O País – A verdade como notícia

Reinildo Mandava, o internacional moçambicano ao serviço do Sunderland da primeira liga inglesa, regressou aos revelados na noite de ontem, após um mês lesionado. 

Jogando a titular, Mandava ajudou a sua equipa a alcançar uma vitória importante por uma bola sem resposta, diante do Tottenham. Com este triunfo, o Sunderland ocupa a décima posição com 46 pontos e está a 30 do líder Arsenal, que soma 76. 

O Seleccionador Nacional de Futebol Sub-17 garante que, apesar de Moçambique estar num grupo forte, há condições para passar a segunda fase do Campeonato Africano da categoria.  Inserida no Grupo C da prova, a selecção nacional vai defrontar o Mali, Tanzânia e Angola.

A um mês do arranque da prova, Moçambique já conhece os seus adversários, tal como ditou o sorteio. Sem escolhas nem preferências, o seleccionador nacional tem noção do que vai encontrar no seu Grupo.

A selecção nacional parte para a competição com a ambição de qualificar para a segunda fase, sonho que só se pode concretizar com muito trabalho.

Moçambique está no Grupo C juntamente com o Mali, Tanzânia e Angola. A prova será disputada de 13 de Maio a 2 de Junho, em Marrocos.

Moçambique acolhe, de 29 de Abril a 2 de Maio, a qualificação regional para o Campeonato Africano de Voleibol de Praia 2026. O evento reunirá várias duplas da região que procuram garantir o acesso à fase final da maior prova continental da modalidade.

A realização deste torneio em solo nacional destaca o papel do País no desenvolvimento do desporto em África. Para os atletas moçambicanos, esta é a oportunidade de competir com o apoio do público e lutar pelo apuramento num ambiente familiar, capitalizando o factor casa.

Espera-se que a competição seja marcada pelo equilíbrio e pela qualidade técnica, reforçando o prestígio de Moçambique na organização de grandes eventos desportivos.

Para já, os trabalhos das duplas nacionais continuam, tendo em vista a preparação para a qualificação para os Jogos Africanos. Por ora, os trabalhos das duplas nacionais são vistos, pelo gabinete técnico, como um passo importante para o desenvolvimento da modalidade e garantir o sucesso do País no continente.

Os mesmos decorrem no campo anexo à Escola Secundária Estrela Vermelha e na Arena da Costa do Sol, onde os atletas se focam na melhoria do rendimento desportivo.

O objectivo central desta preparação consiste na correcção de aspectos técnicos e tácticos importantes para elevar a competitividade das selecções nacionais perante os desafios internacionais que se aproximam.

A Federação Moçambicana de Voleibol reitera o compromisso em assegurar que as duplas se apresentem na sua melhor forma, focadas em superar os desempenhos anteriores.

Além do mais, a FMV acredita que todo o esforço feito neste ciclo de treinos será decisivo para garantir a qualificação de Moçambique para a fase final da competição continental, honrando a tradição de sucesso do voleibol de praia moçambicano e elevando o nome da nossa bandeira em toda a África.

A selecção nacional de sub-17 do nosso País já conhece os seus adversários para a fase de grupos da 16.ª edição do Campeonato Africano das Nações (CAN) 2026, a decorrer de 13 de Maio a 2 de Junho em Marrocos. Trata-se de Mali, Tanzânia e Angola, esta última seu rival da região.

O sorteio do Campeonato Africano das Nações da categoria de sub-17 foi realizado na tarde desta quarta-feira, na cidade do Cairo, Egipto, e definiu a composição dos quatro grupos da competição que terá lugar em Marrocos, em Maio e Junho próximos.

Moçambique, que esteve integrado no pote 4 do sorteio, foi sorteado para integrar o Grupo C, juntamente com as selecções do Mali, Angola e Tanzânia, num enquadramento competitivo que exigirá elevado rigor táctico e maturidade competitiva dos jovens Mambinhas.

