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Moçambique precisa de investir em infra-estruturas rodoviárias e ferroviárias eficientes para reduzir o tráfego e o tempo de espera nos corredores logísticos, segundo o sector privado. Os patrões falavam no seminário sobre o Desenvolvimento do Corredor Logístico do Norte, com participação do Japão.

Novas ideias de investimentos e negócios podem sair dessa sala, onde estão reunidos empresários moçambicanos e japoneses a discutir o desenvolvimento do Corredor Logístico do Norte.

O porto de Nacala tem uma capacidade de manuseamento de carga equivalente a 252 mil contentores, que, segundo o sector privado, é de extrema importância  para a viabilização dos negócios.

Para o feito, a melhoria das vias e expansão da capacidade de manuseamento de carga é urgente, daí que a cooperação com o Japão é vista como impulsionadora do crescimento económico.

Já o embaixador do Japão reconheceu o valor estratégico do porto de Nacala, sobretudo para o desenvolvimento da região Norte.

Em representação do Governo, a secretária de Estado da Indústria e Comércio apontou reformas legais feitas pelo Estado para melhorar o ambiente de negócios e atrair mais investimento estrangeiro.

Moçambique empenha-se em consolidar o Porto de Nacala e o respectivo corredor logístico como uma plataforma de integração económica regional e materialização da Zona de Comércio Livre Continental Africana.

A primeira-ministra desafia os investigadores a desenvolverem pesquisas científicas viradas ao desenvolvimento económico, social e cultural do país. As declarações foram feitas hoje, em Maputo, por Benvinda Levi, durante a abertura da conferência de Jovens Investigadores da CPLP.

Maputo acolhe, de 25 a 27 de Março, a quarta Conferência de Jovens Investigadores da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa, um evento com o objectivo de promover o uso da ciência na governação.

Cristina Molares, presidente da Associação de Jovens Investigadores da CPLP, fala do evento como uma oportunidade para pôr a ciência a serviço do desenvolvimento.

“A ciência e a política muitas vezes encontram-se em tensão e conflito. No entanto, sem ciência não há desenvolvimento sustentável. É essencial compreender que todos partilhamos um objetivo comum. Ultrapassar as dificuldades crónicas e contribuir para uma África muito marcada de desgraças. Até agora usamos as políticas sem a ciência. Não está a dar certo. Devemos passar a  pôr a ciência a nosso favor, mas desta vez, não  a ciência importada”, defendeu.

A primeira-ministra, que esteve em representação do Presidente da República, desafiou os jovens investigadores a usarem a ciência para o desenvolvimento do país.

“Que as vossas pesquisas e investigações não se limitem apenas a relatórios académicos e teóricos, pois devem propor soluções práticas e concretas que contribuam para a melhoria da vida social e económica das comunidades, concorrendo, desta forma, para o desenvolvimento sustentável e inclusivo dos nossos países”, disse Benvinda Levi.

No domínio da inovação tecnológica, Levi deixou apelos aos pesquisadores.

“Hoje a inteligência artificial aparentemente resolve todos os problemas, mas é preciso também ver os desafios que ela nos coloca, os riscos que ela traz. Facilita-se a vida, mas não resolve tudo.”

O presidente do Conselho Municipal de Maputo, Rasaque Manhique, reafirmou, por seu turno, a aposta da edilidade na valorização do conhecimento como motor de desenvolvimento.

Rasaque Manhique falava na abertura da IV Conferência de Jovens Investigadores da CPLP-ÁFRICA, um evento que decorre até sexta-feira, sob o lema “Diversidade cultural, inovação digital e saberes ancestrais: construindo futuros sustentáveis em África”.

Nos três dias da conferência, haverá apresentação de 60 trabalhos de jovens da CPLP, virados para as pesquisas para o desenvolvimento.

O arguido Abdul Gafur Gulam, um dos 40 indivíduos indiciados pela prática dos crimes de branqueamento de capitais, fraude fiscal, associação criminosa, falsificação e uso de documentos falsos, chega hoje a cidade de Maputo, extraditado de Portugal, onde esteve detido. 

Trata-se da Operação STOP BC, no âmbito do processo nr. 3/GCCCOT/22, no qual foram constituídos em arguidos 40 indivíduos e 32 sociedades comerciais, indiciados pela práticas dos crimes de branqueamento de capitais, fraude fiscal, associação criminosa, falsificação e uso de documentos falsos. 

O arguido Abdul Gafur Gulam, que se encontrava em parte incerta, foi detido em Portugal, em resultado ao mandado de captura internacional e por consequência alerta vermelho pela Interpol.  

As autoridades nacionais  solicitaram a extradição do arguido,  que o Tribunal da Relação de Lisboa decretou. Assim, Abdul Gafar aterrou hoje em Moçambique, extraditado de Portugal.

