O País – A verdade como notícia

O Presidente do Conselho de Administração (PCA) do Grupo Soico, Daniel David, disse, hoje, na abertura da 11ª Edição da Moztech, que a resiliência que a feira está a ter é um motivo de orgulho.
A presente edição da Moztech, que arrancou nesta segunda-feira, é, segundo o PCA do Grupo Soico, especial, tendo em conta que acontece depois de se ter observado um processo longo com edições “online”.

“Retomamos e essa é a segunda edição que realizamos depois da pandemia. Orgulhamo-nos pela resiliência que este projecto está a ter e orgulhamo-nos, principalmente, pelo acreditar e a resiliência dos nossos parceiros”, disse Daniel David.

Sublinhou, no seu discurso, que a Moztech é o centro da discussão daquilo que são os maiores temas ligados à tecnologia e sistema de informação no país.

“No mundo onde a tecnologia avança a passos largos, a segurança digital torna-se numa prioridade inquestionável. É por isso que estamos aqui para a troca de experiências e conhecimento sobre como reforçarmos a protecção dos nossos dados”, anotou.

Para Daniel David, a Moztech reúne as mentes mais influentes e brilhantes, as empresas mais inovadoras e especialistas mais renomados para discutir, aprender e melhorar as práticas de segurança digital.

“Mais do que isso, temos uma exposição onde juntamos cerca de 50 expositores de empresas diversas, com produtos e serviços tecnológicos, incluindo soluções para a cibersegurança”, explica o PCA do Grupo Soico.

Na ocasião, o PCA do Grupo Soico agradeceu aos parceiros que tornaram possível a realização do evento, particularmente a McNet, BCX, Vodacom M-Pesa e a Tvcabo.
“Na situação conjuntural em que nos encontramos, não é fácil estarmos a mobilizar estas empresas e estes parceiros todos a estarem neste lugar de uma forma inequívoca a manifestar o seu ‘sim’ acreditando neste projecto”, admitiu o PCA do Grupo Soico.

Daniel David espera que a presente edição da Moztech não tenha apenas o papel de informar, mas que também sirva para capacitar as pessoas, principalmente os jovens.
“Nesta edição, teremos, no último dia, um programa dedicado especialmente ao empreendedorismo digital juvenil. Teremos palestrantes jovens a partilharem negócios, práticas, marketing e vendas, usando plataformas digitais”, adiantou o responsável.

Para Daniel David, é preciso que se tenha cuidado em relação à protecção dos dados. “Mas o cuidado maior que temos de proteger são as pessoas, a sua segurança e a sua capacidade de viverem num país sem medo, com a liberdade de se expressar onde e quando quiserem e com a segurança que o Estado tem de prover”, desafiou.

No seu entender, são as pessoas que primeiro têm de ter segurança para que essas mesmas pessoas possam garantir a segurança cibernética.

Expositores da Moztech prometem apresentar muita novidade, a partir de hoje, na expo digital. Entre elas, estão soluções de gestão, novas formas de pagamentos de serviços e aplicações para gerir os aparelhos domésticos.

É uma edição que conta com a participação, não só de gigantes do mundo digital, mas também de jovens que querem ver a tecnologia a melhorar o mundo. Nos corredores da arena 3D, em KaTembe, encontramos Benilde Martinho que sabe, ao certo, o que a expo oferece. “Vou convidar todos a virem à Moztech, porque está cheio. Jovens, há muita coisa boa”, apelou.

É praticamente o que quase todos dizem. Novidades é o que não irá faltar.

“Para esta edição, nós trazemos muita novidade, principalmente de um produto que vamos trazer ao mercado, não vou deixar aqui muita informação. Eu convido todos para que venham ver esta nova edição da Moztech. Temos aqui a oportunidade de partilhar soluções de gestão que ajudam as empresas a evoluirem”, prometeu a expositora Jeane Falcão, sales manager da PHC Software em África.

Já se imaginou a gerir os seus bens caseiros usando apenas um telemóvel? É esse tipo de coisa que os expositores dizem estar a preparar para si.

“Se nós quisermos, por exemplo, acender ou apagar as luzes, através dos nossos celulares, se nós quisermos controlar o uso de energia, através das tecnologias, é muito mais fácil, então essa é uma das novidades que trazemos”, explicou Valquíria Ponja, representante das startups.

Não é apenas em casa que as tecnologias transformam. Na hora de pagar as contas, elas estão lá apenas para facilitar. Na Moztech, um grupo de 10 empresas mostra como tudo funciona.

“Temos soluções de carteiras digitais, que são um bocadinho mais do que uma carteira móvel, que têm já serviços, têm pagamentos muito especiais, por exemplo, pagamentos com QR codes em estabelecimentos que trabalham com apenas smartphones, não trabalham com bombinhas; podem ter cartões bancários associados a uma conta digital, temos também plataformas de seguro que fazem automaticamente a validação e a simulação dos seguros em função daquilo que o cliente quer”, avançou João Gaspar, responsável das Associação das Fintech Moçambique.

