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O País – A verdade como notícia

A Comissão eleitoral do Zimbabwe (ZEC) anunciou, esta noite, os resultados das eleições presidenciais em nove das 10 províncias do país.

Os dados até aqui avançados são favoráveis ao actual Presidente Emmerson Mnangagwa, que venceu seis das nove províncias.

Em Harare, Nelson Chamisa conseguiu 548 848  votos contra 204 710 de Emmerson Mnangagwa.

Em Masvingo, o mais votado foi Mnangagwa com 319 073 contra 117 196 de Chamisa.

Em Mashonaland este lidera, igualmente, Mnangagwa com 334 617 votos contra 189 024 de Chemisa. Já em Matebeleland sul a tendência é a mesma com Mnangagwa a conseguir 107 008 votos contra 90 292 do seu adversário.

Em Bulawayo Chamisa obteve maior número de votos, 144 160 contra 60 168 de Mnangagwa. O mesmo aconteceu em Matebeleland norte, onde Chamisa obteve 137 611 votos contra 111 452 de Mnangagwa.

Na província de Mashonaland, Chamisa volta a perder por 97 097 votos para Mnangagwa que conseguiu 366 785. Em Midlands, Chamisa obteve 255 059 e Mnangagwa 350 754 votos. Já em Manicaland, Chamisa obteve 296 429 votos enquanto que Mnangagwa ficou com 292 938 votos.

Os resultados da última província serão anunciados ainda esta noite.

 

Um avião de passageiros operado pela Aeromexico, Embraer 190, com destino à cidade do México, caiu depois de levantar voo. A aeronave tinha 97 passageiros e quatro tripulantes a bordo quando caiu. Não houve mortos entre as vítimas do acidente.

Um porta-voz da Proteção Civil de Durango relatou a existência de cerca de 85 feridos. A Secretaria de Estado de Saúde informou, entretanto, que 12 feridos estão em estado crítico.

De acordo com a empresa que gere o aeroporto de Durango, o acidente foi causado por más condições climatéricas, escreve a Euronews.

O governador do Estado de Durango, José Rosas Aispuro, informou que testemunhas ouviram uma detonação antes de o avião cair.

 

Resultados parciais dão maioria absoluta dos assentos na Assembleia Nacional ao partido governista do Zimbabwe, Zanu-PF.

Dos 153 círculos eleitorais cujos resultados foram compilados, Zanu-PF obteve 110, dos 210, assentos contra os 41 do Movimento para Mudança Democrática (MDC), segundo a emissora estatal ZBC, citada pelo Africanews.

O candidato da oposição Nelson Chamisa reagiu no seu twitter dizendo, “O Zec procura divulgar resultados para ganhar tempo e reverter a vitória das eleições presidenciais do povo. A estratégia visa preparar Zimbabwe mentalmente para aceitar resultados presidenciais falsos. Temos mais votos que ED. Ganhámos o voto popular e o defenderemos!”, disse Chamisa.

Os resultados presidenciais ainda não foram anunciados. O ZEC alertou que eles só podem estar disponíveis na sexta-feira ou sábado, aumentando as piores preocupações do MDC de que a comissão está tentando fraudar os resultados presidenciais.

 

O partido União Nacional Africana do Zimbabwe-Frente Patriótica (ZANU-PF, sigla em inglês) já conquistou 109 dos 210 lugares no parlamento, contra os 41 conseguidos pela oposição Movimento para a Mudança Democrática (MDC, sigla em inglês), segundo avança a Reuters, citada pelo Observador.

Depois da divulgação destes resultados, surgiu uma onda de protestos naquele país, que resultaram em pelo menos três mortes em confrontos com os militares em Harare, avança a Associated Press, que cita informação divulgada pela televisão estatal zimbabweana.

Em resposta à divulgação dos resultados, o líder da oposição, Nelson Chamisa, acusou a comissão de eleições de divulgar estes resultados previamente para “preparar mentalmente o Zimbabwe para aceitarem os falsos resultados das presidenciais”. O político, no Twitter, disse ainda que ganhou “o voto popular” e vai “defendê-lo”.

Por sua vez, Emmerson Mnangagwa, presidente do Zimbabwe culpou a oposição pelas vítimas mortais desta quarta-feira, na sequência de protestos pós-eleitorais.

