O País – A verdade como notícia

Os árbitros internacionais moçambicanos, Celso Alvação e Simões Guambe, estão entre os  nomeados pela Comissão Nacional de Árbitros de Futebol (CNAF) para dirigir as quatros partidas referentes aos quartos-de-final da Taça de Moçambique, que serão disputadas este fim-de-semana.

Alvação, um dos árbitros mais cotados do futebol moçambicano, vai dirigir a partida entre o Textáfrica de Chimoio e Ferroviário da Beira, devendo ser coadjuvado por Fernando Tauzene, Osénio Pedro e Claudino Bendito. Manuel Nelson foi indicado como o assessor dos árbitros.

Já Simões Guambe vai ajuizar o jogo de cartaz dos “quartos” que vai envolver o vencedor da edição passada da Taça de Moçambique, Associação Black Bulls e Costa do Sol, clube com maior número de títulos nesta competição. Guambe será assistido por Teófilo Mungoi, Zacarias Baloi e Wilson Muianga, sendo que Salomão Filipe será o assessor dos árbitros.

A CNF indicou o jovem árbitro da província de Gaza, Eduardo Chissano, para dirigir a partida entre a Associação Desportiva de Vilankulo e Ferroviário de Maputo, por sinal a reedição dos quartos-de-final do ano passado, em que os representantes de Inhambane levaram a melhor. Roda Mondlane, Meque Giro, também de Gaza e António Chivavel serão os assistentes de Chissano, tendo Ainad Ussene como assessor.

O jogo entre o Desportivo de Nacala e União Desportiva de Vilankulo será ajuizado por Cacilda Fernando (Niassa), tendo como assistentes Olívio Saimone, Messias Gomes, também de Niassa, e Aiuba Hilário, de Nampula. Geraldo Guze será o assessor dos árbitros.

As partidas entre Associação Desportiva de Vilankulo-Ferroviário de Maputo e Costa do Sol-Associação Black Bulls estão agendadas para sábado. As restantes duas partidas entre Desportivo de Nacala-União Desportiva de Vilankulo e Textáfrica de Chimoio-Ferroviário da Beira serão disputadas no domingo.

Os vencedores destes jogos qualificam-se para as meias-finais da segunda maior prova futebolística do país.

A polícia francesa abriu uma investigação sobre as ameaças de morte recebidas por três atletas israelitas durante os Jogos Olímpicos de Paris, bem como sobre possíveis crimes de ódio antissemita durante um jogo de futebol, informou o Ministério Público de Paris.

As ameaças de morte foram comunicadas pelo ministro do Interior, Gérald Darmanin, e a investigação será conduzida pelo organismo nacional de combate ao ódio na internet. Na semana passada, o ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel avisou o seu homólogo francês de um alegado plano apoiado pelo Irão para atingir atletas e turistas israelitas durante os Jogos Olímpicos de Paris.

Os atletas israelitas presentes nos jogos estão a ser escoltados de e para os eventos por unidades tácticas de elite e recebem protecção 24 horas por dia durante os Jogos Olímpicos, de acordo com as autoridades.

O serviço de segurança interna de Israel, Shin Bet, está a ajudar na segurança. Por outro lado, os procuradores disseram que estavam a investigar possíveis crimes de ódio antissemita durante um jogo de futebol entre Israel e Paraguai, no sábado, em Paris, que contou com cânticos e cartazes considerados ofensivos.

 

PROVAS DE TRIATLO ADIADAS

A organização dos Jogos Olímpicos de Paris 20204 anunciou, esta terça-feira, que a prova individual masculina de triatlo foi adiada para amanhã, devido à má qualidade da água do rio Sena.

A prova estava inicialmente agendada para esta terça-feira, mas, depois de terem sido cancelados dois treinos, a organização e a World Triathlon decidiram alterar a data da prova, na qual participam os portugueses Vasco Vilaça e Ricardo Batista, para amanhã, às 10h45 (09h45 em Lisboa).

“Paris 2024 e a World Triathlon reiteram que a sua prioridade é a saúde dos atletas. As análises feitas hoje no Sena revelaram que os níveis da qualidade da água não dão suficientes garantias para permitir que o evento se realize”, pode ler-se no comunicado oficial.
A competição estava marcada para esta terça-feira, às 8h, mas fica recalendarizada para depois da prova feminina, marcada para as 8h locais de amanhã.

