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Os Mambas perderam a liderança do Grupo I da fase de qualificação para o CAN 2025 depois do empate diante da Eswatini por uma bola. O Mali está no comando do grupo após vencer a Guiné Bissau por uma bola sem resposta.

O empate dos Mambas diante da Eswatini por uma bola, em jogo da terceira jornada do Grupo I, foi penalizador. É que a selecção nacional perdeu a liderança do grupo, ocupando agora a segunda posição com cinco pontos.

O Mali é o novo líder do grupo com sete pontos, tendo em conta que venceu a Guiné Bissau por uma bola sem resposta. Apesar do empate contra os “swatis”, nada ainda está perdido para o combinado nacional.

Para continuar a sonhar com a liderança do Grupo I, os Mambas devem vencer o jogo da próxima segunda-feira, mais uma vez, contra a Eswatini, e esperar por um empate entre a Guiné Bissau e Mali sem abertura de contagem.

Caso isso aconteça, Moçambique e Mali passarão a somar oito pontos, devendo o número de golos marcados e sofridos fazer a diferença. Os Mambas tem quatro golos marcados e três sofridos. Já o Mali tem três golos marcados e um sofrido.

Os malianos sofreram o único golo diante do combinado nacional no empate a uma bola, na abertura da jornada do Grupo I. Nas últimas duas jornadas da fase de qualificação, Moçambique vai defrontar a Guiné Bissau fora e Mali, em casa.

Os Mambas empataram na tarde de hoje diante da Eswatini por uma bola, em jogo da terceira jornada do Grupo I da fase de qualificação para o Campeonato Africano de Futebol (CAN 2025). O único golo da selecção nacional foi apontado por Ratifo aos 74 minutos.

Com este resultado, o conjunto moçambicano passa a somar cinco pontos na tabela classificativa. A continuidade ou não na liderança do grupo vai depender do resultado entre o Mali e a Guiné Bissau. Os Mambas voltam a defrontar a Eswatini na segunda-feira, em Nelspruit.

Moçambique vai defrontar a Zâmbia na segunda e última eliminatória da fase de qualificação para o CHAN-2025, cuja fase final será co-organizada pelo Quénia, Uganda e Tanzania, de 1 a 28 de Fevereiro do próximo ano.

O primeiro jogo contra a Zâmbia será disputado de 20 a 22 de Dezembro, no Estádio Nacional do Zimpeto, e a partida da segunda mão será entre 27 e 29 do mesmo mês, no território zambiano.

Recorde-se que Moçambique foi isento da pré-eliminatória devido ao seu bom posicionamente no Ranking da CAF. A selecção nacional vai procurar garantir a sua terceira presença numa fase final do CHAN, prova destinada aos jogadores que actuam nos campeonatos internos.

O seleccionador guineense, Luís Boa Morte, convocou 24 jogadores para os jogos diante do Mali, referente à terceira e quarta jornada do grupo I de qualificação para o CAN 2025.

Na lista divulgada na página oficial da Federação de Futebol da Guiné-Bissau no Facebook, Beto, avançado do Everton da Premier League, é a principal novidade.

Além do atacante do Everton, o defesa central do União de Leiria da segunda liga portuguesa, Victor Rofino Gordo de 22 anos e o guardião campeão nacional pelo Sport Bissau e Benfica, Ricardino Té, são outras novidades.

Marcelo Djaló, Gilberto Baptista, Famana Quizera e Elves Baldé ficaram de fora dos convocados, em relação à última convocatória.

O jogador da selecção nacional de futebol da Guiné-Bissau “os Djurtus”, Mamadú Samba Candé, vulgo Sambinha, afirmou, esta quarta-feira, que os jogadores estão motivados e focados para o jogo desta sexta-feira, contra as Águias do Mali da terceira mão das eliminatórias para o Campeonato Africano das Nações, a disputar em 2025 em Marrocos.

Sambinha, como é conhecido no futebol, citado pela TV Futebol Local, falava depois do primeiro treino realizado no solo maliano, frisando que estão bem e preparados para o jogo. “Sabemos que é uma jornada difícil, mas estamos concentrados e acreditamos que podemos alcançar um bom resultado”, disse.

O jogo agendado para 11 de Outubro, às 19 horas, no estádio 26 de Março, em Bamako, capital maliana, é referente à terceira jornada do grupo I da qualificação para a fase final dos Campeonato Africano das Nações do ano 2025 em Marrocos.

De salientar que a Guiné-Bissau ocupa, actualmente, a terceira posição do grupo I, com três pontos, atrás de Moçambique e Mali. A dupla jornada, já a seguir, será determinante para as contas do apuramento para a fase final do CAN 2025.

