Uma enorme quantidade de lixo acumulado há mais de cinco anos junto ao edifício conhecido como, prédio da Cruz Vermelha, no bairro Josina Machel, na cidade de Tete, está a preocupar moradores e comerciantes, que denunciam riscos à saúde pública, mau cheiro intenso e prejuízos económicos.
O edifício hoje ostenta o nome de “prédio sujo” por conta do lixo acumulado, que já chegou a atingir cerca de 1,5 metros de altura, expondo cerca de 40 famílias ao risco de saúde pública.
Segundo os moradores do prédio, o lixo acumulado no local chega a criar um certo desconforto e teme que haja eclosão da cólera, sobretudo neste período chuvoso.
Ainda de acordo com os munícipes, o caso foi reportado à edilidade na altura, as autoridades prometeram a remoção dos resíduos sólidos, mas, até ao momento, nenhuma acção concreta foi realizada.
“O município passou por aqui há 10 anos para ver o que se estava a passar, mas terminaram por aí. Ou seja, continuamos à espera de uma solução eficaz para nós”, conta um dos moradores do prédio.
O problema afecta igualmente os comerciantes que possuem lojas no edifício, que afirmam estar a registar prejuízos financeiros. O Conselho Municipal da Cidade de Tete, promete pronunciar-se sobre o caso, nos próximos dias.

