O País – A verdade como notícia

24 pessoas morreram e outras em número não estimado estão desalojadas, devido à tempestade tropical Trami, que assola Filipinas, desde o início da semana.

As chuvas intensas acompanhadas por ventos fortes, que assolam as Filipinas desde o início da semana, fizeram 24 mortes, no nordeste daquele país. A tempestade tropical Trami causou desabamento de terra e inundações.  

De acordo com as autoridades locais, a maior parte das mortes foram por afogamento, registadas na região de Bicol e Quezon.

Escolas e instituições de Estado estão encerradas pelo segundo dia consecutivo em toda a ilha de Luzon, para proteger milhões de pessoas, depois de a tempestade tropical Trami ter atingido a província de Isabela, no nordeste do país.

O governo local, que já emitiu um alerta, prevê que o número de vítimas mortais aumente à medida que cidades e aldeias isoladas pelas inundações e com estradas bloqueadas por desabamento de terras e árvores derrubadas consigam enviar relatórios.

A agência governamental de mitigação de catástrofes filipina declarou que mais de dois milhões de pessoas foram afetadas pela tempestade, incluindo 75.400 moradores desalojados e abrigados em locais mais seguros.

Cerca de 20 tempestades e tufões atingem as Filipinas todos os anos. Em 2013, o tufão Haiyan, um dos ciclones tropicais mais fortes registados no mundo, causou a morte ou o desaparecimento de mais de 7.300 pessoas e em outras zonas arrasou aldeias inteiras.

Pelo menos 11 pessoas morreram, nesta terça-feira, após a explosão de um camião cisterna que continha combustível, na cidade de Kigogwa, perto de Kampala, na Uganda. Dentre os mortos contabilizam-se dois menores de idade.

O incidente ocorreu quando um camião contendo combustível capotou e  explodiu, resultando na morte de 11 pessoas.

O Comandante da Polícia Distrital de Kampala, Moses Nanoka, citado pelo African News, afirmou que foi o único acidente envolvendo um camião cisterna contendo combustível que estava a percorrer a Bombo Road.  

Quatro prédios que abrigavam nove lojas foram destruídos no incêndio, segundo avançou a polícia.

O camião cisterna que continha combustível viajava de Kampala para a cidade de Gulu, no norte, a cerca de 400 quilómetros de distância, quando o acidente ocorreu.  Os feridos foram levados às pressas para unidades de saúde próximas, para tratamento.

Vladimir Putin voltou a participar em uma reunião dos BRICs depois de falhar o evento do ano passado na África do Sul. A reunião dos nove tem lugar na Rússia desde esta terça-feira, e prevê um encontro entre Putin e o Secretário Geral da ONU António Guterres.

Quase dois anos depois do encontro em fevereiro de 2022, após a eclosão da guerra Rússia e Ucrânia, Vladimir Putin e António Guterres voltarão a cruzar os caminhos esta quinta-feira, no contexto da reunião dos BRICs 2024.

O encontro, que tem lugar na cidade Russa de Kazan, é uma oportunidade para  o líder Russo, que volta a participar presencialmente nos encontros anuais do bloco económico, composto, actualmente, por nove países. 

Putin, que viu-se obrigado a abdicar do encontro do ano passado na África do Sul, devido ao mandado de captura emitido contra si pelo Tribunal Penal Internacional, tem, nesta reunião, o privilégio de demonstrar força e hegemonia Russa no contexto global.

Durante o encontro iniciado esta terça-feira, Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul e os recentes integrados: Irão, Egipto, Etiópia e Emirados Árabes Unidos vão refletir acerca do estágio económico, político e social dos membros do bloco, além da ratificação de vários instrumentos.

O Secretário Geral da ONU, António Guterres, que esteve recentemente em Adis Abeba na cimeira da União Africana, vai, nesta quinta-feira, reunir-se com Putin, onde se prevê que o cenário de conflito na Ucrânia venha a ser o pano de fundo do encontro.

Refira-se que o presidente brasileiro Lula da Silva é um dos grandes ausentes do encontro dos nove, após sofrer um acidente domiciliar na semana passada, porém a sua intervenção será feita por meio de videoconferência.