Abdul Gafar Gulam teria criado cerca de oito empresas de fachada, usando para o efeito, terceiras pessoas, entre as quais, de nacionalidade estrangeira e nacionais. 

Criadas as empresas, Abdul Gafar Gulam, por intermédio de testas de ferro, em nome de quem constituiu as empresas, abriu contas em diferentes bancos comerciais, através dos quais passou a receber elevadas somas de dinheiro, maioritariamente por depósito em numerário e cheques.

Sem que as referidas empresas tivessem efectivamente exercido alguma actividade comercial para qual teriam sido supostamente criadas, passaram a transferir montantes para várias jurisdições estrangeiras, entre as quais: Portugal, Turquia, China, Hong Kong, Maurícias, Tailândia, Japão, Emirados Árabes Unidos, Malásia, alegadamente para pagamento de mercadorias que nunca foram importadas, ou seja, nunca deram entrada no território aduaneiro moçambicano.  

Com vista a justificar as transferências de valores ao estrangeiro e dissimular a falta de entrada da mercadoria à Moçambique, Abdul Gafar Gulam, contando com auxílio de alguns despachantes aduaneiros e alguns colaboradores de bancos comerciais, forjou termos de compromisso de intermediação bancária, facturas proformas supostamente de fornecedores e documentos únicos das Alfândegas, que posteriormente os apresentou junto aos bancos comerciais e entidades públicas. 

Abdul Gafar Gulam, com recurso a este “modus operandi”, transferiu para o estrangeiro, entre 2019 a 2022, o equivalente a cerca de cento e quarenta milhões de dólares americanos, alegadamente para compra de mercadorias que nunca foram desembaraçadas no território aduaneiro nacional. 

 

Está suspensa desde as 8 horas  desta quarta-feira a circulação de viaturas na Estrada Nacional Número Um (EN1), na zona de Nguluzane, na cidade de Xai-Xai, em Gaza. A situação deve-se a uma infraescavação na via, na sequência da segunda vaga de inundações. 

“Fomos surpreendidos na madrugada por uma infra escavação junto à ponte do rio Nguluzane. Então, visto que tínhamos aqui o material acumulado, estamos a fazer a reposição da via, a partir deste material, estamos a meter pedras grandes. Eu penso que daqui a mais ou menos 40 minutos a via estará liberada para que o trânsito na EN1 flua”, disse Ossemane Adamo, edil de Xai-Xai. 

O edil adverte, contudo, que a via continua em risco, podendo, por isso, a qualquer momento ser novamente interrompida. “Não temos muito a fazer, o que estamos a fazer aqui é uma intervenção de emergência, porque o dique não é possível intervir, já que tem muita água a passar e não se consegue chegar lá por via terrestre”, disse, apelando à calma dos usuários da via.  

O Delegado da ANE, Jeremias Mazoio, reiterou que a interrupção é preventiva e que se espera que a circulação seja retomada dentro de instantes.

O encerramento da USAID e o corte de financiamento ao Sector Da Saúde reduziram a capacidade nacional de Testagem de tuberculose. O diagnóstico reduziu em cerca de 6% de 2024 para 2025, ano do corte do financiamento externo.

É uma das principais causas de morte entre as doenças infecciosas em todo o país. Anualmente, são diagnosticados pouco mais de 100 mil novos casos de tuberculose, um número que reduziu significativamente após o corte de financiamento ao sector da saúde pelo regime norte americano de Donald Trump.

“Quando nós tivemos o corte de financiamento do Governo Americano, afectou o programa da tuberculose, considerando que nós temos alguns actores comunitários, que prestam serviços para  a tuberculose e são financiados por este financiamento externo. Então, isso afectou muito e levou a uma redução de números de casos que eram diagnosticados. Em 2023, nós estávamos em cerca de 116 mil casos de tuberculose diagnosticados e tivemos uma redução de cerca de 9%”, avançou Benedita José, Directora do Programa de Controle da Tuberculose. 

Embora os casos de tuberculose em menores continuem uma preocupação, as formas mais graves segundo o ministério da saúde registam-se em adultos. 

“As crianças têm a vantagem de poder receber uma vacina contra o BCG, uma vacina que, geralmente, deixa marcas no ombro. Então, esta vacina previne a ocorrência de formas graves, o que significa que temos tuberculose em crianças, mas as formas graves são pouco frequentes (…) Mas nós começamos a ter uma reativação das infecções na fase adulta, o que significa que não devemos nos concentrar nas crianças, mas é preciso haver acções que olhem para a fase adulta”, explicou Benedita José. 

O governo pretende eliminar a Tuberculose até 2030, para o efeito, segundo o ministro da saúde que falou na palestra alusiva ao Dia Mundial da Tuberculose, é necessário inovar, pesquisar e melhorar a coordenação.

