Um dos signatários do Acordo Geral de Paz, Joaquim Chissano, diz que os moçambicanos mantiveram a paz desde 1992, depois da assinatura do Acordo Geral de Paz. O antigo Presidente da República disse ainda que em meio a desafios como o terrorismo em Cabo Delgado, o país apresentou progressos.
Joaquim Chissano, na altura Presidente da República, foi um dos signatários dos acordos que puseram fim a 16 anos de guerra civil no país. Para o antigo dirigente a celebração dos 32 anos da assinatura dos Acordos Gerais de Paz são motivo de alegria para todos os moçambicanos.
Chissano explica que mesmo com “incidentes no Centro do país” e o terrorismo em Cabo Delgado, não se viu mais uma guerra na proporção da guerra civil.
O antigo governante apelou que a paz fosse continuada e reforçada, com a participação de todos os moçambicanos, através de ideias inovadoras. Apela também que a juventude viva em paz consigo mesma, para assim ter paz com os outros.