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O País – A verdade como notícia

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou suspender ajuda aos países que não venham a apoiar a candidatura do seu país para acolher o Campeonato do Mundo de Futebol, em 2026, avança o Notícias ao Minuto.

Na sua conta oficial de Twitter Donald Trump publicou: "Os Estados Unidos têm uma candidatura forte em conjunto com o Canadá e o México para a Campeonato do Mundo de Futebol, em 2026. Seria muito triste se os países que sempre apoiámos fossem fazer 'lobby' contra a proposta dos EUA. Porquê devemos apoiar esses países quando eles não nos apoiam?".

Marrocos é o outro candidato a receber a maior competição de futebol do mundo e o presidente da Federação Francesa de Futebol, Noel Le Graet, já anunciou ao jornal L'Equipe, que o voto francês vai para Marrocos.

O congresso da Federação Internacional de Futebol (FIFA) reúne-se a 13 de Junho, em Moscovo, para a votação numa das duas candidaturas.

 

O Movimento para Libertação de Angola, (MPLA) aprovou, hoje, a realização de um congresso extraordinário na primeira quinzena de Setembro deste ano e a candidatura de João Lourenço ao cargo de presidente do partido, ocupado desde 1979 por José Eduardo dos Santos.

Apesar de ter deixado a presidência angolana, José Eduardo dos Santos mantém-se líder do MPLA com mandato até 2021.

De acordo com o Notícias ao Minuto a informação foi enviada num comunicado do MPLA, partido no poder desde 1975.

"O bureau político aprovou a proposta de resolução e o cronograma de preparação e realização do 6.º Congresso Extraordinário do partido, a ter lugar na primeira quinzena de Setembro próximo e consequentemente aprovou a candidatura do camarada João Lourenço, actual vice-presidente, ao cargo de presidente do MPLA", lê-se.

João Lourenço está no poder desde Setembro do ano passado, tendo assumido o governo de um país mergulhado em uma séria crise económica e social, até então já fez várias mudanças na liderança angolana, tendo afastado os filhos do antigo presidente de lugares chave nas primeiras semanas da nova governação.

 

O antigo Presidente norte-americano George H.W. Bush deixou os cuidados intensivos do hospital no Texas, onde foi internado no domingo, devido uma infecção que se disseminou no sangue.

De acordo com o seu porta-voz, Jim McGrath, os médicos estão muito satisfeitos com os progressos e Bush deverá continuar a recuperação nos próximos dias.

“Ele está acordado e conversar com a equipa do hospital, com a família e amigos. Ele está mais preocupado com a vitória dos Houston Rockets contra o Minnesota Timberwolves do que em qualquer outra coisa", disse McGrath em comunicado de imprensa citado pelo Observador.

George H.W. Bush, de 93 anos, foi internado no Hospital Metodista de Houston, um dia após as cerimónias fúnebres da mulher, Barbara.

O republicano, que foi o 41.º Presidente dos Estados Unidos, entre 1989-1993, depois de ter sido vice-Presidente de Ronald Reagan, sofre da doença de Parkinson, o que o obriga há vários anos a deslocar-se de cadeira de rodas.

 

O antigo Presidente da República, Joaquim Chissano, foi designado, ontem, enviado especial da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) para acompanhar a situação de instabilidade no período pré-eleitoral no Madagáscar.

A informação consta do comunicado final da cimeira extraordinária de Chefes de Estado e de Governo da “Dupla Troika” da SADC, realizada em Luanda, para analisar a situação política em Madagáscar, no Lesotho e na República Democrática do Congo.

De acordo com o comunicado final, citado pela agência angolana de notícias, ANGOP, Joaquim Chissano tem como principal tarefa facilitar a realização do diálogo nacional com vista a desanuviar as tensões políticas e viabilizar o alcance de consenso sobre o processo eleitoral.    
Durante o encontro, os Chefes de Estado e de Governo da Dupla Troika da SADC condenaram a perda de vidas humanas e a destruição de bens em Madagáscar, exortando o Governo, os partidos políticos e cidadãos em geral a pautarem pela calma, agirem com contenção e tomarem medidas para evitarem a escalada de tensões políticas e ameaças à segurança.