Historicamente, as províncias de Gaza e Inhambane registam maior número de casos de tuberculose, no entanto, a estatística de 2025 pesou nas províncias de Zambézia e Nampula.

 

O Governo moçambicano anunciou a reestruturação do Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários (Inatro) após verificar “disfunções institucionais graves”, que incluem indícios de corrupção, atrasos nos serviços e deterioração do atendimento.

O Ministério dos Transportes e Logística decidiu proceder à reestruturação profunda do Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários com vista a proteger o interesse público, melhorar a qualidade dos serviços prestados ao cidadão e salvaguardar o papel da instituição enquanto autoridade reguladora dos transportes rodoviários do país”, lê-se num comunicado do ministério, citado por Notícias ao Minuto. 

 A decisão foi tomada com base nos resultados de uma auditoria realizada pela Inspeção-Geral do Ministério dos Transportes, complementada por uma inspecção independente do Ministério da Administração Estatal e Função Pública, que concluíram “de forma clara” que o Inatro enfrenta “disfunções institucionais graves”.

As disfunções verificadas incluem “falhas recorrentes nos sistemas informáticos, atrasos significativos na prestação de serviços, fragilidades na gestão interna, indícios de corrupção e deterioração do atendimento ao público”, indica-se no comunicado.

Segundo o Ministério dos Transportes e Logística, até meados de Fevereiro, o instituto tinha cerca de 40 mil cartas de condução por imprimir e cerca de 32 mil processos pendentes, o que “tem gerado insatisfação dos utentes”, além de comprometer a credibilidade institucional.

A reestruturação do Inatro vai implicar a mobilidade gradual de funcionários, o reforço das equipas técnicas com quadros de outros setores da administração pública moçambicana e a estabilização dos sistemas tecnológicos que suportam a prestação de serviços.

O documento avança ainda que o processo será acompanhado por uma equipa técnica interinstitucional, que vai monitorizar a concretização das medidas até Agosto de 2026, garantindo a continuidade dos serviços essenciais e a reposição da confiança dos cidadãos.

“Com esta decisão, o Governo reafirma o seu compromisso com a melhoria da qualidade dos serviços públicos, a transparência e a defesa do interesse dos cidadãos”, concluiu o Ministério dos Transportes e Logística de Moçambique.

Em Março de 2025, o ministro dos Transportes e Logística pediu ao Inatro para agilizar a entrega de 5 MIL cartas de condução pendentes e retomar a fiscalização rodoviária para reduzir acidentes de viação.

“Não podemos continuar a ter o cidadão a ficar muito tempo à espera de cartas de condução como tem estado a acontecer”, disse na altura João Matlombe.

Em 28 de Janeiro, a instituição anunciou que um novo provedor de cartas de condução começaria a operar até o final do primeiro semestre, para acelerar a produção e impressão deste documento.

Já em 09 de Março, o Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários anunciou a impressão de 25 mil cartas de condução, dos 35 mil pedidos pendentes, desde finais de janeiro, em resultado das “medidas extraordinárias”.

A entidade referiu ainda que o resultado foi também impulsionado pela entrada em funcionamento de mais uma máquina de impressão das cartas de condução, que permitiu a duplicação da capacidade instalada de impressão de 750 para 1500 cartas por dia, bem como o aprimoramento dos sistemas informáticos intervenientes no processo de impressão.

Mais de um milhão de famílias foram afectadas pelas cheias e inundações no país. O ministro da Planificação e Desenvolvimento diz que o Plano de Reconstrução e Recuperação  está ainda a ser elaborado. Salim Valá falava, esta terça-feira, na recepção de 500 toneladas de sementes doadas pela Tanzânia. 

O sector agrícola tem sido dos mais afectados pelas cheias e inundações, devido a perda de culturas diversas arrastadas pelas águas. 

Nesta terça-feira, o ministro da  Planificação e Desenvolvimento orientou a  chegada de mais de 500 toneladas de sementes, doadas pela República da Tanzânia. 

“Em nome de todos os tanzanianos, eu trago para vocês 500 toneladas de sementes de milhos, dos irmãos e irmãs da República Unida de Tanzânia, sob a liderança da Excelência, a nossa Presidente. Segundo suas instruções, estou aqui para trazê-los como apoio aos desastres”.

O ministro da Planificação e Desenvolvimento foi quem recebeu os donativos e explicou que as será essencial para ajudar a reerguer parte das mais de 1 milhão de famílias afectadas pelas inundações. 

“Neste momento, nós estamos a preparar o plano global da reconstrução e recuperação com as cheias,e temos estimado cerca de, acima de um milhão de famílias afetadas, e, segundo as previsões que nós fizemos, estimativas ainda provisórias, dão a indicação que isto poderá afetar o nosso PIB de 1% a 2%, e, portanto, também poderá influenciar nos pressupostos macroeconômicos que evitaram a elaboração do Plano Econômico Social e do Orçamento Estadual dos Estados Unidos”.

