O País – A verdade como notícia

Dos juízes internacionais anunciados esta sexta-feira pela Comissão Nacional dos Árbitros de Futebol, destaque vai para Arsénio Maringule, que para além de ser árbitro assistente é também Video Árbitro Assistente (VAR). Os 22 árbitros internacionais são principais, assistentes, de Futsal, Futebol de Praia e VAR.

O ano 2026 terá 22 árbitros moçambicanos internacionais a ajuizarem jogos sob égide da Federação Internacional de Futebol, FIFA, com destaque para quatro que entram pela primeira vez no estatuto de internacionais, nomeadamente Joana Alcino Guambe, árbitro principal da Cidade de Maputo, Maria da Graça Manuel, de Sofala, e Margarete João Gimo, da Zambézia, ambas assistentes, e Claudino Benedito Luís, de Manica, que ajuiza jogos do Futsal.

Da lista dos árbitros principais, encabeçada por Celso Alvação, da Comissão Provincial de Árbitros de Futebol de Inhambane, o mais badalado e um dos mais experientes do país, com nove anos a apitar para fora, não consta o nome da Ema Novo, pelo segundo ano consecutivo, depois de ter renunciado ao estatuto, logo a seguir a ter reprovado nos testes para as provas nacionais.

Dos seis árbitros principais, quatro são homens e duas mulheres, nomeadamente Cacilda Fernando, da Comissão Provincial de Árbitros de Futebol de Niassa, e Joana Guambe, da COPAF da cidade de Maputo.

Os restantes árbitros principais internacionais para o ano 2026 são Hermínio Boca, António Chivavel, estes dois que entram pelo segundo ano consecutivo, e Simões Guambe, já com nove anos de estrada internacional.

Para assistentes, com Arsénio Maringule à cabeça, o mais antigo e experiente juíz moçambicano, já nas lides internacionais desde 2010, Moçambique tem 10 árbitros aprovados para provas internacionais, para além de outros três para o Futsal e igual número para o Futebol de Praia.

Por fim, o país terá, pela primeira vez, um árbitro aprovado para ser assistente de vídeo, VAR, nomeadamente Arsénio Maringule, que assim passará a estar em grandes provas, não só como árbitro assistente, mas também como VAR.

O Presidente da República, Daniel Chapo, transmitiu uma mensagem de força, encorajamento e confiança à Selecção Nacional de Futsal, que no próximo domingo vai defrontar, em Maputo,  a sua congénere da Mauritânia, em jogo segunda mão de acesso ao Campeonato Africano da modalidade. 

Na sua mensagem, o Chefe do Estado apela à união de todos os moçambicanos, dentro e fora do País, em torno da Selecção Nacional, destacando a importância do apoio do público neste momento determinante da campanha.

O Presidente da República refere que, com garra, foco, disciplina e o apoio vibrante dos adeptos, tal como se verificou no jogo da primeira mão, em que o combinado nacional venceu por 4-3, a Selecção Nacional reúne condições para alcançar o objectivo da qualificação e continuar a representar Moçambique nas competições continentais.

Cristiano Ronaldo festejou o 41.º aniversário em protesto contra aquilo que considera ser um tratamento desigual do Fundo de Investimento Público para com o Al Nassr, e, na Arábia Saudita, esperam que o regresso ocorra já hoje ante o Al-Ittihad Jeddah.

Cristiano Ronaldo celebrou, nesta quinta-feira, o 41.º aniversário, no meio daquele que é um momento inédito da carreira, marcado pela recusa de jogar com a camisola do Al Nassr, clube que considera estar a ser alvo de um tratamento desigual por parte do Fundo de Investimento Público (PIF) da Arábia Saudita em relação aos principais rivais.

O organismo detém a maioria do capital social dos quatro principais emblemas do país, entre eles, o Al Hilal, que, só no já encerrado mercado de transferências de verão, adquiriu sete reforços (Kader Meité, Saimon Bouabré, Murad Al-Hawsawi, Rayan Al-Dossary, Sultan Mandash, Pablo Marí e, o mais mediático de todos, Karim Benzema, que entrou em ‘rota de colisão’ com o Al-Ittihad Jeddah), ao passo que Jorge Jesus só pôde contar com um (Haydeer Abdulkareem).

Face a isto, o internacional português entrou naquilo a que está a ser chamado de “greve”, colocando, inclusive, em causa a continuidade no Médio Oriente, pese embora tenha renovado contrato, há menos de meio ano, até Junho de 2027, mostrando-se totalmente comprometido com o projecto desportivo delineado pelo país.

