O País – A verdade como notícia

O Presidente da República, Daniel Chapo, felicitou o jornalista moçambicano Carlitos Cadangue pela conquista do Prémio de Liberdade de Imprensa 2026, na categoria “Impacto”, atribuído pela organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), distinguindo o seu contributo para o jornalismo.

Numa mensagem dirigida ao premiado, o Chefe do Estado manifestou o seu orgulho pela distinção alcançada, considerando que o galardão representa o reconhecimento do profissionalismo, da dedicação e do compromisso de Carlitos Cadangue com os mais elevados valores da actividade jornalística.

Daniel Chapo salientou que a distinção internacional transcende a dimensão individual do jornalista, constituindo igualmente um motivo de honra para Moçambique, ao evidenciar o talento, a competência e a capacidade dos profissionais moçambicanos da comunicação social no panorama internacional.

O Presidente da República sublinhou ainda que o reconhecimento atribuído pela RSF constitui um incentivo ao fortalecimento da liberdade de imprensa no país, reafirmando o compromisso do Governo com a promoção de um ambiente cada vez mais favorável ao exercício responsável, ético e profissional do jornalismo.

Na mensagem, o Chefe do Estado formulou votos de contínuos sucessos pessoais e profissionais a Carlitos Cadangue, encorajando-o a prosseguir o seu trabalho em prol de um jornalismo de qualidade e ao serviço da sociedade.

O jornalista do Grupo SOICO, Carlitos Cadangue, foi distinguido na cidade de Marselhas, França, com o Prémio Impacto, um reconhecimento da Repórteres Sem Fronteiras pelo trabalho investigativo sobre a mineração na província de Manica.

O reconhecimento é devido a uma série de reportagens sobre a actividade mineira em Manica, no Centro de Moçambique.

As investigações mostravam os impactos da mineração nas comunidades locais, incluindo problemas relacionados com agricultura, acesso à água e as condições de vida das populações. Depois da publicação dessas reportagens, o governo central tomou medidas, e algumas actividades mineiras foram paralisadas.

Por causa de suas reportagens iniciadas em Junho do ano passado, Carlitos Cadangue foi alvo de um atentado armado em Fevereiro deste ano. Dois homens, usando fardas semelhantes às da polícia, atiraram contra ele. No seu discurso proferido no 77º Congresso Mundial de Jornalismo,

Cadangue referiu que, em muitos momentos, exercer o jornalismo investigativo em Moçambique significou enfrentar pressões, ameaças e tentativas de silenciamento.

“Hoje recebo o meu primeiro grande reconhecimento internacional através da organização Repórteres sem Fronteiras, ao ser distinguido com o Prémio Impacto”, disse, anotando que o momento em que sofreu o atentado mudou profundamente a sua vida, mas também reforçou uma convicção de que, “quando o jornalismo incomoda pessoas poderosas — empresários, figuras políticas e outros interesses influentes —, é porque está a cumprir a sua missão”, disse.

Cadangue assegurou que continuará a dar voz às comunidades afectadas, aos cidadãos esquecidos e às vítimas de abuso de poder.
“Receber este prémio não é apenas um reconhecimento pessoal. É também uma homenagem a todos os jornalistas moçambicanos e africanos que trabalham em condições difíceis, muitas vezes sem
protecção, mas com coragem e compromisso”, sublinhou.

Moçambique vai participar, de 22 a 24 de Julho próximo da décima quinta sessão Ordinária da Assembleia Parlamentar da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (AP-CPLP), em Luanda, capital de Angola. A integração regional, segurança e democracia são alguns dos pontos da agenda da sessão.

Angola vai acolher, entre 22 e 24 de Julho do ano corrente a décima quinta sessão ordinária da Assembleia Parlamentar da Comunidade dos países de língua portuguesa, tendo a data sido aprovada nesta segunda-feira, numa reunião dos presidentes dos Grupos nacionais, que decorreu em Maputo.

