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Em reacção a tentativa de assassinato de Donald Trump, candidato presidencial republicano nas eleições dos Estados Unidos da Ámerica, diversos líderes europeus concordam que o acto é uma ameaça para as democracias. O presidente francês diz que o acto é um “drama para as democracias” e o primeiro-ministro português defende que a violência política não deve ser tolerada.

Em uma longa lista, vários líderes europeus desejam rápidas melhoras a Trump e reiteraram que “a violência política em democracias não deve ser tolerada”.

Emmanuel Macron, Presidente francês, foi  um dos primeiros a lamentar. “Os meus pensamentos estão com o Presidente Donald Trump, vítima de uma tentativa de assassinato. Envio-lhe os meus votos de uma rápida recuperação. Morreu um espetador, há vários feridos. É um drama para as nossas democracias. A França partilha o choque e a indignação do povo americano”, escreveu nas suas redes sociais.

O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, usou também as suas redes sociais para repudiar o acto. “Condeno veementemente o atentado cometido contra o ex-presidente Donald Trump, desejando-lhe pronto restabelecimento. A violência política é completamente intolerável e as democracias têm de a combater sistematicamente“, escreveu Luís Montenegro.

A chefe do Governo italiano, Giorgia Meloni, expressou também “solidariedade” para com Donald Trump apelou que o tema “violência política” tem de ser abordado pelos candidatos à presidência dos EUA.

Num comunicado citado pela AFP, Meloni manifestou ainda “esperança de que os próximos meses da campanha eleitoral vejam o diálogo e a responsabilidade prevalecer sobre o ódio e a violência”.

Os presidentes do Conselho, da Comissão e do Parlamento Europeu, Charles Michel, Ursula von der Leyen e Roberta Metsola, condenaram o atentado contra o ex-Presidente norte-americano Donald Trump.

Na rede social X, o presidente do Governo espanhol, Pedro Sánchez, expressou “forte condenação” e sublinhou que a violência e o ódio “não têm lugar numa democracia”.

Também na rede social X, o chanceler alemão, Olaf Scholz, classificou como ignóbil a tentativa de assassinato, acrescentando que a violência política constitui uma ameaça à democracia.

Na Inglaterra a reacção veio do recém eleito primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, que confessou estar chocado com o incidente.

Joe Biden, presidente dos Estados Unidos da Ámerica considera prematuro comentar sobre o acto ser qualificado como “tentativa do assassinato” e pede cautela para os americanos até a conclusão das investigações. Já os antigos dirigentes do país, Barack Obama, Bill Clinton e Hilary Clinton condenaram o acto e a violência política.

Joe Biden teve uma conversa com Donald Trump e assegura que o mesmo está fora de perigo. Condenou e disse que os Estados Unidos da América devem combater todo tipo de violência.

Biden disse também que só poderá comentar quando for provado que é realmente trata-se “tentativa de homicídio”.

“É doentio e esta é uma das razões pelas quais temos de unir este país. Não podemos aceitar isto. “Eu não sei o suficiente, tenho uma opinião mas não tenho factos. Quero ter a certeza dos factos antes de fazer comentários”, disse em entrevista ao Delaware.

Barack Obama, antigo presidente diz “estar grato por Trump estar fora de perigo e que não há espaço para violência nos Estados Unidos”. Também assegura que “todos os actos de violência devem ser repudiados”.

Bill Clinton, antigo presidente dos Estados Unidos, defende que a violência não tem lugar na América.

Hillary Clinton, candidata que concorreu com Donald Trump no mandato que o elegeu presidente, também repudiou o acto.

Os senadores dos partidos dos Democratas e dos Republicanos também solidarizaram-se com Trump.

O ex-presidente e candidato presidencial do partido republicano nos Estados Unidos da América foi ferido a tiro durante um comício na Pensilvânia. Trump está fora de perigo e o suposto atirador  foi morto no local.

Trump ficou ferido na orelha depois de tiros disparados durante seu discurso de campanha presidencial em Butler, na Pensilvânia. Antes de se esconder atrás do pódio, com algum sangramento na parte superior, Trump levou a mão direita ao pescoço como quem sofreu na cabeça.

