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Daniel Chapo felicita pessoalmente os Mambas

O Presidente da República, Daniel Chapo, felicitou pessoalmente a selecção nacional pela histórica participação no Campeonato Africano das Nações de Marrocos, onde alcançou a primeira

Daniel Chapo felicita pessoalmente os Mambas

O Presidente da República, Daniel Chapo, felicitou pessoalmente a selecção nacional pela histórica participação no Campeonato Africano das Nações de Marrocos, onde alcançou a primeira

Moçambique venceu este sábado por duas bolas a uma, na arena da Costa do Sol a sua congénere de Seychelles, e qualifica-se com agregado de 4 a 9 ao Campeonato Africano de Futebol de Praia, que decorre este ano no Egipto.

Moçambique já havia assegurado um bom resultado na vitória por 7 a 3 na visita à casa dos insulares, e em Maputo só precisou controlar a dinâmica empreendida pelo adversário, que decidiu surpreender ao mexer quase que todo o 5 inicial.

Os guerreiros da praia agitaram os primeiros 12 minutos, mas foi a Seychelles que chegou primeiro ao golo através de Michael Jumaye, mas o combinado Nacional repôs a igualdade por intermédio de Arroz.

Aliás o mesmo arroz que fez dois dos sete golos nos Seychelles, bizou na arena Costa do Sol e fechou o agregado da eliminatória em nove bolas a quatro, para a festa nas bancadas.

Saidate Mouveia era o homem mais feliz, no final da partida.

Depois de perder em casa, Seychelles sabia que em Maputo não teria vida fácil. O treinador diz que a sua equipa fez tudo o que pôde.

Já a Federação Moçambicana Futebol garante que todas as condições estão acauteladas para que os guerreiros da praia cheguem ao Egipto na sua máxima força, com olhos postos ao Mundial. Para já segue a festa dos guerreiros da praia que estão no CAN da Modalidade pela terceira vez consecutiva.

Arrancou ontem a 33ª edição dos jogos olímpicos Paris 2024 numa festa monumental de cerca de quatro horas. Como nunca, a França organizou uma abertura fora do Estado, numa cerimónia cheia de grandes emoções.

Era uma vez, uma França que quis fazer diferente, experimentou e conseguiu. Paris projetou um espetáculo de abertura dos jogos olímpicos para além dos campos, como tem sido habitual desde 1896. Entre Vedetas do desporto Mundial, espéculo de luzes, música e arquitetura a altura de um evento milenar, o Rio Sena foi o tapete que viu desfilar as 206 delegações. Paris voltou a vestir a igualdade, liberdade e fraternidade para receber a bandeira olímpica.

Tal como reza a história, a Grécia foi a primeira comitiva a desfilar de barco, seguiram mais nações, os africanos não passaram despercebidos, mas foram a Palestina e Ucrânia que receberam mais aplausos. O momento mais alto, foi a chegada da tocha olímpica após percorrer seis quilômetros no rio Sena trazida pelos melhores que tem a sua história escrita nos jogos olímpicos. Zidane, Rafael Nadal, foram alguns dos nomes.

Não era para menos, a direção artística de Thierry Reboul e Thomas Jolly saiu perfeito, a Torre Eiffel trocou das cores quantas vezes que quis, até que a bandeira olímpica foi entregue ao comitê olímpico francês. Já com a chama olímpica acesa, foi a vez de Cellion Dion cantar Hymne à l’amour” e nem tão pouco a chuva beliscou o espetáculo.

A selecção nacional de futebol de praia defronta, este sábado, a sua congénere das Seychelles, em partida da segunda mão da eliminatória de acesso ao CAN da modalidade, a ter lugar em Marrocos. Os “guerreiros” de praia trazem de Vitória uma vantagem de quatro golos, à busca da glória e um lugar em Rabat.

Moçambique tem, este sábado, a oportunidade de se manter nas grandes provas continentais de futebol de praia, quando receber a sua congénere das Seychelles, na Arena da Costa do Sol, para a segunda mão da eliminatória única de acesso à fase final do Campeonato Africano das Nações, CAN-2024.

Na bagagem, os “guerreiros” de praia tem uma vantagem de quatro golos trazidos de Vitória, onde no sábado passado derrotaram o seu adversário por 7-3, dando um passo muito grande rumo ao CAN da modalidade.

Ainda que a precisar de apenas um empate, os pupilos de Saidate Moveia trabalham a pensar em mais uma vitória, mesmo para não se deixar surpreender pelo adversário, que pode querer dar o troco.