No evento Moçambique vai exercer o seu poder, na qualidade de líder da organização, cuja Presidência rotativa foi assumida, no ano passado, para o biénio 2025–2027, durante a sessão realizada em Maputo. A integração regional, segurança, democracia, maior inclusão da juventude e igualdade de género serão alguns dos pontos da agenda de destaque, conforme explicou o deputado e Chefe da Bancada da

Frelimo Feliz Silvia, na qualidade de Líder do Grupo Parlamentar da CPLP em Moçambique.

A Missão de Assistência Militar da União Europeia em Moçambique (EUMAM MOZ) recebeu, hoje, a visita de uma delegação da Comissão do Desenvolvimento do Parlamento Europeu (DEVE), no quartel-general da Missão.

O Comandante da Força da EUMAM MOZ, Comodoro César Pires Correia, recebeu a delegação composta por Membros do Parlamento Europeu e liderada pela Presidente da Delegação da Assembleia Parlamentar África-União Europeia, Hilde Vautmans, bem como os eurodeputados Marit Maij e György Hölvényi, acompanhados pelo Embaixador Antonino Maggiore, Chefe de Missão da Delegação da União Europeia em Moçambique.

Durante a visita à EUMAM MOZ, os membros da delegação tiveram a oportunidade de conhecer o trabalho desenvolvido pela Missão no reforço das capacidades das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM). Foram igualmente apresentados os resultados alcançados desde o início da Missão e o seu contributo para o fortalecimento da segurança e estabilidade no país.

A visita permitiu ainda abordar os desafios de segurança que persistem em Cabo Delgado e a importância de uma abordagem integrada que combine segurança, desenvolvimento e assistência humanitária. Neste contexto, a delegação foi informada sobre a forma como a EUMAM MOZ contribui para a criação de condições favoráveis à proteção das populações e ao desenvolvimento sustentável das comunidades afetadas pela instabilidade na região.

A visita à EUMAM MOZ evidenciou o compromisso da União Europeia em apoiar Moçambique através de uma abordagem abrangente que promova a paz, a estabilidade e a eficácia operacional.

Novo trabalho de Juliana de Sousa transforma Jangamo num palco de celebração cultural e resgata um dos cantos populares mais simbólicos da tradição Bitonga

Há músicas que se escutam. E há músicas que se sentem. “Gigadagada” pertence à segunda categoria.

O novo videoclipe da cantora moçambicana Juliana de Sousa, com estreia marcada para o dia 29 de Maio, transforma o distrito de Jangamo num território de encontro entre culturas, memórias e identidades, numa produção profundamente ligada às raízes da cultura Bitonga.

Mas “Gigadagada” não é apenas música. É um manifesto artístico sobre pertença, ancestralidade e liberdade. É uma obra que mistura poesia, tradição oral, dança e emoção para contar uma história construída entre duas mulheres, dois continentes e duas formas de olhar o mundo.

De um lado está a alma Bitonga de Moçambique. Do outro, a sensibilidade italiana de Anna Di Lorenzo, voluntária europeia que mergulha numa experiência marcada pelo contacto íntimo com os costumes, os ritmos e os símbolos culturais do sul de Moçambique.

O resultado é um videoclipe que vai muito além da estética visual. “Gigadagada” procura transformar um canto popular tradicional num património emocional contemporâneo, recriando memórias colectivas através da linguagem artística da música.

O título da obra, entretanto, carrega um simbolismo tão profundo quanto provocador.

Segundo Juliana de Sousa, “Gigadagada” possui um duplo sentido dentro da tradição oral dos Bitongas. Literalmente, refere-se à chapa onde se torra farinha. Mas o significado metafórico varia de região para região dentro da cultura Bitonga.

Em alguns contextos, explica a artista, “Gigadagada” representa o corpo feminino, particularmente associado à sexualidade da mulher. Noutras interpretações, o termo remete à figura de uma mulher que já não consegue regressar ao lar depois de determinadas experiências da vida.

