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Registadas poucas infracções migratórias na fronteira do Ressano

O Serviço Nacional de Migração (SENAMI), através da operação KHURULA, que visa o atendimento de migrantes na fronteira de Ressano Garcia, não tem registo de crimes ou infrações migratórias dignas de realce, durante a quadra festiva.

Segundo Cira Fernandes, porta-voz do SENAMI, não se registaram casos de impedimento de saída ou recusas de entradas. “Tem havido maior entendimento das pessoas em relação aos documentos que devem portar para a viagem. Mesmo as pessoas que viajam com menores, já conhecem o tipo de documentos que devem portar para levar uma criança de um país para o outro. Foi mesmo muito calmo”.

Até ao final do segundo dia de pico, 3 de Janeiro, o movimento migratório na fronteira de Ressano Garcia indicava 339.688 pessoas como tendo cruzado aquela fronteira, o que mostra que não vai ser alçando o número de 500 viajantes projectados para a última quadra festiva.

Contrariamente aos serviços de migração que não vão atingir o número previsto de entradas de pessoas, as alfândegas referem que o número de viaturas que entraram no país supera em mais de 10 mil viaturas as projeções feitas.

Osvaldo Correia, porta-voz da operação KHURULA, disse que eram esperadas até o final da operação, perto de 120 mil viaturas a cruzarem a fronteira de Ressano Garcia. “Até o dia 3 de Janeiro, já havíamos registado mais de 79 mil entradas de viaturas no país e saída de cerca de 51 mil. Já ultrapassamos em larga escala a previsão que tínhamos, de 120 mil veículos”, disse.

Só no dia 2 de Janeiro passaram 5211 viaturas, dentre as quais, 39 autocarros. Nos dias de pico, a operação Khurula envolvia cerca de 500 efectivos de diferentes especialidades no terreno, entre Polícia, Migração, Alfandegas. A operação Khurula termina a 8 de Janeiro.

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