O País – A verdade como notícia

O Presidente da República, Daniel Chapo, endereçou uma mensagem de  felicitação à antiga basquetebolista moçambicana Clarisse  Machanguana, por ocasião da sua integração no FIBA Hall of  Fame, classe de 2026, numa cerimónia realizada em Berlim,  na Alemanha. 

Na sua mensagem, o Chefe do Estado destaca que a distinção  representa “um marco histórico para o desporto moçambicano e  motivo de orgulho para toda a Nação”, sublinhando o percurso 

de excelência da atleta ao longo de mais de duas décadas ao  serviço da Selecção Nacional de Basquetebol Feminino. 

Daniel Chapo prossegue enaltecendo ainda o  contributo de Machanguana para a projecção internacional de  Moçambique, referindo que a sua carreira “é exemplo de  dedicação, resiliência e compromisso com a elevação do nome  do país além-fronteiras”. 

Para além das conquistas desportivas, o estadista reconhece o  impacto social das acções da homenageada, destacando o  trabalho desenvolvido pela Clarisse Machanguana Foundation,  vocacionada para o empoderamento da juventude nas áreas  do desporto, educação e saúde. 

O Presidente da República conclui reiterando o orgulho nacional por esta conquista, afirmando que a distinção eterniza o nome  de Moçambique, de Machanguana e inspira a juventude  moçambicana, sobretudo a criança, a adolescente e jovem  mulher nacional.  

Refira-se que o FIBA Hall of Fame é o prestigiado salão da fama da Federação  Internacional de Basquetebol criado em 1991 para honrar os  protagonistas que fizeram contribuições significativas ao  basquete competitivo internacional.

O mercado de transferências de Verão ainda não abriu, mas o nome de Geny Catamo já domina as manchetes desportivas na Europa. O extremo moçambicano do Sporting CP, que se tornou uma peça fulcral na estratégia dos “leões”, está a ser acompanhado de perto por vários emblemas da Premier League, com o Liverpool e o West Ham na linha da frente da corrida.

A imprensa britânica tem colocado Catamo como um dos nomes na lista de sucessão de Mohamed Salah no Liverpool. A polivalência do moçambicano, capaz de actuar em todo o corredor direito, aliada à sua explosividade e capacidade de drible, agrada particularmente aos observadores dos Reds.

Por outro lado, o West Ham vê em Geny o perfil ideal para reforçar o seu ataque, procurando antecipar-se à concorrência de outros clubes ingleses como o Newcastle e o Aston Villa.

Ciente do crescente assédio, a SAD do Sporting agiu preventivamente. Após uma renovação contratual que estendeu a ligação do jogador até 2029, o clube de Alvalade fixou uma cláusula de rescisão de 60 milhões de euros.

Embora o valor de mercado de Geny tenha disparado após as suas exibições consistentes na Liga Portugal e na Liga dos Campeões, os especialistas acreditam que uma proposta na ordem dos 25 a 30 milhões de euros poderá levar os responsáveis leoninos para a mesa de negociações, dada a necessidade de realizar mais-valias financeiras.

A temporada 2025/26 tem sido a da afirmação absoluta para o camisola 10 do Sporting. Com números que já superam os registos da época passada, Geny Catamo celebrou recentemente a marca histórica de 100 jogos oficiais pelo clube, consolidando-se como um dos extremos mais desequilibradores a actuar em Portugal.

Em Alvalade, o discurso oficial é de tranquilidade. O treinador Rui Borges tem reiterado a importância do jogador para os objectivos da equipa, mas o próprio Geny, embora focado nos títulos nacionais, nunca escondeu o sonho de actuar na “melhor liga do mundo”.

Se a transferência se concretizar pelos valores especulados, Geny Catamo poderá tornar-se a venda mais cara de sempre de um jogador moçambicano, superando largamente os registos anteriores e confirmando o excelente momento que o futebol de Moçambique atravessa no palco internacional.

O Ministro da Juventude e Desporto, Caifadine Manasse, foi recebido na sede da Administração Geral do Desporto da República Popular da China, por Gao Zhidan, Ministro do Desporto e Presidente do Comité Olímpico Chinês, onde discutiram áreas de cooperação, numa nova forma do estreitamento das relações, na área desportiva.

O encontro entre Caifadine Manasse e Gao Zhidan, Ministro do Desporto e Presidente do Comité Olímpico Chinês, aconteceu num ambiente de hospitalidade e de amizade, respeito e confiança mútua.