A selecção nacional de futebol de praia procura chegar a sua terceira fase final do CAN consecutiva, depois de ter estado no Senegal, em 2021, onde alcançou a sua melhor posição, terminando como vice-campeão africano, e com estatuto de representante no Mundial do ano seguinte, e de Vilankulo, em 2022, numa prova que organizou e terminou em quarto lugar, fora do pódio.

A aposta dos jogadores nesta edição, para além de assegurar a qualificação ao CAN, é, acima de tudo, fazer uma boa prestação na fase final do Marrocos, e procurar a segunda presença no Campeonato do Mundo.

Recorde-se que no jogo da primeira mão, em Vitória, Moçambique venceu as Seychelles por 7-3, com golos dois de Arroz, outros dois de Mabomo e Rachid, Ramossete, e Moreira a marcarem um golo cada.

Moçambique e Seychelles defrontam-se a partir das 15h00 na Arena da Costa do Sol, em Maputo.

 

Trio moçambicanos nomeados para o jogo Nigéria vs Mauritânia

A Confederação Africana de Futebol anunciou a nomeação de árbitros moçambicanos para o jogo Nigéria e Mauritânia, referente à segunda mão da fase de qualificação ao Campeonato Africano de Futebol de Praia, Egipto-2024. A partida terá lugar no sábado, em terras nigerianas.

São eles Dique Muxanga que foi designado árbitro principal do encontro,  Ângelo Nguenha e Jone Chochota que actuarão como árbitros auxiliares.

O desempenho de Dique Muxanga e Ângelo Nguenha no recém-terminado Torneio COSAFA de Futebol de Praia, em Durban, terá sido determinante para a sua indicação.

Lembre-se que no jogo da primeira mão, a Nigéria venceu fora de portas por 5-4.

Paris-2024 representa a 11ª participação de Moçambique nos Jogos Olímpicos, desde a estreia em Moscovo-1980. E os atletas moçambicanos vêm com as esperanças renovadas em busca de uma medalha que não pinta ao país há 24 anos. Sete representantes de cinco modalidades diferentes tentarão escrever uma nova história.

O grande nome do desporto olímpico de Moçambique é Maria de Lurdes Mutola, responsável por conquistar o bronze nos 800m do atletismo em Atlanta 1996 e depois o ouro na mesma prova, em Sydney 2000, numa trajetória digna de cinema.

As esperanças actuais depositam-se sobretudo em Alcinda Panguana, destaque do boxe moçambicano na categoria 66kg femininos.
Esta será a segunda aparição de Alcinda Panguana em Jogos Olímpicos. A pugilista fez sua estreia em Tóquio 2020 e alcançou os quartos-de-final, a uma vitória da medalha de bronze.

No actual ciclo, Panguana conquistou o ouro no Campeonato Africano de Boxe 2023. Também ficou com a prata no Pré-Olímpico Africano e foi vice-campeã no Mundial 2022.

Outro pugilista na delegação de Moçambique é Tiago Muxanga, com uma vaga de universalidade. O atleta da categoria 71 kg ficou a duas lutas de assegurar a cota no Pré-Olímpico Bangkok 2024. Será sua primeira aparição nos Jogos.

 

OUTROS DESTAQUES DE MOÇAMBIQUE

Além do boxe, mais uma modalidade com dois atletas na delegação de Moçambique é a natação. O país contará com as presenças de Denise Donelli nos 100m costas e Matthew Lawrence nos 100m peito. Ambos farão sua estreia nos Jogos Olímpicos.

Os dois nadadores participaram dos Jogos Africanos 2024 e Denise Donelli ainda esteve no Mundial de Desportos Aquáticos de Doha 2024.

O judô de Moçambique terá um atleta pela quinta edição seguida nos Jogos Olímpicos, e a primeira mulher. Jacira Ferreira assegurou a cota continental na categoria 52kg, na qual ocupa o 72° no ranking. Ao longo de 2024, a judoca conquistou uma medalha de prata e dois bronzes em Opens no continente africano.

A vela terá nova participação de Deizy Nhaquile (dinghy feminino, ILCA 6). A velejadora de 23 anos fez sua estreia em Tóquio 2020, quando ficou no 40° lugar na Laser Radial feminina. A moçambicana também possui duas participações em Campeonatos Mundiais.