Ainda assim, o próprio tem-se mantido em silêncio… com excepção de uma fotografia publicada, na quarta-feira, nas redes sociais, na qual se mostrou a treinar, dois dias depois de ter ficado de fora da lista de convocados, no triunfo conquistado sobre o Al-Riyadh, no Prince Faisal bin Fahd Stadium, por 0-1.

Um gesto que, de acordo com informações adiantadas, nesta quinta-feira, pela estação televisiva britânica Sky Sports, as autoridades que regem o desporto saudita estão a torcer para que signifique que esta acção de protesto está em vias de terminar, dada a importância que o jogador formado no Sporting assume para o próprio governo.

O Al Nassr tem encontro marcado com o Al-Ittihad Jedah, de Sérgio Conceição, para as 19h30 (hora de Moçambique) desta sexta-feira, num embate de tal dimensão que os responsáveis esperam que seja “demasiado grande” para que fique de fora, até porque pode valer um ‘salto’ para a liderança do campeonato saudita.

“Os dirigentes estão surpreendidos por este estar infeliz – apesar de auferir uns supostos 500 mil libras [576,8 mil euros] por dia – e querem que jogue, na sexta-feira”, aponta a publicação, que recorda, ainda, que o madeirense “está contratualmente obrigado a jogar, a não ser que esteja lesionado”, pelo que uma nova ‘falta’ pode vir a deixá-lo em apuros.

 

Arábia Saudita ainda acredita em Cristiano Ronaldo

No referido artigo é, ainda, referido que, apesar de toda esta polémica, Cristiano Ronaldo mantém o “total apoio” por parte da Arábia Saudita, ainda que as mais altas instâncias não estejam de acordo com os argumentos que este tem vindo a apresentar para justificar a indisponibilidade de jogar pelo Al Nassr.

Isto porque, além das quantias monetárias e dos poderes que lhe foram oferecidos, insistem que o investimento na janela de transferências de Janeiro só não foi maior… porque, no verão, foram gastos mais de 100 milhões de euros, nas contratações de João Félix, Kingsley Coman, Mohamed Simakan, Saad Al-Nasser, Haroune Camara, Abdulmalik Al-Jaber, Iñigo Martínez e Nader Al-Sharari.

 

Mercado de Janeiro teve recorde de transferências e menos investimento

O mercado de transferências de Janeiro de 2026 estabeleceu um novo recorde no número de movimentações no futebol profissional masculino, embora com uma quebra no investimento total em comparação com o período homólogo de 2025.

Já no futebol feminino, registou-se um valor recorde de gastos, apesar de uma ligeira diminuição no número de transferências.

De acordo com o relatório January Transfer Snapshot 2026 da FIFA, o futebol masculino registou mais de 5900 transferências internacionais em Janeiro de 2026. Este número representa um máximo histórico para uma janela de inverno, superando em pouco mais de 3 por cento o recorde anterior, estabelecido há 12 meses.

No que toca aos valores envolvidos, os clubes investiram mais de 1,6 mil milhões de euros em taxas de transferência, o que assinala uma descida de cerca de 18% face a Janeiro de 2025. Ainda assim, este montante é mais de 20% superior aos valores registados em Janeiro de 2023.

O futebol feminino também atingiu um marco histórico. Pela primeira vez, os clubes ultrapassaram a barreira dos oito milhões de euros gastos em transferências internacionais durante o mercado de Janeiro, um aumento superior a 85% em relação ao recorde anterior, de Janeiro de 2025.

Foram registadas mais de 420 transferências, uma ligeira quebra de quase 6% em comparação com o mesmo período do ano passado.

No sector masculino, os clubes ingleses lideraram o investimento, com um gasto total superior a 300 milhões de euros. O top-5 de países mais gastadores ficou completo com clubes de Itália, Brasil, Alemanha e França.

Em sentido inverso, foram os clubes franceses que mais encaixaram com vendas, recebendo mais de 180 milhões de euros, seguidos por emblemas de Itália, Brasil, Inglaterra e Espanha.

O Brasil destacou-se como o país com o maior número de jogadores contratados, à frente de Espanha, Argentina, Inglaterra e Portugal. Já a Argentina foi o país com o maior número de transferências para o exterior, com Inglaterra, Brasil, Espanha e Estados Unidos a completarem os cinco primeiros lugares.

No futebol feminino, os clubes de Inglaterra foram os que mais investiram (mais de quatro milhões de euros), sendo também os que realizaram o maior número de contratações.