Do encontro foram identificadas as seguintes áreas de cooperação, nomeadamente formação de atletas de alto rendimento em centros de excelência chineses, capacitação de treinadores, médicos desportivos e fisioterapeutas, desenvolvimento do desporto escolar e comunitário, reforço do combate ao doping, em nome de um desporto limpo e ético, apoio em infra-estruturas desportivas modernas para todo o País.

A experiência desportiva da China é uma das mais notáveis do planeta na actualidade, oportunidade não deixada de lado pelo ministro moçambicano para buscar experiências e parcerias para o crescimento do desporto moçambicano. 

Em poucas décadas, a China tornou-se uma potência olímpica global, organizou duas edições dos Jogos Olímpicos, Beijing 2008 e Beijing 2022, construiu um sistema desportivo de referência mundial, que combina, de forma exemplar, desporto escolar, identificação precoce de talentos, formação científica de atletas e treinadores, medicina desportiva de ponta e infra-estruturas de excelência. 

Na ocasião, Caifadine Manasse destacou o facto de ser uma experiência rica, inspiradora e altamente replicável, da qual Moçambique tem muito a aprender.

Para o dirigente moçambicano, “o desporto é, hoje, muito mais do que competição: é saúde pública, é disciplina, é coesão social, é afirmação soberana de um país perante o mundo”. 

Por isso, segundo Manasse, “investir no desporto é investir na juventude, na economia e na imagem de Moçambique, e essa é, precisamente, a leitura estratégica que orienta a acção do Presidente Daniel Chapo”.

Nos últimos anos Moçambique tem estado a afirmar-se no mundo do desporto, com destaque para as modalidades individuais, onde ganha protagonismo e respeito ao nível global, para além das modalidades colectivas, como futebol masculino e basquetebol feminino, onde vai ganhando o seu espaço ao nível continental.

“A visita de Estado à República Popular da China é prova inequívoca dessa visão, uma visão que coloca a juventude e o desporto no centro da agenda nacional e que eleva Moçambique a um patamar superior de diálogo e cooperação internacional”, escreve o MJD na sua página das redes sociais.

Caifadine Manasse integra a delegação moçambicana liderada pelo Presidente da República, Daniel Chapo, que está de visita à China, a convite do presidente chinês, Xi Jimping.

O dia 21 de Abril de 2026 ficará gravado na história do desporto lusófono. Clarisse Machanguana, a poste que durante décadas personificou a resiliência do basquetebol moçambicano, foi oficialmente entronizada no FIBA Hall of Fame. A distinção, atribuída em Berlim, coloca a “Estrela de Maputo” num grupo restrito de lendas mundiais, ao lado de nomes como Dirk Nowitzki e Sue Bird. 

Numa noite carregada de simbolismo e emoção, a bandeira de Moçambique brilhou no topo do basquetebol mundial. Clarisse Machanguana, a eterna “Rainha” das quadras moçambicanas, foi formalmente induzida no prestigiado Hall of Fame da FIBA, numa cerimónia realizada esta terça-feira em Berlim. A antiga poste torna-se a primeira atleta do país a figurar no “Passeio da Fama” da modalidade.

Acompanhada por lendas como Dirk Nowitzki e Sue Bird, Clarisse foi celebrada não apenas pelos seus números — que incluem passagens históricas pela WNBA e mais de duas décadas ao serviço da selecção nacional — mas pelo seu papel como pioneira do desporto africano.

Visivelmente emocionada, Machanguana subiu ao palco sob uma forte ovação. No seu discurso de aceitação, dedicou a distinção às gerações de jovens que, em Maputo ou em qualquer ponto do continente, sonham com uma bola de basquetebol nas mãos.

“Este troféu não me pertence apenas a mim. Ele pertence a cada rapariga moçambicana que acredita que o desporto pode ser uma ferramenta de mudança. Receber este reconhecimento em Berlim, rodeada de gigantes, prova que o nosso basquetebol tem lugar no topo do mundo”, afirmou a homenageada.

O reconhecimento da FIBA surge num momento em que a carreira de Clarisse é revisitada pelo seu impacto integral. Além da medalha de prata no AfroBasket 2013 e do ouro nos Jogos Africanos de 1991, a federação internacional destacou o trabalho humanitário desenvolvido pela Fundação Clarisse Machanguana, que utiliza o desporto para promover a saúde e educação em Moçambique.

Durante a cerimónia, Clarisse não escondeu o simbolismo do momento. Em declarações exclusivas após receber o troféu, a ex-atleta sublinhou a dureza do percurso:

“Sair de Moçambique nos anos 90, chegar à WNBA e hoje estar aqui… é a prova de que o talento africano não tem limites, apenas precisa de oportunidades. Sinto que este prémio valida cada gota de suor que deixei nos pavilhões de Maputo e do mundo. É uma vitória contra todas as probabilidades”, disse.