Por fim, o desporto mais tradicional de Moçambique nos Jogos Olímpicos, o atletismo, contará com a presença de Steven Sabino nos 100m rasos. O jovem de 18 anos fez seu melhor tempo em Março, registrando 10s35.

Mais uma vez os árbitros de Futebol vão aos testes físicos em todo o país. É uma prova que servirá de segunda oportunidade para os que reprovaram no início da época e de continuidade ou não para os que estão neste momento a ajuizar.

Tidos como maus da fita e influentes nos resultados finais dos jogos, sobretudo os do Moçambola, os árbitros tem estado no centro das atenções nos últimos dias.

O exemplo claro da contestação dos homens do apito, veio de de Chimoio, no jogo de Moçambola, entre Textáfrica e Black Bulls, onde houve até pancadaria.

E, Para aferir o nível físico e não técnico, dos homens do apito, a Comissão Nacional dos Árbitros de Futebol, CNAF, agendou para o próximo mês, testes físicos de controlo dos que tem vindo a apitar e recorrência para os que chumbaram no início da época. Serão submetidos aos testes os árbitros de Futebol 11, Futsal e Futebol de Praia.

Pela zona sul, para Maputo Cidade e Província, os testes serão realizados no Parque dos Continuadores ou no Estádio Nacional do Zimpeto, no dia 3 de Agosto. Em Gaza, as provas vão decorrer no Campo Municipal de Xai-Xai a 24 de Agosto. Em Inhambane, os exames serão realizados no Campo Municipal da Maxixe no dia 10 também de Agosto.

Na zona Centro, os testes serão feitos em Manica, no Campo Municipal de Chimoio, a 10 de Agosto. No Norte, todas provas irão acontecer em Cabo Delgado, no Campo Municipal de Pemba, a 17 de Agosto.

O fim-de-semana que se avizinha será para acertar o calendário do Moçambola, com a disputa dos dois jogos da 11ª jornada, para além do jogo da finalíssima da Taça de Moçambique na zona norte, para se encontrar o representante da zona na fase nacional. Esta sexta-feira haverá sorteio da fase nacional, ou seja, dos quartos-de-final e das meias-finais.

Dois jogos para fechar a primeira volta realizam-se este fim-de-semana em Nampula e Beira, com os Ferroviários locais a receberem o Brera Tchumene FC e Baía de Pemba, respectivamente.

Os dois jogos tinham sido adiados na altura em que se disputaram as restantes partidas devido a problemas logísticos ligados a liga aéreas, os mesmos que condicionam o arranque da segunda volta para dentro de duas semanas.

Na chamada capital do norte, o Ferroviário de Nampula, quarto classificado com 15 pontos, recebe o Brera Tchumene FC, oitavo com 10 pontos, a procura de encurtar a distância pontual com o trio da frente, principalmente com a União Desportiva de Songo, terceiro com 24 pontos.

É que, uma vitória dos “locomotivas” de Nampula pode relançar a equipa para uma segunda volta a busca do apetecível pódio, que este ano tem prémios aliciantes, nomeadamente os monetários para os três primeiros classificados.

Para o Brera, uma vitória seria uma oportunidade de fugir da zona do perigo, uma vez que, somando 10 pontos, tem apenas mais três pontos que o lanterna vermelha, o Ferroviário de Maputo. Mas há equipas entre os “guerreiros” de Tchumene e os “locomotivas” de Maputo no meio, nomeadamente Desportivo de Nacala (nono, com nove pontos), Baía de Pemba (10º, 9 pontos) e Textáfrica do Chimoio (11ª, 8).

Aliás, o Baía de Pemba está na mesma situação do Brera, olhando para a posição e os pontos que tem a esta altura e a deslocação a Chiveve não se avizinha fácil. O Ferroviário da Beira, que nos últimas seis jogos disputados oscilou entre vitórias e derrotas, quer começar a por todo vapor para fechar da melhor forma a primeira volta.

Um jogo nada fácil para as duas equipas, até porque em caso de vitória do Baía de Pemba alcança o seu adversário desta jornada em pontos. Os dois jogos de acerto de calendário vão provocar, de certo, mexidas na tabela classificativa.

 

Finalíssima no norte para a Taça de Moçambique

Ainda este fim-de-semana haverá um jogo na prov]incia de Nampula, concretamente em Nacala, onde o Desportivo local recebe o Desportivo de Pemba, em jogo da finalíssima da zona norte para encontrar o representante daquela parcela do país na fase nacional.