 

O antigo presidente do Peru, Alejandro Toledo, foi condenado a 20 anos e seis meses de prisão, depois de se confirmar o seu envolvimento no caso de corrupção Odebrecht. Segundo a justiça, Toledo recebeu 35 milhões de dólares em corrupção.

Alejandro Toledo governou Peru entre 2001 e 2006. Segundo a justiça Peruana terá recebido mais de 35 milhões de dólares em subornos, para permitir que a empresa Brasileira, Odebrecht, ganhasse a licença para a construção de parte de uma estrada, que liga o país e uma área amazônica do Brasil.

Toledo vai cumprir 20 anos e seis meses de prisão, após a detenção em Abril de 2023, nos Estados Unidos da América, e foi extraditado ao país onde se seguiram as investigações.

A sentença foi anunciada, esta segunda-feira, em uma sala montada, numa pequena prisão em Lima, construída para abrigar ex-presidentes do país andino, ou seja, que é atravessado pela Cordilheira dos Andes, a cadeia montanhosa mais extensa do mundo.

Os escândalos de corrupção da Odebrecht, conhecidos como Lava Jato, que implicaram vários governos latino-americanos, envolveram quase todos os ex-presidentes peruanos.

Pedro Pablo Kuczynski e Ollanta Humala estão actualmente a ser julgados.

O ex-presidente Alan García cometeu suicídio em 2019, antes de ser preso no contexto de alegações de suborno pela empresa.

Toledo pediu ao tribunal, na semana passada, para que, no caso de uma condenação, pudesse cumpri-la em casa, de modo a se recuperar de um cancro.

Israel avisou, nesta segunda-feira, que planeia perpetrar mais ataques no Líbano contra uma instituição financeira gerida pelo Hezbollah, que, segundo os israelitas, utiliza os depósitos dos clientes, para financiar investidas sobre Israel.

Pelo menos 15 agências da Al-Qard Al-Hasan foram atingidas, no domingo, nos bairros do sul de Beirute, no sul do Líbano e no vale oriental de Bekaa, onde o grupo xiita Hezbollah tem uma forte presença. Um dos ataques destruiu um edifício de nove andares em Beirute com uma sucursal no seu interior.

Jornalistas da Associated Press testemunharam ataques no final da segunda-feira, na região costeira de Ouzai, perto do aeroporto de Beirute, e o Ministério da Saúde do Líbano disse que um ataque aéreo perto do maior hospital público de Beirute matou quatro pessoas, incluindo uma criança, e feriu outras 24.

 

A Junta Militar que governa Burquina Fasso suspendeu a estação de rádio Voz da América, sob alegação de minar a moral das tropas naquele país.  A suspensão inclui, também, uma proibição temporária dos meios locais de usar reportagens internacionais.

A Junta Militar Burkinabe tem demonstrado uma intolerância crescente às críticas à medida que a insegurança piora. Apesar das promessas iniciais de combater a insurgência, os líderes militares enfrentam uma frustração crescente relativamente à capacidade de proteger os civis.

O Conselho Superior de Comunicação acusou a Voz da América de minar a moral das tropas do Burkina Faso e do Mali durante uma emissão transmitida a 29 de Setembro. O conselho opôs-se à caracterização do recente ataque em Bamako pelo repórter como corajoso e afirmou que as operações de segurança foram criticadas injustamente.

O Conselho Superior de Comunicação declarou que toda a sincronização dos meios de comunicação nacionais com os meios de comunicação internacionais está suspensa até novo aviso.

A Junta Militar suspendeu no início do ano em curso a Voz da América e outras emissoras internacionais, incluindo a BBC África, na sequência de um relatório da Human Rights Watch que acusou os militares de execuções extrajudiciais, uma alegação que o Governo negou.

O Conselho Superior de Comunicação, também, revogou em Setembro as frequências de rádio da Rádio França Internacional, conhecida pela sua cobertura do Sahel. À medida que a liberdade dos meios de comunicação social está, cada vez mais, ameaçada, a situação no Burkina Faso reflecte uma tendência mais ampla de declínio da liberdade de imprensa na região.