Para não terminarem só na curiosidade, os organizadores convidam todos a participarem da Moztech, que decorre a partir desta quarta-feira até sexta-feira, em KaTembe, capital do país.

Um total de 20 empresas italianas estão interessadas em investir no país nas áreas de energia, infra-estrutura, logística, agricultura, indústria e mais. Os homens de negócios encontram-se em Maputo.

Saíram da Europa para procurar oportunidades de negócios em Moçambique. Participaram nesta segunda-feira deste fórum de negócios na companhia do sector público privado nacional.

São representantes de empresas italianas que, juntas, no último exercício económico, produziram receitas tidas como fabulosas.

“Nunca tivemos uma delegação como esta. São cerca de vinte empresários representantes de empresas cujo seu rendimento acumulado do ano passado, é seis vezes maior que o PIB de Moçambique.” disse Simone Santi, presidente da câmara de comércio moçambique itália
Se calhar, é por isso que o Ministério dos Recursos Minerais e Energias quer a experiência da Itália na transformação energética.

“Os grandes projectos hidrelétricos de moçambique são uma das maiores oportunidades para impulsionar a transição energética limpa na África Austral. desafia-se por tanto o estabelecimento de infraestruturas que podem catapultar esse desiderato, a começar pala pelas infraestruturas de ligação, e para o efeito o sector privado e chamado a dar o seu contributo. Por isso, esperamos que esse fórum reflita sobre esses desafios e traga respostas sobre o financiamento.” disse o Secretário permanente do ministério dos recursos minerais e energia, Antonio Dama

Apesar do clima de insegurança que persiste em Cabo Delgado, o embaixador da Itália em Moçambique, Gianni Bardini, considera o país como o melhor local para investir a longo prazo.

Diante do interesse dos italianos, a banca mostra-se disponível em apoiar pequenas e médias empresas locais, com projectos que podem agregar valor ao referido processo de industrialização.

“Nós temos que começar por apoiar as grandes empresas para que haja espaço para as pequenas empresas locais, fazerem um conjunto de fornecimentos a esses projectos ” afirmou Raul Almeida, administrador do Banco comercial e de Investimentos

Actualmente, a Itália investe em Moçambique cerca de 25 mil milhões de dólares. Um dos projectos liderados por uma empresa daquele país é o Coral Sul, que exporta gás do Rovuma desde 2022.

Mais de dois mil expositores e 50 empresas são esperados na Moztech, edição 11, que arranca amanhã. Este ano, a expo digital de Moçambique será realizada em três dias e vai debater a cibersegurança.

“Chegou o momento de pararmos e nos questionarmos como é que estamos, como país, na componente da segurança cibernética”, alertou, ontem, o director-executivo da Moztech, Patrício Manjate.

Pois é. E nada melhor que acompanhar este tema no lugar certo e com pessoas certas, ou seja, na voz de especialistas nacionais e internacionais.

É na Moztech, edição 11, que todos os caminhos vão dar a partir desta quarta-feira até sexta. Os preparativos correm a todo o ritmo para que nada falhe.

“O tema desta edição é nada e mais nada menos que a cibersegurança, que é um tema bastante relevante, bastante actual, pelos desafios que o nosso país enfrenta nessa área da cibersegurança, porque é um tema que mexe com o dia-a-dia de quem está conectado às tecnologias de informação e comunicação. As pessoas, na nossa sociedade em particular, estão cada vez mais conectadas, e não só, as empresas também”, lembra o director-executivo da Moztech.

Essa é apenas uma das faces da Moztech. Muito mais se espera nesta edição 11. Aliás, haverá mais tempo para falar e ver novas tecnologias.

“Este ano, pela primeira vez, a Moztech vai ser realizada em três dias, justamente porque queremos permitir que mais pessoas possam dirigir-se ao local do evento para beber deste conhecimento, destas experiências nacionais e internacionais que vão ser partilhadas aqui pelo sector das tecnologias, mas, acima de tudo, queremos permitir que as empresas possam alargar o período de networking e, acima de tudo, fazer negócios. Esse é o principal objectivo da realização da expo digital de Moçambique, a Moztech”, disse Patrício Manjate, falando em KaTembe.

São esperadas, nos dias da expo digital, mais de duas mil pessoas. “Está a decorrer a montagem da infra-estrutura toda que vai acolher a Moztech. Estamos já na recta final, conforme podem ver, esta é a sala que vai acolher as conferências. Está tudo praticamente pronto para acolher este evento, mas, doutro lado, temos os stands que vão acolher as mais de 50 empresas que vão expor os seus produtos e serviços. Já terminámos praticamente a montagem de todos os stands, temos já alguns expositores que já começaram a montar os seus materiais de exposição, os seus materiais de branding e tudo mais”, disse Manjate.

