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O País – A verdade como notícia

As autoridades da Arábia Saudita dizem estarem criadas as condições para acelerar a implementação do Acordo de Riad, que visa a estabilização político-militar na República do Iémen, avança a agência de imprensa Saudita “SPA”, que cita “uma fonte responsável”.

 

Segundo a fonte, Governo do Iémen e o Conselho de Transição concordaram com a implementação de mecanismos propostos pela mediação saudita, visando dar corpo à implementação do Acordo de Riade, assinado no dia 5 de Novembro de 2019.

Do mecanismo já acordado destaque para a implementação de alguns aspectos, nomeadamente, a continuidade do cessar-fogo que entrou em vigor no dia 22/06/2020.

“Foi realizado um trabalho para reunir as duas partes do acordo em Riad, com a participação activa dos Emirados Árabes Unidos. As partes responderam e expressaram aprovação deste mecanismo e concordaram em começar a trabalhar no sentido de superar os obstáculos existentes e acelerar a implementação do acordo” explicou a fonte.

De acordo com a nossa fonte, o mecanismo aprovado estabelece que a prioridade deve ser dada aos “interesses do povo iemenita”.

Segundo os entendimentos, o Governo do Iémen vai começar a trabalhar, a partir da cidade de Aden, dando início ao desenvolvimento nas áreas libertadas e buscar caminhos para acabar com a crise, num processo de paz inspecionado pelas Nações Unidas.

“O mecanismo acordado também inclui o anúncio pelo Conselho de Transição do Sul do abandono da Administração Autónoma e implementação do Acordo de Riad isto é, a nomeação de um governador e um director de segurança para a cidade de Aden”, salienta.

O entendimento atribuí ao Primeiro-Ministro iemenita, a responsabilidade de formar um Governo com competências políticas, num período de 30 dias; a saída das forças militares de Aden para fora da cidade e separação das duas forças em partes (Abyan) e o regresso para as suas posições anteriores; a emissão de um comunicado para formar membros do governo inclusivo e proporcional, entre elementos do Norte, Sul e do Conselho de Transição do Sul do Iémen.

O Presidente russo, Vladimir Putin, anunciou esta terça-feira que a Rússia se tornou no primeiro país do mundo a registar uma vacina contra a COVID-19. A mesma foi testada durante dois meses em humanos e administrada a uma das filhas do chefe de Estado russo. A vacinação da população está prevista para Outubro próximo e a Organização Mundial da Saúde (OMS) fala de cautela e necessidade de garantir segurança.

Segundo a imprensa internacional a Rússia vai começar a produção em massa da vacina baptizada de Sputnik V, uma referência ao satélite enviado para o espaço pela União Soviética em 1957.

A vacina, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya, em Moscovo, não passou pela fase três de ensaios clínicos, um momento fundamental em que a vacina é testada em larga escala e onde são detectados efeitos secundários e é comprovada a eficácia da mesma, escreve o Público de Portugal, acrescentando que Vladimir Putin teria dito, em conferência de imprensa, que se congratulava com o que considera “um passo muito importante para o mundo”.

Entretanto, especialistas internacionais e da própria OMS ainda têm reservas quanto à possibilidade de a Rússia estar a saltar etapas que garantam a segurança da vacina, diz o órgão a que nos referimos.
Para comprovar a eficácia da vacina, o Presidente russo revelou que a mesma foi administrada a uma das suas filhas que tinha uma temperatura de 38ºC antes de ser inoculada.

Depois da vacina, disse Putin, a temperatura baixou para os 37ºC no dia seguinte. “Ela sente-se bem e tem um elevado número de anticorpos”, garantiu o Presidente russo, segundo o Público.
Por sua vez, o “Observador” indica que a OMS recebeu com cautela a notícia de que a Rússia registou a primeira vacina do mundo contra a COVID-19, sublinhando que deverá seguir os trâmites de pré-qualificação e revisão definidos.

O órgão cita o porta-voz da OMS, Tarik Jasarevic, numa conferência de imprensa, como tendo declarado que “acelerar o progresso [da vacina] não deve significar comprometer a segurança”.

A fonte teria igualmente acrescentado que a OMS está em contacto com as autoridades russas e de outros países para analisar o progresso das diferentes investigações em curso relativamente de vacinas, sublinhando que a organização está satisfeita “com a rapidez com que as vacinas estão a ser desenvolvidas” e espera que algumas delas “se mostrem seguras e eficazes”.

Brasil, o segundo país do mundo mais afectado pela COVID-19, a seguir aos Estados Unidos, ultrapassou neste sábado a marca de 100 mil mortes por COVID-19, quase cinco meses depois da confirmação da primeira infecção no país, segundo dados oficiais divulgados neste sábado pelas secretarias estaduais de Saúde.

Os dados do Ministério da Saúde, divulgados no início da noite no Brasil, indicam um total de 100.477 óbitos e 3.012.412 brasileiros foram já infectados com o novo coronavírus.

Nas últimas 24 horas, foram notificados 905 mortes por COVID-19 e 49.970 novos infectados, segundo o balanço oficial.

Ainda este sábado, o Rio de Janeiro homenageou, os 100 mil mortos por COVID-19. Mais que uma homenagem, a acção, organizada pela associação Rio da Paz, pretende uma reflexão sobre o futuro e alertar para os gestos de todos os dias.

Singapura anunciou este sábado que inicia na próxima semana a primeira fase de testes em humanos de uma nova vacina contra a COVID-19.

A primeira fase de testes vai prolongar-se até Outubro, prevendo a administração do medicamento a cerca de 100 pessoas.

A nova vacina, que já recebeu o nome de Lunar-Cov19, está a ser desenvolvida pela Faculdade de Medicina da Universidade Nacional de Singapura e pela empresa farmacêutica norte-americana Arcturus Therapeutics, anunciou o jornal singapurense The Straits Times.

