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Daniel Chapo felicita pessoalmente os Mambas

O Presidente da República, Daniel Chapo, felicitou pessoalmente a selecção nacional pela histórica participação no Campeonato Africano das Nações de Marrocos, onde alcançou a primeira

Daniel Chapo felicita pessoalmente os Mambas

O Presidente da República, Daniel Chapo, felicitou pessoalmente a selecção nacional pela histórica participação no Campeonato Africano das Nações de Marrocos, onde alcançou a primeira

A Federação Moçambicana de Basquetebol (FMB) vai contar, a partir do próximo ano, com um novo sistema de registo de dados. A plataforma vai servir para licenciar associações, árbitros e atletas.

O basquetebol moçambicano abre uma nova página. A FMB pretende ter mais controlo sobre os actores ligados à modalidade, sobretudo os atletas, com a introdução desta plataforma. Segundo explica o presidente da FMB, Paulo Mazivila, a iniciativa irá contribuir para a melhoria de muita coisa no funcionamento da modalidade no país.

“Isso vai permitir que o jogador seja registado a partir da base. O clube passa a ter controlo do próprio jogador em caso de transferência e também não teremos mais a questão da falsificação de idades. É uma plataforma que, mesmo ao nível de comunicados, serão publicados nessa plataforma”, explica Paulo Mazivila.

Para o presidente do organismo que gere basquetebol moçambicano, trata-se de uma inovação inédita para a modalidade.

“Já não vamos precisar de procurar a caderneta dos atletas e procurarmos saber onde é que o atleta começou a jogar. Os atletas vão introduzir os dados, tirar fotos e, a partir daí, o atleta é monitorado até atingir o escalão máximo”, anota.

Ainda no quadro das inovações, a Federação Moçambicana de Basquetebol já conta com uma revista, que vai servir para actualizar todas as informações ligadas à modalidade em todo o país. A revista, que será mensal, foi lançada esta quarta-feira, em Maputo.

“A revista vai nos dar todas actualizações ao nível das associações provinciais, concretamente todas as jornadas dos respectivos campeonatos. Todos os amantes do basquetebol moçambicano terão as informações daquilo que se passa na modalidade”, explica.

Paulo Mazivila acredita que a introdução da revista vai dar uma outra imagem ao basquetebol, tendo em conta que as pessoas terão noção de que, afinal de contas, o basquetebol não é só praticado na Cidade de Maputo.

Depois da confirmação da ausência de Iñaki Garcia da selecção nacional de basquetebol sénior feminina, desta vez é Leia Dongue que anuncia que não vai disputar o pré-qualificativo ao Mundial da modalidade, no México.

Tanucha Dongue comunicou à Federação Moçambicana de Basquetebol a sua indisponibilidade numa reunião tida recentemente com a direcção liderada por Paulo Mazivila, alegando razões pessoais, que não foram reveladas.

A ausência de Leia Dongue é uma grande baixa para o cinco nacional, tendo em conta que é das jogadoras mais influentes do basquetebol nacional dos últimos anos a evoluir no estrangeiro.

Esta é a primeira vez que a atleta não marca presença numa competição internacional pela selecção nacional, nos últimos anos.

Recorde-se que Iñaki Garcia foi o primeiro a anunciar a sua ausência da selecção nacional de basquetebol feminina devido a problemas familiares, tendo, inclusive, enviado uma carta à Federação Moçambicana de Basquetebol a manifestar sua indisponibilidade.

Na referida carta, Iñaki Garcia lamenta não poder juntar-se à selecção nesta empreitada, realçando que tem muita estima pelas selecções nacionais e pelo país.

Eis a carta de Iñaki Garcia à Federação Moçambicana de Futebol: “quero deixar claro que em nenhum momento se trata de negligência por parte da acção, nem de razões organizacionais ou económicas. Vocês sabem que, para mim, não é um problema na selecção nacional, até porque recusei ofertas de equipas para estes meses de selecção. (…) Trata-se dum problema de saúde grave para a minha família. Quero agradecer à Federação e ao Comité Olímpico, às pessoas do Sr. Paulo Salvador Mazivila e do Sr. Aníbal Manave, respectivamente, pela confiança e empatia para com a situação, confiando que a situação seria resolvida e confiando no meu trabalho e no do meu staff durante estas semanas”.