A Cimeira aprovou ainda o mandato ao Presidente do Órgão de Cooperação nas áreas de Política, Defesa e Segurança, João Lourenço, para manter contactos com a União Africana e Nações Unidas com a finalidade de desenvolver uma abordagem comum de apoio naquele país.

A Cimeira de Luanda foi co-presidida pelo Presidente em exercício da Organização Regional, Cyril Ramaphosa, e pelo Presidente do Órgão de Defesa e Segurança da SADC, João Lourenço.

Participaram neste encontro os Chefes de Estado e de Governo da Dupla Troika da SADC ou seus Representantes.

A cimeira contou ainda com a participação do Presidente da RDC, Joseph Kabila, do Primeiro-Ministro do Reino do Lesoto, Thomas Thabane, e da Secretária Executiva da SADC, Stergomena Lawrence Tax.

A Dupla Troika agrega os países que compõem a Troika do órgão de Defesa e Segurança e da Troika da SADC.

O órgão de Defesa e Segurança é composto por Angola (Presidente), Zâmbia e Tanzânia. A Troika da SADC integra a África do Sul, actual presidente, eSwatini (Swazilândia) e Namíbia.
 

 

O ex-Presidente norte-americano George H. W. Bush, de 93 anos, foi hospitalizado no Texas, no domingo, depois de ter apanhado uma infecção que se disseminou no sangue. “Está a responder aos tratamentos e parece estar a recuperar”, escreveu o seu gabinete num comunicado citado pela Lusa.

O republicano que foi o 41.º Presidente dos Estados Unidos, entre 1989-1993, depois de ter sido vice-presidente de Ronald Reagan, sofre da doença de Parkinson, o que o obriga há vários anos a deslocar-se de cadeira de rodas.

Foi na mesma cidade texana de Houston que se realizaram, no sábado, as cerimónias fúnebres de Barbara Bush, o pilar de uma das maiores famílias políticas do país, que morreu a 17 de abril, aos 92 anos.

George H. W. Bush, seu marido durante 73 anos, esteve presente, apertando a mão de muitos convidados.

Juntos, os Bush tiveram cinco filhos, entre os quais George W. Bush, presidente entre 2001 e 2009, 17 netos e sete bisnetos.

 

"Eu gostaria que vocês se sentissem completamente livres para tomar qualquer decisão porque 2018 é um ano muito importante para o PT, para a esquerda e para a democracia [do Brasil]", cita a Lusa a passagem da carta que Lula da Silva escreveu à líder do seu partido, a senadora Gleisi Hoffmann.

O Partido dos Trabalhadores (PT), no entanto, confirmou rapidamente a continuidade da sua candidatura. "As pessoas querem que Lula esteja livre e que Lula seja Presidente! Não há plano B porque Lula é inocente", partilhou no seu Facebook Gleisi Hoffmann.

De acordo com a Lusa, citada pelo Notícias ao Minuto, na carta Lula da Silva disse estar "feliz" com o resultado da última pesquisa Datafolha, na qual aparece a liderar as intenções de voto para as presidenciais com 31%.

O antigo presidente  brasileiro foi condenando a 12 anos e um mês de prisão por corrupção e branqueamento de capitais e começou a cumprir a pena no dia 7 deste mês, na sede da Polícia Federal na cidade de Curitiba.

 

O presidente da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang Nguema, defendeu este domingo que o seu filho e vice-presidente, condenado em França por lavagem de dinheiro, tem legitimidade para continuar na política. Sem confirmar se será o seu sucessor.