“Infelizmente, eventos meteorológicos fora do nosso controlo, como a chuva que caiu em Paris em 26 e 27 de Julho, podem alterar a qualidade da água e levar-nos a reagendar o evento por motivos sanitários. Apesar da melhoria dos níveis da qualidade da água nas últimas horas, as análises indicam que em alguns pontos do percurso de natação os valores ainda estão acima dos limites aceitáveis.”

De referir que, se as condições não melhorarem, a prova pode passar de triatlo para duatlo.

 

CANADÁ RECORRE DA DEDUÇÃO DE SEIS PONTOS

O Comité Olímpico Canadiano e a Federação Canadiana de Futebol recorreram para o Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) da dedução de seis pontos no torneio feminino Paris 2024, por utilizar drones para espiar as adversárias.

A decisão final deverá ser conhecida amanhã, quando o Canadá defrontar a Colômbia, na última jornada do Grupo A.

“O recurso baseia-se na desproporcionalidade da sanção, que acreditamos punir injustamente as atletas por acções nas quais elas não participaram e vai muito além de restaurar a equidade na partida contra a Nova Zelândia”, refere a nota dos organismos canadianos.

Recorde-se que, além do castigo aplicado à selecção feminina, a treinadora Bev Priestman foi suspensa por um ano pela FIFA, por utilizar, juntamente com outros elementos do staff, drones para espiar um treino da Nova Zelândia.

A selecção feminina do Canadá, campeã olímpica em título, tem zero pontos nesta altura, devido à penalização, mas venceu os dois jogos já disputados, diante da Nova Zelândia (2-1) e da França (2-1).

A Colômbia lidera o Grupo A, com três pontos, os mesmos da França, enquanto a Nova Zelândia está a zero, à semelhança do Canadá. As campeãs olímpicas ainda podem, contudo, chegar aos quartos de final.

As obras de construção da Arena de Futebol de Praia, na Cidade de Maputo, vão arrancar dentro de um mês. A garantia foi dada pelo presidente da Federação Moçambicana de Futebol (FMF), Feizal Sidat, em entrevista exclusiva ao “O País”.

O empreendimento, que terá a capacidade de albergar aproximadamente 500 espectadores, vai custar quatro milhões de Meticais, num projecto conjunto entre a FMF e a ProSport, sob chancela da Secretaria de Estado do Desporto (SED). Segundo Feizal Sidat, a arena será construída no local onde está implantado o actual recinto destinado ao futebol de praia.

Ainda sobre os detalhes da construção do recinto, que, por sinal, será a maior catedral do futebol de praia no país, Sidat diz que a FMF já submeteu um anteprojecto ao Conselho Municipal da Cidade de Maputo, carecendo, neste momento, da aprovação.

Esse processo, segundo o responsável pelo futebol moçambicano, poderá ser concluído nos próximos dias, devendo, por isso, as obras arrancar dentro de um mês. Com a construção da arena, Moçambique passará a ter duas, tendo em conta que já existe uma em Vilankulo, recinto que acolheu, em 2022, o Campeonato Africano de Futebol de Praia, o único maior evento da modalidade até agora realizado pelo país.

A perspectiva é que a Arena da Costa do Sol passe a receber eventos internacionais de futebol de praia, tal é o caso da Taça COSAFA, numa clara intenção de massificar a modalidade e tornar o país numa referência ao nível da região e do continente.

Ainda nessa perspectiva de massificação, a Federação Moçambicana de Futebol tem em mangas o projecto de construção de uma outra arena, desta feita na capital provincial de Cabo Delgado, Pemba. O projecto poderá ganhar forma nos próximos dias, na medida em que a FMF ainda está à procura de parceiros para a sua materialização.

 

MOÇAMBIQUE ENTRE AS OITO MELHORES SELECÇÕES DE ÁFRICA

Moçambique está entre as oito melhores selecções de futebol de praia de África, que vão disputar o Campeonato Africano da modalidade, cuja fase final vai ser nos finais do presente ano, no Egipto.

A recente qualificação, a terceira, para a maior festa do futebol de praia colocou Moçambique na restrita lista, onde pontificam países como Egipto, o actual campeão em título (Marrocos), Tanzânia, Gana, Mauritânia, Malawi e Senegal.