A fase final do CAN sub-17 contará com 16 selecções, distribuídas em quatro grupos de quatro equipas cada. As duas primeiras classificadas de cada grupo avançam para os quartos-de-final, fase em que os oito apurados garantem automaticamente a qualificação para o Campeonato do Mundo da categoria do próximo ano.

Para além disso, as selecções que terminarem na terceira posição de cada grupo disputarão um play-off adicional, do qual sairão mais duas equipas qualificadas para o Mundial.

Histórico de Moçambique e Raio-X dos adversários do grupo C

Moçambique soma duas participações na história do CAN sub-17, nomeadamente nas edições de 1995 e 2001, tendo, em ambas ocasiões, ficado pela fase de grupos.

A edição de 2026 representa, assim, uma nova oportunidade para a selecção nacional ultrapassar essa barreira e afirmar-se entre as melhores do continente, até já provou nas provas que disputou ano passado e este ano.

Os adversários de Moçambique apresentam percursos distintos na competição, com algum histórico relevante. A Etiópia conta com três participações (1997, 2001 e 2003), tendo alcançado como melhor resultado o quarto lugar na edição de 1997, evidenciando tradição competitiva na prova.

A Tanzânia soma igualmente três presenças (2017, 2019 e 2025), tendo sido eliminada na fase de grupos em todas elas, perfilando-se como uma equipa em busca de afirmação.

Já Angola apresenta maior regularidade, com cinco participações (1997, 1999, 2001, 2019 e 2025), destacando-se o terceiro lugar alcançado em 2019, o melhor registo entre os adversários directos de Moçambique no grupo.

Com um grupo equilibrado e adversários com diferentes níveis de experiência, Moçambique terá de apresentar consistência e ambição para lutar por um dos lugares de qualificação.

A campanha rumo ao CAN sub-17 deste ano arranca, assim, com um desafio claro: transformar potencial em resultados e escrever uma nova página na história do futebol jovem nacional.

A prova vai decorrer de 13 de Maio a 2 de Junho, em Marrocos.

 

Eis a composição dos quatro grupos:

Grupo A: Marrocos, Tunísia, Egipto e Etiópia.

Grupo B: Costa do Marfim, Camarões, Uganda e RD Congo.

Grupo C: Mali, Angola, Tanzânia e Moçambique.

Grupo D: Senegal, África do Sul, Argélia e Gana.1

O futebol tem destas partidas cruéis e o Sporting sentiu-o da forma mais amarga na noite de terça-feira. Num Estádio José Alvalade vibrante e esgotado, os “leões” viram uma exibição defensiva quase perfeita ser desfeita ao minuto 90+2, com o Arsenal a levar para Londres uma vitória preciosa por 0-1.

Desde o apito inicial, ficou clara a estratégia das duas equipas. O Arsenal, fiel à identidade de Mikel Arteta, assumiu o controlo da posse e tentou empurrar o Sporting para o seu último terço. Contudo, a organização leonina mostrou-se imperial. Com as linhas muito juntas e uma entreajuda constante, os espaços para Bukayo Saka e Martin Ødegaard aparecerem foram quase nulos durante a primeira hora de jogo.

O Sporting não se limitou a defender e, em transições rápidas exploradas pela velocidade de Luís Suárez, ameaçou a baliza de David Raya, obrigando o guardião espanhol a duas intervenções de recurso que mantiveram o nulo até ao intervalo.

Na segunda parte, a pressão dos Gunners intensificou-se. O cansaço começou a pesar nas pernas dos jogadores caseiros e o Arsenal refrescou o ataque. Quando tudo indicava que o Sporting conseguiria levar o empate para a segunda mão — um resultado que seria inteiramente justo pelo rigor táctico demonstrado — surgiu o momento decisivo.

