O número de mortos nas enxurradas que atingiram na quarta-feira várias comunidades ao longo da fronteira entre o Nepal e o Tibete subiu para 353, anunciou hoje a polícia do Nepal. O anterior balanço provisório era de 292 mortos, incluindo três do lado da China.
As equipas de resgate continuavam hoje a procurar mais de 1.300 desaparecidos após a catástrofe, incluindo centenas de estrangeiros, entre os quais dois portugueses, e peregrinos.
PAPA ENVIA CONDOLÊNCIAS ÀS FAMÍLIAS DAS VÍTIMAS DAS CHEIAS NO NEPAL
O Papa Leão XIV enviou hoje as “mais profundas condolências” às famílias das vítimas das cheias repentinas que causaram pelo menos 289 mortos no Nepal.
O papa “ficou consternado ao saber da perda de vidas e da devastação causadas pelas cheias repentinas no Nepal”, lê-se num telegrama assinado pelo secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, divulgado pela sala de imprensa.
Na mensagem, o líder da Igreja católica transmitiu condolências às famílias, salientando a sua proximidade espiritual com os afetados pela tragédia.
“Da mesma forma, oferecendo orações pelas equipas de resgate envolvidas nas operações em curso, invoca a ajuda e a proteção divina sobre todos eles”, acrescentou o telegrama.
As autoridades nepalesas elevaram o número de mortos para 289, na sequência das cheias repentinas que atingiu várias cidades na quarta-feira, numa região fronteiriça com o Tibete.
As autoridades chinesas anunciaram três mortos no território do Tibete, elevando o balanço provisório total da catástrofe para pelo menos 292 mortos e mais de 1.300 desaparecidos, incluindo dois portugueses.