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O País – A verdade como notícia

Dois anos depois da data inicialmente prevista, cerca de 40 milhões de congoleses escolhem este domingo o sucessor de Joseph Kabila. Dos 21 candidatos aprovados destacam-se três favoritos Emmanuel Ramazani Shadary, Martin Fayulu e Félix Tshisekedi.

O antigo ministro do Interior, Emmanuel Shadary, é o candidato apoiado pela coligação no poder e é o “herdeiro” de Kabila. Já Félix Tshisekedi e Martin Fayulu são os candidatos da oposição com maior apoio, avança o Notícias ao Minuto.

A pacificação do país é um objectivo que consta no topo do programa de todos os candidatos, algo que não se afigura fácil, segundo organizações não-governamentais (ONG), que acreditam que apenas com um alinhamento das leis congolesas perante a legislação internacional, em aspetos como a liberdade de expressão e a eliminação da pena de morte, essa pretensão pode ser alcançada.

As eleições deste domingo estavam previstas inicialmente para 2016, e, para além de presidências, irão ainda permitir a escolha de representantes parlamentares a nível nacional e provincial

O exercício eleitoral deverá contar com cerca de 270.000 observadores nacionais e internacionais, tendo o Governo vetado a presença de algumas missões internacionais, incluindo da União Europeia e da Fundação Carter, o que leva a oposição a suspeitar da existência de fraude.
 

Pouco tempo depois da retirada das tropas norte-americanas da Síria, as tensões podem tomar conta daquele país. Temendo perder a cidade de Manjib, na província de Alepo, para os turcos que recentemente anunciaram uma ofensiva, as milícias curdas, denominadas Unidade de Protecção Popular, pediram ajuda ao Exercito Sírio.

Esta força governamental confirmou a entrada na cidade de Manjib nesta sexta-feira, e prometeu garantir a segurança das populações residentes no território.

Por outro lado, as milícias curdas anunciaram que a partir de agora passarão a concentrar a ofensiva contra o autodenominado Estado Islâmico, perto da fronteira com o Iraque.

Moscovo, um aliado do regime de Bashar al-Assad, vê com bons olhos o desenvolvimento considerado um "passo positivo" que "pode estabilizar a situação", nas palavras do porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.

A 12 de Dezembro, o Presidente turco, Recep Tayyip Erdo?an, anunciou a preparação de uma ofensiva no norte da Síria contra as milícias curdas.

Ancara considera-as uma organização terrorista e uma extensão na Síria do Partido dos Trabalhadores do Curdistão, que combate o Estado turco.

A linha que separa os Estados Unidos e o México representa um sonho para os milhares de migrantes, dispostos a arriscar a pele em busca de uma vida melhor a norte da fronteira, mas um verdadeiro pesadelo para Donald Trump.

O presidente norte-americano teima em construir um muro de mais de três mil quilómetros, mas ainda não conseguiu convencer o Congresso a pagar a conta.

Trump está cada vez mais impaciente e usou o Twitter, como habitual, para ameaçar uma vez mais o encerramento da fronteira com o México, aproveitando ainda para criticar as leis de imigração em vigor e que as classificou de ridículas.

O círculo próximo de Trump garante que o presidente não está a fazer bluff e que o encerramento da fronteira é uma hipótese real, mas os Democratas mantêm-se irredutíveis.

Mesmo com o encerramento parcial do governo, que obriga os funcionários públicos a ficar em casa sem direito a salário, os Democratas sabem que o tempo está do seu lado uma vez que no dia 3 de Janeiro irão assumir o controlo da Câmara dos Representantes.

O Presidente da República Democrática do Congo, Joseph Kabila, diz que não há mais razões para adiar as eleições presidenciais agendadas para este domingo. Os candidatos que concorre para a sucessão de Kabila são Félix Tshisekedi, líder da UDPS irá disputar, com Emmanuel Ramazani Shadary, candidato presidencial do partido no poder.

Kabila culpa o surto de Ébola, nas províncias de Kivu do Norte e Mai-Ndombe, pelo afastamento de mais de um milhão de eleitores das urnas, afirmando que seria um desastre se as pessoas votassem nas zonas do surto, porque uma pessoa poderia infectar centenas de outras, escreve o Notícias ao Minuto citando a Associated Press.

As afirmações do presidente congolês contradizem as dos oficiais de saúde que dizem ter tomado precauções para que as pessoas pudessem votar na zona do surto.

Um dos principais candidatos da oposição às presidenciais, Martin Fayulu, convocou uma greve geral em todo país para contestar o adiamento parcial das eleições.

A comissão eleitoral justificou o adiamento, para março de 2019 com a falta de condições de segurança devido à epidemia de Ébola, argumentos que não convenceram os candidatos da oposição ao regime de Joseph Kabila.
 

O ex-presidente de Madagáscar Andry Rajoelina voltará ao poder após vencer seu rival Marc Ravalomanana no segundo turno da eleição presidencial – apontam resultados publicados pela Comissão Eleitoral.

Rajoelina obteve 55,7% dos votos contra 44,3% de Ravalomanana, informou a comissão. Os resultados poderão ser impugnados, porém, uma vez que Ravalomanana denunciou fraudes.

O chefe da Comissão Eleitoral, Hery Rakotomanana, afirmou que "foram feitos esforços para responder" às preocupações apresentadas pelos dois candidatos, como a revisão do software de contagem de votos.

