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África do Sul aposta para negociar isenções e acordos de quotas com EUA

O governo da África do Sul anunciou que não pretende retaliar, por agora, as tarifas impostas recentemente pelos Estados Unidos. Em vez disso, o país aposta no diálogo para tentar negociar isenções e acordos de quotas com a administração norte-americana.

A medida surge após o Presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar uma tarifa básica de 10% sobre todas as importações e uma tarifa específica de 31% sobre os produtos sul-africanos, na última quarta-feira.

 Os EUA são o segundo maior parceiro comercial bilateral da África do Sul, atrás apenas da China.

Durante uma conferência de imprensa, o ministro do Comércio sul-africano, Parks Tau, afirmou que uma resposta imediata com tarifas recíprocas seria imprudente, defendendo a necessidade de compreender as razões por trás da decisão norte-americana. Tau lembrou ainda que a tarifa média aplicada pela África do Sul às importações é de 7,6%.

Apesar de já ter manifestado interesse em estabelecer um acordo comercial bilateral com os EUA, o governo sul-africano reconhece que o caminho pode ser difícil, principalmente diante das críticas constantes de Trump ao país, desde que retornou à presidência em Janeiro.

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