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O País – A verdade como notícia

O Ferroviário de Maputo, campeão em título da Taça de Moçambique, vai defrontar o Incomáti de Xinavane nos quartos-de-final da prova. O cruzamento ditou ainda o jogo entre a União Desportiva do Songo e o Textáfrica de Chimoio.

Após o encerramento, neste domingo, da disputa dos oitavos-de-final da fase provincial da Taça de Moçambique, já são conhecidos os cruzamentos dos quartos-de-final da prova. 

Depois de tirar do caminho a Associação Desportiva de Vilankulo, o Ferroviário de Maputo, vencedor da edição passada da prova, vai defrontar o Incomáti de Xinavane, equipa responsável pela queda do Costa do Sol. 

Já a Associação Bladk Bulls medirá forças com o Maxaquene, numa ronda em que o Desportivo de Nacala terá pela frente o seu homónimo de Pemba. Ainda nos quartos-de-final o cruzamento ditou, também, o jogo entre a União Desportivo de Songo e o Textáfrica de Chimoio. 

Segundo o regulamento da Federação Moçambicana de Futebol, os quartos-de-final serão disputados em duas mãos. As equipas apuradas deverão seguir para as meias-finais que, à semelhança da edição passada, irão concentrar-se no mesmo local. 

Na presente edição o destaque vai para a eliminação precoce, além do Costa do Sol, do Ferroviário da Beira, Ferroviário de Nampula e Associação Desportiva de Vilankulo. 

O Benfica venceu sábado na visita ao Estoril-Praia por 2-1, na 32.ª jornada, e assumiu provisoriamente a liderança da I Liga de futebol, com três pontos de vantagem sobre o Sporting, que no domingo recebe o Gil Vicente.

A uma semana da receção ao Sporting, o Benfica assume assim provisoriamente a liderança da I Liga, com 78 pontos, mais três do que os atuais campeões nacionais, que têm menos um jogo disputado, enquanto o Estoril-Praia ocupa a oitava posição, com 42.

Luís Fumo foi anunciado como novo seleccionador nacional de futebol feminino, com objectivo de conquistar o torneio regional da COSAFA, este ano. Esta é a segunda passagem de Luís Fumo pela selecção feminina e promete muito trabalho para alcançar os objectivos traçados.

Esteve na selecção feminina de futebol, que em 2023 terminou em terceiro lugar e conquistou a primeira medalha de bronze para o país, após vencer Zimbabwe no jogo do consolo. Luís Fumo regressa novamente às Nyeletis, agora com novas ambições, olhando para o estágio actual da selecção.

O novo seleccionador nacional, apresentado, esta sexta-feira, para assumir o comando das Nyeletis quer conquistar o Cosafa deste ano.

A Federação Moçambicana de Futebol promete continuar a investir para o desenvolvimento do futebol feminino.

O torneio Cosafa feninino terá lugar entre Outubro e Novembro deste ano na vizinha África do Sul.

Associação Desportiva de Vilankulo vs Ferroviário de Maputo e União Desportiva de Songo vs Ferroviário da Beira são os jogos de destaque dos oitavos-de-final da Taça de Moçambique ZAP. Os jogos disputam-se entre hoje e amanhã nas três regiões do país.

Ainda sem Moçambola 2024 a vista o futebol disputa jogos da Taça de Moçambique ZAP. Este sábado e domingo disputam-se os oitavos de final nas três regiões do país.

Pela zona sul o destaque vai para o embate entre Associação Desportiva de Vilankulo e o Ferroviário de Maputo, na Maxixe. O Ferroviário de Gaza recebe a Black Bull, o Desportivo da Matola terá pela frente o Maxaquene e o Costa do Sol bate-se com o Incomáti.

No centro o destaque vai para o derby local entre União Desportiva de Songo e Ferroviário da Beira e o jogo entre Chingale de Tete e Textáfrica de Chimoio.

No norte há derby de Nampula entre Desportivo de Nacala e Ferroviário de Nampula, enquanto Desportivo de Pemba recebe Ferroviário de Lichinga.

Os jogos têm o seu início a partir das 14h00.

 

O presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Feizal Sidat, disse que há uma possibilidade da selecção nacional de futebol, os Mambas, realizar um estágio curto antes de chegar à fase final do Campeonato Africano das Nações do Marrocos, em Dezembro próximo. A possibilidade foi deixada numa entrevista concedida ao jornal Esférico.

