Trabalhadores de vários sectores de actividade e estudantes manifestaram-se em dezenas de cidades italianas, no âmbito de uma greve nacional contra o aumento do custo de vida, a estagnação dos salários e a distribuição das despesas públicas.
Na capital, Roma, os manifestantes saíram às ruas para exigir melhores condições salariais, maior investimento nos serviços públicos e uma revisão das prioridades de despesa do Governo.
A paralisação foi convocada pelo sindicato de base USB, em coordenação com outras organizações laborais, e abrangeu os sectores público e privado. A greve afectou serviços de educação, transportes e saúde em várias regiões do país.
Entre as principais reivindicações dos sindicatos está a redução da diferença entre os rendimentos dos trabalhadores e o custo de vida, que consideram cada vez mais difícil de suportar.
Os manifestantes exigem ainda que o Governo reoriente parte dos recursos destinados à defesa para áreas como a saúde, a educação e outros serviços públicos.