A cantora sublinha que os cantos tradicionais dos Bitongas possuem forte carga erótica, simbólica e metafórica, sendo frequentemente interpretados de formas diferentes dependendo do contexto social e cerimonial em que são cantados.

“É um canto popular dos Bitongas. Cada contexto tem uma interpretação própria”, explica Juliana.

Longe de reduzir o tema à provocação, a artista usa exactamente essa riqueza interpretativa como matéria-prima criativa para construir uma obra que dialoga com identidade, feminilidade, memória e tradição.

A origem do projecto nasce também de um encontro improvável.

Segundo Juliana de Sousa, Anna Di Lorenzo aproximou-se inicialmente com o desejo de aprender a cantar “como africana” e ter aulas de música. A cantora admite que nunca se considerou professora musical, mas diz que entre as duas surgiu uma ligação imediata, quase como se já se conhecessem há muito tempo.

Foi a partir dessa conexão que nasceu a construção artística de “Gigadagada”.

Juliana conta que já trabalhava num poema dedicado à mãe quando decidiu incorporar o canto popular Bitonga e recriá-lo dentro da composição musical. Anna Di Lorenzo, por sua vez, também acabou por inserir na música uma dimensão pessoal e íntima.

Na sua estrofe, a italiana fala da relação com a própria mãe e do conflito emocional provocado pela sua paixão por viajar pelo mundo, conhecer culturas e explorar novos lugares, mesmo sabendo que isso frequentemente significa distância e saudade.

A música transforma-se assim numa ponte emocional entre duas mulheres de universos diferentes, mas ligadas por sentimentos universais como pertença, liberdade, memória e afecto materno.

Mais do que um simples exercício artístico, “Gigadagada” apresenta-se como um esforço consciente de preservação cultural.

Juliana de Sousa explica que decidiu recriar este canto popular como forma de “imortalizar traços identitários” da cultura Bitonga através da música. O objectivo, segundo a artista, é garantir que elementos culturais profundamente presentes no quotidiano das comunidades não desapareçam com o tempo.

O coro usado na música faz parte dos cantos tradicionais entoados em contextos de celebração, festas comunitárias, cerimónias e momentos pós-colheita, ambientes onde música, dança e oralidade sempre desempenharam papel central na preservação da memória colectiva.

É precisamente essa dimensão ancestral que o videoclipe tenta capturar.

Gravado em Jangamo, o trabalho mergulha em cenários naturais, expressões culturais e práticas tradicionais da região, transformando o território num personagem silencioso da narrativa visual.

A produção aposta numa estética emocional, intimista e identitária, onde cada imagem procura dialogar com os elementos centrais da cultura Bitonga. O mar, a dança, os tecidos, os gestos, os cânticos e os olhares não aparecem apenas como decoração visual, mas como fragmentos vivos de uma herança cultural que continua presente no quotidiano das comunidades.

Ao juntar uma artista moçambicana e uma voluntária italiana num mesmo universo simbólico, “Gigadagada” também desafia fronteiras culturais e propõe uma reflexão sobre a forma como povos diferentes podem encontrar-se através da arte sem apagar as respectivas identidades.

Num tempo em que grande parte da produção musical global tende à homogeneização cultural, Juliana de Sousa escolhe o caminho contrário: aprofundar as raízes locais para dialogar com o mundo.

E talvez seja exactamente aí que reside a força de “Gigadagada”.

O videoclip não tenta internacionalizar a cultura Bitonga tornando-a menos Bitonga. Pelo contrário. Assume os seus códigos culturais, os seus símbolos, os seus silêncios e as suas ambiguidades como parte da sua autenticidade artística.

Ao fazê-lo, transforma um canto tradicional numa experiência contemporânea capaz de atravessar geografias e tocar públicos muito diferentes.

A estreia oficial acontece no dia 29 de Maio em todas as plataformas digitais. Mas antes mesmo do lançamento, “Gigadagada” já começa a afirmar-se como muito mais do que um videoclip musical.

É um encontro entre passado e presente. Entre tradição e reinvenção. Entre Moçambique e Itália. Entre mães e filhas. Entre memória e liberdade.