Durante a eleição, os dois candidatos se acusaram mutuamente de fraude eleitoral. O país tem uma longa história de instabilidade política.

Uma quadra natalícia que foi tão festiva quão trágica, onde próximo de 900 pessoas pereceram nas estradas da África do Sul. Uma autêntica carnificina que este ano aumentou em 16% em relação ao período homónimo de 2017.

Blade Nzimande, ministro dos Transportes, disse que “no topo da lista de acidentes é notório o envolvimento de jovens motoristas que perderam as suas vidas nas nossas estradas, muito devido a fatiga, embriaguez, condução negligente, perigosa e excesso de velocidade. Temos assistido a um período de intensa agonia, miséria e dor sem paralelo”, concluiu o ministro.

No ano de 2017 morreram nas estradas da África do Sul 14.050 pessoas. Mortes nas estradas atingiram um ponto de “ crise nacional “ e na última década morreram nas estradas do país mais de 134.000 pessoas. África detém 2% do parque automóvel mundial mas regista 20% das mortes nas suas estradas.

O ex-vice-ministro da segurança chinesa, Ma Jian, foi condenado à prisão perpétua por corrupção e uso de informação privilegiada, Para além da condenação Jian terá que pagar uma multa de 6,37 milhões de euros.

Segundo o site Notícias ao Minuto, o ex-vice-ministro admitiu a sua culpa e decidiu não recorrer da sentença.

Jian trabalhou na agência de espionagem da China durante mais de 30 anos onde ocupava o cargo de vice-ministro desde 2006, e usou a sua influência em benefício do empresário Guo Wengui, um dos homens mais ricos da China.

Após ascender ao poder, o Presidente chinês, Xi Jinping, lançou uma campanha anticorrupção, hoje considerada a mais persistente e ampla na história da China comunista, e que resultou já na punição de um milhão e meio de membros do partido.

Os casos mais mediáticos de corrupção envolveram a prisão do antigo chefe da Segurança, Zhou Yongkang, e do ex-diretor do Comité Central do PCC e adjunto do antigo presidente, Hu Jintao e Ling Jihua.

Além de combater a corrupção, a campanha tem tido como propósito reforçar o "controlo ideológico" e afastar rivais políticos, com as acusações a altos quadros do regime a incluírem frequentemente "excesso de ambição política" ou "conspiração", escreve o Notícias ao Minuto.

O ex-presidente Lula enviou uma carta de Natal à Vigília Lula Livre, na frente da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde ele está preso desde Abril em decorrência do caso triplex. No texto, o petista agradece os companheiros que deixaram suas casas na noite de véspera de Natal para apoiá-lo. A assessoria do ex-presidente divulgou a carta na internet:

"Meus amigos e minhas amigas,

O Natal é a época do ano em que lembramos com mais força da vinda de Jesus, dos ideais de solidariedade e bondade cristãos. Nos aproximamos da família e dos amigos, celebramos juntos, nos abraçamos e reunimos força para o ano seguinte.

 Esse Natal não poderei estar junto fisicamente com a minha família, meus filhos e netos. Mas não estou sozinho. Estou com vocês da vigília, que tem sido minha família, e com todos aqueles que vieram passar esse Natal junto de vocês.

Quero agradecer a companhia que tem-me feito a cada dia, todo o dia, durante essa provação, no frio do inverno do Paraná ou no calor que tem feito esses dias.

Sigamos fortes. O ódio pode estar na moda, mas não temam nem se impressionem com essas pessoas posando de valentões. O tempo deles vai passar e a verdadeira mensagem de Jesus, um marceneiro que foi perseguido pelos vendilhões do templo, pelos soldados e pelos promotores dos poderosos, vai continuar a ecoar em cada Natal: uma mensagem de amor, fraternidade e esperança.

A luta por um mundo melhor continua.

Feliz Natal,

Lula”

O Presidente dos EUA e primeira-dama atenderam telefonemas de crianças em tradição natalícia na Casa Branca. Conhecido pela falta de “papas” na língua, o presidente Donald Trump não poupou uma criança de 7 anos da frustração em pleno Natal . Ele e a primeira-dama, Melania Trump, atenderam na Casa Branca alguns dos telefonemas dirigidos ao Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte (Norad), responsável por “informar” aos pequenos “onde está o Pai Natal".

— Você ainda acredita em Pai Natal? Porque aos 7 anos isso é raro, certo? — questionou Trump a um menino identificado como Coleman.

Não está claro o que o menino respondeu, mas internautas torceram para que a franqueza do presidente não o tenha pegado de surpresa.

Durante a conversa, o republicano quis saber como o menino estava na escola e desejou a ele diversão na noite de Natal. Mas foi a pergunta do Pai Natal que dividiu opiniões em diversas redes sociais: alguns acharam graça da sinceridade do presidente, vários brincaram com o inconveniente e outros criticaram a falta de traquejo de Trump.

Segundo o jornal New York Times, que cita vários levantamentos, são poucas as crianças que, aos 7 anos, ainda acreditam em Pai Natal nos EUA. Resta torcer para que Coleman não fosse daqueles que esperam ansiosos o bom velhinho.

O casal da Casa Branca parece ter-se divertido com os telefonemas. Trump abriu um largo sorriso durante a conversa com Coleman, enquanto Melania disse ser esta "uma de suas tradições favoritas".

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