Em reacção ao anúncio, Clarisse destacou que a sua entrada para o Hall of Fame deve servir de catalisador.

“Este reconhecimento chega num momento em que precisamos de olhar para a nossa formação. Espero que o facto de haver uma moçambicana entre os maiores do mundo sirva para convencer os decisores de que o investimento nas nossas raparigas vale a pena. O Hall of Fame é o topo, mas a base é onde tudo começa”, afirmou a ex-atleta.

Machanguana: a única moçambicana distinguda

Um dos dados mais relevantes desta distinção é o seu caráter inédito: Clarisse Machanguana é a primeira e única personalidade moçambicana a integrar o Hall of Fame da FIBA. 

Até à data, nenhum outro jogador, treinador ou árbitro de Moçambique tinha recebido tal honraria. A nível africano, Clarisse junta-se a um grupo muito reduzido de imortais, reforçando o peso de Moçambique como uma potência histórica no basquetebol feminino do continente.

Embora Moçambique tenha uma tradição rica, com figuras como Anabela Cossa ou Deolinda Ngulela, e treinadores de renome, a distinção de Clarisse é a primeira a quebrar a barreira da imortalidade institucional da FIBA. Este reconhecimento eleva o patamar do País, colocando a Federação Moçambicana de Basquetebol no mapa das nações com “Lendas Certificadas”.

Ao tornar-se a primeira e única cidadã nacional a receber tal honra, a “eterna camisola 12” coloca Moçambique num mapa onde apenas os gigantes do basquetebol mundial têm lugar.

Com esta indução, Clarisse junta-se a um grupo restrito de africanos imortalizados, como o angolano Jean-Jacques Conceição e o nigeriano Hakeem Olajuwon.

Reconhecimento celebrado no País

Em Moçambique, a notícia foi recebida com festejos nas redes sociais e círculos desportivos. Antigos colegas de equipa e dirigentes descrevem a distinção como “o maior prémio individual da história do desporto nacional”.

O ministro da Juventude e Desporto, Caifadine Manasse, endereçou as felicitações a Clarisse Machanguana, “com enorme orgulho, satisfação e elevado sentido patriótico (…) pela sua histórica introdução no Hall of Fame, ocorrida em Berlim, Alemanha”.

Para Manasse, o momento singular representa não apenas o reconhecimento do talento, dedicação e excelência de uma atleta extraordinária, mas também “um marco histórico para o desporto moçambicano, para a mulher moçambicana e para toda a nação”.

Segundo escreve Manasse, “Moçambique celebra consigo este feito extraordinário e rende homenagem ao seu legado, que ficará eternamente gravado na história do basquetebol e do desporto nacional”.

Outro antigo seleccionador nacional de basquetebol disse que “a Clarisse sempre foi uma embaixadora, mesmo antes de ter este título formal. Ela abriu portas na WNBA quando ninguém achava possível”.

A Classe de 2026 do Hall of Fame da FIBA fica assim marcada pelo selo da “Pérola do Índico”, imortalizando uma trajetória que começou nos pavilhões de Maputo e conquistou o mundo.

O Legado Técnico e Social

A FIBA não olhou apenas para os anos de WNBA (onde Clarisse brilhou nos LA Sparks e Orlando Miracle) ou para a sua longevidade na selecção — que culminou na prata do AfroBasket 2013. A distinção premiou a integridade da atleta.

Para os analistas desportivos, o “Efeito Clarisse” trará benefícios imediatos ao país, dentre eles a acreditação internacional, onde Moçambique passa a ter uma voz de prestígio dentro das estruturas da FIBA para influenciar programas de desenvolvimento, para além da inspiração tangível, onde o sucesso da Fundação Clarisse Machanguana ganha agora um selo de qualidade global, facilitando parcerias internacionais para usar o basquetebol como ferramenta de saúde e educação em solo moçambicano.

A Classe de 2026, que inclui estrelas como Sue Bird e Dirk Nowitzki, reconhece em Clarisse a capacidade de transcender o desporto. Enquanto os seus colegas de classe são celebrados pelos títulos mundiais e anéis da NBA, a moçambicana é celebrada por ter sido a “ponte” que ligou o basquetebol africano ao profissionalismo norte-americano numa era de acesso limitado.

Com este marco, o debate sobre quem é o maior atleta moçambicano de sempre ganha um novo e indiscutível argumento a favor da poste que nunca esqueceu as suas raízes em Maputo.

