O País – A verdade como notícia

Foi lançado, em Maputo, o livro “Feliciano Gundana, O Percurso de um Patriota” do historiador Joel Tembe. Testemunharam o acto, o Presidente da República, antigos Presidentes e a família do heroi nacional.

Prefaciado pelos antigos Presidentes da República, Joaquim Chissano e Armando Guebuza, o livro “Feliciano Gundana, O Percurso de um Patriota” foi apresentado, em Maputo, por Jorge Ferrão, Reitor da Universidade Pedagógica.

De Joel das Neves Tembe, a obra apresenta o percurso político do homem que o país tem como heroi nacional e membro fundador da Frente de Libertação de Moçambique e a família descreve-o como um pai presente e exemplar. 

“Este livro é uma homenagem mais sentida ao nosso pai, Herói Nacional. Sim, mas antes de todos, o nosso herói pessoal. O homem que nos ensinou a falar, caminhar, ler e escrever, a respeitar os outros, a amar a verdade e a defender os valores em que acreditamos com coragem e humildade.” Disse Tapuwa Banguira, filha do Gundana, sustentando características do pai no meio da família. “Ele acreditava num país justo, mais livre e mais digno, e dedicou sua vida a isso, e mesmo com todas as responsabilidades que teve ao longo da sua vida, nunca deixou de estar presente.” Concluiu.

As virtudes de Gundana, segundo os seus colaboradores enquanto governante, transcenderam a dimensão familiar. Acima de tudo, o descrevem como político que sempre acreditou na juventude e concedeu oportunidades a todos. 

“Agradecemos a confiança que depositou em jovens quadros, confiando-lhes nas responsabilidades que nos moldaram como profissionais e como pessoas. Foi pela sua coragem e sua visão que muitos de nós tiveram oportunidade de aprender na prática o valor do serviço público e do compresso com o desenvolvimento da província. Recordamos a sua integridade, a transparência nas decisões, a simplicidade com que tratava as pessoas e a humildade que tornava grande o seu exemplo.” Os valores que guiaram a vida de Gundana, segundo o autor do livro, Joel das Neves Tembe, conferem-lhe legitimidade para se atribuir o seu nome a uma escola.

“Temos que mostrar que também podemos ser iguais, e dessa forma estaremos a honrar e preservar o seu legado. Eu arrisco a dizer que se calhar podíamos até criar uma escola de administração pública chamada Feliciano Gundana.” Desafiou o biógrafo argumentando que Feliciano “tinha uma forma de ser ético, pensar ético e agir ético.  Era uma pessoa que sabia resolver os problemas de forma didática; educava os jovens, trabalhadores e funcionários a respeitar a vontade do povo, o bem público e a ter um sentido humanístico.” Terminou. 

Presente no lançamento do livro, o Presidente da República, Daniel Chapo, descreveu  Gundana como homem de grandes convicções, e o livro lançado como um guia para a juventude desenvolver valores de patriotismo. 

“Este é um livro que é simultaneamente uma enciclopédia daqueles valores que nós temos dito que precisamos preservar: a independência, a soberania e integridade territorial. A geração pós independência não chegou a conhecer muito bem o herói nacional Feliciano Gundana e esta é uma oportunidade ímpar de conhecer com base neste livro.” Estiveram no lançamento do livro membros do governo, antigos governantes e combatentes da Luta de Libertação Nacional.

O escritor moçambicano Carlos dos Santos  lança o novo infanto-juvenil do escritor moçambicano intitulado “A voz da sombra”. 

A obra, de 88 páginas, tem como protagonista Facamoto, um rapaz conhecido pela aparência desleixada e pelo comportamento travesso, que inquieta colegas e vizinhos. Com a camisa sempre fora dos calções, a roupa manchada e o cabelo desgrenhado, Facamoto contrasta de forma surpreendente com a sua própria sombra. É neste confronto entre Facamoto e a sua sombra que se desvela uma história sobre responsabilidade e sobre os direitos e deveres das crianças.