Através da sua conta Twitter, o presidente do Zimbabwe apelou a todos para desistirem de declarações provocantes. “Todos nós devemos demonstrar paciência e maturidade, e agir de uma forma que coloque nosso povo e sua segurança em primeiro lugar. Agora é o momento de responsabilidade e, acima de tudo, a paz”, lesse no poste.

 

Já começaram a ser afixados os resultados preliminares das eleições no Zimbabwe. Pelo menos, na capital zimbabweana os resultados dão vitória ao candidato do Movimento para Mudança Democrática (MDC), Nelson Chamisa, em relação ao adversário Emmerson Mnangagwa, do ZANU PF.

Numa ronda efectuada pela nossa reportagem constatou que até a manhã desta terça-feira maior parte dos editais já tinham sido afixados.

 

O Presidente do Zimbabwe, Emmerson Mnangagwa, disse na sua conta do twitter que está satisfeito com a alta taxa de participação e envolvimento dos cidadãos no processo de votação. “ A informação dos nossos representantes no terreno é extremamente positiva”

Mnangagwa disse ainda que espera pacientemente por resultados oficiais de acordo com a constituição.

“Lembremo-nos de que, independentemente do caminho que tenhamos votado, somos todos irmãos e irmãs e esta terra pertence a todos nós”, disse.

O Presidente sublinhou ainda que o país experimentou uma expressão de liberdade e democracia e que apenas a ZEC (Comissão Eleitoral do Zimbabwe) está constitucionalmente obrigada a anunciar qualquer forma de resultado.

 

O candidato da oposição no Zimbabwe pelo Movimento para Mudança Democrática (MDC), Nelson Chamisa, escreveu na sua conta twitter “ganhar de forma retumbante”. Chamisa disse que aguarda que o ZEC cumpra seu dever de anunciar oficialmente os resultados eleitorais do povo e que estão prontos para formar o próximo governo.

“Agora temos resultados da maioria das mais de 10 000 assembleias de voto. Nós fizemos muito bem”, escreveu.

Chamisa disse ainda que há uma tentativa de reprimir e frustrar o voto Urban.

“A vitória é nossa! Filas longas e sinuosas na maior parte de Harare”, acrescentou.

 

A comissão eleitoral do Zimbabwe (ZEC na sigla inglesa) avisa os cidadãos zimbabweanos para não confiar nos resultados eleitorais que circulam nas redes sociais. A porta voz da ZEC, Priscilla Chigumba, disse na confêrencia, ocorrida na manhã desta terça-feira, da imprensa que constitui crime que alguém não-oficial publique resultados nao verificados.

"É uma contravenção, em termos do acto eleitoral, anunciar resultados a menos que tenhas sido designado pela ZEC. Se tu anunciares os resultados nao verificados por meio do Whatsapp, estarás a cometer crime".

A informação é avançada numa altura em que dezenas de apoiantes da oposição do Movimento para Mudança Democrática (MDC) já celebram a vitória de Nelson Chamisa em Harare, e alguns cidadãos discutem abertamente sobre os seus candidatos terem vencido as eleições.

A comissão eleitoral do Zimbabwe tem cinco dias para anunciar os resultados e promete publicar resultados preliminares ainda esta terça-feira. Chigumba disse que, nestas eleições, a ZEC ainda não recebeu nenhuma reclamação dos partidos e que o processo decorreu bem.

 

A comissão eleitoral do Zimbabwe iniciou a contagem dos votos das eleições presidenciais que tiveram lugar esta segunda-feira.

A Presidente da Comissão Eleitoral do Zimbabwe, Priscilla Chigumba, tinha dito que os resultados presidenciais só seriam anunciados após todos os resultados terem sido colectados e compilados. No entanto, os dados dos assentos parlamentares já estão a ser avançados.

O site News 24 avança que sete dos 210 assentos no parlamento já encerraram a contagem e o resultado é favorável ao Zanu PF, partido de Emmerson Mnangagwa, com seis, contra uma de MDC de Nelson Chamissa.

Ainda citada pelo News 24, a ZEC disse que não houve manipulação de votos nas primeiras eleições sem Robert Mugabe nas urnas, mas a oposição alegou irregularidades.

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