Numa insistência pelo corredor central, a bola sobrou para Kai Havertz dentro da área que, com frieza, bateu Rui Silva e silenciou as bancadas de Alvalade. Não houve tempo para a reacção: o golo “ao apagar das luzes” deu a vitória a quem foi mais persistente, mas castigou severamente quem tanto trabalhou.

Apesar da derrota caseira, a eliminatória não está sentenciada. O Sporting viaja para o Emirates Stadium no dia 15 de Abril com a obrigação de vencer, mas com a certeza de que tem argumentos para bater o pé aos gigantes ingleses. Em Alvalade, ficou a imagem de um leão ferido, mas ainda muito vivo na luta por um lugar nas meias-finais da prova rainha da UEFA.

 

Bayern surpreende no Bernabéu e trava hegemonia do Real Madrid

No “templo” da Liga dos Campeões, o Bayern de Munique mostrou por que razão é um dos eternos candidatos ao trono europeu. Numa noite em que o Real Madrid carregava o favoritismo das bancadas, a equipa de Vincent Kompany foi mais inteligente, bateu os recordistas de troféus por 1-2 e partiu com vantagem para a decisão na Baviera.

A primeira parte foi um xadrez táctico, com o Real Madrid a pressionar alto mas a esbarrar num inspirado Manuel Neuer, que, aos 40 anos, somou defesas cruciais. Contra a corrente do jogo, ao minuto 41, Serge Gnabry isolou Luis Díaz, que não perdoou na cara de Andriy Lunin.

O choque para os adeptos locais aumentou mal começou o segundo tempo. Com apenas 20 segundos decorridos após o reatamento, Harry Kane recebeu de Michael Olise e, com um remate seco de fora da área, ampliou para 0-2, anotando o seu 49.º golo na temporada.

O Real Madrid, fiel à sua mística de nunca desistir, lançou-se ao ataque. Após várias tentativas travadas por Neuer, a resistência alemã quebrou ao minuto 74. Trent Alexander-Arnold cruzou rasteiro e Kylian Mbappé apareceu no sítio certo para encostar, reduzindo a diferença e incendiando o Bernabéu para os minutos finais.

Apesar do sufoco final, com Vinícius Júnior e Mbappé a forçarem defesas de recurso, o Bayern segurou o resultado, que será discutido em Munique, no dia 15 de Abril.

“Canarinhos” e “locomotivas” vão discutir o troféu da cidade de Maputo em futebol, após vencerem os jogos das meias-finais realizadas esta terça-feira, no campo do Costa do Sol.

Mesmo debaixo de chuva, por vezes forte e noutras fraca, as duas meias-finais mostraram a sede de futebol que se tem na capital pelos amantes da bola, que foram em número considerável, e não se arrependeram de deixar seus afazeres no dia da mulher moçambicana.

No jogo de destaque, a chamada final antecipada, Costa do Sol e Black Bulls protagonizaram um excelente espectáculo de futebol que só foi decidido na marca das grandes penalidades.

Ao longo dos 90 minutos as duas equipas procuraram chegar ao golo, visitando sempre as balizas adversárias, mas sem conseguir abanar as redes.

Perto do final do jogo, Ernan, guarda-redes da Black Bulls, ainda pediu a entrada de Guirrugo, herói da final da Supertaça, para entrar e defender das grandes penalidades. 

O herói entrou e até fez o seu papel, mas os seus colegas não ajudaram e os “touros” vergaram diante do canário, que assim volta a voar alto, mesmo não tendo sido dia de sol.

O Costa do Sol conseguiu regressar a uma final três anos depois, desta vez para procurar conquistar mais um troféu para a sua vitrina, que é a mais preenchida de todas equipas do País.

O adversário dos “canarinhos” não podia ser uma grande equipa, para proporcionar uma final de luxo e de grande nível. Trata-se do Ferroviário de Maputo, que na outra meia-final não teve muitas dificuldades para superar a Liga Desportiva de Maputo, apesar de ter apanhado um pequeno susto.