O enredo de “A voz da sombra” recorda-nos que a liberdade de cada um termina onde começa a liberdade do outro; que nos ensina a não fazer ao outro aquilo que não gostaríamos que nos fizessem; que os direitos do colectivo têm primazia sobre os direitos individuais; e que não há direitos sem deveres, porque ambos são faces da mesma moeda. Acima de tudo, lembra-nos que devemos agir sem temer penalizações ou esperar qualquer tipo de recompensa.

SOBRE O AUTOR 

Carlos dos Santos, nascido em Maputo em 1962, é psicólogo, pedagogo e profissional da educação desde 1981. Autor prolífico, publicou obras infanto-juvenis como “O Conselho” (2007), “O Passeio pelo Céu” (2012), “Na Esteira das Estrelas” (2018) e “O Domador de Medos” (2024). Na ficção científica destacam-se “A Quinta Dimensão” (2006/2010) e “O Eco das Sombras” (2016). Escreveu ainda manuais técnicos e pedagógicos, participou em antologias e assina poesia sob o pseudónimo “Nyama”. Colabora regularmente com jornais e revistas em Moçambique e Angola

Ferroviário de Maputo e Sporting de Luanda medem forças, nesta sexta-feira, a partir das 12h00, em partida a contar para os quartos-de-final da Liga Africana de Basquetebol. As “locomotivas” lutam pela revalidação do título, enquanto as “leoas” querem fazer história na sua estreia na competição.

Duelo das moçambicanas nos quartos-de-final da Liga Africana de Basquetebol Feminino em Cairo, nesta sexta-feira. Por um lado, o Ferroviário de Maputo, campeão nacional e africano em título, talhado à conquista na bola-ao-cesto feminino, contando com nove moçambicanas e três estrangeiras, e, por outro, o Sporting de Luanda de Angola, estreante na competição, que conta com três moçambicanas, numa equipa dominada por angolanas.

Trata-se de um embate que define a primeira semifinalista da competição, com as treinadas por Nasir Salé a serem, claramente, favoritas a vencer, mas a terem de provar dentro da quadra a sua superioridade e experiência.

Ferroviário de Maputo, que passou invicto na fase regular após vencer os três jogos disputados, nomeadamente diante do First Bank da Nigéria, por 85-48, FAP dos Camarões, por 62-43, e KPA do Quénia, por 91-76, tem a responsabilidade de fazer melhor neste jogo e em toda a competição, não fosse bicampeã africana da modalidade.

Já o Sporting de Luanda, que conta no seu plantel com três moçambicanas, nomeadamente Eleotéria Lhavanguana, Nilza Chiziane e Vilma Covane, estreou-se com pé esquerdo, ao perder diante do REG do Ruanda por três pontos de diferença, 67-64, antes de somar a primeira vitória de sempre na WBAL, diante do FBA da Costa do Marfim, por 65-40, a mostrar a sua capacidade de recuperação e compromisso com uma boa prestação na prova.

Na derradeira partida da fase regular, a equipa angolana voltou a vergar diante da poderosa formação egípcia, o Al Ahly, por 86-65, terminando em segundo no grupo A, o que deu direito a defrontar o primeiro do grupo B, o Ferroviário de Maputo.

Ingvild Mucauro é a atleta do Ferroviário de Maputo em destaque, com índice de eficiência de 17,3% por jogo, seguido da Destiny pitts, com 14,3, e Odélia Mafanela, com 13,7. A norte-americana Destiny Pitts tem a melhor média de pontos, com 13,7.

Do lado das angolanas, os destaques na primeira fase foram Nelma Cuna, Eleotéria Lhavanguana e Nilza Chiziane.

O segundo jogo do dia vai colocar frente-a -frente o REG do Ruanda ao ASC Ville de Dakar do Senegal, enquanto o terceiro jogo do dia será disputado pelo APR do Ruanda e o KPA do Quénia.

O último jogo dos quartos-de-final da Liga Africana de Basquetebol Feminino a ter lugar nesta sexta-feira vai colocar frente-a-frente o Al Ahly do Egipto e o CNS da República Democrática do Congo.

Os jogos das meias-finais disputam-se no sábado e a grande final terá lugar no domingo.

O escritor Mia Couto lança a sua nova obra “As sementes do céu”, neste sábado, na Fundação Fernando Leite Couto, em Maputo. 