Em resposta aos tiros, a Polícia atingiu mortalmente o suposto atirador, que o FBI identificou como: Thomas Matthew Crooks, 20 anos, de Bethel Park, Pensilvânia. Os agentes federais acrescentaram que a investigação foi qualificada como “crime de assassinato”.

As autoridades revelaram igualmente que membro do público foi morto e dois outros estão no hospital em estado crítico.

O presidente Joe Biden condenou o ataque e cancelou a sua campanha, voltando assim à Casa Branca em gesto de solidariedade ao seu oponente nas eleições de 05 de Novembro nos EUA.

Na sua conta da Truth Social, Trump contou que a bala atingiu apenas uma parte da orelha.

“Fui atingido por uma bala que perfurou a parte superior da minha orelha direita. Soube imediatamente que algo estava errado, pois ouvi um zumbido, tiros e senti a bala a rasgar a pele”, escreveu o candidato republicano.

A assessoria de comunicação do candidato republicano, na rede social X, mostrou o candidato republicano a descer do seu avião, depois de aterrar em New Jersey e o descreveram Trump, em duas palavras: “Forte e resistente” e prometeu que “não parar de lutar pela América”.

Um ataque israelita em Khan Younis, no sul de Gaza, causou 71 mortes, este sábado. O ministro da Saúde do Hamas revelou que a maior parte das vítimas são civis.

Os mísseis lançados pelas forças israelitas, este sábado, atingiram, no sul de Gaza, um campo de refugiados que foram forçados a abandonar o norte da Faixa de Gaza no início da guerra.

Dados preliminares, apresentados pelo Ministério Da Saúde do Hamas, apontam para a morte de 71 pessoas que se encontravam em tendas e cerca de 300 feridos.

Com este ataque, o Hamas diz que Israel demonstra não estar interessado em manter conversações para um cessar-fogo.

Em declarações a uma rádio, o exército israelita confirmou ter atacado posições do Hamas, onde um dos responsáveis do grupo foi morto durante as operações.

Segundo a agência da Organização das Nações Unidas, ONU, a zona atacada este sábado é albergada por centenas de milhares de palestinianos deslocados, que procuraram segurança, na sua maioria, em tendas improvisadas.

Morreram 22 alunos, durante o desabamento de um prédio escolar de dois andares, na cidade de Jos, no estado de Plateau, na Nigéria.

De acordo com o porta-voz da polícia de Plateu, Alfred Alabo, um total de 154 estudantes ficaram presos e 132 ficaram feridos, durante o desabamento.
Equipes de resgate e de saúde, juntamente com forças de segurança, foram imediatamente enviadas ao local.

O governo estadual diz que o desabamento deveu-se a fraca estrutura da escola, aliado ao facto de estar localizada nas proximidades de um rio. Por esta razão, as autoridades governamentais pedem que escolas com problemas semelhantes encerrem as suas actividades.

 

O Presidente queniano, William Ruto, demitiu, esta quinta-feira, todos os seus ministros e prometeu formar um novo Governo que será mais eficiente.  Esta decisão foi tomada  após semanas de protestos contra altos impostos e má governação.

Ruto também demitiu o procurador-geral e disse que os ministérios serão administrados pelos seus secretários permanentes.

O Presidente queniano justificou a iniciativa como uma resposta à voz do povo e prometeu formar um Governo com uma base ampla.

De referir que o Quénia viveu três semanas de agitação, em que manifestantes invadiram o Parlamento, depois de um projecto de lei financeira. Mais de 30 pessoas morreram durante esses protestos.

A Organização do Tratado ao Atlântico Norte (NATO) acusa a China de “facilitador decisivo” da guerra entre a Rússia e a Ucrânia, através de apoio as forças russas. A NATO diz estar preocupada com o arsenal nuclear e os recursos espaciais chineses.

Através de um comunicado, os países membros da Nato afirmam que a China tornou-se um facilitador da guerra, através da sua “parceria sem restrições” , com o Kremilin, e do seu apoio em grande escala para à base industrial da defesa russa.