Recorde-se que a pré-qualificação para o Mundial 2026 vai ter lugar no México, de 19 a 25 de Agosto, e Moçambique vai defrontar, para além da selecção anfitriã, Montenegro e Nova Zelândia.

A selecção nacional de futebol de praia realizou, esta quarta-feira, o último treino em Maputo antes da partida para Vitória, onde vai defrontar, no sábado, as Seychelles para a primeira mão da eliminatória de acesso ao CAN da modalidade. A equipa técnica e os jogadores dizem-se preparados para o jogo e para passar a eliminatória.

Tudo pronto para a partida para Seychelles, onde se disputa, no sábado, a primeira metade da eliminatória de acesso ao CAN de Marrocos. No balneário moçambicano, não se pensa num outro resultado a não ser vencer e passar à fase final da competição continental.

O seleccionador nacional de futebol de praia, Saidate Moveia, garante que a preparação foi positiva em todas as 33 sessões e em todos os aspectos trabalhados. “Terminamos a nossa preparação aqui, em Moçambique. Tivemos uma preparação muito boa, com um tipo de treino integrado, em que abrangíamos aspectos físicos, técnicos e tácticos em simultâneo”, disse.

Ainda assim, Moveia garante que o plantel está animado, motivado, “que é para chegarmos a Seychelles fazer um bom resultado para ver se conseguimos passar para o CAN”.

O conjunto moçambicano iniciou os trabalhos com 27 jogadores, tendo sido convocados para a fase final apenas 14, dos quais apenas 12 é que viajam para Vitória. O seleccionador garante que todos estão em condições de jogar e representar condignamente o país.

Relativamente às ausências, Moveia diz mesmo que só faz falta quem está na equipa. “Começamos a preparação com todos, mas tivemos algumas contrariedades, casos de Horácio, guarda-redes do Brera, que teve lesão à última hora, para além de Nelson Manuel, que também constava da convocatória, que também não deu para ir connosco devido à lesão”, mas nada que provocasse desconforto na equipa técnica, até porque “só dá falta quem está aqui presente”.

A única promessa do seleccionador nacional é de que “vamos trabalhar com todos eles, de modo a chegar lá e representar condignamente a nossa selecção e o nosso país”.

 

Adversário difícil, mas ao nosso nível

Apesar de ser um adversário já conhecido e que perdeu os dois jogos anteriores realizados com o combinado nacional, os “guerreiros de praia” reconhecem que não será jogo fácil, mas a preparação tida até ao momento e o ambiente que se vive no balneário dão garantias de um bom resultado.

“Seychelles está com um bom projecto de federação deles neste momento. Estiveram connosco há pouco tempo na Cosafa e bateram-se bem e estiveram bem lá. Agora tem uma equipa com algumas vantagens, pontos positivos e nós, nessa preparação trabalhamos também com os pontos fortes deles e os pontos negativos para expolorar”, disse Saidate Moveia.

Aliás, a equipa técnica diz ter conhecimento da selecção actual das Seychelles e, por isso, com estratégia bem traçada. “Eles têm uma equipa agressiva, uma equipa com uma boa compleição física, uma equipa que joga até aos oito minutos e depois começa a fraquejar, e é assim como trabalhamos”, disse Moveira.
O facto é que as Seychelles vão organizar o Campeonato do Mundo de Futebol de Praia em 2025 e Moveia entende que “querem aproveitar o CAN como espelho para o que vão fazer na prova da sua casa”.

Por isso mesmo, “não vai ser um jogo fácil, mas nós nos preparamos em vários aspectos, principalmente nesses três aspectos principais: físico, técnico-tácticos e psicológicos para podermos sair de lá com o melhor resultado possível”, e o melhor resultado possível, para Saidate Moveia, é passar a eliminatória.

O seleccionador nacional não tem dúvidas de que Moçambique é um colosso na modalidade, e como colossos “temos de continuar no topo do futebol de praia”.