Aos expositores, vai um apelo dos organizadores. “Permita-me aproveitar esta ocasião para convidar todos os estimados expositores que estão confirmados para esta edição da Moztech para que venham para este local o mais cedo possível, todo o dia de amanhã, para montarem os seus materiais de exposição, que é para garantir que tudo corra normalmente quando o evento realmente se abrir no dia 5, neste caso, quarta-feira, pontualmente às 08h00”, fez o convite o director-executivo.
Mais novidades, só no local, Arena 3D, localizada em KaTembe, capital do país.

Um relatório do Banco Mundial indica que conflitos, mudanças climáticas e desastres naturais continuam a colocar desafios, sobretudo, às mulheres, em Moçambique.

Trata-se do relatório de avaliação de género em Moçambique, que refere, ainda, que o clima e as catástrofes naturais têm maiores impactos na saúde das mulheres e raparigas.

O documento apresentado esta segunda-feira, em Maputo, indica, igualmente, que continuar a capacitar as mulheres para ganharem maior controlo sobre as suas vidas pode ser a chave para o alcance da igualdade de género.

A especialista sénior em Desenvolvimento Social do Banco Mundial, em Moçambique, Hiska Reyes, explicou, também, que a redução dos comportamentos sexuais de risco nas raparigas e mulheres reduz a gravidez na adolescência, incluindo o HIV/SIDA.

O governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, defende a integração dos vários sistemas de pagamento africanos num só para melhorar o comércio entre os países africanos, bem como a inclusão financeira. Zandamela falava esta segunda-feira, na Cidade de Maputo.

Cerca da metade dos mais de um bilião e trezentos milhões de africanos não têm acesso aos serviços financeiros formais. Este é um dos temas abordados pelo governador do Banco de Moçambique,  Rogério Zandamela, na  abertura  do seminário continental da associação dos bancos centrais africanos.

“Trata-se de um sistema regional, em que vários governos unem forças para tentar trocar o pagamento efectivo, por mais ancestral que seja. (…) Mais do que criar diversas plataformas, precisamos de integrar isso na nossa cadeia. Aí não integram, não dão commodities. Enquanto fazemos a mesma coisa, temos todos esses conjuntos de regiões que parecem estar a progredir, mas eles não são interconectados”, disse Zandamela.

O fraco investimento nas tecnologias de informação e comunicação é outro desafio para o sistema financeiro africano. O governador do banco central diz, a propósito, que é necessário investir na cibersegurança.

“Precisamos de continuar a trabalhar na harmonização do quadro regulador do exterior e continuar a monitorizar e mitigar os diferentes riscos, incluindo a segurança cibernética, que foi aqui mencionada pelo nosso director-executivo, e o financiamento do terrorismo. Esta é uma faixa séria.”

O seminário anual da associação dos bancos centrais africanos decorre de 3 a 5 de Junho corrente. O evento visa encontrar caminhos para melhorar os sistemas de pagamento e o comércio entre os países do continente.

Moçambique poderá ter nos próximos anos a segunda plataforma flutuante para a extração do gás liquefeito na bacia do Rovuma, fruto de um acordo entre a Empresa Sul coreana SAMSUNG e o governo à margem da visita do chefe de estado a aquele país. Na Coreia do Sul, Nyusi irá participar da cymera Coreia-África.

Em resposta a um convite formulado pelo o seu homólogo sul-coreiano, Yoon Suk-Yeol, o chefe de Estado vai participar do primeiro fórum de negócios que junta os países africanos e a Coreia, a decorrer de terça a quinta-feira, sob o lema “O Futuro Construímos Juntos: Crescimento Económico, Sustentabilidade e Solidariedade”.

Na sua chegada, Filipe Nyusi manteve encontro com o Vice-Presidente da SAMSUNG, Young Kyu Han, com o qual chegou-se a um consenso de que a empresa vai construir a segunda plataforma flutuante de exploração de gás liquefeito,  depois da primeira já instalada em Cabo Delgado.

De acordo com o vice-presidente da SAMSUNG, a plataforma será construída em coordenação  com a Technique da França e outra empresa japonesa, e terá a mesma capacidade da já instalada de produzir por ano 3.4 milhões  de toneladas métricas.

O arranque das obras é refém da aprovação dos planos de desenvolvimento por parte do governo moçambicano. 

A cimeira Coreia-África,vai também contar com a presença dos chefes executivos das empresas coreanas e africanas, vai discutir matérias sobre o desenvolvimento econômico, tecnológico e não só, onde Moçambique espera identificar oportunidades de cooperação.

Ainda no primeiro dia, o presidente da república manteve encontro com o  CEO da DAEWO, uma empresa incluída no projecto de exploração de gás que perspectiva investir na área de infra-estruturas.