É diante desses países que a selecção nacional vai tentar superar-se e espreitar o pódio depois do quarto lugar na edição passada, em Vilankulo. Moçambique parte para esta competição com o estatuto de vice-campeão da Taça COSAFA, feito alcançado no mês passado, tendo vencido a primeira edição em 2021, sob comando técnico de Abineiro Ussaca.

Para garantir uma boa preparação para esta importante prova continental, a selecção poderá observar um estágio fora de portas nas vésperas da competição, podendo ser, em princípio, na vizinha África do Sul, tal como garantiu o presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Feizal Sidat.

O Baía de Pemba encerrou a primeira volta do Moçambola com uma vitória diante do Ferroviário da Beira, por uma bola sem resposta, em partida em atraso referente à décima primeira jornada da prova.

Saimon, recém-contratado na última janela de transferência de Inverno, foi o autor do único golo que deu vitória aos representantes de Cabo Delgado na maior prova futebolística nacional.

Esta victória coloca o Baía de Pemba, equipa treinada por Eurico da Conceição, na sexta posição da tabela classificativa, com 12 pontos, os mesmos que os “locomotivas” do Chiveve, na sétimo posto.

O desfecho desta partida veio agudizar a crise de resultados instalada no Ferroviário da Beira, campeão em título e representante do país na Liga dos Campeões Africanos. Os adeptos já exigem a “cabeça” do treinador principal da equipa, o luso-moçambicano, Daúto Faquirá, tido como o rosto do fracasso do conjunto “locomotiva”. Exigem, igualmente, o afastamento do director desportivo do clube, Artur Faria.

Ainda no encerramento da primeira volta do Moçambola, o Ferroviário de Nampula recebeu e venceu o Brera Tchumene FC, por duas bola a uma. A partida acabou sendo marcada por reclamações do treinador principal do Brera, Dário Monteiro, por alegada má actuação da equipa de arbitragem.

O Ferroviário de Nampula passa a somar 18 pontos, na quarta posição da prova. Já o Brera termina a primeira volta na nona posição, com 10 pontos. O Moçambola volta a ser disputado no dia 10 do próximo mês, depois de uma paragem forçada por conta das dificuldades na deslocaçãpo das equipas, em face dos problemas que as Linhas Aérea de Moçambique (LAM) tem enfrentado.

A prova é liderada pela Associação Black Bulls, com 27 pontos, mais um que o Costa do Sol que segue na segunda posição. Já o Ferroviário da Beira é o último classificado do Moçambola, com apenas sete pontos.

Os pugilistas moçambicanos, Tiago Muxanga e Alcinda Panguana, voltam aos “ringues” na quarta e quinta-feira desta semana, desta feita para os oitavos-de-final dos Jogos Olímpicos Paris 2024. A estreia vitoriosa do Muxanga naquele que é o maior evento desportivo planetário deixou para boas indicações para aquilo que ainda terá pela frente.

Determinado, o jovem pugilista moçambicano não teve “mãos” a medir para vencer o alemão, Magomed Elim Schachidov, na Adena Paris Nord, na capital francesa. A vitória por 4-1, contra um adversário com um palmarés assinalável em várias competições internacionais, trouxe uma luz para os moçambicanos.

Primeira vitória à parte, a verdade é que Tiago Muxanga volta a entrar no “ringue”, esta terça-feira, para defrontar o mexicano Marco Alvarez Verde que esteve isento da primeira eliminatória na categoria dos menos 71 kg. Muxanga, está entre os 24 pugilistas africanos que vão lutar nos Jogos Olímpicos de Paris, precisa vencer para manter vivo o sonho de conquistar uma medalha na sua primeira presença nas olimpíadas.

Tiago chega aos Jogos Olímpicos com um percurso esclarecedor. Foi, por exemplo, medalha de prata nos Jogos da Commonwealth, Copa Africana de Boxe Mandela e conquistou ouro no campeonatosda Zona 4, assim como bronze na série IBA Silver Belt na Eslovênia. No lançamento do seu combatre, garante estar preparado e pronto para enfrentar o mexicano.

“É muito gratificante. Quero, na minha primeira participação nos Jogos Olímpicos, trazer a primeira vitória de Moçambique. Passamos desta primeira fase, que por sinal é difícil. Vamos continuar a trabalhar tendo em vista passar nas próximas etapas. Agradeço ao público que me apoiou, prometo dar o meu máximo”, promete Tiago Muxanga.

