O País – A verdade como notícia

O Presidente francês pediu, esta quinta-feira, para a União Europeia tomar “decisões concretas” sobre a competitividade e o mercado único até Junho, considerando que deve avançar-se com parcerias entre grupos restritos de países, caso os 27 não cheguem a acordo.

Em declarações aos jornalistas à entrada para o retiro informal dos líderes da UE, aonde chegou acompanhado pelo chanceler alemão, Friedrich Merz, Emmanuel Macron defendeu que a “Europa deve agir muito claramente” para aumentar a competitividade da sua economia.

“O diagnóstico está feito – com os relatórios Draghi e Letta – e estamos a ser muito pressionados [para agir], com uma pressão muito forte da China, tarifas a serem-nos impostas pelos Estados Unidos e ameaças de medidas coercivas. Tudo isso requer uma reação”, sustentou, citado pelo Noticias ao Minuto, antes de entrar no castelo de Alden Biesen, onde decorre o retiro.

Para o chefe de Estado francês, a prioridade da UE deve ser tomar decisões “a muito curto prazo” nas matérias em que já há consenso, designadamente a nível de “simplificação [de burocracias], aprofundamento do mercado único, questões energéticas e de financiamento”.

Ao lado de Merz, Macron referiu ainda haver um “acordo franco-alemão muito forte sobre a união dos mercados de capital”.

Além destas questões de curto prazo, o Presidente francês considerou ainda que a UE deve ter como prioridade “continuar a diversificar” as suas parcerias a nível mundial, adotar medidas de preferência europeia em “alguns sectores críticos e ameaçados” e “continuar a financiar a inovação, com financiamento público e privado”.

“Vamos avançar nesses aspectos e o importante é que andemos rápido e que tomemos decisões muito concretas até Junho. Em Junho, veremos onde é que estamos e, se em alguns aspectos não conseguirmos avançar a 27, então decidirmos avançar no âmbito de cooperações reforçadas”, afirmou.

As cooperações reforçadas são um mecanismo que permite que um conjunto de pelo menos nove Estados-membros decida avançar com parcerias em áreas específicas, caso não se alcance um acordo entre os 27 Estados-membros da UE.

Por sua vez, o chanceler alemão Friedrich Merz também defendeu que é preciso garantir que a UE tem uma “indústria competitiva na Europa” e disse haver um acordo entre a França e a Alemanha sobre estas matérias.

“Espero que hoje demos um passo em frente, sem tomarmos decisões, mas preparando as decisões que serão tomadas daqui a quatro semanas, quando nos reunirmos para a próxima cimeira do Conselho Europeu, em Bruxelas”, em Março, disse.

Também em declarações à entrada para este retiro, o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, considerou que uma eventual adesão da Ucrânia à UE em 2027 não passa de “belos sonhos”.

Questionado sobre como é que acha que a UE deve aumentar a sua competitividade, Orbán defendeu que, “primeiro, é preciso acabar com a guerra, porque a guerra é má para os negócios”.

“Segundo, se precisas de dinheiro para competires, não o dês a outras pessoas. Por isso, não envies o teu dinheiro para a Ucrânia. Em vez disso, devias investi-lo na tua própria economia. Terceiro, reduzir o preço da energia. É assim tão simples, não é complicado”, disse citado pelo Noticias ao Minuto.

Os líderes da União Europeia (UE), sem o primeiro-ministro português, reuniram-se esta quinta-feira num retiro na Bélgica para discutir como aumentar a competitividade e o crescimento económico comunitário, quando se fala numa Europa a duas velocidades na cooperação financeira.

Os residentes de Joanesburgo protestam contra semanas sem água nas torneiras, um cenário que gera frustração nos manifestantes, que pedem que a crise seja declarada um desastre nacional.

Há quase um mês  residentes em Joanesburgo, uma das principais cidades da África do Sul, com mais de 6 milhões de habitantes, estão com torneiras secas. Este cenário gera indignação nos moradores pelo que, saíram às ruas, exigindo ação urgente das autoridades municipais.

