O País – A verdade como notícia

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM)  alerta para a formação de uma Tempestade Tropical Moderada, a norte do Canal de Moçambique, nas próximas 24 horas. O sistema que poderá se afastar de Moçambique  para Madagascar, tem influenciado o estado do tempo, nas províncias de Nampula e Cabo Delgado. 

A informação consta de um comunicado das autoridades meteorológicas a que a STV teve acesso, esta quinta-feira. 

O sistema em causa de baixa pressão atmosférica localizado a norte do Canal de Moçambique continua a influenciar o estado do tempo nas províncias costeiras de Nampula e Cabo Delgado. 

Prevê-se que o sistema continue a intensificar-se, nas próximas 24 horas e poderá atingir o nível de Tempestade Tropical Moderada, com ventos entre 63 e 88 quilómetros por hora. O fenómeno vai afectar igualmente, a  navegação marítima.

Ainda se prevê que o sistema vai deslocar-se em direcção a Madagáscar, afastando-se gradualmente de Moçambique.

O INAM garante que continua a monitorar a evolução do fenómeno e apela à população para que acompanhe as informações meteorológicas e os avisos emitidos pelas autoridades competentes.

A Universidade Pedagógica de Maputo (UP-Maputo) assegura que o processo de modernização do seu Sistema Integrado de Gestão Universitária não vai trazer prejuízos aos estudantes, apesar dos constrangimentos registados nos últimos dias no acesso às notas, à situação financeira e aos pedidos de declarações académicas. A garantia foi dada pelo Diretor do Registo Académico da instituição, Célio Sengo, durante uma entrevista concedida à STV, na sequência do crescente descontentamento manifestado pela classe académica.

A intervenção do responsável surge num momento em que vários estudantes, sobretudo do regime pós-laboral, relataram dificuldades no acesso à plataforma digital da universidade, situação que gerou dúvidas, reclamações nas redes sociais e receios quanto a uma eventual perda de dados académicos. Segundo Célio Sengo, os problemas estão associados ao processo de migração de dados do sistema antigo para uma nova plataforma tecnológica, concebida para responder às atuais exigências da instituição.

“Estamos a migrar os dados do sistema antigo para um novo sistema, mais moderno e ajustado à realidade atual da universidade. Isso não significa perda de informação nem prejuízo para os estudantes”, afirmou, esclarecendo que a atualização resulta da evolução institucional, da introdução de novos planos curriculares e da necessidade de alinhar o sistema académico ao plano estratégico da UP-Maputo.

O diretor reconheceu que a transição gerou dificuldades pontuais, sobretudo no acesso inicial ao novo sistema, que passou a exigir regras mais rigorosas de segurança, como a criação obrigatória de senhas fortes. “Alguns estudantes tiveram dificuldades nesse processo, outros não conseguiam visualizar de imediato a situação financeira, mas são situações que já estamos a resolver”, explicou.

Para minimizar os impactos, a universidade optou por manter, em simultâneo, o sistema antigo e o novo, permitindo que os estudantes continuem a aceder aos serviços académicos sem interrupções. “O sistema anterior continua ativo. Quem tiver dificuldades no novo pode recorrer ao antigo sem qualquer problema”, garantiu Célio Sengo, sublinhando que a migração está a ser feita de forma gradual e acompanhada pelo feedback dos utilizadores.

O responsável atribui parte do alarme gerado nos últimos dias ao facto de muitos estudantes terem acedido diretamente à nova plataforma, sem perceberem que o sistema antigo permanecia operacional. Ainda assim, considera legítimas as preocupações. “É normal que haja receios quando se introduz um novo sistema. Essas preocupações ajudam-nos a identificar falhas e a melhorar”, disse.