 

Jogadores motivados e preparados

Para além do seleccionador nacional, no último treino dos “guerreiros de praia” na Arena da Costa do Sol falou também o capitão da equipa, Ângelo Tomás, conhecido como Dino nas arreias.

Dino diz que se vive um bom ambiente no balneário. “O balneário está muito bom, tanto a nível anímico como psicológico. A equipa tem vindo a comportar-se muito bem e estamos preparados para encarrar o jogo da primeira mão em Seychelles”, começou por dizer Dino.

O capitão está ciente de que não será jogo fácil, até porque o adversário é aquele que já é conhecido, com o qual já se jogou por duas ocasiões, ambas vencidas por Moçambique, por números gordos. Ainda assim, segundo Dino, “cada jogo é um jogo e temos que encarrar este jogo com respeito, acima de tudo, humildade e encararmos o adversário de frente”.

Para este jogador, o trabalho realizado pela equipa técnica durante as sessões de treinos foi bom e dá boas garantias. “Se conseguirmos assimilar bem aquilo que foram as orientações dos nossos treinadores, acredito que podemos tranquilizar os moçambicanos e teremos a eliminatória nas mãos, mas sempre com humildade e respeito”, disse Ângelo Tomás.

 

“Esperamos muito apoio dos moçambicanos”

Para o alcance dos objectivos da selecção nacional nesta eliminatória, a equipa técnica e os jogadores consideram que o apoio dos moçambicanos será determinante na obtenção dos objectivos traçados.

“Agradecer à Comissão de Futebol de Praia pelo apoio que nos tem dado e à estrutura da Federação Moçambicana de Futebol, também, pelo apoio, e esperamos que todos nos apoiem e sejamos um único em prol da selecção, que nós vamos fazer a nossa parte”, disse o seleccionador nacional, Saidate Moveia.

Já Dino garante que, com apoio dos moçambicanos, é possível continuar a alcançar bons resultados. “A mensagem aos moçambicanos é a mesma de sempre: que nos apoiem, porque prometemos ser aquela selecção briosa, que dá segurança aos moçambicanos. Queremos dar alegria ao povo moçambicano e esperamos sempre pelo apoio deles, que será importante para nós e juntos vamos celebrar esta qualificação que é o que nós almejamos”, concluiu o capitão.

Os guerreiros partiram para Vitória esta quarta-feira, para o embate de sábado, diante da selecção local, as Seychelles. O jogo está na primeira mão de acesso ao CAN de Marrocos, ainda este ano.

A Black Bulls termina a primeira volta como campeão de Inverno pela terceira vez desde que ascendeu ao Campeonato Nacional de Futebol, em 2021. Na única vez que não liderou ao fim da primeira metade foi em 2022, quando a União Desportiva de Songo foi campeã, tanto da primeira volta, bem como da prova, ao fim do campeonato.

Chegou ao fim a primeira metade do Moçambola 2024, ainda que com jogos por disputar, nomeadamente dois, adiados devido a questões logísticas de voos. E na fase de cruzamento há sempre uma equipa que se evidencia e que é denominada o campeão de Inverno.

Para esta edição, o campeão da primeira volta é a Black Bulls, tal como no seu primeiro ano na alta roda do futebol moçambicano, bem como na época passada. Ou seja, nas quatro edições em que os “touros” estão no Moçambola, apenas em 2022 é que não terminaram em primeiro, ao fim da primeira volta.

Mas há factos que merecem destaque, em termos de números, nesta conquista da primeira metade da prova. O primeiro dos destaques são os pontos obtidos. Se na época de estreia da Black Bulls no Moçambola a prova era disputada por 14 equipas, o facto é que a turma de Tchumene terminou com 33 pontos.

Se retirarmos os obtidos diante das equipas que foram despromovidas naquele ano, nomeadamente o Matchedje de Mocuba, o Textáfrica do Chimoio e o Desportivo Maputo, a Black Bulls teria terminado a primeira volta com 24 pontos, já que tinha vencido os “militares” de Mocuba por 1-2, os “alvinegros” por 3-0, e os “fabris” do Planalto por 4-0.