Os manifestantes dizem que o abastecimento de água tem sido pouco fiável durante semanas, com algumas famílias a relatar cenário de pouca ou nenhuma água a jorrar nas torneiras desde dezembro de 2025.  Alguns Subúrbios têm sido muito afectados.

Em meio a crescente indignação, o presidente da Câmara de Joanesburgo, Dada Morero, afirmou que as autoridades estão a trabalhar com as comunidades para estabilizar o abastecimento e evitar cenários piores.  

Os manifestantes estão agora a pedir que a crise seja declarada um desastre nacional, uma medida que, segundo eles, desbloquearia financiamento de emergência, conhecimento técnico e recursos necessários para reparar a infraestrutura hídrica envelhecida e sobrecarregada da cidade.

Os Estados Unidos da América vão enviar cerca de 200 soldados à Nigéria, para ajudar no treino das forças militares do país, no combate a grupos militantes islâmicos.

Cerca de 200 soldados serão enviados para a Nigéria pelo governo dos  Estados Unidos de America.  A informação foi partilhada recentemente por um responsável norte-americano.

A decisão surge semanas depois de o presidente Donald Trump ter autorizado ataques aéreos contra o que ele descreveu como posições do Estado Islâmico na região.

Na semana passada, o exército norte americano confirmou a presença de uma pequena equipa na Nigéria, embora não tenha avançado números concretos. O anúncio representa o primeiro reconhecimento oficial de forças americanas no terreno após os ataques aéreos de Washington a aquele país no dia de Natal.

Os soldados adicionais terão a missão de apoiar um número limitado da equipe dos EUA já presente no país, que tem trabalhado com as forças nigerianas para reforçar as operações de contraterrorismo.

O ataque norte americano à Nigéria, alegou que as autoridades não conseguiram proteger as comunidades cristãs dos militantes islamitas no noroeste. Os responsáveis nigerianos rejeitam as acusações de estarem a visar grupos religiosos específicos, sublinhando que as operações militares se destinam a facções armadas que ameaçam tanto cristãos como muçulmanos. 

O país tem enfrentado uma ameaça persistente do Boko Haram e da Província do Estado Islâmico na África Ocidental cujos ataques a comboios militares e civis têm aumentado nos últimos meses. 

O ciclone Gezani devastou mais da metade de Toamasina, a segunda maior cidade de Madagascar. Há dezenas de mortos, várias infra-estruturas destruídas e bairros inundados.

O ciclone Gezani atravessou a costa do Madagascar e fez estragos por onde passou. Toamasina foi acidade que mais sofreu. 

Gezani trouxe ventos de acima de 250km e chuvas intensas que mataram mais de 30 pessoas, feriram 36, provocaram o desaparecimento de 4, o deslocamento de seis mil, derrubaram casas, edifícios e inundaram quase todos os bairros, segundo balanço provisório do Gabinete Nacional de Gestão de Riscos e Catástrofes do Madagascar.

O país encontra-se em choque depois da passagem deste ciclone, que poderá atingir também Moçambique entre os dias 13 e 14.

O presidente malgaxe, Coronel Michael Randrianirina, já visitou as comunidades afectadas e descreveu os danos como avassaladores, afirmando que grande parte de Toamasina foi destruída e apelando à assistência internacional.

 

Gezani é o segundo ciclone que antige Madagascar em menos de duas semanas. o primeiro, Fytia, matou 12 pessoas e deslocou mais de 31 mil.

 

A Comissão Europeia quer reforçar a produção industrial de drones na União Europeia e garantir que se utilizam as redes 5G para detectar e neutralizar qualquer entrada não autorizada destes dispositivos no espaço aéreo europeu.