E talvez seja precisamente por isso que “Gigadagada” não se limita a ser ouvido.

“Gigadagada” sente-se.

Alguns troços das avenidas Graça Machel e Nelson Mandela, no bairro Magoanine, na Cidade de Maputo, continuam alagados com as águas da chuva de Janeiro e Fevereiro. As partes alagadas estão a ser transformadas em lixeiras, e o Município de Maputo culpa os moradores pelo alagamento das vias.

A Avenida Graça Machel, que dá acesso à Circular de Maputo através da Estrada Nacional Número 1, dividindo os bairros Magoanine B e C, na Cidade de Maputo, foi, desde a última época chuvosa, transformada em pequeno riacho. Na entrada da Escola Mártires de Mbuzine, no bairro Magoanine “C”, pouco mais de 200 metros da estrada foram tomados pelas águas.

“Nós estamos a pedir ajuda para retirar esta água”, clamou Preciosa Bié, moradora de Magoanine “C”.

Devido à gravidade do problema, a via está a ser abandonada pelos automobilistas, dando espaço a crianças do bairro que encontram no local e nas águas espaço para diversão.

Carlos Nhantumbo, transportador de passageiros, explica que são obrigados a “usar vias alternativas no interior dos bairros, mas às vezes somos barrados pelos moradores”.

Se os transportadores de passageiros usam vias alternativas, o impacto recai sobre os utentes dos transportes semicolectivos, como explica Amélia Matuto, entrevistada na Rotunda de Grande Maputo.

“Os carros já não chegam aqui, devido à água. A partir das 18 horas, somos baldeados, porque os chapas não podem entrar nas ruas dos bairros, a fugir da água. Há bandidos, não é fácil, eles correm risco de ser agredidos.”

As pessoas que exercem actividades comerciais nas proximidades são, por outro lado, as vítimas das águas estagnadas. Diferentemente de muitos outros que foram obrigados a encerrar os estabelecimentos, Manuel Nhampossa, proprietário de uma carpintaria à beira da estrada, viu o número de clientes cair desde que a entrada foi tomada pela água.

“Eu tenho de sair da oficina com botas para poder atender os clientes. Se não acontecer isso, eu perco os clientes, devido à água.”

E não é um caso isolado. Graça Marcelo, comerciante nas proximidades, perdeu a capacidade de arcar com as despesas desde que a estrada foi tomada pela água, possibilitando os clientes de aceder ao estabelecimento.

Se de um lado a água tomou conta da via, de outro, os resíduos sólidos não recolhidos no local misturam-se com água, e o mercado local quase já não recebe clientes.

“Eu, por exemplo, trabalho com refeição, mas assim não tenho como trabalhar. Tenho falta de clientes, porque ninguém senta aqui para comer, devido às moscas, com lixo. Aqui deitam cães mortos, gatos e até fetos”, lamentou Madonna Vembane.

Quem vive nas proximidades fala da impossibilidade para introduzir ou retirar um veículo da residência, devido à água, e a esse grupo, os moradores, a Empresa Municipal de Infra-Estruturas de Maputo imputa a culpa do alagamento da via.

“No acto da construção daquela via, foram acautelados todos os pormenores técnicos de drenagem. Foram construídos alguns descarregadores. Aconteceu que, passado algum tempo, moradores bloquearam todas as saídas de água”, disse Ricardo Anibal, director-técnico da EMIM.

A empresa diz que no momento não há uma solução definitiva à vista e apela aos moradores para reabrirem os alegados caminhos das águas.

Severino Ngoenha diz que Moçambique é uma “Grande Selva” seca, e por qualquer rastilho pode pegar fogo. Segundo o académico e Reitor da Universidade Técnica de Moçambique, a reconciliação no país deve incluir África do Sul, potência regional que subjuga a economia nacional

Através de Mementos de Moçambique, Severino Ngoenha uma das mentes panafricanistas da actualidade, traz à memória e problematiza conflitos e caminhos de reconciliação em Moçambique. Usa metáfora de uma guarda chuva que, em princípio, devia cobrir a todos os moçambicanos, mas por alguns motivos, uma parte, aliás, boa parte, continua fora da sombra e está susceptível a inundações sempre que chove ou que a seca sempre faz temperaturas altas. 