O conto ilustrado por Susa Monteiro explora a relação entre o homem e a natureza, a importância da infância e o diálogo intergeracional. A história é sobre um avô e neto que lamentam o desmatamento, refletindo sobre a vida que brota da terra e a necessidade de construir um mundo melhor, enraizado na memória e na esperança, pois a natureza é a própria vida.

«Um dia, o avô espreitou pela janela e contemplou as montanhas. Deu um passo atrás, com as mãos no peito, como se lhe faltasse o ar. Apontou para o topo dos montes, lá onde vivia uma imensa floresta. Agora, restava apenas areia e pedra. Tinham cortado as árvores todas.»

O evento será feito de leitura encenada do texto pelos actores Fernando Macamo e Nélia Gilberto, com posterior intervenção do autor e sessão de autógrafos.

A Editora Trinta Nove e o projecto Livroteca apresentam hoje o lançamento da edição  em banda desenhada e da tradução inglesa de Ualalapi, obra seminal de Ungulani Ba Ka  Khosa. O evento terá lugar na livraria da Vila  Municipal de Marracuene, em Maputo. 

O evento contará com a presença do autor da obra, Ungulani Ba Ka Khosa, e de Adérito Wetela, o  ilustrador responsável por dar nova vida visual ao romance. 

Publicado originalmente em 1987, Ualalapi é um marco incontornável da ficção africana  moderna. Vencedor do Grande Prémio de Ficção Narrativa Moçambicana, integra desde 2002 a prestigiada lista dos 100 melhores livros africanos do século XX, destacando-se pela  profundidade histórica e pela força literária. 

A narrativa acompanha Ualalapi, guerreiro incumbido de matar o hosi Mafename por ordem  do príncipe Ngungunhane, que assim ascende ao trono como último imperador de Gaza — figura central da resistência moçambicana face ao avanço colonial português no final do século  XIX. 

A nova edição em banda desenhada oferece uma leitura visualmente poderosa deste que é  considerado um dos maiores romances africanos do século XX, tornando-o acessível a novos  públicos e reforçando o seu lugar na literatura global.

O Presidente da República diz que a arte não deve ser luxo, mas sim um instrumento de transformação social. Daniel Chapo, que falava neste sábado, em Maputo, no lançamento do Concurso Nacional de Literatura, apela aos jovens para que apostem  na criatividade.

O Concurso Nacional da Literatura estará subdividido em três categorias, nomeadamente poesia, prosa e ensaio. O vencedor de cada uma das categorias poderá receber um prémio de um milhão de meticais.   

A informação foi partilhada, este sábado, pelo Presidente da República, Daniel Chapo, a quem coube lançar o concurso criativo. 

“Para além do incentivo financeiro, os vencedores terão o privilégio de ver as suas obras publicadas e divulgadas, sob a responsabilidade dos que organizam. Com este gesto, pretendemos estimular a profissionalização da escrita e promover o acesso público do moçambicano a novas vozes, novas ideias e novas narrativas que enriquecem a nossa cultura. Este concurso representa igualmente uma viragem decisiva no incentivo do Estado à produção literária”, explicou Chapo.

O Chefe de Estado considera que a arte tem o poder de transformação social e, por isso, deve ser, também, um instrumento de diálogo. 

“A literatura tem um poder único de eternizar momentos, emoções e mensagens. Uma obra escrita pode atravessar gerações e continuar a ensinar, inspirar e dialogar com o futuro. Reafirmamos que a arte não deve ser vista como um luxo, mas como uma necessidade fundamental para o desenvolvimento humano e social.”

A iniciativa é do Ministério da Educação e Cultura em parceria com a Associação dos Cineastas e a Associação dos Escritores de Moçambique. 

“ Há tantos artistas cujas obras estamos a ler até hoje, de gerações e gerações, mas as suas obras continuam a ser eternizadas. Já desenhamos projetos que encorajam e promovem a participação da juventude, a participação e a inclusão de iniciativas criadoras da juventude. No fundo, o que nós queremos é a felicidade dos moçambicanos, manter a memória coletiva, manter este bem comum que é estarmos juntos e vivermos juntos e fazermos a nossa pátria”, explicou Filimone Meigos, secretário-Geral da AEMO.