Estas medidas constam de um Plano de Acção para os Drones, divulgado nesta quarta-feira pela Comissão Europeia, que tem como intuito “responder às ameaças crescentes e multifacetadas que têm surgido na Europa ligadas a ‘drones’ e balões para medições atmosféricas” que têm “violado espaços aéreos” e criado “disrupções em aeroportos”.

Entre as medidas apresentadas ontem, a Comissão Europeia defende que é preciso aumentar a produção industrial de ‘drones’ a nível europeu e vai mobilizar 400 milhões de euros para “apoiar os Estados-membros” na comprar destes dispositivos, explicou o comissário para a Administração Interna, Magnus Brunner, em conferência de imprensa em Estrasburgo.

“150 milhões vão ser destinados à segurança das fronteiras, à aquisição de equipamento de vigilância, que servirá não apenas para uso individual dos Estados-membros, mas também para operações conjuntas lideradas pela Frontex. Os restantes 250 milhões vão servir para comprar directamente sistemas de ‘drones'”, indicou.

O executivo comunitário propõe também a criação de um “Centro de Excelência Antidrones”, que estaria operacional a partir de 2027 e tem como objectivo “reunir o financiamento público” europeu para “promover a inovação” e garantir que a produção industrial de ‘drones’ “cresce mais rapidamente”.

Além de propor o aumento da produção local, a Comissão Europeia quer também reforçar a capacidade de resposta perante a entrada não autorizada de ‘drones’ no espaço aéreo europeu e, para tal, quer utilizar as redes móveis 5G para detetar este tipo de dispositivos.

“Os ‘drones’ podem ser detectados transformando as nossas antenas 5G numa capacidade de radar distribuída. É uma tecnologia já existente cuja implementação na Europa é urgente”, frisou a vice-presidente da Comissão Europeia Henna Virkkunen, com a pasta da Soberania Tecnológica.

Como forma de procurar garantir que todos os ‘drones’ que operam em solo europeu “não podem descolar sem ter a certeza que o seu operador é identificado”, o executivo comunitário anunciou também a criação de um pacote de segurança, que deverá ser implementado já este verão, que obriga a que praticamente todos estes dispositivos sejam registados.

Actualmente, apontou o comissário para os Transportes Sustentáveis, Apostolos Tzitzikostas, todos os ‘drones’ equipados com câmaras já precisam de ser registados, assim como os que pesam mais de 250 gramas.

“Mas a tecnologia melhorou e ‘drones’ mais pequenos podem ter capacidades operacionais muito significativas e provocar muitos danos. Por isso, propomos que todos os ‘drones’ com mais de 100 gramas tenham de ser obrigatoriamente registados”, referiu, ressalvando, contudo, que a UE não tenciona limitar a utilização de ‘drones’ para fins amadores ou de passatempo.

“Os utilizadores de ‘drones’ amadores não precisam de se preocupar. A nossa iniciativa quer aumentar a transparência e reforçar a confiança. Nalguns casos, vão ter de registar os seus ‘drones’, mas isso também é do interesse deles”, referiu.

Da mesma maneira, referiu o comissário, a Comissão vai também propor a criação de um “rótulo de confiança da UE para ‘drones'”, que identifica os dispositivos seguros à venda no mercado europeu, e quer harmonizar restrições de circulação aérea em determinadas zonas geográficas, com o objectivo de, a longo prazo, implementar o ‘geofencing’ – uma tecnologia que permite criar uma barreira virtual à volta de um perímetro geográfico específico, impedindo a circulação de ‘drones’ nessa zona.

“Isto tem de ser visto como uma medida de segurança, que ajuda os operadores de ‘drones’ a evitar entrar sem querer em zonas sensíveis de alto risco”, referiu o comissário.

Este plano de acção vai ser agora discutido com os Estados-membros da UE.

Pelo menos 20 pessoas morreram após o ciclone Gezani atingir Madagascar com ventos violentos e chuvas torrenciais. A tempestade chegou à costa na terça-feira na cidade de Toamasina, com ventos de até 250 quilómetros por hora, arrancando telhados de casas, derrubando árvores e deixando bairros inteiros submersos.