 

A Confederação Africana de Futebol (CAF) realiza, entre hoje e amanhã, 22 e 23 de Abril, uma reunião de alto nível com os países anfitriões do Campeonato Africano das Nações (CAN) 2027, Tanzânia, Uganda e Quénia, com o objectivo de avaliar o estágio de preparação para a competição.

O encontro decorre em Kampala, capital ugandesa, e insere-se nos esforços da CAF para garantir que todas as condições estejam reunidas para a realização do torneio, considerado o maior evento do futebol africano.

Segundo a organização, a reunião permitirá analisar aspectos logísticos, infra-estruturais e operacionais dos três países que irão acolher conjuntamente a 36.ª edição da prova.

O CAN 2027 terá um significado especial, ao coincidir com o 70.º aniversário da competição, reforçando a necessidade de uma organização exemplar. Além disso, será a última edição disputada em anos ímpares. A partir de 2028, a CAF prevê iniciar uma nova fase no calendário do futebol africano, ajustando o torneio para anos pares.

Paralelamente aos preparativos, as atenções começam também a centrar-se na fase de qualificação, prevista para decorrer entre Setembro e Novembro deste ano, período em que as selecções nacionais vão disputar o acesso à fase final.

A selecção moçambicana, conhecida como Mambas, procura garantir nova presença na competição, depois de ter participado nas duas últimas edições, elevando para seis o número total de participações.

No Campeonato Africano das Nações 2025, Moçambique alcançou os oitavos-de-final, após somar uma vitória frente ao Gabão (3-2) e ser eliminado pela Nigéria.

Com os preparativos em curso e a qualificação à porta, a reunião em Kampala surge como um passo decisivo para assegurar o sucesso organizativo do CAN 2027, numa edição que promete marcar uma nova etapa no futebol africano.

As Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) vão continuar a assegurar o transporte das equipas que participam no Moçambola, principal campeonato nacional de futebol, durante pelo menos mais dez jornadas. A garantia foi dada por Agostinho Langa Júnior, presidente do Conselho de Administração dos Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM).

Segundo o responsável, a continuidade do apoio resulta da intervenção coordenada de um grupo de empresas públicas que inclui, além dos CFM, a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) e a Empresa Moçambicana de Seguros (EMOSE), actualmente envolvidas no processo de reestruturação da transportadora aérea nacional.

A decisão surge numa altura em que o transporte aéreo tem sido considerado crucial para o funcionamento regular do Moçambola, tendo em conta as longas distâncias entre as províncias e os custos logísticos enfrentados pelos clubes.

A utilização dos voos da LAM tem permitido reduzir o desgaste das equipas e garantir maior previsibilidade no cumprimento do calendário competitivo.

Embora não tenham sido avançados detalhes sobre o modelo de financiamento ou os custos envolvidos, a medida é vista como um alívio para os clubes, muitos dos quais enfrentam limitações financeiras significativas.

A intervenção das empresas públicas na LAM insere-se num esforço mais amplo de estabilização da companhia, que tem enfrentado desafios operacionais e financeiros nos últimos anos. Ao mesmo tempo, o apoio ao Moçambola é encarado como estratégico para assegurar a continuidade da principal prova futebolística do País.

Com esta garantia, espera-se que o campeonato decorra com maior regularidade nas próximas jornadas, enquanto se aguardam soluções de longo prazo para a sustentabilidade logística e financeira da competição.

 

A participação de Moçambique no 17.º Campeonato Africano de Natação, marcado para decorrer de 5 a 10 de Maio, em Oran, na Argélia, continua em risco, devido à falta de financiamento.

A Federação Moçambicana de Natação (FMN) precisa de cerca de três milhões de meticais para viabilizar a deslocação da selecção nacional, mas, até ao momento, não conseguiu reunir o valor necessário.

O presidente da FMN, Justino Francisco, já havia alertado que o montante é essencial, sobretudo para cobrir despesas de transporte, consideradas as mais elevadas, incluindo viagens a partir de Moçambique e de Portugal, onde alguns atletas se encontram a treinar.

No entanto, dados recentes indicam que o défice financeiro persiste, colocando em causa a presença do País na principal competição continental da modalidade.

Além das passagens aéreas, o orçamento inclui custos com alojamento, alimentação e taxas de inscrição, compondo um pacote indispensável para garantir a participação da delegação. Apesar de várias diligências, os esforços da federação ainda não tiveram sucesso.

