As diplomacias moçambicana e portuguesa dizem que estão a trabalhar em estreita colaboração para o esclarecimento da morte de Pedro Ferraz Reis, cidadão portugues encontrado morto em Maputo. Os titulares das pastas diplomáticas pedem que se aguarde pelos resultados das investigações judiciais.
Há uma semana moçambicanos e portugueses debatem a morte do administrador do BCI, Pedro Ferraz Reis, de nacionalidade portuguesa, ocorrida em um estabelecimento hoteleiro em Maputo. Esta quarta-feira, após o envio de uma equipa da Polícia Judiciária e do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses de Portugal para cooperar com o SERNIC no seguimento das investigações, o Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação fez o primeiro pronunciamento público sobre o caso.
“Apresentamos as condolências a família do Pedro Fernando reis, mas também ao povo portugues, e asseguramos que este assunto está sob alçada das autoridades judiciais dos dois países, e só podemos aguardar pelos resultados”, disse a ministra moçambicana Marica Lucas após um encontro com a secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros de Portugal.
As autoridades portuguesas, exigem que o caso seja esclarecido, no entanto, apela à calma, e que se aguarde pelos resultados das investigações em curso.
“De facto, temos policia judiciaria portugues em Moçambique, e está a trabalhar em estreita colaboração com as autoridades,agora o que sabemos, é o que é público. vamos deixar as autoridades trabalharem”, aconselhou Ana Xavier Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros de Portugal.
A Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Cooperação de Portugal, reuniu-se esta quarta feira em Maputo com a ministra dos negócios estrangeiros, e no fim anunciou ajuda do povo portugues para Moçambique lidar com as cheias. O país vai destacar uma equipa militar para operações de recuperação, e mais de de um milhão de euros a serem desembolsados através do Programa mundial alimentar.