As autoridades informaram que várias pessoas morreram quando suas casas desabaram. Quinze ainda estão desaparecidas e dezenas ficaram feridas.

Imagens feitas por drones mostram inundações generalizadas em toda a cidade de 400 mil habitantes, com estradas bloqueadas por destroços e chapas de metal.

Grupos de ajuda humanitária descrevem a cena como um “caos total”, afirmando que até 90% dos telhados foram danificados em algumas áreas.

Os meteorologistas afirmam que Toamasina foi atingida pela parte mais intensa da tempestade, possivelmente uma das mais fortes a atingir a região em décadas.

O novo líder de Madagascar está agora na cidade avaliando os danos, enquanto o ciclone continua a avançar para o interior, aumentando os temores de novas inundações.

Prevê-se que a tempestade Gezani atinja Moçambique esta sexta-feira, com vento médio de cerca de 120 quilómetros por hora, rajadas até 170 quilómetros por hora, bem como chuvas fortes acompanhadas de trovoadas severas. 

O presidente do Zimbabwe, Emmerson Mnangagwa, poderá estender sua permanência no poder até 2030, caso o Parlamento aprove uma reforma já validada pelo gabinete. A proposta adia as eleições presidenciais previstas para 2028 e altera o modelo de escolha do chefe de Estado.

Na nova reforma, prevê-se que para além de se estender o mandato por dois anos, o presidente passará a ser eleito pelo Parlamento, onde o partido no poder controla dois terços dos assentos.

Ao estender o mandato considera-se que o presidente do Zimbabwe, Emmerson Mnangagwa, estaria a usar uma estratégia para garantir um terceiro mandato aos 83 anos, que pelas regras actuais estaria impedido de concorrer novamente após dois mandatos. 

Mnangagwa assumiu o poder em 2017, na sequência da queda de Robert Mugabe.

Os partidos politicos locais classificam a iniciativa como “ilegal”, argumentando que a reforma não prevê consulta pública e altera regras fundamentais em benefício do actual chefe de Estado. 

Ainda assim, o governo aposta na aprovação rápida, com o plano de reforma já em discussão na Assembleia da República, sustentada pela maioria parlamentar confortável do partido no poder Zanu-PF.

A oposição ainda denuncia o que chama de “sequestro da democracia” e alerta para o agravamento da instabilidade num país já marcado por forte crise económica e inflação elevada. 

O Burkina Faso entrou numa nova fase política após o parlamento de transição aprovar, por unanimidade, uma lei que extingue oficialmente os partidos políticos. 

A votação ocorreu em Ouagadougou e contou com o apoio dos 69 membros da Assembleia Legislativa de Transição. Na prática, a medida formaliza a dissolução das formações políticas que já estavam com actividades suspensas desde Setembro de 2022.

O diploma elimina os principais instrumentos que estruturavam o sistema partidário, incluindo a carta dos partidos de 2001, a lei sobre financiamento político de 2009 e o estatuto da oposição. Com isso, desaparece a base legal que regulava a organização, funcionamento e financiamento das forças políticas no Burkina Faso.

O governo defende que o antigo modelo favoreceu a multiplicação de partidos pouco representativos, contribuindo para a fragmentação do cenário político e para o aumento da desconfiança pública. 

As autoridades afirmam que a decisão responde aos actuais desafios de segurança, política e sociais, e que o objectivo é construir um sistema “mais coerente e enraizado nas realidades nacionais”. 

No parlamento, foi igualmente anunciado que os bens dos partidos dissolvidos serão avaliados antes de serem integrados ao patrimônio do Estado.

O líder da Aliança Democrática (AD) da África do Sul, John Steenhuisen, afirmou que não se recandidata em Abril, uma decisão que pode ameaçar a estabilidade do governo de coligação A/AD, o segundo maior partido da África do Sul, que formou uma coligação com o seu principal rival, o Congresso Nacional Africano (ANC), em 2024, depois de o ANC ter perdido a maioria parlamentar.