Perante o impasse, a FMN tem procurado apoio junto do Governo e do sector privado, sem resultados concretos até ao momento. Em último recurso, a instituição chegou a apelar à contribuição das famílias dos atletas, uma medida que o próprio dirigente classificou de indesejável, mas necessária face à urgência da situação.

A possibilidade de ausência de Moçambique na prova tem gerado preocupação no meio desportivo e reacendido o debate sobre o financiamento das modalidades no País.

Analistas apontam que o caso evidencia fragilidades estruturais, incluindo a dependência de apoios pontuais e a falta de mecanismos sustentáveis de financiamento.

Caso se confirme a ausência, os impactos poderão ser significativos. Para além de limitar a exposição internacional dos atletas, a não participação compromete o desenvolvimento competitivo da natação moçambicana e reduz a presença do País em eventos de alto nível no continente.

Organizado pela África Aquatics, o Campeonato Africano de Natação reúne atletas de vários países e constitui uma plataforma importante para a afirmação e crescimento da modalidade.

Para Moçambique, a incerteza mantém-se, a poucas semanas do arranque da competição, enquanto a federação continua a procurar soluções para evitar o afastamento.

O Mamelodi Sundowns, da África do Sul, e FAR Rabat, do Marrocos, são os finalistas da Liga dos Campeões Africanos, edição 2026. 

O emblema sul-africano venceu o Esperance de Tunis por uma bola sem resposta, em jogo da segunda mão das meias-finais da prova, mesmo resultado registado no da primeira. 

Já o FAR Rabat, de Marrocos, ultrapassou a formação do Berkane FC também por uma bola sem resposta, fixando um agregado de 2-1. A final entre as duas equipas está agendada para os dias 15 e 24 de Maio.

Já são conhecidas as quatro equipas que vão disputar as meias-finais da Liga dos Campeões Europeus. Trata-se do Atlético Madrid, Paris Saint-Germain, Bayern de Munique e Arsenal, que vão disputar um lugar na final da prova milionária.

Quatro clubes de quatro países vão disputar o acesso à final da Liga dos Campeões Europeus, depois do encerramento da disputa dos jogos dos quartos-de-final da prova.

Nos jogos desta semana, PSG, Atlético de Madrid, Arsenal e Bayern de Munique garantiram suas vagas e seguem na briga pelo título.

As meias-finais, entre Paris Saint-Germain e Bayern de Munique e Atlético de Madrid e Arsenal, decorrem entre 28 e 29 de Abril e 5 e 6 de Maio.

PSG elimina o Liverpool com autoridade

Depois de perder na primeira mão por 2-0, o Liverpool precisava de mais uma noite histórica em Anfield para seguir vivo na competição. No entanto, o PSG foi mais eficiente. Após suportar a pressão inicial, a equipe francesa aproveitou os espaços e contou com dois gols de Dembélé para vencer novamente. No agregado, 4-0 para os parisienses.

 

Atlético de Madrid avança mesmo com derrota

Disciplina e efectividade marcaram a classificação do Atlético de Madrid. Jogando no Riyadh Air Metropolitano, a equipe da capital espanhola acabou derrotada pelo Barcelona por 2-1, mas garantiu a vaga graças à vitória por 2-0 no jogo da primeira mão, terminando com agregado de 3-2.

Arsenal segura empate com Sporting e avança

O Arsenal segue vivo em busca do título inédito da Champions League. Mesmo sem uma grande actuação e com alguns sustos, o clube inglês eliminou o Sporting, equipa onde actua Geny catamo, e acabou com o sono do bicampeão português, que assim volta a terminar nos quartos-de-final da competição. 

O facto é que a vitória alcançada na primeira mão, em Alvalade, por 0-1, com golo apontado ao apagar das luzes, aliado ao empate no Emirates de Londres, bastou para os londrinos avançarem às meias-finais. 

Em jogo de sete golos, Bayern de Munique elimina Real

Um jogo para a história da Liga dos Campeões da Europa. Bayern de Munique e Real Madrid se defrontaram nesta quarta-feira, na Allianz Arena, e os alemães venceram por 4-3, apurando-se para as meias-finais da competição. Os golos da classificação foram marcados nos minutos finais. 

Na primeira parte, cinco golos deram ainda mais emoção para o confronto, que havia terminado em 2-1 para o Bayern em Madrid. Arda Güler marcou dois golaços e Mbappé complementou para o Real. Pavlovic, Harry Kane, Luís Díaz e Olise foram os autores dos golos da equipe bávara, que segue na busca de um título que foge há cinco temporadas.

Meias-finais da Liga dos Campeões

Paris Saint-Germain vs Bayern de Munique

Atlético de Madrid vs Arsenal

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