A selecção nacional de Futsal do nosso país defronta domingo a sua similar da Mauritânia em partida da segunda mão da segunda e última eliminatória de acesso ao Campeonato Africano das Nações deste ano.

O combinado nacional entra para este jogo com vantagem de um golo em relação ao jogo da primeira mão, onde venceu em Marrocos por 4-3, de reviravolta.

Nadir Narotam, seleccionador nacional, disse ter tirado boas ilações do jogo da Mauritânia e que ao longo desta semana, nos trabalhos de preparação para o jogo da segunda mão, iria trabalhar os aspectos que foram negativos em Casablanca.

As falhas na defensiva e as hesitações no ataque são dos aspectos que Narotam vem ensaiando na equipa nacional, por forma a que as tremedeiras que aconteceram em Casablanca não voltem a acontecer em casa.

Entretanto, os jogadores mostram-se motivados e ansiosos em defrontar o adversário deste domingo, com convicção de voltar a vencer e apurar-se para a fase final do Campeonato Africano das Nações de Marrocos, ainda este ano.

No jogo da primeira mão, em Marrocos, casa emprestada da Mauritânia, Moçambique esteve a perder, mas soube reerguer-se e dar a volta ao resultado, com dois golos de Caló, um de Idelson e outro de Danny, deixando a confirmação ou não da qualificação para a segunda mão, este domingo, no pavilhão da Liga Desportiva de Maputo, a partir das 16:30h.

As sete selecções que irão se juntar aos marroquinos na fase final do CAN de Futsal serão conhecidos este fim-de-semana quando acontecerem os jogos da segunda mão da última eliminatória, com Líbia, Angola, Tanzania, Moçambique e Argélia em vantagem nos seus jogos, enquanto outros dois jogos estão em abertos.

A Federação Moçambicana de Futebol confirma negociações com Chiquinho Conde para a renovação do contrato para a sua continuidade no cargo de seleccionador nacional dos Mambas. A direcção executiva da Casa do Futebol nega qualquer pressão externa para o avanço das negociações.

O que antes parecia mentira, agora parece verdade! Muito se disse e se escreveu em relação à renovação ou não do contrato de Chiquinho Conde como seleccionador nacional do Mambas.

A Federação Moçambicana de Futebol tinha antes anunciado a caducidade da ligação com Conde, tendo na altura um dos vice-presidentes da FMF, Gervásio de Jesus, ter dito que ainda havia muito tempo para se decidir sobre o próximo seleccionador nacional.

Aliás, na ocasião, Gervásio de Jesus não deixava nenhuma luz no fundo túnel em relação a possibilidade de continuidade do seleccionador nacional, referindo que a FMF estaria aberta a avaliar outras possibilidades de treinadores para assumirem o comando técnico dos Mambas.

Entretanto, uma semana depois da posição da Federação Moçambicana de Futebol, e depois de encontros com dirigentes moçambicanos, em particular o Ministro da Juventude e Desporto, bem como depois de várias matérias na imprensa desportiva moçambicana, que dava como certo o “adeus” do Conde dos Mambas, veio o volte-face no processo de contratação.

Através de um comunicado, a FMF rompeu o silêncio e deu um passo em frente para esclarecer muitas zonas de penumbra.

“Já iniciou o processo formal de negociação com o Chiquinho Conde, com vista à sua continuidade para o cargo de seleccionador nacional. Ambas as partes partilham o interesse de dar seguimento ao trabalho desenvolvido em prol da selecção nacional”, lê-se no comunicado.

No mesmo comunicado, o organismo reitor do futebol moçambicano nega estar a sofrer qualquer tipo de pressão externa no processo.

“A FMF esclarece ainda que os trabalhos decorrem num clima de absoluta tranquilidade e respeito mútuo. As decisões estratégicas da Federação são pautadas pelo mérito desportivo e pelos interesses da modalidade em Moçambique”, esclarece, garantindo que os resultados finais do processo negocial serão comunicados nos próximos dias através dos canais oficiais. 

Coincidência ou não, a verdade é que o anúncio da renovação do contrato do técnico surge uma semana depois de um encontro entre o Ministério da Juventude e Desportos e a direcção liderada por Feizal Sidat.

Sobre o encontro, reagindo ao “O País”, o ministro da Juventude e Desportos, Caifadine Manasse, explicou que é importante que o Governo esteja a par daquilo dos passos a serem tomados em relação à renovação ou não do seleccionador nacional”, explica Manasse.

Segundo Caifadine Manasse, essa medida tem em vista garantir que a Federação Moçambicana de Futebol não entre em jogos de muita confusão, que tem sempre acontecido quando se trata da renovação ou não do contrato de um seleccionador nacional.