Ainda assim, não teria sido o pior registo da primeira volta nos últimos quatro anos, uma vez que, em 2023, ano passado, os “touros” foram campeões de Inverno com 23 pontos.

Este ano, a turma de Tchumene termina com 27 pontos, menos dois somados pela União Desportiva de Songo, em 2022, quando foi o vencedor da primeira volta.

 

CAMPEÃO DE INVERNO COM MAIS GOLOS MARCADOS

Retirando a época em que o Moçambola era disputado por 14 equipas e em que a Black Bulls apontou 30 golos, dos nove aos depois despromovidos, o que poderia totalizar 21 golos sem esses três jogos, esta temporada é a que mais golos apontou, numa prova com 12 equipas.

Os “touros” marcaram, ao fim das 11 jornadas do Moçambola 2024, 27 golos, contra os 17 apontados pela União Desportiva de Songo, em 2022, e os 16 golos que a turma de Tchumene marcou no ano passado, naquele que foi o prior registo da primeira volta.

Em termos de golos sofridos, apenas a União Desportiva de Songo terminou a primeira volta com um registo digno, ou seja, com apenas dois cedidos nas suas malhas, em 2022. No ano passado, a Black Bulls tinha sofrido cinco golos, este ano já sofreu 14 e em 2021 tinha “permitido” oito golos nas suas malhas.

Outro facto é a diferença de pontos entre o campeão de Inverno e a equipa que terminou em segundo lugar. Em 2021, a Black Bulls, que terminou em primeiro, tinha 33 pontos, contra 27 do Ferroviário da Beira, segundo classificado, ou seja, seis pontos a separarem as duas equipas.

Em 2022, a União Desportiva de Songo tinha 29 pontos, contra 24 da Black Bulls, uma diferença de cinco pontos, enquanto no ano passado os “touros” tinham mais quatro pontos que o segundo classificado, a União Desportiva de Songo, que terminara com 19 pontos.

Este ano, a turma de Tchumene lidera com 27 pontos, apenas mais um que o segundo classificado, Costa do Sol, que aproveitou o deslize dos “touros” nesta última jornada, em que empatou a dois golos com o Ferroviário de Lichinga para perder pontos.

O facto é que a Black Bulls termina a primeira volta deste ano sem nenhuma derrota, tal como aconteceu em 2021, quando disputou 13 jogos e não perdeu nenhum, tendo empatado três jogos, tal como este ano.

 

LANTERNAS VERMELHAS COM QUASE MESMOS PONTOS

No que ao último classificado diz respeito, há muitas similaridades nos últimos quatro anos. É que, em dois desses quatro anos, nomeadamente 2022 e 2023, o lanterna vermelha tinha somado apenas seis pontos. E tal feito foi registado pelo Matchedje de Mocuba e Matchedje de Maputo, respectivamente.

Já em 2021, o lanterna vermelha ao fim da primeira volta foi o Matchedje de Mocuba, que tinha sete pontos, os mesmos do Ferroviário de Maputo, este ano.

Outra curiosidade para os lanternas vermelhas é que todos acabaram na zona da despromoção, sendo que, em 2021, por causa da transição das equipas que disputariam o Moçambola 2022, o Matchedje de Mocuba acabou por ser resgatado, uma vez que terminou a prova na 12ª posição, relegando o Textáfrica do Chimoio e o Desportivo Maputo para a “segundona”, já que não se disputou o campeonato da segunda divisão devido à COVID-19.

Entretanto, em 2022, os “militares” de Mocuba terminaram em último na primeira volta e na 11ª posição no fim da prova, mas não escaparam à despromoção, tal como o Matchedje de Maputo, em 2023, que não saiu da cauda no fim do Moçambola.

Este ano, é o Ferroviário de Maputo que está na cauda, única equipa que ainda não sabe jogar a segunda divisão desde a Independência Nacional, somando sete pontos, menos um que o Textáfrica de Chimoio, numa edição em que desce para a segunda divisão apenas uma equipa.