Depois da entrega das sementes, o ministro dos Negócios Estrangeiros da Tanzânia foi recebido em audiência pela Primeira-Ministra, Benvinda Levi.

No encontro, que decorreu a portas fechadas, foi discutida a necessidade de reforçar a cooperação econômica.  

“Eu tive a oportunidade de ser recebido pela Primeira-Ministra e ter uma discussão extensa. E uma das áreas muito fortes que ela propôs  é a cooperação econômica entre Moçambique e Tanzânia, porque a nossa cooperação política junta está lá pelos últimos 65 anos, desde a nossa independência. Mas agora estamos falando da Comissão Econômica Junta”. 

A vinda a Moçambique enquadra-se também no reforço dos laços de amizade entre os países. 

A Gigante panda segurança, uma empresa antes licenciada para segurança privada, que foi encerrada pelas autoridades moçambicanas e as suas armas apreendidas, em meados de Dezembro de 2023, indiciada de branqueamento de capitais, financiamento ao terrorismo, entre outros crimes, afinal continua a operar nas cidades de Maputo e Beira.   

A empresa está sem escritórios nas duas cidades e já trocou três vezes de fardamento, desde que foi encerrada até este momento.

Lembre-se que em meados de 2024, depois de denuncias dando conta que a empresa estava a operar clandestinamente na Beira e em Maputo, o Ministério de Interior a apreendeu 22  armas de fogo usadas pela empresa na cidade no Chiveve, mas até hoje são desconhecidas as conclusões sobre o processo.

A Gigante Panda Segurança tem como proprietário Jiye Zhuo, um cidadão chinês indiciado por vários crimes, e procurado pela justiça. O mesmo possui um Bilhete de Identidade moçambicano que indica que é natural do distrito do Búzi, e ao mesmo tempo é portador de Documento de Identificação de Residente Estrangeiro — DIRE.

A investida da justiça contra empresas ligadas ao empresário ocorreu poucos meses depois de o então Presidente da República, Filipe Nyusi, ter denunciado a existência de bombas de combustíveis na província de Sofala que eram usadas para financiar o terrorismo em Cabo Delgado.

Entre essas infra-estruturas, encontram-se as bombas de combustíveis Thian Hai, também pertencentes a Jiye Zhuo, que continuam igualmente a operar, apesar da interdição judicial.

Perante a situação, acumulam-se questões que exigem esclarecimento urgente por parte das autoridades, para explicar, principalmente, como uma empresa suspensa por decisão judicial continua a operar normalmente no país.

Igualmente, as autoridades têm o desafio de esclarecer em que circunstâncias os agentes da empresa continuam a portar armas, apesar de estas terem sido apreendidas em 2023.

Importa ainda esclarecer se o armamento foi devolvido para a empresa ou se trata de novas armas adquiridas novamente para serviços de segurança, e a entidade que emitiu licença, autorizando a sua utilização.

O Ruanda garante que continua empenhado nas operações de combate ao terrorismo no norte do país, mesmo diante de incertezas sobre o financiamento da União Europeia e diz ainda  desconhecer o corte do apoio. Ruanda conta com a decisão de Moçambique sobre o futuro da sua missão no país.

A União Europeia anunciou recentemente mudanças no apoio financeiro às forças ruandesas destacadas em Moçambique, levantando dúvidas sobre a continuidade do suporte internacional. 

Ainda assim, Kigali assegura que não recebeu qualquer comunicação oficial sobre o fim do financiamento e mantém abertura para continuar a missão contra o terrorismo em Cabo Delgado, sublinhando que o apoio do seu país não iniciou com o financiamento europeu e pode ir além dele. 

“Oficialmente, ninguém nos disse que não há apoio financeiro, o apoio pode estar lá. O Ruanda estava apoiando Moçambique antes do apoio financeiro da União Europeia. Então, de 2021 até 2022, o Ruanda estava a apoiar as operações”, disse Donat Ndamage, embaixador do Ruanda.

O diplomata reconhece, no entanto, os desafios da operação militar e realizações conjuntas.  “Esperamos que as pessoas entendam que estamos fazendo muitos sacrifícios nessas operações. (…) Se tivermos algum problema, estamos prontos para ajudar. Mas não temos recursos ilimitados. (…) Nós perdemos pessoas, mas pelo menos a paz está lá. As pessoas voltaram de campos de IDP. As crianças voltaram para as escolas. Você pode ver que negócios começaram em Cabo Delgado”.

Ruanda reforça que a sua presença resulta de um convite do Governo moçambicano, num espírito de solidariedade entre nações, e considera que o futuro da missão deve ser decidido em coordenação entre os dois Estados.

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