Uma das questões mais sensíveis abordadas na entrevista prende-se com a situação dos estudantes que estão afastados da universidade há vários anos ou que concluíram as cadeiras, mas ainda não defenderam os seus trabalhos finais. Questionado sobre este grupo, o diretor foi taxativo ao afastar qualquer risco de perda de notas ou do histórico académico. “Todos os dados estão salvaguardados. Migração significa transportar toda a informação do sistema antigo para o novo, incluindo estudantes antigos”, assegurou.

Célio Sengo explicou ainda que, mesmo após a desativação definitiva do sistema antigo, este continuará acessível internamente para consultas específicas, reforçando que a integridade dos dados académicos está garantida. O maior risco, segundo referiu, não está ligado ao sistema, mas ao cumprimento dos prazos regulamentares de duração dos cursos, situação que pode obrigar alguns estudantes a solicitar a reintegração.

Quanto ao calendário, a UP-Maputo não avança com uma data exata para a conclusão do processo, mas aponta o presente semestre como período de transição, com a expectativa de iniciar o segundo semestre já com o novo sistema plenamente funcional. “Tudo vai depender do volume de reclamações e sugestões que formos recebendo. Os estudantes é que orientam este processo”, afirmou.

Relativamente às inscrições, o Diretor do Registo Académico anunciou que os estudantes internos deverão iniciar o processo na segunda semana de fevereiro, em data a ser comunicada oficialmente. Já os novos ingressos deverão inscrever-se a partir de março, após a divulgação dos resultados dos exames de admissão, estando ainda em análise a plataforma que será utilizada.

Com estes esclarecimentos, a Universidade Pedagógica de Maputo procura acalmar os ânimos e reafirmar que a transição tecnológica, apesar dos percalços iniciais, está a ser conduzida com salvaguarda dos direitos e do percurso académico dos estudantes.

Corpos do Vereador Andile Mngwevu e outros 3 sul africanos arrastados pela fúria das águas das cheias foram encontrados dez dias após o seu desaparecimento, no distrito de Guija, em Gaza. A informação foi confirmada, esta manhã, pela governadora de Gaza, Margarida Mapandzene.

“Agora, com muita segurança, podemos partilhar que, de facto, foi identificada uma viatura na estrada Chibuto-Guijá e, mais concretamente, do lado do Guijá, uma viatura Hyundai, de transporte de passageiros, com quatro ocupantes que perderam a vida dentro do mesmo carro”, avançou a governadora à imprensa. 

Mapadzene disse ainda que uma equipa conjunta, constituída por agentes sul-africanos e moçambicanos, conseguiu fazer o resgate dos corpos, que já foram levados a Maputo e, mais tarde, serão transportados para a África do Sul. 

A Governadora da província de Gaza disse ainda estar preocupada com o naufrágio que deixou seis pessoas desaparecidas no troço Tomanini-Guijá. 

“É uma situação que nos preocupa bastante, porque, nos nossos apelos nos centros de acomodação, nos órgãos de comunicação social, nas redes sociais, temos estado a dizer que as pessoas devem permanecer nos centros de acomodação até que se decrete o fim da emergência, mas, infelizmente, temos tido esse tipo de situações, que depois nos trazem esta desgraça”, lamentou.

Margarida Mapadzene garante que ainda decorrem as buscas dos desaparecidos durante o naufrágio.

A chuva está a aumentar a degradação das estradas na periferia da cidade de Nampula. Nalguns casos, a edilidade está a intervir em obras de emergência. 

A chuva que caiu desde o final do ano passado um pouco por todo o país, tem criado muitos problemas nos bairros suburbanos ao nível da cidade de Nampula. Na via que liga o centro da cidade até ao bairro de Namiteca, numa estrada muito usada pela população, a situação é degradante.

No local, uma ponte cedeu devido ao grande volume de água que passou pelo pequeno rio e causou uma destruição quase que total da mesma. Durante alguns dias depois da destruição, os munícipes ficaram privados da livre circulação porque não era possível a transitabilidade a partir do referido ponto. 