Facto curioso é que em todas as quatro últimas edições do Moçambola os lanternas vermelhas tinham somado apenas uma vitória, sendo que o Ferroviário de Maputo, este ano, e o Matchedje de Mocuba, em 2022, chegaram a essa única vitória na última partida da primeira volta.

 

MAIS GOLOS NA PRIMEIRA VOLTA COM MOÇAMBOLA DE 12 EQUIPAS

O ano de 2024 é rico em termos de golos, se comparado com os dois anteriores anos em que a prova foi disputada por 12 equipas. É que, ao todo, já foram apontados, este ano, 147 golos, com destaque para a Black Bulls, que soma 27 e é o mais concretizador.

No ano passado, a primeira volta terminou com 123 golos apontados, enquanto em 2022 tinham sido apontados 125 golos. Na edição de 2021, com 14 equipas, na primeira metade tinham sido apontados 193 golos.

O Moçambola vai ter uma paragem de uma semana para dar lugar aos jogos da Taça de Moçambique, fase zonal, com destaque para o embate entre equipas do Moçambola, no Norte e no Sul. No Norte, defrontam o Desportivo de Nacala e o Ferroviário de Lichinga, enquanto no Sul o Ferroviário de Maputo terá pela frente o Brera Tchumene FC.

O avançado internacional francês Kylian Mbappé foi apresentado, esta terça-feira, como novo reforço do Real Madrid, depois de assinar um contrato até 2029. Mbappé reconheceu estar a viver um sonho de criança por representar o Real Madrid, que considera o maior clube da história do futebol.

O reforço do clube madrilista chega ao campeão espanhol depois de várias épocas de sucesso ao serviço do Paris Saint-Germain. Mbappé chega ao Real Madrid como um dos melhores futebolistas do mundo, depois de sete temporadas de alto nível no PSG, onde marcou 256 golos em 308 partidas.

Na manhã desta terça-feira, o craque francês realizou os habituais exames médicos e procedeu à assinatura do contrato com os ‘merengues’. Num estádio com cerca de 80 mil adeptos, Kylian Mbappé era apresentado como novo reforço do campeão europeu de clubes.

No primeiro discurso como jogador do emblema de Madrid, o avançado francês admitiu estar a viver o sonho de infância.

“É incrível estar aqui, incrível. Tive, durante muitos anos, o sonho de jogar pelo Real Madrid e hoje se realiza o meu sonho. Sou um miúdo muito feliz. Sonhei muito em estar aqui, mas tenho outro sonho, que é estar à altura do melhor clube do mundo. Vou dar a vida por este clube e por este escudo”, garantiu.

Mbappé agradeceu a estrutura do Real Madrid por nunca ter desistido dele, mesmo depois de vários adiamentos por conta dos acordos com os donos do PSG e do Presidente da França. “Quero agradecer ao presidente Florentino Pérez, que confiou em mim desde o primeiro dia. Aconteceram muitas coisas… mas obrigado. Agradeço também a todas as pessoas que trabalharam para que eu estivesse aqui. Sei que foi um trabalho difícil, mas ganhámos. Estou aqui, sou um jogador do Real Madrid. Vejo a minha família, está feliz, vejo a minha mãe a chorar”, prosseguiu o atacante.

Para terminar o seu discurso, o capitão da selecção francesa, como que a recordar a apresentação do seu ídolo, Cristiano Ronaldo, em 2009, gritou em uníssono com os muitos adeptos presentes na casa do Real Madrid o lema do clube: “1,2,3 Hala Madrid”.

Estava dado o mote para aquela que se espera que seja uma jornada de sucesso para o novo ídolo de Madrid.

O presidente do Real Madrid, que entrou no relvado acompanhado por Zinédine Zidane e José Martínez Pirri, destacou a presença do antigo jogador e antigo treinador dos merengues e deu as boas vindas ao novo jogador.

“Querido Zidane, há 12 anos convidaste um miúdo para visitar Valdebebas e hoje ele está aqui. Chegou o momento de dar as boas-vindas a um jogador excepcional que chega para nos ajudar a continuar a ganhar, que vem realizar o sonho da sua vida. Damos as boas-vindas a Kylian Mbappé”, disse.