Trata-se de um embate entre uma equipa do Moçambola e outra da segunda divisão, carrasco de uma outra do Moçambola, que vão se digladiar a busca de um lugar nos quartos-de-final da competição.

O Desportivo de Pemba evitou um derby de Nampula entre os Ferroviários de Nampula e de Nacala, uma vez que foram os carrascos dos “locomotivas” da capital provincial, na fase zonal, por 2-1. E procura ser a primeira e única equipa da segunda divisão a chegar a esta fase.

Vai ser um jogo em que, apesar de ter algum favoritismo, o Desportivo de Nacala terá que se aplicar para sair com a qualificação e fazer com que a fase nacional seja disputada apenas por equipas do Moçambola.

 

Sorteio dos “quartos” esta sexta-feira

Entretanto, a Federação Moçambicana de Futebol marcou a manhã desta sexta-feira, no Auditório Ferdinand Wilson, na sede da Casa de Futebol, o sorteio dos quartos-de-final e das meias-finais da Taça de Moçambique ZAP, edição 2024.

Para este sorteio vão todas equipas apuradas das fases zonais, nomeadamente Black Bulls, detentor do troféu, Ferroviário de Maputo, Costa do Sol e Associação Desportiva de Vilankulo, pela zona sul, Ferroviário da Beira, União Desportiva de Songo e Textáfrica do Chimoio, pela zona centro, e o representante da zona norte, que sairá da finalíssima entre Desportivo de Nacala e Desportivo de Pemba.

Entretanto, o Textáfrica de Chimoio não tem a sua vaga confirmada totalmente, uma vez que o Matchedje de Mocuba, seu adversário na fase regional, jogou sob protesto, uma vez que os “fabris” de Planalto utilizaram um campo que foi interdito para jogos do Moçambola.

Este facto faz com que os Conselhos de Disciplina e Juridiscional da Federação Moçambicana de Futebol estejam a analisar se a interdição feita pela Liga Moçambicana de Futebol é extensiva para todos jogos, incluíndo os da Taça de Moçambique, e depois confirma a vitória do Textáfrica do Chimoio sobre o Matchedje de Mocuba, por 2-1 ou não.

O sorteio desta sexta-feira, para além de ditar os cruzamentos dos quartos-de-final, vai ditar os das meias-finais, estes que serão disputados em Nampula, cidade que vai acolher a “final four” da competição.

A União Desportiva de Lichinga vai representar o país nas eliminatórias de acesso à fase final da Liga dos Campeões Africanos de futebol feminino, nesta edição 2024/25.

Para chegar à fase final, a equipa moçambicana terá de disputar o acesso regional, ou seja, o torneio Cosafa de futebol feminino, prova que terá lugar em Blantyre, Malawi, de 15 a 24 de Agosto.

Inseridas no grupo B do regional, as meninas da União Desportiva de Lichinga terão pela frente o Gaborone United Ladies, do Botswana, Ascent Academy, do Malawi, e Young Buffaloes, de eSwatini, nesta que é o acesso à quarta edição da Liga dos Campeões Africanos em futebol feminino.

A União Desportiva de Lichinga representa Moçambique na qualidade de campeã nacional, depois de ter conquistado o Campeonato Nacional, ano passado, às custas do Costa do Sol, a quem venceu na prova que teve lugar em Niassa.

Recorde-se que as “canarinhas” foram representantes nacionais, ano passado, no regional da competição feminina, não tendo conseguido chegar à fase final da Liga dos Campeões femininos, uma vez que terminaram a competição regional na terceira posição.

Nessa competição regional, as meninas do Costa do Sol perderam o jogo das meias-finais para o Double Action Ladies da Zâmbia, por 2-0, e no jogo da consolação derrotaram a então detentora do troféu, Young Buffaloes do Botswana, por 2-1.

Segundo o sorteio realizado esta quarta-feira, na sede da federação malawiana de futebol, o Grupo A será constituído pelo University Western Cape FC, da África do Sul, Green Buffaloes WFC, da Zâmbia e FC Ongos Ladies, da Namíbia.

O vencedor e o finalista vencido do torneio regional juntam-se aos vencedores de outras regiões na fase final, onde já lá está o Mamelodi Sundowns Ladies, da África do Sul, actual campeã africana de clubes.

O campo número um do Complexo Desportivo de Tchumene, pertença da Associação Black Bulls, foi aprovado pela Confederação Africana de Futebol (CAF) para acolher partidas da fase pré-eliminatória das competições africanas, nomeadamente a Taça CAF e a Liga dos Campeões.