Alfonso Amade já tem uma nova casa e poderá fazer a estreia muito em breve, quando defrontar o líder do campeonato bulgaro, Ludogorets. O Septemvri ocupa uma modesta 13.ª posição com dez pontos e está a 15 pontos dos líderes da primeira liga da Bulgária 

O médio moçambicano, agora focado na dupla jornada com Eswatini de qualificação ao CAN-2025, intensifica a preparação  e quer fazer  valer a confiança de  Chiquinho Conde .

O jogador de 24 anos vai viver a primeira experiência no futebol búlgaro, depois de ter jogado na Alemanha e na Bélgica.

Teve passagens por clubes como  TSG Hoffenheim e Eintracht Braunschweig da Alemanha  e OOstend da Bélgica .

Lembrar que o seu antigo clube o oostend declarou falência, após a direção da equipa não encontrar soluções para pagar as dívidas. A única saída, para proteger os credores, foi a extinção do clube.

O Costa do Sol, campeão nacional da Liga de Basquetebol sénior masculino, vai disputar, de 22 a 27 de Outubro corrente, em Harare, Zimbabwe, o Torneio de Qualificação para a Liga Africana de Basquetebol (BAL) 2025. Os “canarinhos” vão defrontar adversários conhecidos das equipas moçambicanas.

A equipa moçambicana está inserida no Grupo “E” da Divisão Leste e vai disputar uma vaga na quinta edição da BAL com o Bravehearts Basketball do Malawi e Matero Magic da Zâmbia e Basket Hounds (Zimbabwe).

Os Bravehearts foram coroados campeões da categoria masculina da Central Zone Basketball League (CEZOBAL) de 2023 pela sexta vez consecutiva, um detalhe a ter em conta pelos “canarinhos”.

Matero Magic da Zâmbia perdeu em 2021 e 2022 com o Ferroviário da Beira e são conhecidos das equipas moçambicanas.

A prova será disputada num modelo de todos contra todos, apurando-se as equipas classificadas em primeiro e segundo lugares em cada grupo. Algumas equipas podem qualificar-se, como Wild Cards (repescadas), com base nos seus resultados desportivos, assim como a equipa da NBA Academy e os clubes que participaram no último torneio BAL e são campeões nos seus respectivos países, perfazendo 16 equipas classificadas para a segunda fase.

Recorde-se que o Ferroviário de Maputo disputou a primeira edição da Liga Africana de Basquetebol, enquanto o Ferroviário da Beira disputou a segunda e terceira edições, respectivamente.

 

 

A selecção nacional de futebol de praia vai observar um estágio de oito dias em Portugal, onde vai terminar a última etapa de preparação para o Campeonato Africano da modalidade antes do arranque, no dia 19 deste mês do CAN, no Egipto. Durante a sua estadia naquele país europeu, a selecção deverá efectuar dois jogos de controlo com adversários locais ainda por identificar.

O combinado nacional cumpriu, na segunda-feira, o último ensaio em solo pátrio antes de partir ontem para Portugal. A selecção nacional de futebol de praia tem mais uma batalha pela frente.

Para esta empreitada, o seleccionador nacional, Saidate Moveia, vai contar com um total de 14 jogadores depois de ter iniciado os trabalhos de preparação, há dois meses, com um grupo extenso.

Ao todo, a selecção nacional cumpriu 38 unidades, que incidiram em três fases, cuja primeira foi a de observação. Essa fase, segundo Moveia, contou com a presença de 27 atletas. A segunda incidiu em aspectos específicos e integrados, no caso a componente técnica, táctica, física e psicológica.

E a terceira esteve essencialmente para a potenciação dos jogadores e análise dos adversários que o conjunto moçambicano vai defrontar no Campeonato Africano da modalidade.

Pela frente, terá o Malawi, Mauritânia e a muralha chamada Senegal. Os senegaleses têm sido um autênticos carrascos para Moçambique, havendo a destacar a derrota sofrida na final do CAN 2022. A selecção nacional está avisada, daí que se esmerou em analisar as equipas que deverá enfrentar.

“Além de trabalharmos e analisarmos os aspectos positivos dos nossos adversários, também trabalhamos com a manutenção da bola, de modo a evitarmos que eles tenham facilidade nas transições ofensivas”, anota Saidate Moveia.

Para o técnico, será importante implementar todos os aspectos que foram trabalhados durante a preparação. E, para que tal aconteça, Moveia exige muita concentração por parte dos seus jogadores que, como assegurou, estão cientes da importância da competição em que estarão inseridos.

O estágio em Portugal vai, de acordo com o plano de trabalho desenhado pela equipa técnica, servir para aprimorar alguns aspectos vitais na manobra, quer defensiva quer ofensiva, da selecção nacional.

Nesse sentido, Moveia e o seu “staff” estuda a possibilidade de defrontar adversários fortes. Uma das equipas poderá ser o Sporting do Braga, para dar mais traquejo aos seus jogadores.