O Município de Nampula teve que fazer uma intervenção pontual porque não era mais possível aguentar por mais tempo sem que a via não estivesse aberta ao trânsito.

Os técnicos de uma empresa contratada pelo município continuam a fazerem algum trabalho de reposição dos solos, mas também a colocação de pedregulhos e anilhas para o escoamento das águas, uma vez que a via é um curso natural das águas.

Note-se que a intervenção é paliativa porque a estrada está dentro do projecto do Banco Mundial, ou seja, um projecto financiado pelo Banco Mundial e deverá ser asfaltada, mas o processo ainda decorre na parte burocrática, por isso o município de Nampula foi obrigado a fazer uma intervenção pontual para que a população pudesse voltar a circular. 

Munícipes da cidade de Nampula relatam situações de acidentes que aconteceram devido à degradação de estradas e a queda da ponte da via que leva as pessoas ao bairro Namiteca.

“Choveu muito sim, a ponte caiu. Alguém cai na ponte, mas conseguiu se salvar”, contou Crione Daniel, que disse ainda que a população ficou muito tempo com a ponte caída.

Já Natália Robáuè revelou que a situação estava muito péssima, mas que actualmente já pode-se circular mais à vontade. “Pelo menos nós que estamos ao redor já estamos satisfeitos, porque já estão a começar com o processo de reabilitação da estrada. Mas também não estou bem satisfeita por causa da minha casa, aí atrás já está a entrar muita água”, denuncia.

No bairro de Namutequeliua, mais concretamente na zona conhecida por Tokokwane, o município de Nampula foi obrigado a, de forma imediata, repor o tabuleiro da ponteca que tinha sido destruído por conta da chuva dos últimos dias.

Desde domingo passado que a via está encerrada ao trânsito porque é preciso garantir o tempo mínimo de cura do betão e de acordo com a informação da edilidade, só na próxima quarta-feira é que a via será reaberta ao trânsito.

As diplomacias moçambicana e portuguesa dizem que estão a trabalhar em estreita colaboração para o esclarecimento da morte de Pedro Ferraz Reis, cidadão portugues encontrado morto em Maputo. Os titulares das pastas diplomáticas pedem que se aguarde pelos resultados das investigações judiciais.

Há uma semana moçambicanos e portugueses debatem a morte do administrador do BCI, Pedro Ferraz Reis, de nacionalidade portuguesa, ocorrida em um estabelecimento hoteleiro em Maputo. Esta quarta-feira, após o envio de uma equipa da Polícia Judiciária e do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses de Portugal para cooperar com o SERNIC no seguimento das investigações, o Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação fez o primeiro pronunciamento público sobre o caso.

“Apresentamos as condolências a família do Pedro Fernando reis, mas também ao povo portugues, e asseguramos que este assunto está sob alçada das autoridades judiciais dos dois países, e só podemos aguardar pelos resultados”, disse a ministra moçambicana Marica Lucas após um encontro com a secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros de Portugal. 

As autoridades portuguesas, exigem que o caso seja esclarecido, no entanto, apela à calma, e que se aguarde pelos resultados das investigações em curso.

“De facto, temos policia judiciaria portugues em Moçambique, e está a trabalhar em estreita colaboração com as autoridades,agora o que sabemos, é o que é público. vamos deixar as autoridades trabalharem”, aconselhou Ana Xavier Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros de Portugal. 

A Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Cooperação de Portugal, reuniu-se esta quarta feira em Maputo com a ministra dos negócios estrangeiros, e no fim anunciou ajuda do povo portugues para Moçambique lidar com as cheias. O país vai destacar uma equipa militar para operações de recuperação, e mais de de um milhão de euros a serem desembolsados através do Programa mundial alimentar.

Pelo menos 1500 pessoas chegaram, esta quarta-feira, transportadas num comboio, à cidade de Maputo, vindas da província de Gaza e do distrito de Magude, na província de Maputo. Os passageiros relatam dias difíceis vividos nos locais de proveniência devido às inundações.  