Actualmente, há 26 vacinas em todo o mundo que estão a ser testadas em humanos ou já receberam autorização para serem testadas, enquanto há outras 139 em fase de investigação, antes de poderem ser experimentadas em pessoas.

Singapura foi um dos primeiros países a detetar a COVID-19 fora da China, origem da pandemia, e foi citada como um exemplo na contenção da doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

O Expresso avança que um avião da Air Índia Express derrapou hoje quando aterrava na pista 10 do aeroporto em Calecute, na Índia, citando meios de comunicação locais. A bordo seguiam 191 pessoas. Desse universo, 18 pessoas morreram e váriss ficaram  feridas.

Ainda de acordo com o Expresso, em comunicado, a companhia aérea confirmou o acidente, que aconteceu das 15h41 de Moçambique, explicando que ao aterrar o avião (voo IX1344) derrapou e saiu da pista de aterragem. “Entre as 191 pessoas a bordo estão 174 passageiros adultos, 10 crianças, dois pilotos e cinco tripulantes. De acordo com relatos iniciais, as operações de resgate estão em curso e os passageiros estão a ser levados para o hospital, onde vão a ser assistidos.

A seguir a aterragem, a aeronave partiu-se em duas partes. No momento do acidente, sublinha o “Times of Índia”, citado pelo Expresso, chovia com intensidade na região.

Alguns dos feridos na explosão de Beirute foram transferidos para Tunísia, onde poderão receber tratamento, depois de a tragédia ter afectado os hospitais mais próximos. O Cônsul do Líbano em Moçambique, Hussein Yahfoufi, diz que o país precisa de muita ajuda externa para se reerguer dos estragos.

A duas grandes explosões no Porto de Beirute danificaram muitos edifícios de luxo situados na capital libanesa, incluindo os do Governo. Para aliviar o sistema de saúde que já está à beira do colapso com mais de cinco mil casos confirmados da COVID-19 e igual número de feridos na explosão de Beirute, alguns países já estenderam a mão, oferecendo-se a receber os doentes e enviando comida e material de prevenção do novo coronavírus.

Com pouco mais de 1.500 libaneses a viverem no país, o cônsul Hussein Yahfoufi assegurou que nenhum deles tem um familiar directamente afectado pela tragédia e pede, por isso, para que estes ajudem as vítimas da explosão com o que podem.

O Governo libanês decretou o Estado de Emergência por duas semanas em Beirute, 24 horas depois de fortes explosões terem devastado a cidade.

O anúncio da decisão foi feito numa conferência de imprensa pelo ministro da Informação libanês, Manal Abdel Samad, adiantando que entrará em vigor, imediatamente, “um poder militar supremo” para garantir a segurança em Beirute.

Duas fortes explosões sucessivas sacudiram Beirute na terça-feira, causando mais de uma centena de mortos e mais de 5.000 feridos, segundo um balanço feito pela Cruz Vermelha.

As autoridades esperam que o número de vítimas aumente, numa altura em que as equipas de resgate procuram ainda dezenas de desaparecidos entre os escombros.

Segundo o Governador de Beirute, centenas de milhares de pessoas perderam a casa, devido aos danos causados pelas explosões. Alguns dos principais hospitais também foram atingidos.

O presidente do Líbano revelou que na origem das explosões estiveram 2.750 toneladas de nitrato de amónio armazenadas há seis anos no porto, sem quaisquer medidas de segurança. Já foi aberta uma investigação e o primeiro-ministro prometeu que os responsáveis não vão ficar impunes.

O Governo libanês exigiu a prisão domiciliária de responsáveis do porto de Beirute enquanto decorrer a investigação.

O presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, acredita que a grande explosão ocorrida nesta terça-feira, em Beirute, capital do Líbano, foi causada por uma bomba.

Apesar de não ter provas, Trump disse que conversou sobre o incidente com oficiais militares americanos, que avaliaram a explosão e têm experiência no assunto, sendo que não acreditam que a tragédia tenha sido causada acidentalmente.

“Eu me encontrei com alguns grandes generais e eles pareceram sentir que esse não é nenhum tipo de evento industrial”, disse Trump que descreveu a explosão como um “ataque terrível”.

Trump prestou condolências às vítimas e disse que os EUA estão prontos para ajudar o Líbano.

Apesar da declaração, ainda não há informações oficiais do governo libanês que apontem que a explosão seja algum tipo de atentado.

Mais de um bilião de estudantes foram afectadas pela pandemia da COVID-19 e desse universo 40 milhões de crianças ficaram sem acesso ao ensino pré-escolar, afirmou o Secretário-geral das Nações Unidas (ONU), António Guterres, que considera que a COVID-19 criou no mundo o maior transtorno jamais visto na educação.

Para o Chefe da ONU este é um momento decisivo para as crianças e os jovens de todo o mundo, mas infelizmente vive-se “a maior disrupção de sempre na área da Educação”, o que pode causar um risco de “catástrofe geracional”.

Apesar das aulas à distância, através da rádio, televisão ou via online, houve muitos estudantes que ficaram de fora e os alunos desfavorecidos, deslocados, refugiados são os que têm maior risco de exclusão.

Guterres disse que “as decisões que os governos e os parceiros tomarem, agora, terão um impacto duradouro em centenas de milhões de jovens e nas perspectivas de desenvolvimento dos países nas próximas décadas.”

A ONU lançou uma campanha chamada “Save Our Future” que passa pela definição de prioridades na Educação no contexto em que vivemos. A mais urgente diz respeito à reabertura de escolas assim que a transmissão local de Covid-19 esteja sob controlo.

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