O Ferroviário de Maputo chegou primeiro ao golo ainda na primeira parte, quando aos 37 minutos do jogo Ezequiel introduziu a bola nas malhas adversárias, após livre indirecto.

Mas a Liga Desportiva de Maputo soube reagir e dois minutos depois voltou a restabelecer o empate, através de Luther, que manteve justiça no marcador, já que o equilíbrio era a nota dominante na primeira parte.

Mas foi na segunda parte onde a superioridade dos “locomotivas” veio ao de cima, aproveitando as falhas defensivas para marcar golos que deram o apuramento à final. 

Apenas dois minutos decorridos após o reatamento, Naftal tirou proveito das fragilidades defensivas da Liga para fazer o 2-1, antes de Atílio voltar a aproveitar brincadeiras defensivas para fixar o 3-1 final, aos 54 minutos.

Já não houve espaço para reacção e o Ferroviário de Maputo continua firme na revalidação do título da cidade de Maputo, conquistado ano passado.

Desta vez será com o Costa do Sol, seu maior rival, não sendo elas as duas equipas com mais títulos no País.

Sábado, no mesmo relvado dos “canarinhos”, Black Bulls e Liga Desportiva de Maputo disputam o chamado jogo da consolação, lutando pelo terceiro lugar, enquanto o Ferroviário e o Costa do Sol disputam o troféu.

 

A empresa moçambicana Urbanova, especializada em consultoria e desenvolvimento imobiliário, está de mãos dadas com o pugilista britânico Anthony Joshua, que passou a integrar recentemente um projecto de alto padrão na cidade de Muscate, em Oman, País asiático.

O super-campeão mundial tornou-se investidor e embaixador de um empreendimento imobiliário chamado Yenaier Residences, no projecto de urbanização de Sultan Haitham City, tendo adquirido um apartamento de luxo no último piso de uma das seis torres residenciais ainda em construção, cada uma com sete andares.

O acordo foi formalizado recentemente, na cidade de Muscate, numa cerimónia oficial que não só simboliza um investimento imobiliário, mas uma presença estratégica de um dos maiores atletas da actualidade num mercado altamente competitivo.

A concretização desta parceria resulta de um trabalho de intermediação e posicionamento internacional desenvolvido pela Urbanova, a partir dos seus escritórios em Moçambique, que conta com uma equipa de jovens moçambicanos, ainda que tenha representação em mercados como Emirados Árabes Unidos e Austrália.

A assinatura formal do contrato de compra e venda foi firmada pelo pugilista e o fundador e PCA da Urbanova, Chakyl Camal, que, na ocasião, manteve também encontros institucionais, realizou uma visita de cortesia ao ministro das Infra-estruturas e Habitação de Oman, Khalfan bin Saeed bin Mubarak al-Shueili, para além de um jantar privado com Aadil Alexander, responsável pelo empreendimento através da sua empresa Adante Realty.

Mais do que uma aquisição imobiliária, o momento representa a afirmação de uma empresa moçambicana na esfera internacional que liga África, Europa e Ásia, num contexto em que a internacionalização das marcas nacionais ainda é um desafio.

A Urbanova posiciona-se, assim, como um exemplo de capacidade técnica, visão estratégica e ambição global, através de uma gestão moçambicana, para além de provar o compromisso e o esforço do sector privado moçambicano em romper paradigmas, alargando as fronteiras e permitindo uma presença internacional robusta e, agora, atrair nomes de relevo não só do desporto, mas também com capacidade de investimento, sendo a primeira vez que aposta no mercado milionário.

A cidade de Maxixe foi palco, este fim-de-semana, de um momento vibrante e transformador com o lançamento oficial do Torneio “Chapo Chapo”, dirigido pelo Ministro da Juventude e Desporto, Caifadine Manasse.

O evento reuniu dezenas de jovens, atletas e entusiastas do desporto, marcando o início de uma iniciativa que promete impulsionar talentos e promover a inclusão social.

