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Candidatos a Bastonário da Ordem dos Advogados querem “manter” independência da ordem

Foto: OAM

Pedro Macaringue e Thera Dai apresentaram nesta sexta-feira os seus manifestos da campanha para o cargo de Bastonário da Ordem dos Advogados de Moçambique. Os juristas são parte de quatro candidatos que concorrem a posição.

Pedro Macaringue da lista B na corrida para bastonário da Ordem dos Advogados reuniu os seus apoiantes na cidade de Maputo para apresentação do seu manifesto.  Com cinco pilares,  a proposta do candidato dá muita ênfase a novos advogados. 

“Não achamos igualmente justo que aqueles colegas sejam encarteirados antes de ontem. A primeira coisa que eles têm que se bater, no lugar de procurar montar um escritório, identificar um cliente, comprar um casaquinho para se apresentar melhor na praça, ser-lhe aplicada uma multa porque não pagou cotas.  Vamos instituir a Bolsa de Jovem Advogado. Esta Bolsa de Jovem Advogado vai significar que no primeiro ano de exercício da atividade do advogado, ele não paga cotas” 

A lista D, encabeçada por Thera Dai, apresentou, por outro lado, o seu manifesto também na presença de seus apoiantes. A candidatura com dez pilares tem na modernização e digitalização da ordem como prioridades 

“Muitos colegas sentem ainda que a Ordem está distante, excessivamente burocrática e pouco presente nas suas preocupações cotidianas. E em várias regiões do país, o acesso aos serviços da Ordem ainda é limitado, temos de reconhecer. Vamos apostar numa verdadeira transformação digital da instituição, com serviços online, processos disciplinares mais céleres, carteira profissional digital, uma plataforma moderna que permite aos advogados interagir com a Ordem de forma mais simples, rápida e transparente.

Os candidatos que apresentaram os seus manifestos nesta sexta-feira mantém como valores inegociáveis a independência da Ordem dos Advogados de Moçambique do poder Político e Empresarial

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