Na ocasião, o Chefe do Estado anunciou a implementação da iniciativa “Um Distrito, Uma Casa de Cultura”. 

“É preciso criar um espaço em cada distrito deste país para que os fazedores das artes e cultura se encontrem. Nós temos falado muito sobre jovens que estão a se perder devido ao consumo de álcool, de droga e outros males, mas nós também temos que reconhecer que é preciso criar espaços para que estes jovens se ocupem positivamente.”

Os termos de referência do Concurso Nacional de Literatura serão anunciados no próximo ano. 

O Presidente da República diz que a arte não deve ser luxo, mas sim um instrumento de transformação social. Daniel Chapo, que falava neste sábado, em Maputo, no lançamento do Concurso Nacional de Literatura, apela aos jovens para que apostem  na criatividade.

O Concurso Nacional da Literatura estará subdividido em três categorias, nomeadamente poesia, prosa e ensaio. O vencedor de cada uma das categorias poderá receber um prémio de um milhão de meticais.   A informação foi partilhada, este sábado, pelo Presidente da República, Daniel Chapo, a quem coube lançar o concurso criativo. 

“Para além do incentivo financeiro, os vencedores terão o privilégio de ver as suas obras publicadas e divulgadas, sob a responsabilidade dos que organizam. Com este gesto, pretendemos estimular a profissionalização da escrita e promover o acesso público do moçambicano a novas vozes, novas ideias e novas narrativas que enriquecem a nossa cultura. Este concurso representa igualmente uma viragem decisiva no incentivo do Estado à produção literária”, explicou Chapo. O Chefe de Estado considera que a arte tem o poder de transformação social e, por isso, deve ser, também, um instrumento de diálogo. 

“A literatura tem um poder único de eternizar momentos, emoções e mensagens. Uma obra escrita pode atravessar gerações e continuar a ensinar, inspirar e dialogar com o futuro. Reafirmamos que a arte não deve ser vista como um luxo, mas como uma necessidade fundamental para o desenvolvimento humano e social.” A iniciativa é do Ministério da Educação e Cultura em parceria com a Associação dos Cineastas e a Associação dos Escritores de Moçambique. 

“ Há tantos artistas cujas obras estamos a ler até hoje, de gerações e gerações, mas as suas obras continuam a ser eternizadas. Já desenhamos projetos que encorajam e promovem a participação da juventude, a participação e a inclusão de iniciativas criadoras da juventude. No fundo, o que nós queremos é a felicidade dos moçambicanos, manter a memória coletiva, manter este bem comum que é estarmos juntos e vivermos juntos e fazermos a nossa pátria”, explicou Filimone Meigos, secretário-Geral da AEMO. Na ocasião, o Chefe do Estado anunciou a implementação da iniciativa “Um Distrito, Uma Casa de Cultura”. 

“É preciso criar um espaço em cada distrito deste país para que os fazedores das artes e cultura se encontrem. Nós temos falado muito sobre jovens que estão a se perder devido ao consumo de álcool, de droga e outros males, mas nós também temos que reconhecer que é preciso criar espaços para que estes jovens se ocupem positivamente.”

Os termos de referência do Concurso Nacional de Literatura serão anunciados no próximo ano. 

A 12ª edição da Temporada de Música Clássica Xiquitsi 2025 encerra, este mês, com a terceira série de três concertos marcados para os dias 6, 7 e 13 de Dezembro.

Nesta série, o Xiquitsi vai apresentar propostas distintas e inovadoras, cada uma com as suas especificidades, a começar neste Sábado, às 11 horas, no Teatro Scala, onde terá lugar o primeiro Concurso de Composição Xiquitsi, no qual, além das obras de repertório a serem interpretadas pela Orquestra e Coro Xiquitsi, vão a concurso “Deus Existe”, de Queirós Júlia, “Prelúdio de uma noite de verão”, de Humberto Tandane Júnior, “A cor da Gratidão”, de Hilário Vasco Manhiça, e ainda “Glória”, de Francisco Fumo.