Steenhuisen assumiu a liderança da AD em 2019 e ocupa actualmente o cargo de ministro da Agricultura no Governo do Presidente Cyril Ramaphosa. Esperava-se que o político de 49 anos se voltasse a candidatar, mas, segundo consta, foi forçado a abandonar a candidatura devido a várias polémicas.

“Durante o resto deste mandato, dedicarei todo o meu tempo e energia, como ministro da Agricultura, a combater o surto de febre aftosa mais devastador que o nosso país já viu”, declarou em conferência de imprensa. Steenhuisen iniciou a sua carreira política aos 22 anos, quando foi eleito para o conselho da cidade portuária de Durban pelo Partido Democrático, antecessor da Aliança Democrática (AD).

Ascendeu na liderança local e regional do partido antes de se tornar líder do partido que tradicionalmente tem uma base de apoio branca, duas décadas depois. Foi amplamente divulgado que Steenhuisen iria concorrer sem oposição à liderança na próxima conferência da AD.

Mas parece que uma série de questões o levaram a decidir não o fazer, incluindo o seu desentendimento com outro membro sénior da AD, o ex-ministro dos Assuntos Ambientais, Dion George, e algumas alegações de que teria abusado do seu cartão de crédito partidário.

Foi também criticado pela sua gestão do surto de febre aftosa, com os agricultores a acusarem o seu departamento de ser um “obstáculo numa crise”, de acordo com o site sul-africano News24. O país tem lutado nos últimos quatro anos para conter o vírus altamente infeccioso que se espalhou agora pela maioria das províncias do país, afectando gravemente a indústria pecuária.

Sob a liderança de Steenhuisen, o partido AD concordou em juntar-se ao ANC como o seu maior parceiro no governo de unidade nacional há quase dois anos. Foi um momento histórico para o país, uma vez que o ANC, o partido que instaurou o regime democrático em 1994 com Nelson Mandela e pôs fim ao regime da minoria branca, tinha perdido a sua maioria parlamentar.

Nenhum dirigente da AD anunciou, por enquanto, a sua candidatura ao cargo máximo, mas o presidente da Câmara da Cidade do Cabo, Geordin Hill-Lewis, tem sido apontado como um possível sucessor. Steenhuisen e Hill-Lewis são próximos e este último afirmou repetidamente que não iria concorrer contra o seu amigo, de acordo com o site de notícias TimesLive.

Esta mudança, no Ministério da Agricultura, surge numa altura em que o país enfrenta o pior surto da doença que infecta os rebanhos de bovinos, mas a primeira vacina produzida localmente pode tornar-se uma grande aliada no combate à doença. Para os criadores de gado sul-africanos, os últimos meses têm sido uma batalha cada vez mais desesperada. Actualmente a enfrentar o pior surto de febre aftosa em décadas, lutam para proteger os seus rebanhos da infecção.

Mas o Governo sul-africano quer agora inverter a situação. Até então, o país precisava de importar a maior parte das vacinas contra a doença. Pela primeira vez em 21 anos, as vacinas contra a febre aftosa estão a ser novamente produzidas localmente, segundo um anúncio feito na sexta-feira. O primeiro lote contém 12.900 doses multicepas.

O Governo anunciou, também, um plano multifásico para retomar o controlo da situação e aliviar o stress dos produtores pecuários. Até ao final de Janeiro, foram vacinados cerca de dois milhões de animais. As vacinas produzidas localmente visam acelerar a campanha de vacinação. Até Março, o Governo espera ter mais 5 milhões de doses de vacina disponíveis. Até Janeiro de 2027, o ambicioso plano deverá ter reduzido os surtos em mais de 70 por cento nas zonas de alto risco, como esperam as autoridades.

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