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Governo admite crise de combustíveis 

O Governo admite que há crise de combustíveis nas principais cidades do país e promete apresentar soluções em momento oportuno.

Depois de receios, a crise de combustíveis já se tornou uma realidade nalgumas cidades do país. O Governo confirmou, esta terça-feira,  que as gasolineiras estão pressionadas.  

“Estamos numa situação de crise, é uma crise global e o que podemos dizer é que neste momento a tendência é de, como podem perceber, a economia funciona muito na base de percepções e também na base de expectativas e há uma corrida muito premente nos últimos dias para o combustível. Então, a mensagem aqui é que vamos aguardar, o Governo está a acompanhar, essas situações que estão a ser reportadas aqui de pressão sobre os combustíveis, a sua limitação é algo que está na informação, na posse do Governo e vamos fazer o seguimento e no momento oportuno, porque não podemos dizer de uma forma taxativa, a situação está completamente resolvida por causa das dinâmicas externas e das negociações e dos acordos que têm que ser feitos pelos compradores, pelo mercado internacional, com os preços e neste momento a única mensagem que é fundamental é que estamos a tratar do assunto”, explicou Salim Valá, porta-voz do Conselho de Ministros.

Para já, o porta-voz do Governo, Salim Valá, não afasta a possibilidade de agravamento dos preços, mas tudo dependerá da guerra no Médio Oriente. 

“Esta é uma possibilidade que poderá ocorrer, como aconteceu com outros países, não aumentaram o preço dos combustíveis porque tinham vontade de o fazer, mas vamos aguardar, vamos gerir este momento difícil e vamos esperar que a situação no Médio Oriente se normalize e que efetivamente este, que não era um problema, possa ser ultrapassado naturalmente”.   

Questionado por jornalistas sobre as regalias criadas para os antigos presidentes da República, Salim Valá foi um homem de poucas palavras.

No Conselho de Ministros desta terça-feira, o Executivo aprovou ainda a redefinição das atribuições do Fundo Nacional de Desenvolvimento Sustentável.

“A redefinição das atribuições e competências do FNDS, visa retirar as responsabilidades relativas ao desenvolvimento rural, que passaram para o Ministério da Planificação e Desenvolvimento, e redefinir a sua tutela sectorial, que passa a ser exercida pelo Ministro que superintende a área do ambiente”.

Sobre os impactos das cheias e inundações, o porta-voz do Governo assegurou que as famílias continuam a ter a assistência necessária. 

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