A cerimónia terminou às 12h15, depois de Mbappé ter distribuído bolas de futebol pelas bancadas, ao mesmo tempo que a massa adepta entoava o nome do atleta, bem como cânticos madrilistas.

O jogador esteve recentemente ao serviço da selecção francesa, no Euro 2024, equipa que foi afastada pela Espanha nas meias-finais da competição. Pelos “Les bleus” já faturou por 48 vezes em 84 partidas.

Há contrariedade na selecção sénior feminina de basquetebol. Iñaki Garcia já não vem a Moçambique. O técnico tinha sido anunciado, há dois meses, como novo seleccionador da selecção nacional. A Federação Moçambicana de Basquetebol vai apresentar o novo timoneiro na sexta-feira.

É que tudo parecia bem encaminhado quando a selecção nacional sénior feminina de basquetebol iniciou os trabalhos de preparação rumo à pré-qualificação para o Mundial 2026 sob comando técnico dos adjuntos Leonel Manhique e Deolinda Ngulela.

Anunciado como novo seleccionador, Iñaki Garcia deveria juntar-se ao grupo na segunda quinzena do mês passado, tal como a Federação Moçambicana de Basquetebol avançou, na altura.

A verdade é que, dois meses depois, o técnico espanhol já não vem a Moçambique.

O jornal O País sabe que o estado de saúde da sua esposa terá precipitado a desistência de Garcia para essa nova empreitada à frente da selecção nacional.

A Federação Moçambicana de Basquetebol já accionou o Plano B. Nesse sentido, o organismo que gere o basquetebol moçambicano vai contratar um novo seleccionador. O mesmo é esperado em Maputo na sexta-feira, devendo ser apresentado no mesmo dia, para depois juntar-se ao grupo de trabalho.

Selecção à parte, a Federação Moçambicana de Basquetebol vai apresentar, esta quarta-feira, a nova estrutura de inscrição de jogadores, tendo em vista ter uma base de dados concisa e, por via disso, combater a falsificação de idades.

O seleccionador nacional de futebol de praia, Saidate Mouveia, anunciou a lista final dos 14 jogadores convocados para a eliminatória de acesso ao CAN da modalidade, diante das Seychelles. Da lista, o maior destaque é para ausência de Nelson Manuel, devido a uma lesão.

São 14 jogadores que fazem parte da lista final dos convocados por Saidate Mouveia para o embate da eliminatória diante das Seychelles, de apuramento ao Campeonato Africano das Nações de Marrocos, este ano.

Dos convocados, destaque para o guarda-redes do Ferroviário de Maputo, Manuel Tivane, bem como para jogadores como Figo, Arroz, Dino, Dez, Mabomo e Rachide, que estiveram nos dois últimos Campeonatos Africanos e torneios regionais do Cosafa.

A estes jogadores juntam-se outros que já têm alguma experiência na selecção nacional, casos de Gonçalves Bila e Yuran Malate.

Entretanto, há novas entradas no conjunto moçambicano que buscam a integração e experiência, como é o caso de Paulo Gervásio, João Couana, Filipe Vilankulos e Hélder Mahumane.

Maior parte destes jogadores que compõem a selecção nacional de futebol de praia é do Ntsondzo FC, equipa que vem dominando o futebol das areias há bastante tempo e que tem como treinador o ex-seleccionador nacional, Abineiro Ussaca.

Da lista, destaca-se a ausência de Nelson Manuel, melhor jogador do Cosafa 2022 e melhor marcador do CAN 2021, que também falhou o torneio Cosafa deste ano, devido a uma lesão.

Mas há mais ausências na lista final, dentre eles Trezenta Eduardo, Mário Mazuze e Alfredo Djedje.

Moçambique defronta Seychelles na única eliminatória de acesso ao CAN de Marrocos, ainda este ano, cujos jogos têm lugar a 20 de Julho, a primeira mão, em Vitória, sendo que a segunda mão será a 27 do mesmo mês, em Vilankulo.

Moçambique já defrontou e goleou Seychelles em duas ocasiões, nomeadamente no CAN de Dakar, por 7-3, e no Torneio COSAFA, por 13-1.