Moçambique está a procura de 80 mil milhões de dólares americanos para pôr em prática a estratégia de transição energética até 2050. O Reino Unido mantém o interesse de investir no sector de energisa limpas

O fórum de negócios e investimentos Moçambique – Reino unido que decorre em Maputo junta homens de negócios dos dois países assim como governantes e procuram oportunidades de investimento e negocios em sectores estratégicos. A agricultura, hotelaria, turismo, infraestrutura, recursos naturais e energia são os estratégicos.

E falando de energia, o governo de Moçambique precisa mobilizar dinheiro para pôr em marcha a transição energética, segundo revelou esta quinta-feira o Carlos Zacarias, Ministro dos Recursos Minerais e Energia.

“Pelo que é crucial a moblizacão de recursos fincneiros e pelo que foi dito é estimado em 80 mil milhões de dólares que irão ajudar a corpoprizar os programas do projecto de transicão energética. Para o efeito a unidade de execucão já comecou a trabalhar nas reformas regulamentares e estratégias de mobilizacão de recursos para financiar a implememntacão da estratégia de transicão energética. E acreditamos que a partir de 2025 ou 2026 alguns programas já estejam na fase de implementacão”.

O governo do Reino unido diz manter interesse em investir em Moçambique onde há empresas daquele país europeu. O dirigente britânico Lord Malcolm Offord adiantou que há dinheiro para o sector das energias renováveis.

“Trata-se das ambições do vosso Governo e do vosso plano de implementação da estratégia de transição energética. A minha equipa em Moçambique continua empenhada com o vosso governo e sector privado, para identificar e apoiar estas oportunidades, claramente para este investimento envolvente, mas também para a transferência de conhecimentos para uma capacitação estável. Temos uma equipa de energia em África, cuja directora está aqui hoje, e convidamos os investidores a interagir com ela e a equipa”.

O fórum de negócios e investimentos Moçambique – Reino Unido procura buscar novas oportunidades e destaca que nos últimos cinco anos foram aprovados 45 projectos envolvendo investidores privados do Reino unido avaliados em cerca de 300 milhões de dólares americanos. O Ministro da Indústria e comércio, Silvino Moreno, diz que há espaço para a continuidade de investimentos em Moçambique.

“Estámos convictos que este fórum de negócios é a plataforma adequada para impulsionar a nossa cooperacão economica e comercial em diferenetes áreas priritárias. Distintos empresários e investidores a atarccão de investimentos atrvés de um ambiente competitivo é uma das prioridades que o nosso governo elegeu com vista a alavancar a dinamizacão do sector privado e da economia”.

A balança comercial entre Moçambique e Reino unido nos últimos 5 anos registou um crescimento a nível de exportações avaliadas em 203.1 milhões de dólares contra 505.2 de importações. O Reino unido é o quinto maior parceiro comercial da Europa no total das exportações moçambicanas.

O economista Hipólito Hamela diz que os gastos com os salários dos funcionários públicos apenas elevam a despesa público, visto que é um sector improdutivo e que não colabora para a subida do PIB.

O relatório apresentado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) diz que o dinheiro que os moçambicanos economicamente activos contribuem através dos impostos é gasto, quase na totalidade, para o pagamento dos funcionários e agentes do estado, que representam apenas 3% da população.

Hipólito Hamela explica que para melhorar a situação deva existir maior comunicação entre a política fiscal e a monetária, o que significa que “o Ministério das Finanças deve informar as suas decisões ao Banco Central para que conheça as consequências dos seus actos”.

Diz ainda que a implementação da Tabela Salarial Única fez com que a despesa com os salários dos funcionários públicos passasse a ser 80% da receita fiscal.

“Todo o dinheiro arrecadado pela Autoridade Tributária, em 2022, 80% foi usado para pagar salários de pessoas altamente improdutivas, pessoas que não produzem nada, não criam valor e nbão alteram o PIB”.

O aumento do consumo, continuou, precisa ser acompanhado pelo aumento da produção para evitar a inflação. Como resultado disso, o Banco Central aperta aos bancos comerciais, subindo o valor dos depósitos obrigatórios de 10 para 15%.

“O dinheiro que é gasto com os funcionários públicos devia ser desviado para o sector privado, para que este sector aumente a produção, dê emprego, e este último reflete na vida do pacato cidadão”.

Hamela acredita a melhor solução é reduzir em massa os funcionários públicos. “Não há outra saída para além de emagrecer o governo, porque a autoridade tributária está a fazer o seu papel, e consegue fazer o pagamento de 80% dos salários”.

Contudo, diz que o trabalho da política fiscal e do gasto da despesa que não se consegue reduzir. “Temos que reduzir a despesa pública, emagrecer o governo, este governo está muito gordo”.

+ LIDAS

Siga nos