A Fundação Joaquim Chissano (FJC) expressou, esta segunda-feira, “profunda indignação e repúdio” ao assassinato de Elvino Dias, assessor jurídico de Venâncio Mondlane, e Paulo Guambe, mandatário do PODEMOS.
Em comunicado enviado ao “O País”, a fundação considera o crime hediondo e diz tratar-se de um “acto de violência brutal, que mancha a imagem do nosso país”.
“É um ataque à vida humana”, o que “é inaceitável e vai contra os princípios e valores de dignidade, respeito e de justiça que defendemos e que devem sustentar a nossa sociedade”, lê-se na nota da FJC.
“Condenamos de forma mais veemente este e outros crimes hediondos que contribuem para criar o sentimento de insegurança e minar a vontade de trabalhar pelo bem-estar dos moçambicanos”.
A FCJ encoraja as autoridades a redobrarem esforços no sentido de esclarecer o crime o mais rápido possível.
Que “os perpetradores sejam levados à barra da justiça e responsabilizados com medidas severas e dissuasoras que contribuam para prevenir futuros casos de violência, assassinatos e sequestros”.