Ngoenha regressa às negociações dos acordos de Roma e encontra Joaquim Chissano, Presidente da República e da Frelimo, abraçando Afonso Dhlakama, Presidente da Renamo,  marcando o fim do conflito que durou 16 anos. Cerca de 35 anos depois, Ngoenha aponta o dedo aos beligerantes e acusa-os de derrotados. 

Mementos de Moçambique foi apresentado Ernesto Maguengue e Luís Bernardo Honwana. Os apresentadores chamaram Severino Ngoenha de profeta secular. 

 

BC Game VIP Program Rewards Real Benefits For Players

Skip the endless grind at low-tier platforms. If you demand rapid payouts and superior returns, your hunt ends here. BC Slot Apex grants immediate admittance to our highest tier clientele. Forget slow drip-feed handouts; we deliver substantial winnings, directly to your account, without the tiresome waiting period plaguing inferior online casinos. This operation is built for those who expect absolute dominance and immediate gratification. We don’t tolerate sluggish service or phantom credits.

Instant Access. Zero Delays. Your High Roller Welcome Awaits.

The weak spots on lesser sites are the friction points: slow registration, convoluted funding processes, frustrating withdrawal holds. We scrubbed those weak points out. Joining the Apex circle is a transaction, not a protracted negotiation. We respect your capital and your time.

  • Sign-Up Velocity: Under 30 seconds. Your credentials are validated, your access is active, instantly. No waiting for email confirmations or manual approval loops.
  • Funding Flexibility: Load capital effortlessly. Cards, leading e-wallets, or high-speed cryptocurrency transfers–we accommodate your preferred method without penalty or bureaucratic slowdown.
  • Payout Velocity: Withdrawals hit your destination in minutes. Not days. Not ‘within 72 hours.’ Minutes. We treat your winnings like the liquid capital they are.

While other operations dither over compliance checkpoints, the sophisticated player moves at lightning speed. Don’t let procedural inertia cost you thousands. Access the power structure now.

The Slot Arsenal: Where RTP Meets Raw Potential.

The catalogue here isn’t some dusty collection of dated filler. This is a curated arsenal of premium slot mechanisms. These machines aren’t just brightly colored distractions; they are finely tuned instruments of fortune, featuring superior Return to Player percentages and mechanisms designed for explosive capital growth. We stock the heavy hitters–the ones that actually pay out life-altering stacks.

  • High Earning Potential: Access slot titles boasting verifiable, high RTP metrics. We favor proven payers.
  • Feature Density: Experience colossal wild symbols, scatter cascades, and multi-layer multipliers that stack fortunes faster than your fingers can click.
  • Strategic Play Options: Employ the buy-feature option to bypass the fluff and accelerate into the high-yield bonus sequences. Zero guesswork, maximum impact.
  • Progressive Payouts: Chase the behemoth jackpots that defy conventional thinking. These multi-million-unit payouts are real, and they are being won hourly by our members.

If you’ve been slumming it with casinos whose slots pay out fractions of what’s achievable, you’re not playing; you’re practicing poverty. Step into the arena where the volatility is matched only by the return potential.

The Compensation Structure: Value That Actually Matters.

Forget the junk mail filled with paltry free spins that dissolve into thin air. Our incentive matrix is engineered for high rollers who know how to maximize every stake. These aren’t introductory crumbs; this is the operational structure of an elite financial partnership designed to keep your bankroll perpetually inflated.

Welcome Stipend: The initial boost? Substantial. We seed your account with enough leverage to make your first few spins decisive victories, not hesitant explorations.

Daily Incentives: Daily free spin allocations provide consistent, low-risk opportunities to hit those hot multiplier cascades, maintaining forward momentum even between major play sessions.