 

ALCINDA PANGUANA ENFRENTA LIU YANG
Aclinda Panguana, uma das mais cotadas pugilista nacionais, foi categórica no seu primeiro combate nos Jogos Olímpicos, com uma vitória esclarecedora diante da eslovaca, Jéssica Triebelova, por 5-0.

A pugilista moçambicana não teve dificuldades para dominar o primeiro assalto, em que a sua oponente chegou a ficar estatelada no tapete, na sequência de um golpe forte da pugilista da Alcinda. A prestação da atleta convenceu a totalidade dos cinco membros do júri que atribuíram a nota máxima de 10 pontos.

No segundo assalto, Alcinda mostrou-se cautelosa e tecnicamente voltou a estar bem, atacando quando necessário, tendo, por isso, mais uma vez, suplantado a sua adversária.

Já no terceiro e último assalto de três minutos, a pugilista eslovaca Triebelova procurou a todo custo pontuar e chegar a um “KO” que era a única forma que poderia levá-la à vitória, mas uma vez mais Alcinda Pangauna demonstrou a sua experiência ao controlar o tempo e a pontuar.

Face à sua prestação, no fim do combate o júri atribuiu a vitória por unanimidade a Alcinda Panguana por 5-0 e qualificou-se para os oitavos-de-final desta competição. Alcinda Panguana ultrapassou a primeira muralha, mas ainda há mais.

A pugilista moçambicana vai enfrentar, esta quinta-feira, à noite, a chinesa Liu Yang, por sinal campeã mundial dos 66 quilogramas
Liu Yang chegou aos Jogos Olímpicos de Paris com nota alta depois de ter conseguido um percurso sem derrotas tanto ao nível do continente asiático, assim como no Mundial da categoria.

Sobre o próximo combate, Alcinda Panguana considera que será difícil, tendo em conta a qualidade da sua adversária. Ainda assim, garante que vai dar o seu máximo para sair com uma vitória.

 

DENISE DONELLI ELIMINADA
A nadadora moçambicana, Denise Donelli, terminou a sua participação nos Jogos Olímpicos após ser eliminada na sua estreia, hoje. A jovem atleta ficou em segundo lugar na sua série de qualificação na categoria dos 100 metros costas, percorrendo uma distância de 1.08.73, marca não suficiente para constar dos 16 melhores nadadores que vão disputar as meias-finais. Apesar da eliminação, Denise melhorou a marca pessoal em 52 centésimos de segundo, alcançada nos últimos Jogos Africanos de Accra, Gana.

 

Durou apenas 45 segundos o sonho de Jacira Ferreira nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. A judoca, que competia na categoria -52 quilogramas, foi afastada da prova este domingo ao perder por “ipon”, ou seja, por 10-0, diante de March Maharani da Indonésia.

A adversária de Ferreria entrou mais forte e conseguiu levar a moçambicana ao tatame.

Sábado, competindo na Arena Paris La Défense, o nadador Matthew Lawrence terminou no segundo lugar com um tempo de 1’ 04” 95, numa prova ganha por Steven Insixiengmay de Laos com a marca de 1’04’64’.

Esta prestação colocou-lhe no 32° lugar no conjunto de todas as séries, ficando fora dos 16 primeiros. Lawrence não conseguiu, igualmente, melhorar o seu tempo com o qual partiu para os Jogos Olímpicos Paris 2024.

 

A abertura da época desportiva 2024/2025 em Portugal traz contrariedades para Rúben Amorim, que além de ter Matheus Reis e St. Juste, ambos castigados para o jogo da Supertaça, com o FC Porto, a 3 de Agosto, vê-se agora privado de Nuno Santos.

Como alternativa, é expectável que a escolha recaia sobre Geny Catamo que, assim, passa para o corredor esquerdo. O internacional moçambicano mostrou-se em bom plano nos jogos de pré-época e, noutras ocasiões, já se ocupou do corredor esquerdo, escreve o jornal “A Bola”.

Esgaio perfila-se como escolha mais provável para ser titular na direita, não sendo de descurar que Fresneda pode surgir como factor surpresa.

Nuno Santos, de 29 anos, que granjeia grande carinho por parte dos adeptos leoninos, é um dos jogadores com mais tempo de utilização desde que Rúben Amorim assumiu o comando técnico dos leões, e deu aval à sua contratação ao Rio Ave — em 2020/2021 cumpriu 2385 minutos (37 jogos), na época seguinte 2865 (50), depois 3361 (49) e na derradeira temporada jogou 3186 em meia centena de partidas — e tornou-se, inquestionavelmente, uma peça basilar no esquema tático da equipa técnica, em quem Rúben Amorim deposita a maior das confianças, e para quem já teceu enormes elogios publicamente.