Por volta das 13 horas, desta quarta-feira, ouvia-se o som da buzina de um comboio, a partir da estação central dos Caminhos de Ferro de Moçambique, na cidade de Maputo, que para muitos era um som de alívio, por poder regressar à casa, depois de dias retidos no distrito de Magude, devido às dificuldades de transitabilidade na Estrada Nacional Número 1. 

“Estou a vir de comboio por causa da água. Não há caminhos, os carros não andam na zona de 3 de Fevereiro, não há passagem. Estou feliz porque andamos bem, não é como arriscar-se os barquinhos”, explicou Lizeth Mucavele, que ficou duas semanas em Magude, sem saber como regressar a casa. 

Alguns passageiros deslocaram-se ao distrito de Magude para visitas de apenas dois dias a seus familiares, mas foram surpreendidos pelas inundações que mudaram tudo e trouxeram dias difíceis.

“Eu vivo na cidade de Maputo, fui ao distrito de Magude para visitar os meus pais. Desde que começou a chover, há falta de quase tudo, desde comida até condições para dormir porque a água alagou as nossas casas e as vias de acesso”, disse Daniel Luís. 

José Matsinhe vinha da província de Gaza. A sua esperança era de, na cidade de Maputo, fazer-se a uma entrevista de emprego, nesta quarta-feira.  

Embora faça um balanço positivo da viagem, a chefe do serviço de Transportes e Passageiros do CFM explica que, desta vez, não foi possível abranger a todos. 

“Chegamos aqui por volta das 13 horas, em termos de trânsito tivemos cerca de 4 horas de tempo, tendo em conta o que desenhamos na tabela horária, nós cumprimos e avaliamos a viagem como positiva. Tivemos muita afluência de passageiros, alguns ficaram em terra porque não foi possível embarcarrem”, explicou Sônia Langa. 

Porque muitos passageiros ficaram de fora, está prevista mais uma viagem com destino a Magude, para esta quinta-feira, com partida às 08 horas e regresso no final do mesmo dia. 

O Governo angolano enviou, esta quarta-feira, a segunda aeronave carregada com 23 toneladas de produtos diversos destinados às vítimas das cheias em Moçambique. O lote integra um total de 75 toneladas de ajuda humanitária que deverão chegar ao país até quinta-feira.

Preocupado com a situação de cheias e calamidades que afectam mais de 600 mil pessoas em Moçambique, o Governo de Angola mobilizou aeronaves da Força Aérea Angolana que, desde terça-feira, têm aterrado em solo moçambicano, transportando mantimentos, vestuário e medicamentos.

Trata-se da segunda de três aeronaves previstas no âmbito desta operação solidária. O primeiro voo trouxe cerca de 20 toneladas de medicamentos, enquanto o segundo transporta aproximadamente 23 toneladas de vestuário, alimentação infantil, leite e papas. O terceiro voo, agendado para quinta-feira, transportará o restante material, perfazendo um total de 75 toneladas.

“O Governo angolano, através do Estado, está a manifestar a sua solidariedade e apoio ao povo moçambicano. São situações imprevisíveis. Trouxemos ontem o primeiro lote de medicamentos, hoje entregamos o segundo lote e amanhã virá o terceiro. Moçambique é um país irmão, com laços históricos, e sentimo-nos no dever de manifestar esta solidariedade”, afirmou o Secretário de Estado da Saúde de Angola.

Face às dificuldades de transitabilidade provocadas pelos cortes na Estrada Nacional Número Um (EN1), o Governo moçambicano garante possuir vias alternativas para fazer chegar os donativos às populações assoladas, incluindo rotas marítimas, ferroviárias e corredores terrestres a partir da província de Sofala.

O Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) reconhece que há necessidade de quase tudo nos centros de acolhimento. “As populações perderam praticamente todos os seus bens. Precisamos de alimentação, vestuário, produtos de higiene e outros bens essenciais”, afirmou Messias Pascoal, representante do INGD.