Ainda com seis meses de antecedência, a Federação Moçambicana de Futebol já prepara a participação dos Mambas na fase final do CAN do Marrocos, naquela que será a sua segunda participação consecutiva e a sexta na história.

Numa entrevista prestada ao jornal Esférico, Feizal Sidat deixou ficar a possibilidade de a selecção nacional de futebol cumprir um estágio pré-competitivo de 12 dias em Marrocos, antes do arranque do Campeonato Africano das Nações que vai acolher.

Para Sidat, o estágio iria ajudar a selecção a adaptar-se às temperaturas marroquinas, numa época de muito frio. “Temos o plano de estar em Marrocos 12 dias antes do arranque do Campeonato Africano das Nações, para poder fazer um estágio pré-competitivo. Lá faz muito frio em Dezembro e Janeiro, e acreditamos que esse período  poderá ajudar a selecção nacional a se adaptar”, referiu Feizal Sidat ao Esférico.

O plano de estágio em Marrocos enquadra-se nas relações existentes entre as federações de futebol dos dois países, tendo em conta as visitas que o timoneiro da Casa do Futebol efectuou no ano passado.

Caso se concretize o referido estágio, o campeonato nacional de futebol, Moçambola, deverá terminar mais cedo, ou seja, em Novembro, para permitir que o seleccionador nacional possa fazer as suas escolhas que vão compor a convocatória e, assim, fazerem parte do estágio em Marrocos, numa altura em que os jogadores que actuam na Europa poderão chegar mais tarde devido aos compromissos que tem com os seus clubes.

Outro aspecto relacionado ao estágio em Marrocos é o facto de a selecção nacional poder realizar jogos de controlo com outras selecções qualificadas para o CAN, tal como aconteceu em 2023, quando se preparava para a prova da Costa do Marfim, ou mesmo com equipas locais que são conhecidas pela sua boa performance e prestação em provas continentais, com um histórico de conquistas, o que seria de mais-valia para o seleccionador nacional.

Na entrevista ao Esférico, Feizal Sidat falou ainda das possíveis nacionalizações de jogadores que actuam na Europa para fazerem parte do quadro de jogadores dos Mambas, nomeadamente Diogo Calila, jogador do Santa Clara, e Rúben Lameiras, avançado do Al-Sailiya do Qatar, mas formado no Tottenham da Inglaterra.

Sidat garantiu que os dois processos estão quase concluídos.

Relativamente a outros dois jogadores convidados a naturalizarem-se para também fazerem parte dos Mambas, nomeadamente Francisco Chissumba, do SC Braga, e Armindo Sieb, emprestado pelo Bayern de Munique ao Mainz, Feizal Sidat disse que recusaram os convites da Federação Moçambicana de Futebol.

“Francisco Chissumba agradeceu o convite e disse que está à espera de ser chamado para representar a selecção portuguesa. O mesmo aconteceu com o Armindo Sieb que espera pela selecção alemã”, disse Sidat ao Esférico.

Para já, a maior concentração da Federação Moçambicana de Futebol em relação aos Mambas são os jogos de qualificação para o Mundial de Futebol, já na data-FIFA de Agosto e Setembro, onde vão receber o Botswana e visitar Uganda.

Poderão ser parte da preparação do combinado nacional para a fase final do Campeonato Africano das Nações, prova que terá lugar no Marrocos, de 21 de Dezembro de 2025 a 18 de Janeiro de 2026.

Recorde-se que Moçambique estará integrado no grupo F da fase final, juntamente com Costa do Marfim, actual campeão em título, Camarões e Gabão.

O Departamento do Karting do Automóvel e Touring Clube de Moçambique (ATCM), liderado por Wilson do Vale, arrancou nesta semana com o processo de inscrição dos pilotos que farão parte da 2ª Corrida do Campeonato de Karting CKA, marcada para 10 de Maio, no Kartódromo do ATCM.

À semelhança do que foi a 1ª Corrida do Campeonato de Karting CKA disputada em Fevereiro no Kartódromo do ATCM, o departamento de Karting espera muita afluência dos pilotos nas cinco (5) classes, nomeadamente, Bambino, Mini Max, Júnior Max, Sénior Max e DD2.

Como forma de incentivar os futuros praticantes da modalidade, o departamento de Karting do ATCM tem estado empenhado na promoção de acções de formação através da Academia de Karting Cristiano Morgado.

