Arrancou, nesta quinta-feira, a segunda fase da reabilitação de emergência da Estrada Nacional Nº 6. A intervenção abrange os troços com maior nível de degradação ao longo dos 300 quilómetros que ligam a Beira ao Zimbabwe.
Segundo a REVIMO, concessionária da rodovia, esta fase passa por uma reabilitação estruturante do pavimento dos troços que apresentam maior nível de degradação, com objectivo de melhorar a segurança rodoviária e garantir maior durabilidade das cargas e incluiu trabalhos
de drenagem.
Há igualmente trabalhos em curso, na fase conclusiva, na antiga ponte sobre o rio Metuchira em Manica, para garantir uma maior fluidez do trânsito.
A reabilitação, orçada em cerca de 600 milhões de meticais, visa reduzir os riscos de acidentes e melhorar a circulação enquanto se aguarda uma intervenção de maior escala. As obras compreenderão também a reabilitação de pontos críticos danificados pelas intempéries; melhoramento do pavimento em segmentos degradados e trabalhos para reforçar a segurança e garantir maior fluidez do tráfego, especialmente no corredor Beira–Machipanda.
A conclusão está prevista para dentro de cinco meses. A primeira fase, iniciada em Maio, consistiu no tapamento de buracos.
A EN6 é uma das vias mais importantes do País, ligando o Porto da Beira à fronteira com o Zimbabwe. Por isso, as obras procuram assegurar o transporte de pessoas e mercadorias, reduzindo interrupções provocadas pela degradação da estrada.