“Apelamos à República Popular da China, enquanto membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, com a responsabilidade especial de defender os objetivos e princípios da Carta das Nações Unidas, para que cesse todo o apoio material e político ao esforço de guerra da Rússia”, lê-se no documento.

Falando a imprensa, O secretário-geral da Nato, Jens Stoltenberg, disse que o apoio da China aumenta a ameaça Russa para segurança euro-atlântica”. Acrescentou que “os aliados deixaram claro que a China não pode permitir o maior conflito na Europa, na história recente, sem afectar negativamente os seus interesses e a sua reputação”.
Stoltenberg afirmou ainda que os aliados da Aliança Atlântica continuarão a apoiar a Ucrânia “no caminho irreversível para a adesão à NATO”.

“O trabalho que estamos a fazer agora em conjunto garantirá que, no momento certo, a Ucrânia possa aderir sem demora”, disse.
Pequim, por sua vez, negou que apoie as acções de guerra da Rússia, e insiste em manter relações comerciais normais com o seu vizinho do norte.

O presidente norte americano, Joe Biden, declarou que a NATO está mais forte do que nunca, e anunciou mais ajuda militar a Ucrânia, concretamente, baterias de mísseis e outros sistemas para reforçar as defesas aéreas daquele país contra ataques Russos.

Washington recebe, esta semana, a cimeira da Organização do Tratado Atlântico Norte (NATO), sendo a guerra na Ucrânia um dos temas fortes do evento. No discurso de boas vindas aos aliados presentes, Joe Biden afirmou que a NATO está mais poderosa do que nunca.

A cimeira anual decorre nos Estados Unidos, num momento em que se assinalam 75 anos desde a fundação da Aliança Atlântica.

“É um prazer receber-vos neste ano marcante evento, olhar para trás com orgulho de tudo o que alcançamos, e olhar para o nosso futuro partilhado com força e determinação”, disse Biden.

O líder norte-americano aproveitou a ocasião para anunciar que os Estados Unidos vão fornecer defesas aéreas adicionais à Ucrânia para que se possa defender. “Juntos criamos uma coligação global para apoiar a Ucrânia. Juntos providenciamos um apoio económico e humanitário significativo e fornecemos à Ucrânia os meios para se defender: tanques, veículos blindados, sistemas de defesa aérea, mísseis de longo alcance e milhões de munições”.

Além do apoio à Ucrânia, está também em foco na cimeira a liderança de Biden, pois há um intenso debate na sociedade norte-americana em relação a saúde do presidente norte-americano.
O tema que ganhou maior tónica desde o “frente-a-frente” com o seu adversário na corrida eleitoral, Donald Trump, onde Biden teve um desempenho não desejado e veio a público, depois, justificar problemas de saúde.

De referir que esta poderá ser a última cimeira de Joe Biden como presidente dos Estados Unidos, caso não seja reeleito nas eleições marcadas para 5 de Novembro.

O Zimbabwe anunciou um acordo com a Zâmbia para partilhar lucros do turismo nas Cataratas do Vitcória Falls, na fronteira entre os dois países, e formar uma parceria semelhante a do Brasil e Argentina nas Cataratas do Iguaçu.

Zimbabwe e Zâmbia decidiram pôr ponto final à disputa da titularidade das cataratas de Vitória por estarem no limite das fronteira entre os dois países. A ministra do Turismo e Hotelaria do Zimbabwe, Barbara Rwodzi, disse ter falado, esta segunda-feira, com o homólogo zambiano de que os dois países deverão passar a partilhar as receitas do turismo feito nas cataratas assim como conjuntamente comercializar o importante destino turístico.

Para pôr termo à disputa, os dois países da África Austral inspiraram-se na gestão bi-partida entre o Brasil e a Argentina das Cataratas de Iguaçú e a floresta tropical circundante em benefício dos dois países.

O acordo entre Zâmbia e Zimbabwe conta com o apoio do Banco Mundial, que deverá financiar projectos conjuntos de redimensionamento da exploração turística das cataratas, que no passado chegaram a render anualmente cerca de 150 milhões de dólares.
O turismo é a terceira maior fonte de rendimento do Zimbabwe, depois das minas e da agricultura, e deverá gerar cerca de cinco mil milhões de dólares até 2025.

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