O internacional moçambicano Bruno Langa foi apresentado com o reforço do Estrela da Amadora de Portugal, clube que milita na primeira divisão da liga portuguesa.

O lateral esquerdo moçambicano regressa a Portugal por empréstimo do Almeria da Espanha, depois de ter jogado meia época no Pafos do Chipre, sem no entanto conseguir conquistar a titularidade.

Bruno Langa disputou, pelo Pafos, 18 jogos, tendo contabilizado 321 minutos, correspondentes a uma média de 17 minutos por jogo, com o máximo de minutos no jogo a serem 45, disputados num jogo da liga cipriota.   

Num comunicado do clube, o Estrela da Amadora informa que chegou a acordo para a contratação de Bruno Alberto Langa para o plantel principal, em regime de empréstimo, e que o lateral esquerdo de 28 anos reforça as opções de João Nuno para o restante desta temporada.

Em Portugal, Bruno Langa representou o Amora FC, Vitória de Guimarães e Desportivo de Chaves.

A selecção nacional de futebol vai disputar a fase de apuramento ao Campeonato Africano das Nações de 2027 entre Setembro, Outubro e Novembro, enquanto a União Desportiva de Songo e a Black Bulls disputam a primeira eliminatória das afrotaças no mês de Setembro. As datas foram divulgadas pela Confederação Africana de Futebol, através do calendário anual das competições.

Tal como aconteceu em 2024 para a qualificação para o Campeonato Africano das Nações de 2025 em Marrocos, em que disputou os seus seis jogos num espaço de três meses, os Mambas voltam a ter um calendário apertado para a qualificação para o CAN 2027, que terá lugar em três países, nomeadamente Quénia, Uganda e Tanzânia.

De acordo com o calendário divulgado pela Confederação Africana de Futebol, as quatro primeiras jornadas da fase de grupos de qualificação para o CAN 2027 terão lugar de 21 de Setembro a 6 de Outubro, em quatro intensos fins-de-semana, sendo que as duas últimas jornadas terão lugar entre 09 e 17 de Novembro.

O sorteio de qualificação para o CAN só terá lugar em Abril, logo a seguir à Data-FIFA de Março, altura em que os Mambas ficarão a conhecer os seus adversários na qualificação para a fase final, sendo que estão isentos na pré-eliminatória.

Em termos de clubes nacionais, a União Desportiva do Songo, campeã nacional, e a Black Bulls, finalista vencido pela União Desportiva de Songo na Taça de Moçambique, vão disputar as primeiras eliminatórias das afrotaças em Setembro.

Assim, a UD Songo, que vai disputar as eliminatórias da Liga dos Campeões, e a Black Bulls, que vai disputar as eliminatórias da Taça CAF, terão a primeira mão da pré-eliminatória nos dias 04 a 06 de Setembro, e a segunda mão entre 11 e 13 do mesmo mês.

Num ano repleto de grande competitividade entre os clubes e selecções do continente, o calendário anuncia as provas já a partir deste mês de Fevereiro, depois do término do Campeonato Africano das Nações de Marrocos.

As finais das competições africanas de clubes, nomeadamente a Liga dos Campeões e a Taça das Confederações serão no mês de Maio. A primeira mão da final da Liga dos campeões africanos, maior competição dos clubes, está marcada para o dia 15 de Maio e a segunda mão para o dia 24. A primeira mão da final da Taça Nelson Mandela será no dia 9 e a segunda mão está marcada para o dia 16 do mesmo mês.

A primeira janela internacional do ano será em Março, entre os dias 23 e 31, e as selecções do continente que vão disputar o Mundial irão usar a Data-FIFA para a sua preparação, enquanto as outras farão jogos amigáveis de controlo.

Em Junho começa o Mundial que será disputado nos Estados Unidos da América, Canadá e México.

A Supertaça Africana será em Maio, o CAN sub-17, que serve de qualificação para o Mundial da categoria será disputado de 25 de Abril a 15 de Maio. A fase preliminar de qualificação para os Jogos Olímpicos Los Angeles 2028 começa em Novembro.

Sem nenhum compromisso em Março, os Mambas podem começar a sua odisseia de jogos para este ano em Junho, na Data-FIFA de 01 a 09, que servirá para jogos de qualificação para o CAN 2027, para além de preparar para o torneio COSAFA, que normalmente acontece no mesmo mês de Junho.

