria grande penalidade a favor dos “fabris do planalto”. O lance em causa envolveu Nando, jogador do Textáfrica, que teria sido derrubado por um jogador da Black Bulls. Um dos auxiliares que acompanhava a jogada até sinalizou, mas mas Guilherme Malagueta ignorou, instalando-se assim a confusão.

Resultado, o árbitro principal do jogo, Guilherme Malagueta, foi escoltado depois de ter sido espancado pelos adeptos.

Houve disparos e lançamento de gás lacrimogénio. Os jornalistas Algy José e Nelson Benjamim contrairam ferimentos durante a confusão.

Indo ao jogo, os “touros” entraram em campo para a pressionar, e, neste sentido, Cadre inaugurou o marcador aos 24′. O intervalo chegou com a Black Bulls com vantagem miníma.

No reatamento, o Textáfrica correu atrás do prejuízo mas foram os visitantes a ampliar a vantagem por intermédio de Victor aos 56′.

Os donos da casa, ainda assim, não atiraram à toalha ao chão! Dilson, aos 78′, reduziu a desvatagem para o 2-1.

Depois do período regulamentar, houve mais cinco minutos de compensação. Os ”fabris do planalto” tentaram chegar ao empate sem, no entanto, logarem os seus intentos.

Rodrigo Almeida continua a fazer furor no Porsche Carrera Cup Asia (PCCA), ocupando agora a 4.ª posição na prestigiada prova que movimenta mais de trinta pilotos talentosos de vários países.
Sábado, mesmo com as adversidades impostas pela pista do Buriram International Circuit, na Tailândia, o piloto moçambicano terminou na 4.ª posição, na ronda 7, com 20 pontos.

Dia seguinte, ao volante do Porsche 911 GT3 CUP, Almeida voltou a ter uma prestação assinalável, colocando, sempre, uma pressão sobre os adversários posicionados nos lugares de pódio.

E, no final, acabou na mesma posição (P4), com quarenta pontos amealhados que foram determinantes para a classificação geral, na qual ocupa a posição 4 com 112.

De resto, Rodrigo Almeida está a seis pontos do 2.° classificado, neste caso, o piloto australiano Martin Ragginger, que contabiliza 118.

Rodrigo Almeida volta a competir no Porsche Carrera Cup Asia (PCCA) nos dias 10 e 11 de Agosto para a 9.ª e 10.ª rondas do certame.

“Ronda 7 e 8 do campeonato Porsche Carrera Cup Asia, duas corridas positivas. P4 em ambas as corridas. Foi um fim-de-semana difícil, devido ao facto da pista ser muito diferente de uma pista normal. Ainda assim, consegui adaptar-me, e estar sempre ao nível do top 3. Assim, sigo em 4.° lugar, no campeonato, há 6 pontos do 2° lugar”, reagiu Rodrigo Almeida na sua rede social “Facebook”.

A selecção nacional de futebol dos sub-23 perdeu está noite diante da Namíbia por 4-2 na marca das grandes penalidades, em partida das meias-finais do torneio regional Cosafa. Às duas selecções terminaram empatadas a partida no tempo regulamentar sem abertura de contagem e na nas grandes penalidades os Mambinhas falharam duas penalidades e os namibianos marcaram todos os quatro penaltes.

Assim, Moçambique perde a oportunidade de chegar à sua terceira final da competição e vai disputar o jogo de atribuição do terceiro lugar diante das Comores, domingo pelas 12h00.

O internacional moçambicano Witiness Quembo, de 27 anos de idade, deixou o Nacional da Madeira de Portugal e assinou um contrato com o Dibba Al-Hisn dos Emirados Árabes Unidos.

Witi assinou um contrato válido por duas temporadas, ou seja, até 30 de Junho de 2026, com um emblema recém-promovido ao principal campeonato dos Emirados Árabes Unidos, designada Pro League.

O Nacional da Madeira perde, assim, uma das figuras de destaque na última época e que ajudou a equipa a ascender à principal liga portuguesa. Foram, ao todo, dez anos ao serviço dos insulares, que agora terminam e inicia uma nova caminhada no Dibba Al-Hisn, dos Emirados Árabes Unidos.

Ainda assim, o internacional moçambicano tinha outras propostas, nomeadamente da Turquia, mas preferiu uma viagem para fora da Europa. O Dibba Al-Hisn subiu recentemente à primeira divisão após terminar em segundo lugar no segundo escalão na temporada anterior.

O avançado moçambicano chegou ao Nacional da Madeira em 2014 para representar a equipa júnior, vindo da Liga Desportiva de Maputo. Não chegou a jogar pelos insulares, tendo sido emprestado à equipa sub-19 do Benfica, onde não conseguiu singrar.

No início da época 2015/2016 o internacional moçambicano regressou ao Funchal, onde acabou por ascender à equipa  principal dos insulares, no qual disputou 239 partidas, marcou 26 golos e fez 37 assistências.

Em termos de títulos, Witi Quembo conquistou a Liga 2 na época 2017/2018, na primeira vez que a equipa ascendeu ao principal campeonato, com o jogador a representar a colectividade, voltando a conquistar na época 2023/2024, na secretaria, graças a retirada de pontos ao Leixões, devido a utilização indevida de um jogador numa partida entre ambos.

Esta vai ser a segunda aventura de Witi desde que saiu do país em 2014, e a primeira fora de Portugal.

+ LIDAS

Siga nos