Reload Capacities: When you augment your funds, the response is disproportionately generous. Reload offers are designed not to tempt, but to actively boost your purchasing power for deeper play.

Patron Status Uplifts: As your wagering volume increases, the attendant privileges become tangibly more valuable. This isn’t arbitrary tier promotion; it’s calibrated escalation of transactional advantage.

Mobile Superiority: Full Power, Pocket Size, Zero Compromise.

A weak mobile platform is a financial liability. Lag spikes, distorted layouts–these are symptoms of a platform built for the masses, not for the precision striker. Our mobile application is engineered at the hardware level. It mirrors the full desktop processing power while maintaining a flawless, razor-sharp responsiveness on any contemporary handset.

Silky-Smooth Execution: High-speed animations, instantaneous state changes–the experience feels less like an application and more like direct manipulation of a physical, high-end machine.

Lag Elimination: We scrubbed latency. Your action translates to the outcome immediately. In high-stakes wagering, milliseconds decide everything. We give you milliseconds of absolute certainty.

Why Settle for the Second Tier When Apex is Unchallenged?

The comparison is insulting to your ambition. Those low-stakes casinos are volume businesses, designed to extract the small change from the masses. BC Game Slot Apex targets the operators–the players who understand asymmetrical risk/reward. We structure our apparatus to favor sustained, substantial winnings. We pay fast because we *want* you back, flush with capital ready to dominate again.

Don’t be the fool who checks out after a minor win, only to realize the competition scaled up while you were admiring your modest intake. The difference between grinding out small victories and capturing massive capital surges is jurisdiction. This is the domain of the elite operators.

Stop chasing mediocre payouts tethered to slow administrative cycles. Inject serious intent into your wagering. Demand immediate, significant return on your investment. The entry barrier is minimal; the ceiling for your profit is virtually infinite here.

Final Directive: Commit to Dominance.

This isn’t a suggestion; it’s a strategic directive for anyone serious about online fortune-seeking. The opportunity to secure a seat among the players who actually reap the harvest is active now. Hesitation is financial weakness. Superior staking demands superior infrastructure.

Act Now. Secure your swift registration before the next influx of cautious amateurs floods the site and dilutes the atmosphere of focused power.

Claim Your Superior Standing. Hit the sign-up link and experience staking where performance meets unparalleled payout velocity.

Stop Playing Small. Start Winning Big. BC Slot Apex: Where your capital meets its rightful, explosive return.

Tiered Reward Architectures: Mastering Your Patronage Tiers

Stop settling for token gestures from outfitters who treat patrons like foot soldiers. Smart players understand structure; they exploit hierarchies. Maximum accrual demands understanding how each escalation bracket functions within our elite compensation blueprint. Immediate access to higher strata translates directly into superior remuneration schedules.

The tiered compensation schematic operates on volume thresholds. Think of it not as a lottery, but as a direct correlation: more action equals a superior financial allotment. Low-level participation yields negligible kickbacks. Ascendancy dictates genuine fiscal upside.

Consider the progression from Supporter Level to Apex Status. Each increment isn’t merely a title bump; it’s a quantitative leap in perks. For instance, the accrual rate for promotional credits jumps by a measurable 35% when crossing the Platinum demarcation point. This isn’t conjecture; this is demonstrable math based on play volume.

High-roller structures are designed for sustained engagement from serious capital allocators. Our superior structure ensures that the commitment you bring earns you exponentially greater returns. We don’t offer scraps; we distribute substantial allocations.

  • Bronze Accrual Bracket: Baseline accrual rate; suffices for casual wagering. Minimal promotional disbursement.
  • Silver Stratum: Introduction of accelerated bonus accrual; access to curated free spin allotments.
  • Gold Nexus: Significant boost to cash-back percentages; faster withdrawal processing protocols activate.
  • Platinum Ascent: Substantial uplift in deposit match magnitudes; dedicated account oversight initiates.
  • Apex Zenith: Maximum allocation multiplier applied; priority access to exclusive jackpot seeding events.