É o aumento de número de campos no país que podem acolher jogos das Afrotaças da presente época futebolística, depois do Estádio Nacional do Zimpeto.

De acordo com um comunicado divulgado esta terça-feira pela Federação Moçambicana de Futebol (FMF), a Confederação Africana de Futebol aprovou o campo número um, o principal, do Complexo desportivo de Tchumene, para acolher os jogos das eliminatórias das Afrotaças.

A FMF refere, no comunicado, que “a Confederação Africana de Futebol (CAF) aprovou o Campo da Associação Black Bulls para acolher jogos da fase preliminar das Afrotaças da época 2024/25″.

Ademais, de acordo com o mesmo comunicado, “o campo da Associação Black Bulls foi considerado apto para receber tanto jogos da fase preliminar da Taça das Confederações como os da Liga dos Campeões Africanos, ambos provas da CAF”.

Este feito resulta de um rigoroso processo de inspecção conduzido pela Federação Moçambicana de Futebol sob as directrizes da CAF, ou seja, pel Comissão de Licenciamento de Clubes.

Entretanto, apesar da aprovação do campo, a Federação Moçambicana de Futebol salienta que o mesmo deve passar por algumas melhorias até à data dos jogos das afrotaças.

“É importante salientar que existem alguns aspectos que necessitam de melhorias até à data de realização dos jogos. Por conseguinte, a CAF continuará a fazer a monitorização dos desenvolvimentos para assegurar que todas as exigências e padrões estabelecidos sejam plenamente cumpridos”, escreve a FMF, realçando que a medida visa garantir que todas as exigências e padrões traçados sejam cumpridos.

A FMF congratula ainda a Black Bulls por este reconhecimento e “encoraja a contínua dedicação na melhoria das suas infraestruturas e na promoção do futebol de alta qualidade em Moçambique”.

Outrssim, a Casa do Futebol reafirma o seu compromisso em trabalhar em estreita colaboração com a CAF e os clubes nacionais para garantir o cumprimento dos requisitos de licenciamento de clubes e estádios.

Para já, referir que a aprovação do campo número um do Complexo Desportivo de Tchumene vai permitir que os “touros” recebam o Alizé Fort, das Comores, devendo fazer o primeiro jogo (na condição de visitante) a 16 de Agosto e o segundo (como visitado) a 24 do mesmo mês. Os dois jogos podem acontecer em Maputo, uma vez que Comores não tem nenhum campo aprovado pela CAF.

Outro representante de Moçambique nas afrotaças é o Ferroviário da Beira que terá pela frente o Mbabane Swallows de eSwathini, nas mesmas datas, sendo que os “locomotivas” de Chiveve deverão usar o Estádio Nacional do Zimpeto como sua casa.

Apenas cinco dos dez atletas da província de Inhambane vão participar no Campeonato Nacional de Taekwondo 2024, que vai decorrer em Nampula. As ausências devem-se a falta de dinheiro para cobertura do transporte e logística.

A província de Inhambane, anfitriã da edição passada do campeonato nacional foi a grande campeã em diferentes categorias, onde (5) atletas conquistaram as medalhas de ouro e prata.

Desta vez, a competição vai se realizar em Nampula e Inhambane vai representado apenas por cinco atletas, dos 10 previstos. Segundo Evaristo Mabote, treinador Provincial de Taekwondo, o facto deve-se à falta de dinheiro para o transporte, alojamento e alimentação, o que para “cada um dos 10 atletas custaria uma média 17 mil Meticais”.

Em outras palavras, a delegação deveria ter arrecadado pelo menos 170 mil meticais, mas apenas conseguiu metade desse valor, por isso só a metade dos jogadores seleccionados vão a Nampula.

Aliás, segundo revelou Evaristo Mabote, o valor que vai cobrir as despesas dos cinco atletas da delegação de Inhambane foi oferta do antigo Governador da província, Daniel Chapo.

Apesar da falta de dinheiro, os que vão representar a província treinam afincadamente com a esperança de renovar os títulos já conquistados, pois (2) amealharam medalhas de ouro e outros 2 de prata. “Vamos com o compromisso de renovar os títulos para mostrar que não estamos aqui para brincar” disse um dos atletas em conversa com a nossa equipa de reportagem.

Com o défice financeiro, os atletas vão à Nampula na maior competição nacional da modalidade, numa viagem de mais de 1800 quilómetros que serão feitos durante dois dias de autocarro.

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