Numa conferência com a imprensa internacional, realizada em Malabo, capital daquele país, Obiang também não confirmou se voltará a apresentar-se como candidato a um novo mandato como presidente, escreve o Observador.

Em Outubro, Teodorín, como é conhecido, foi condenado pela justiça francesa a três anos de prisão, pena que só terá de cumprir em caso de reincidência, a uma multa de 30 milhões de euros e à apreensão dos bens que comprou em França, num processo por lavagem de dinheiro.

Para Teodoro Obiang, a França não tem legitimidade para julgar o seu filho e considera o processo contra Teodorin uma interferência francesa.

Teodoro Obiang, que está no poder desde 1979, avançou ainda que “ser filho do presidente, não retira a Teodorín o direito a fazer política”, sublinhando que, antes de chegar à política, o vice-presidente da Guiné Equatorial já tinha negócios e empresas, sobretudo no sector florestal.

Obiang disse que, apesar do julgamento do filho, mantém boas relações com Paris, mas considerou que estes processos por lavagem de dinheiro nada mais são do que um pretexto para manchar a imagem de países africanos, porque têm afectado dirigentes de África e familiares, deixando de fora os grandes magnatas do Golfo Pérsico e da Europa Oriental, que também têm comprado grandes propriedades e outros bens em países europeus.

Sobre a investigação da alegada tentativa de golpe de Estado que enfrentou no final de dezembro, Obiang não quis adiantar mais pormenores, indicando apenas que já sabe “quem está por trás” sem adiantar nomes.

Obiang considera que a ação foi planeada em França com o envolvimento de equato-guineenses da oposição, mas também de mercenários de vários países africanos e também de alguns franceses.

 

Salah Abdeslam, responsável por ataques na França e na Bélgica, foi condenado a 20 anos de prisão. Um tribunal belga considerou Salah Abdeslam culpado de tentativa de homicídio terrorista durante um tiroteio com a polícia, em Bruxelas, em Março de 2016, pouco antes de ser detido.

Abdelslam é também o principal suspeito pelos atentados de Paris de 2015, no qual é o único sobrevivente, entre os terroristas que conduziram os ataques que mataram mais de 130 pessoas.

Há dois anos que está detido na capital francesa. Por esse motivo não compareceu em tribunal. Esta é a primeira sentença de que será alvo, escreve o Euronews. Abdeslam será também julgado em França.

A procuradoria federal belga considera que os ataques de Paris e de Bruxelas estão relacionados.

 

A Swazilândia vai recuperar o nome original antes do país ser colonizado pelos britânicos e passará a chamar-se eSwatini. O anúncio foi feito pelo rei Mswati III, durante as comemorações do seu 50.º aniversário e também do país, segundo o Expresso.

Segundo Mswati III, muitos países africanos após a independência regressaram "aos seus antigos nomes nativos", como é o caso do Malawi, Zimbabwe e Botswana.

"Não seremos chamados de Swazilândia a partir de hoje", revelou. O reino agora será conhecido pelo nome histórico de eSwatini, nome que o monarca já havia usado esse nome no passado, durante a abertura de sessões do Parlamento e em outros eventos.

A alteração do nome do país também implicará mudanças de nomes de instituições como a "Força Policial Real da Swazilândia", "Força de defesa da Swazilândia" e a Universidade da Swazilândia” e até pode levar a que a constituição tenha de ser reescrita. Não se sabe para qual o custo de todo o processo, segundo a DW.

Quem também parece estar a favor desta troca de nomes são os cidadãos da Suíça, uma vez que em inglês os nomes são parecidos (Switzerland e Swaziland), o que por vezes gerava confusões, o próprio rei Mswati III conta que nos estrangeiro é normal que se refiram ao seu país como "Switzerland".

O agora Reino de eSwatini tem 1.3 milhões de habitantes. Está entre Moçambique e África do Sul. O seu líder foi coroado com apenas dezoito anos e está no poder há mais de trinta.

 

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