 

Eis a lista dos convocados:

Guarda-redes: Gonçalves Bila, Manuel Tivane e Martinho Manuel.
Jogadores de campo: Ângelo Tomás “Dino”, Ramossete Cumbe “Dez”, António Namape “Figo”, Paulo Gervásio, João Couana, Yuran Malate, Filipe Vilankulos, Hélder Mahumane, Hélio Mavota “Mabomo”, Júlio Manjate “Arroz” e Rachide Smith.

Contrariedade na selecção sénior feminina de basquetebol. Iñaki Garcia já não vem a Moçambique. O técnico tinha sido anunciado, há dois meses, como novo seleccionador da selecção nacional. A Federação Moçambicana de Basquetebol (FMB) vai apresentar o novo timoneiro na sexta-feira.

Tudo parecia bem encaminhado. A selecção nacional sénior feminina de basquetebol iniciou os trabalhos de preparação rumo à pré-qualificação para o Mundial 2026, sob comando técnico dos adjuntos Leonel Manhique e Deolinda Ngulela.

Anunciado como novo seleccionador, Iñaki Garcia deveria juntar-se ao grupo na segunda quinzena do mês passado, tal como a Federação Moçambicana de Basquetebol avançou na altura.

A verdade é que dois meses depois, o técnico espanhol já não vem a Moçambique. “O País” sabe que o estado de saúde da sua esposa terá precipitado a desistência de Garcia para essa nova empreitda à frente da selecção nacional.

A FMB já accionou o Plano B. Nesse sentido, o organismo que gere o basquetebol moçambicano vai contratar um novo seleccionador. O mesmo é esperado em Maputo na sexta-feira, devendo ser apresentado no mesmo dia, para depois juntar-se ao grupo de trabalho.

Selecção à parte. A FMB vai apresentar, esta quarta-feira, a nova estrutura de inscrição de jogadores, tendo em vista ter uma base de dados concisa e, por via disso, combater a falsificação de idades.

Depois da saída de Witi Quembo do futebol português para as arábias, concretamente para o Dibba Al Hisn dos Emirados Árabes Unidos, desta vez é Ricardo Guimarães a partir para uma nova aventura.

Após um período de suspense por conta do seu novo destino, o internacional moçambicano acabou por decidir o seu futuro e nos últimos dias foi confirmado o seu destino. Guima assinou um contrato com o Igdir FK, clube que milita na segunda divisão turca.

O jogador de 28 anos, que recentemente decidiu não renovar seu contrato com o Chaves de Portugal, assinou um acordo válido por uma temporada com a equipa turca e mais uma de opção.

Guima junta-se ao Igdir FK a custo zero, numa transferência que marca um novo capítulo na carreira do internacional moçambicano, que assim vai defrontar o seu compatriota e colega da selecção, Mexer Sitoe, na segunda divisão da Turquia.

Guima expressou entusiasmo com a nova oportunidade, tendo dito, após a assinatura do novo contrato, estar feliz. E disse mais: “É um novo desafio na minha carreira, e estou ansioso para contribuir com o meu melhor para ajudar a equipa a alcançar grandes resultados. Acredito que a minha experiência em diferentes ligas europeias será um diferencial importante para a equipa”.

Ricardo Guimarães fez a sua formação nas categorias de base de dois dos maiores clubes de Portugal, Benfica e Sporting. O jogador faz a sua carreira com passagens por vários clubes portugueses, dentre eles Oliveirense, Taboleiro e Academia OAF.

Esta não é a primeira experiência de Guima fora de Portugal, sendo que já teve uma passagem pelo LKS Lodzki, da Polônia, durante uma temporada, onde também deixou sua marca ao realizar 27 jogos e apontar dois golos.

A contratação de Guima pelo Igdir FK da segunda liga turca representa um passo significativo tanto para o jogador quanto para o clube. Com sua experiência vasta e habilidade comprovada, Guima está preparado para enfrentar os desafios da II Liga turca e ajudar o Igdir FK a alcançar seus objectivos.
Guima já prepara a época 2024/2025 com os seus novos companheiros de equipa.

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