O Ministro da Administração Estatal e Função Pública, Inocêncio Impissa, avançou que a Mozal era responsável por 40% das receitas da província de Maputo. Impissa diz ainda que, neste momento, já não há margem de negociações com a empresa.
“Se tivesse que reduzir a figura só para a província de Maputo, onde se localiza a Mozal, ao nível da produção global, na província de Maputo, a Mozal representa mais ou menos 40%”, avançou, hoje, Inocêncio Impissa, reconhecendo que a saída da Mozal terá grandes impactos na economia do país.
Impissa avançou ainda que já não há espaço de negociações com a Mozal. “Houve um momento em que nós negociamos efectivamente. Pensamos que ainda era possível uma espécie, sobretudo, da capacidade energética que o país tinha (…) Se fosse possível que Moçambique pudesse fornecer energia, as negociações teriam continuado e o problema seria, eventualmente, acertar o preço mais ajustado”, explicou