A terceira e última aeronave angolana com ajuda humanitária deverá chegar ao país esta quinta-feira

O coco está cada vez mais caro, na Cidade de Maputo e cada vez mais a escassear. No mercado grossista do Zimpeto, por exemplo, apenas um vendedor ainda dispunha do produto na manhã desta quarta-feira.

Nos pontos de venda a grosso, ao longo da avenida de Moçambique, o coco também começa a escassear. 

O produto existente é conseguido depois de várias manobras feitas pelos vendedores. 

Hoje em dia não é fácil ter coco. É normal nós sairmos daqui para Matola-Gare, a pé. Atrás do coco, nas casas. Tem que pagar alguém para tirar, nos coqueiros, temos que pagar dinheiro de transporte para aqui. Tem muitas despesas, não sai. O negócio está sendo um pouco complicado”, lamentou Maria Bila. 

Para os que vendem a grosso, os custos de aquisição também aumentaram e consequentemente o preço final aos consumidores ficou muito mais alto.

Quem comprava três cocos para preparar as refeições, viu-se obrigado a adquirir menos.

Para os revendedores, este deixou de ser um negócio lucrativo. 

Eu compro coco a 60 meticais,  é muito caro. Para revender eu tenho que estabelecer o preço de 85 meticais”.

Há quem, por não mais conseguir continuar à base deste negócio, procure por alternativas.  

Os vendedores clamam pela reposição da transitabilidade da EN1 no tempo prometido  para garantir a  recuperação dos negócios.  

Pelo menos 1500 pessoas chegaram, esta quarta-feira, transportadas num comboio, à cidade de Maputo, vindas da província de Gaza e do distrito de Magude, na província de Maputo. Os passageiros relatam dias difíceis vividos nos locais de proveniência devido às inundações.  

Por volta das 13 horas, desta quarta-feira, ouvia-se o som da buzina de um comboio, a partir da estação central dos Caminhos de Ferro de Moçambique, na cidade de Maputo, que para muitos era um som de alívio, por poder regressar à casa, depois de dias retidos no distrito de Magude, devido às dificuldades de transitabilidade na Estrada Nacional Número 1. 

“Estou a vir de comboio por causa da água. Não há caminhos, os carros não andam na zona de 3 de Fevereiro, não há passagem. Estou feliz porque andamos bem, não é como arriscar-se os barquinhos”, explicou Lizeth Mucavele, que ficou duas semanas em Magude, sem saber como regressar a casa. 

Alguns passageiros deslocaram-se ao distrito de Magude para visitas de apenas dois dias a seus familiares, mas foram surpreendidos pelas inundações que mudaram tudo e trouxeram dias difíceis.

“Eu vivo na cidade de Maputo, fui ao distrito de Magude para visitar os meus pais. Desde que começou a chover, há falta de quase tudo, desde comida até condições para dormir porque a água alagou as nossas casas e as vias de acesso”, disse Daniel Luís. 

José Matsinhe vinha da província de Gaza. A sua esperança era de, na cidade de Maputo, fazer-se a uma entrevista de emprego, nesta quarta-feira.  

Embora faça um balanço positivo da viagem, a chefe do serviço de Transportes e Passageiros do CFM explica que, desta vez, não foi possível abranger a todos. 

“Chegamos aqui por volta das 13 horas, em termos de trânsito tivemos cerca de 4 horas de tempo, tendo em conta o que desenhamos na tabela horária, nós cumprimos e avaliamos a viagem como positiva. Tivemos muita afluência de passageiros, alguns ficaram em terra porque não foi possível embarcarrem”, explicou Sônia Langa. 

Porque muitos passageiros ficaram de fora, está prevista mais uma viagem com destino a Magude, para esta quinta-feira, com partida às 08 horas e regresso no final do mesmo dia. 

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