Com energia contagiante e uma forte mensagem de encorajamento, Manasse destacou o desporto como ferramenta estratégica para a união, disciplina e criação de oportunidades para a juventude. 

“O Torneio Chapo Chapo é mais do que competição, é uma plataforma de sonhos, onde jovens podem revelar o seu potencial e construir um futuro melhor”, afirmou.

A iniciativa insere-se nos esforços contínuos do Governo de Daniel Chapo para massificar o desporto, incentivar estilos de vida saudáveis e criar espaços de integração juvenil, especialmente nas comunidades locais.

O arranque do torneio foi marcado por partidas emocionantes e um ambiente de festa, simbolizando não apenas o início de uma competição, mas o reforço do compromisso com uma juventude mais activa, participativa e protagonista do desenvolvimento do país.

O torneio “Chapo Chapo” já foi lançado nas províncias de Tete, Sofala, Maputo província e cidade de Maputo, para além de Inhambane. A iniciativa visa abranger cerca de 40.000 jovens em todo o país e envolve atletas locais e é estruturado com fases distritais, regionais e provinciais, como o caso de Inhambane, que envolve 250 equipas.

A Associação de Futebol da Cidade de Maputo (AFCM) remarcou para esta terça-feira, 7 de Abril, a disputa dos jogos das meias-finais do torneio de abertura em futebol, denominado Liga Jogabets. A marcação acontece depois de dois adiamentos e, desta vez, vai-se jogar no campo do Costa do Sol, a partir das 13h00.

Depois de dois adiamentos, primeiro devido a chuvas intensas na capital do País, e depois devido a Data-FIFA, que envolvia selecções nacionais, algumas delas com jogadores que actuam nos clubes de Maputo, com destaque para o Costa do Sol, desta vez os dois jogos das meias-finais da Liga Jogabets vão, mesmo, acontecer.

O adiamento dos jogos das meias-finais a 28 de Março, deveu-se ao facto dos “canarinhos” terem ficado desprovidos de três jogadores que representaram as suas selecções nacionais, nomeadamente Abdoul Karim, internacional do Burundi, Nelson Laomie, da Libéria, e Richard Mbulu, do Malawi.

A Black Bulls e o Ferroviário de Maputo também têm jogadores internacionais nos seus plantéis, mas sem nenhuma informação de terem sido convocados para as suas selecções.

Aliás, a Black Bulls mostrou-se indignada, na altura, com o adiamento dos jogos, alegando quebrar o ritmo dos jogadores, depois de um mês intenso de jogos, disputados entre quarta, quinta, sábado e domingo.

Assim, para as meias-finais marcadas para esta terça-feira, no campo do Costa do Sol, o Ferroviário de Maputo vai defrontar a Liga Desportiva de Maputo pelas 13h00, a abrir a final four, enquanto a turma da casa terá frente a Black Bulls, naquela que é considerada a final antecipada da prova, a partir das 15h00.

Recorde-se que a Liga Desportiva de Maputo terminou em primeiro lugar da Série A, com 13 pontos, à frente da Black Bulls, que terminou com 10 pontos. Na Série B, foi o Costa do Sol a terminar na frente, com 10 pontos, enquanto o Ferroviário de Maputo foi o segundo com nove pontos.

A final da competição foi marcada para o dia 11 de Abril, com os vencedores das meias-finais a defrontarem-se quando forem 15h00, mas com os semifinalistas vencidos a jogarem entre si a partir das 13h00.

Em caso de empates nos jogos das meias-finais e da final, bem como de atribuição do terceiro lugar, durante o período regulamentar, ou seja, nos 90 minutos, a Associação de Futebol da Cidade de Maputo informa que as equipas vão logo à disputa das grandes penalidades para se encontrar o vencedor.

O Ferroviário de Maputo é o actual vencedor da competição, conquistado no ano passado após derrotar na final o Maxaquene.

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