O cavalinho, alcunha pela qual é tratado pelo treinador, estava extremamente motivado para defrontar o FC Porto, tal como revelou em entrevista recente aos canais de comunicação do clube: “Vamos querer ganhar, tal como queríamos ganhar na Taça de Portugal. Será um jogo diferente, numa época diferente, o primeiro jogo a sério e nós vamos dar tudo para tentar vencer o FC Porto”.

No balneário é também um jogador com peso. Durante o estágio no Barlavento Algarvio, mais concretamente em Lagos, antes da chegada do dinamarquês Hjulmand, Nuno Santos usou a braçadeira de capitão no jogo diante dos belgas do St. Gilloise (2-2), visitou o Centro Infantil de Odiáxere, onde distribuiu sorrisos e fez as delícias das crianças, assumiu o papel de ajudante a integrar os mais novos, após saídas de Coates, Adán e Neto — “As duras deixo para o Nuno [risos], eu trato-os bem, eles percebem perfeitamente o que é estarem aqui no Sportin”, disse Trincão, citado por “A Bola”.

Moçambique venceu este sábado por duas bolas a uma, na arena da Costa do Sol a sua congénere de Seychelles, e qualifica-se com agregado de 4 a 9 ao Campeonato Africano de Futebol de Praia, que decorre este ano no Egipto.

Moçambique já havia assegurado um bom resultado na vitória por 7 a 3 na visita à casa dos insulares, e em Maputo só precisou controlar a dinâmica empreendida pelo adversário, que decidiu surpreender ao mexer quase que todo o 5 inicial.

Os guerreiros da praia agitaram os primeiros 12 minutos, mas foi a Seychelles que chegou primeiro ao golo através de Michael Jumaye, mas o combinado Nacional repôs a igualdade por intermédio de Arroz.

Aliás o mesmo arroz que fez dois dos sete golos nos Seychelles, bizou na arena Costa do Sol e fechou o agregado da eliminatória em nove bolas a quatro, para a festa nas bancadas.

Saidate Mouveia era o homem mais feliz, no final da partida.

Depois de perder em casa, Seychelles sabia que em Maputo não teria vida fácil. O treinador diz que a sua equipa fez tudo o que pôde.

Já a Federação Moçambicana Futebol garante que todas as condições estão acauteladas para que os guerreiros da praia cheguem ao Egipto na sua máxima força, com olhos postos ao Mundial. Para já segue a festa dos guerreiros da praia que estão no CAN da Modalidade pela terceira vez consecutiva.

Arrancou ontem a 33ª edição dos jogos olímpicos Paris 2024 numa festa monumental de cerca de quatro horas. Como nunca, a França organizou uma abertura fora do Estado, numa cerimónia cheia de grandes emoções.

Era uma vez, uma França que quis fazer diferente, experimentou e conseguiu. Paris projetou um espetáculo de abertura dos jogos olímpicos para além dos campos, como tem sido habitual desde 1896. Entre Vedetas do desporto Mundial, espéculo de luzes, música e arquitetura a altura de um evento milenar, o Rio Sena foi o tapete que viu desfilar as 206 delegações. Paris voltou a vestir a igualdade, liberdade e fraternidade para receber a bandeira olímpica.

Tal como reza a história, a Grécia foi a primeira comitiva a desfilar de barco, seguiram mais nações, os africanos não passaram despercebidos, mas foram a Palestina e Ucrânia que receberam mais aplausos. O momento mais alto, foi a chegada da tocha olímpica após percorrer seis quilômetros no rio Sena trazida pelos melhores que tem a sua história escrita nos jogos olímpicos. Zidane, Rafael Nadal, foram alguns dos nomes.

Não era para menos, a direção artística de Thierry Reboul e Thomas Jolly saiu perfeito, a Torre Eiffel trocou das cores quantas vezes que quis, até que a bandeira olímpica foi entregue ao comitê olímpico francês. Já com a chama olímpica acesa, foi a vez de Cellion Dion cantar Hymne à l’amour” e nem tão pouco a chuva beliscou o espetáculo.

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