Refira-se que a Junta Militar no Burquina Fasso chegou ao poder através de um golpe de Estado, ocorrido em Setembro de 2022.

Cerca de mil mulheres e crianças feridas e doentes vão ser retiradas da faixa de Gaza, segundo anunciou, hoje, o Director da Organização Mundial de Saúde, em entrevista à Agência France Presse.

De acordo com o Director europeu da Organização Mundial da Saúde, Hans Kluge, citado pela imprensa internacional, Israel comprometeu-se a efectuar cerca de mil retiradas médicas suplementares para a União Europeia nos próximos meses.

Desde Outubro de 2023, a OMS já esteve envolvida em cerca de 600 retiradas médicas de Gaza para sete países europeus.

O responsável apontou na ocasião que o marco só foi possível ser alcançado graças ao diálogo mantido com as partes envolvidas.

Hans Kluge manifestou, igualmente, que a organização tem as mesmas preocupações em relação à Ucrânia.

A operação militar de grande envergadura de Israel contra Gaza começou após o ataque do Hamas, em Outubro do ano passado, que fez mais de 1.200 mortos.

O ataque israelita já fez mais de 40 mil vítimas mortais no enclave palestiniano, de acordo com responsáveis pelo sector da saúde do Hamas.

 

Pelo menos 16 pessoas morreram e outras 59 ficaram feridas nas últimas 24 horas, devido a ataques israelitas no Líbano, segundo informações avançadas pelo Ministério da Saúde Pública do Líbano.

Centro de Operações de Emergência de Saúde Pública da Líbia, revelou, ontem, através de um comunicado que 11 pessoas morreram e outras 27 ficaram feridas no Sul do país, enquanto os ataques à cidade de Nabatieh, no sul, causaram mais cinco mortos e 23 feridos, tendo o Bekaa registado outros nove feridos.

De acordo com o Ministério da Saúde Pública do país, desde o início do conflito entre Israel e o grupo xiita libanês Hezbollah, em Outubro de 2023, já foram registados 2 464 mortes e 11 530 feridos, no Líbano.

Os bombardeamentos israelitas estão concentrados no leste e no sul do Líbano, bem como nos subúrbios ao sul da capital Beirute.

Desde o início da campanha israelita e da invasão terrestre do sul do Líbano, cerca de 1,2 milhões de pessoas foram forçadas a abandonar as suas casas, segundo dados do Governo libanês. 

 

A cientista queniana, Beth Koigi, foi distinguida pela prestigiada revista norte-americana  “Time  “ como uma “líder da geração”, após criar uma máquina capaz de gerar água potável a partir do ar.

Beth Koigi , de 33 anos, empreendedora, desenvolveu uma tecnologia para tornar água potável acessível em regiões áridas e semiáridas do Quénia, onde metade da população não tem acesso.

De acordo com a revista Time, uma tecnologia chamada Majik Water, instala geradores de água atmosférica em comunidades remotas 

A atmosfera contém seis vezes mais água do que todos os rios do mundo combinados, e os geradores da ciência são esse recurso de aproveitamento eficiente.

A invenção, que já impactou bolsas de comunidades, tem sido crucial para a sobrevivência de várias famílias no país, ao produzir 200 mil litros de água.

Um sistema de filtragem  que extrai água do ar rarefeito. Seus geradores de água atmosférica designados AWGs extraem umidade do ar, condensam, filtram quaisquer bactérias e adicionam minerais essenciais para água potável. 

Funciona com energia solar, o que permite a instalação em áreas remotas. também pode funcionar virtualmente em qualquer lugar, incluindo com umidade relativamente baixa.

Segundo Beth Koigi, sempre há algum nível de Humidade no ar e se há ar de certeza que há água potável.

Beth Koigi é bacharel em Desenvolvimento Comunitário, Planejamento e Gestão de Projetos pela Universidade Chuka  no Quênia e mestre em Planeamento e Gestão de Projetos pela Universidade de Nairobi.

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