O segundo concerto está marcado para domingo, às 15h00, na Igreja Dom Bosco do Bagamoyo. Trata-se do já tradicional concerto denominado “Tarde para Pais e Filhos”, um concerto de carácter pedagógico que contará com a estreia em palco numa apresentação pública da Orquestra Infantil, Coro Infantil e ainda do Ensemble de Percussão Xiquitsi, sob coordenação dos professores Eduardo José Alemán, Yara Carvalho e Cheny Wa Gune, respectivamente.

“Noite para as Famílias” será o último concerto da série, marcado para dia 13 de Dezembro, às 19h00, na Igreja Santo António da Polana. Desta vez, o Xiquitsi convidou os pais dos seus alunos para se juntarem à orquestra e coro, contribuindo, por um lado, para um maior envolvimento e conhecimento dos encarregados de educação do dia-a-dia dos seus educandos. Igualmente, pretende-se, com a aproximação dos pais, permitir uma maior cultura de concerto por parte dos encarregados de educação dos alunos.

Francisca Fins Zlotnikov, no violino, Kika Materula, no oboé, e Yara Carvalho, na voz, serão as solistas da noite que promete muitas surpresas e que deixará em todos o sentimento do espírito natalício que já se vive nesta época.

A série de concertos contará com a presença de 166 músicos em palco, dos quais 11 professores, uma aluna do Xiquitsi em formação em Espanha – Blandina Dimande – e Francisca Zlotnikov, que regressa a Maputo 10 anos depois da sua primeira visita ao Xiquitsi. Esta é, sem dúvida, a série de concertos com maior número de músicos em palco.

Deste modo, o Xiquitsi encerra o ano com o compromisso de continuar a ser uma plataforma de desenvolvimento social através do ensino colectivo de música, em que o “ensino por excelência” é uma das ferramentas essenciais para o cumprimento da sua missão.

O Programa conta com cerca de 250 alunos distribuídos entre as classes de violino, viola, violoncelo, contrabaixo, oboé, clarinete, percussão, canto e luthieria ou fabrico e reparação de instrumentos musicais. O Xiquitsi é um programa desenvolvido pela Kulungwana – Associação para o Desenvolvimento Cultural, e está sob direcção de Kika Materula, sua fundadora. 

O antigo edil da cidade de Maputo, Eneas Comiche,  recebeu, nesta terça-feira, o Prémio Alumni Joaquim Chissano. O antigo presidente da República considera que é inquestionável o contributo de Comiche para o desenvolvimento do país. 

O antigo presidente da República, Joaquim Chissano foi o responsável por entregar a Eneas Comiche o prémio Alumni 2025. 

Trata-se de uma distinção atribuída anualmente pela Câmara de Comércio Portugal-Moçambique a personalidades que tenham contribuído de forma decisiva para o desenvolvimento da sociedade moçambicana. “Não será exagero afirmar que esta premiação é mais do que merecida, consubstanciada pelo desempenho do DR. Eneas Comiche enquanto estudante em Portugal, foi um profissional exímio, um dirigente com princípios que norteiam a sua liderança nas diferentes instituições”, explicou Joaquim Chissano. 

Para o antigo Chefe de Estado, o desempenho de  Eneas Comiche deve servir de inspiração. “Eneas Comiche não precisa provar a mais ninguém a sua competência. Essa missão ele já cumpriu ao longo dos anos. O seu exemplo de prestador de serviços, que inspire as novas gerações, que seja consultado mais vezes para transmitir o conhecimento e a experiência acumulada para o bem dos moçambicanos”. 

Por sua vez, Eneas Comiche agradeceu pela distinção. O momento serviu também para a apresentação do livro intitulado Instinto Feminino, da autoria de Rui Moreira de Carvalho  e de Paula Veiga. Trata-se de uma reflexão sobre o uso da Língua Oficial Portuguesa no empoderamento feminino. 

“Os projectos nascem com o acreditar, com o querer fazer mais e melhor. Este livro trata do crescimento de uma economia muito suportada por uma economia, como uma alavanca da formação a nível básico, o empoderamento”, disse Rui Moreira de Carvalho. 

O livro tem 109 páginas. Ainda esta terça-feira foram homenageados os escritores Francisco Panguane e Zacarias Nguenha, no âmbito do prémio Fernando Leite Couto.  

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