“O plano que traçámos não fuge muito do que usamos em Moçambique. A ideia é continuarmos a melhorar cada vez mais. Queremos ser um conjunto mais coeso e compacto para atacarmos essa competição”, acrescentou o treinador.

Os jogadores assumem a responsabilidade de agir de forma diferente no presente CAN, até porque a perspectiva passa por melhorar a quarta posição da edição passada da prova, que teve a particularidade de ser disputada no país, precisamente na cidade turística de Vilankulo, província de Inhambane.

 

A atleta paralímpica moçambicana, Edmilsa Governo, foi suspensa de todas as actividades desportivas promovidas pelo Comité Paralímpico de Moçambique por um período de seis anos, por ter simulado uma lesão para não disputar os Jogos Paralímpicos de Paris deste ano. O seu treinador, Narciso Faquir, foi suspenso por um período de cinco anos, por conivência na decisão de não competir.

Foi com base na Lei do Desporto em vigor em Moçambique, e nos Estatutos do Comité Paralímpico de Moçambique, nos artigos que abordam a suspensão temporária da actividade desportiva, que foi tomada a decisão de suspender Edmilsa Governo, por ter faltado com a verdade aquando da sua participação nos Jogos Paralímpicos de Paris.

Sérgio Miguel foi o representante do Comité Paralímpico de Moçambique que deu a informação em conferência de imprensa. “Suspender a atleta Edmilsa Luciano Governo por um período não inferior a seis anos, impossibilitando-a de participar em qualquer competição dirigida ou organizada dentro do movimento paralímpico”, sentenciou.

A mesma sanção foi aplicada a Narcísio Faquir, seu treinador, “por um período de cinco anos, impossibilitando-o de exercer funções de treinador dentro das actividades do Comité Paralímpico de Moçambique”.

A decisão foi tomada depois de a atleta especialista nos 100 e 400 metros na classe T13, (limitações visuais) ter desistido da participação em Paris, alegadamente por ter contraído uma lesão na coxa esquerda.

Ademais, a atleta terá acusado os dirigentes da delegação de terem a obrigado a realizar uma falsa partida para que fosse desqualificada da prova. Foram acontecimentos que obrigaram o Comité Paralímpico de Moçambique a abrir um inquérito para averiguar as reais causas da desistência da atleta.

Entretanto, de acordo com os relatórios feitos pelo departamento médico da delegação e da Comissão de Inquérito do Comité Paralímpico de Moçambique, para além da ressonância magnética feita em Paris, a realidade é outra e a conclusão é clara.

De acordo com Sérgio Miguel, a atleta “nunca teve lesão na zona indicada, assim como não foi obrigada, nem aconselhada a fazer falsa partida por parte dos dirigentes da delegação”.

Para além disso, ficou também demonstrado, segundo Sérgio Miguel, “que a falta de comparência na câmara de chamada foi premeditada e motivada por um acto de má-fé, sem qualquer influência externa”.

De acordo com o Comité Paralímpico de Moçambique, a organização despendeu esforços e finanças para garantir uma boa prestação da Edmilsa Governo, única atleta paralímpica para os jogos de Paris, que entretanto não competiu por alegada lesão.

É que, de acordo com o Comité Paralímpico de Moçambique, conseguiu fundos de quase um milhão e meio de meticais para custear despesas da qualificação, preparação e participação nos Jogos de Paris, sentido-se, assim, lesado no seu esforço.

Sérgio Miguel, representante do CPM, esclareceu ainda que a sanção e o processo que culminou com os resultados da Comissão de Inquérito foram acompanhados pela Inspecção-Geral do Desporto.

 

O Costa do Sol, campeão nacional da Liga de Basquetebol sénior masculino, vai entrar em campo entre os dias 22 a 27 de Outubro corrente, para participar do Torneio de Qualificação à Liga Africana de Basquetebol de 2025, que vai decorrer em Harare, no Zimbabwe.

A equipa moçambicana está no Grupo “E” da Divisão Leste e vai lutar por uma vaga na quinta edição da BAL, com o Bravehearts Basketball do Malawi ,Matero Magic da Zâmbia e Basket Hounds do Zimbabwe 

Os Bravehearts foram coroados campeões da categoria masculina da Central Zone Basketball League de 2023 pela sexta vez consecutiva, um detalhe a ter em conta pelos canarinhos 

O ferroviário da Beira defrontou os Matero Magic da Zâmbia, em 2021 e 2022, o que faz com que não sejam desconhecidos do basquetebol moçambicano 

A prova vai decorrer num modelo de todos contra todos, apurando-se as equipas classificadas em primeiro e segundo lugares de cada grupo. Algumas equipas poderão entrar na competição através dos resultados desportivos, assim como a equipa da NBA Academy e os clubes que participaram do último torneio BAL e são campeões nos seus respectivos países, totalizando, deste modo, 16 equipas classificadas para a segunda fase.

Recordar que o atual campeão da BAL  é o Petro De Luanda

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