A selecção nacional de futsal defronta, no fim da tarde desta terça-feira, a sua similar da Mauritânia, em partida da primeira mão da segunda eliminatória de acesso à fase final do Campeonato Africano das Nações de Futsal, prova que terá lugar em Marrocos, ainda neste ano.

O embate, que terá lugar no pavilhão Muhammed V, em Casablanca, Marrocos, inicia-se quando forem 17h00 de Maputo e abre portas para a caminhada do conjunto moçambicano a mais um CAN, depois de ter falhado a edição passada, também realizado em terras marroquinas.

Esta é a única eliminatória que a selecção nacional, treinada por Nadir Narotam, terá para chegar à fase final, sendo que a segunda mão se disputa na próxima semana no pavilhão da Liga Desportiva de Maputo.

Para esta deslocação, o seleccionador nacional levou consigo apenas 14 atletas, dos 19 inicialmente convocados. Cinco jogadores ficaram de fora desta primeira “mão” e serão reintegrados para os trabalhos de preparação para o jogo da segunda mão, no dia 8 de Fevereiro, na Cidade de Maputo.

Integram a lista dos eleitos para o compromisso em Rabat os guarda-redes André Anders e Carlos Ombe, bem como os jogadores Xavier Márcio, Dhokas, Danny Super, Chume Jr., Vasquinho, Ivan Adriano, Júnior de Sousa, Mano Zira, Idelson, Lineu Máquina, Amin Caló e Ricardinho. Não seguiram viagem Mário Júnior, Taimo Reginaldo, Abílio Levessene, Babuba e Zaid Panachande.

Os jogadores do combinado nacional estão motivados para este jogo, reforçado pelo facto de jogarem em pleno Dia dos Heróis Nacionais, o que eleva ainda mais a auto-estima e a ambição de resolver o quanto antes a eliminatória, ou pelo menos somar um resultado que permita alguma tranquilidade no jogo de Maputo.

Moçambique tem história nas fases finais do CAN de Futsal, tendo alcançado um segundo lugar numa competição que organizou, para além do terceiro lugar em 2015, na África do Sul, que garantiu a qualificação para o Mundial da modalidade, no ano seguinte.

O objectivo principal é garantir a qualificação para a fase final da prova de Marrocos e depois pensar em fazer mais um brilharete que permita ao conjunto moçambicano sonhar com mais uma qualificação para o Mundial, que seria a segunda na história do futsal moçambicano.

Lucas Martinho, mais conhecido no meio do motocross por Massacre, é o piloto moçambicano que vai representar o país na competição africana de Motocross, a ter lugar em Dar-es-Salaam, Tanzânia. A prova, que arranca no dia 15 deste mês, promete muita adrenalina, e o piloto garante que vai acelerar forte para colocar Moçambique nos lugares do pódio.

Lucas Martinho, de 37 anos de idade, encontra-se nos últimos dias a intensificar as sessões de treino na pista de motocross de Chimoio, afinando a máquina e a técnica para enfrentar o Campeonato Africano da modalidade, que decorre de 15 a 20 de Fevereiro na Tanzânia.

Massacre afirma não conhecer em detalhe o perfil dos outros pilotos em prova, mas assegura que entra na pista com foco total, garra e espírito competitivo, determinado a dignificar as cores nacionais.

“Desporto não é dinheiro. Desporto é amor. E quando existe amor, o desporto vai avante e eu não contava que um dia iria representar Moçambique numa prova internacional”, começou por dizer Lucas Martinho.

Com a partida já projectada para o país vizinho do norte de Moçambique, Lucas Martinho espera representar condignamente o país. “Acho que vou trazer qualquer coisa para o país, prometo”, garantiu Martinho.

O piloto lamenta, no entanto, a falta de apoio por parte do Governo Provincial de Manica, referindo que todos os pedidos submetidos até ao momento foram respondidos com silêncio, o que dificulta a preparação e logística para uma prova de alto nível competitivo.

“Nunca tive apoios, somente do presidente Ferreira que me ofereceu a moto que vou levar para Tanzânia”, disse, confirmando que as restantes cinco motorizadas que tem foram adquiridas com fundos próprios.

Lucas Martinho garante que já endereçou cartas de pedidos de apoio a várias instituições, mas até ao momento não obteve respostas.

Apesar das dificuldades, Massacre mantém-se motivado e revela que ainda este ano pretende arrancar com um programa de massificação do motocross, que vai consistir na formação de pilotos juniores a partir dos 10 anos de idade, com o objectivo de desenvolver talentos, fortalecer a modalidade e garantir o futuro do motocross moçambicano.

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