Moving through these levels isn’t about grinding out mediocre sessions; it’s about optimizing play density during peak yield windows. Focus on high RTP placements. Our colossal selection of premium slots features coefficients engineered for superior payout likelihood. Wilds, scatters, and multipliers aren’t decorative elements; they are levers for immediate fiscal advantage.

The progression path is transparent, designed for predatory maximization. See your accumulated activity directly mapping onto your next qualification objective. Weak competition obscures this linkage; we lay it bare for the discerning speculator. Low-stakes grinding nets you crumbs; focused, high-yield activity nets you fortunes. That’s the difference between participation and profit capture.

Immediate gratification on the front end, compounded exponential payouts on the back end–that’s the covenant we strike with our clientele. Sign up now. Experience the lightning-fast entry into a system where your spend dictates your dominion. Withdrawals materialize in minutes, not weeks. Stop waiting for scraps; claim your acreage of returns today.

A Confederação das Associações de Futebol da África Austral (COSAFA) tem uma nova liderança para o ciclo olímpico de 2026 a 2029. O dirigente tswana Tariq Babitseng foi eleito presidente da organização durante a Assembleia Geral realizada na capital zimbabweana, Harare.

Babitseng sucede ao angolano Artur Almeida e Silva, que cessou funções após a conclusão do seu mandato à frente do organismo desportivo regional. A eleição marca o início de uma nova era na gestão do futebol da África Austral, com promessas de maior dinamismo e modernização das competições.

Para além da eleição do novo timoneiro, a reunião magna definiu a restante composição do Comité Executivo. O malgaxe Alfred Randriamanampisoa assume o cargo de vice-presidente da federação regional.

O novo elenco executivo conta ainda com uma forte presença feminina na estrutura de decisão. Entre os novos membros destacados estão Brenda Kunda, da Zâmbia, e a dirigente angolana Irene Gonçalves, garantindo a representatividade e a continuidade do envolvimento de Angola nas esferas de decisão do futebol regional.

A nova equipa diretiva assume os comandos da COSAFA com o desafio imediato de expandir o calendário competitivo e fortalecer o desenvolvimento do futebol de formação em todos os países membros.

A angolana Irene Gonçalves, vice-presidente para o futebol feminino da FAF, foi nomeada, ontem, para o Comité Executivo do Conselho das Associações de Futebol da África Austral (COSAFA) para o quadriénio 2026-2029, segundo uma nota publicada nas redes sociais Facebook.

“Hoje (domingo) fui nomeada para o Comité Executivo da COSAFA para o período 2026-2029, um passo que encaro com enorme sentido de responsabilidade e dedicação ao futebol angolano. Quero agradecer a todos pelo apoio ao longo deste percurso”, escreveu.

A dirigente sente-se “honrada por poder representar Angola neste novo desafio e por contribuir para levar o nome do nosso país mais longe no panorama do futebol africano e poder contribuir para o desenvolvimento do Futebol Feminino e empoderamento da mulher”.

Irene Gonçalves destacou a família, o actual presidente da FAF, Alves Simões, e os colegas da direcção pelo apoio na caminhada que resultou na nomeação para organismo regional. 

A antiga internacional não esqueceu, igualmente, alguns antigos dirigentes desportivos, como o malogrado Rui Mingas, Paixão Júnior e Carlos Hendrick.

“Este caminho começou há muitos anos e foi marcado por pessoas que confiaram em mim e deram-me oportunidades fundamentais. O Dr. Rui Mingas convidou-me para coordenar o desporto na Universidade Lusíada. Mais tarde, o Dr. Paixão Júnior convidou-me para assumir funções como coordenadora no Progresso Sambizanga, onde também integrei o corpo directivo. Depois, recebi o convite do General Carlos Hendrick para o Clube Desportivo 1.º de Agosto, onde dei continuidade ao meu percurso como dirigente desportiva. Cada etapa foi essencial para chegar até aqui”, reconheceu.

+ LIDAS

Siga nos