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Mais de 13 mil pessoas atravessaram a fronteira de Machipanda durante o período pascal

As autoridades migratórias da província de Manica fizeram o balanço do quadra pascal, no fim-de-semana e dizem que os dados apresentados apontam para mais de 13 mil pessoas que atravessaram a fronteira de Machipanda.

A maior parte são cidadãos zimbabweanos que escalaram o território moçambicano para a celebração cristã que marca a ressurreição de Cristo.

As autoridades migratórias em Manica avançam que a Fronteira de Machipanda registou um movimento incomum de cidadãos zimbabweanos que atravessaram para Moçambique a fim de celebrar a Páscoa.

De regresso ao seu país, Zimbabwe encontramos na fronteira de Machipanda encontramos Theresa Sabeta que diz que celebrar a páscoa em Moçambique foi para si uma maravilha.

“A Páscoa foi boa, porque não tivemos registo de qualquer incidente”, disse.

Já Patiente Joshua teve a celebração cristã no Zimbabwe, mas aproveitou o período para visitar familiares em Moçambique.

“Vou visitar minha irmã, que se casou lá [em Moçambique]. Vou visitá-la. Minha mãe diz que está com saudades da sua caçula. É para lá onde vamos”, disse.

Estes fazem parte dos mais de 13 mil cidadãos que usaram o principal ponto de travessia de e para o Zimbabwe. O porta-voz da direcção provincial de Migração de Manica considera já um balanço positivo uma vez que a meta esperada é de 14 mil cidadãos a passar da fronteira de Machipanda.

“De dia 30 de março até ao dia 5, portanto ontem, a Direcção Provincial, através dos seus postos, registrou um total de 13.290 e quatro passageiros, dentre estes, entrados e saídos e a maioria desse número, isto é, pouco mais de 90% é através do posto de travessia de Machipanda”, disse Abílio Mate.

Mate avança que não foram apenas cristãos que entraram e saíram de Moçambique. “Dizer que deste número, pouco mais de 2 mil foram passageiros turísticos, turistas que pretendiam desfrutar das nossas praias ao longo das províncias do nosso país”, disse. 

Comparativamente ao ano passado, houve aumento do movimento migratório na fronteira de Machipanda, na ordem de 20%.

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