À PAULINA CHIZIANE
Escrevemos-te deste nosso anónimo recanto. Queríamos publicar esta missiva na mesma noite quente de Dezembro passado quando, tomados pela angústia existencial e quase em prantos,
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Sou Catarina Matusse, nascida no campo onde a vida pulsava lentamente, entre a terra e o ar fresco, onde o sustento da minha família se

Uns vêem o mundo em paredes brancas, outros nas estampas que a vida borda sobre os seus dias. Há quem encontre raízes na lembrança de

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“A maior arma de um opressor é a mente do oprimido.” — Steve Biko A Ignorância Como Política de Estado A história de um povo

Eu sou carvão. Tenho que arder. Queimar tudo com o fogo da minha combustão. José Craveirinha, Grito Negro Há imagens que não precisam de palavras