Uma das grandes apostas do departamento de Karting do ATCM é tornar o Campeonato de Karting CKA de 2 tempos regular com as cinco (5) categorias a registar maior número de pilotos na grelha de partida em cada competição.

À entrada da 2ª Corrida do Campeonato de Karting CKA da presente época desportiva do ATCM são esperados mais de 20 pilotos em pista.

A nível da classe Mini Max, o piloto moçambicano Eduardo Campos lidera o campeonato com 108 pontos, e os restantes lugares do pódio, 2º e 3º lugares, são ocupados por Filipe Ferreira, com 95 pontos, e Daniel Resende, com 93 pontos. Alisha Costa ocupa o 4º lugar e os pilotos Igor Esteves e Nielsen Banze ocupam o 5º e o 6º lugares na tabela classificativa dos Mini Max.

Na categoria Júnior Max, o piloto moçambicano Kayo Cêra lidera o certame com 108 pontos, mais nove pontos que o segundo classificado, o regressado Lewis Fernando.

A nível da classe Sénior Max, o piloto Faadil Dali lidera com 108 pontos, seguido de Carmo Novela Jr em 2º lugar com 99 pontos. Os pilotos Lucas Poyiatzis e Pedro Matavela ocupam o 3º e o 4º lugar respectivamente.

Na 2ª Corrida do Campeonato de Karting CKA, as atenções também estarão viradas para a categoria DD2, visto que a maior parte dos pilotos já se defrontaram em várias ocasiões no ATCM.

Na presente época desportiva do Campeonato de Karting CKA organizado e promovido pelo ATCM membro da FIA, o piloto Cristian Bouche lidera a classe DD2  com 108 pontos, Rúben Do Vale segue em 2º lugar com 99 pontos. Entretanto, o estreante piloto Jorge Grego ocupa o 3º lugar,  e o experiente piloto Afonso Magalhães é o 4º classificado nos DD2.

O presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Feizal Sidat, diz que a sua nomeação como o quinto vice-presidente da Confederação Africana de Futebol deve contribuir para o desenvolvimento do futebol no país e na região. Sidat afirma que a nomeação é o reconhecimento da dedicação que faz pela modalidade no país, em particular pelas selecções nacionais.

Moçambique faz história no futebol africano, ao ver o presidente da Federação Moçambicana de Futebol, nomeado para o “conclave” do organismo que gere a modalidade no continente africano. Feizal Sidat foi eleito, primeiro, para o Comité Executivo da CAF, e muito recentemente nomeado um dos vice-presidentes do organismo.

Para Sidat, a sua nomeação é fruto de muito trabalho à frente dos destinos do futebol moçambicano, com enfoque para as selecções nacionais, que nos últimos anos têm registado bons resultados em todos os escalões e géneros.

“Isto é o reconhecimento daquilo que Moçambique tem feito nestes oito anos, ou quatro ou cinco anos na nossa presidência na Federação Moçambicana de Futebol, pelo trabalho árduo que o Moçambique tem desenvolvido, principalmente nas selecções nacionais”, avançou Sidat.

O líder da Casa do Futebol explicou que foram quatro os países elogiados pela melhor organização de gestão desportiva, para além de que a FMF foi elogiada em termos de cursos de formação, o que terá pesado na sua nomeação: “Penso que isto pesou na minha indicação”, referiu.

Nomeação feita, Feizal Sidat é o quinto vice-presidente da Confederação Africana de Futebol. A pergunta que não se cala é qual é a vantagem desta nomeação para Moçambique, para a região e para o continente.

Sidat espera que contribua para o desenvolvimento do futebol moçambicano, até porque as actuações dos vice-presidentes da CAF se circunscrevem em: “São os ‘advisors’ do presidente. Muitas vezes, nós substituímos o presidente da CAF. Ele é que vai indicar, por exemplo, se temos de estar neste encontro ou naquele encontro. Naturalmente, nós, como vice-presidentes, ele indicará um dos vice-presidentes para lhe representar em vários actos, no mundo inteiro, não só em África. Esta é uma das grandes tarefas. A outra tarefa é estar mais perto e aconselhar o presidente em algumas decisões para o desenvolvimento do futebol africano”, explicou.

Mas há mais que Feizal Sidat quer ganhar com esta nomeação: “Há várias reformas que eu já estou a estudar, uma delas é o pagamento, pela CAF, das despesas das equipas de arbitragem nos jogos oficiais, porque, conforme vimos, ano após ano, estamos a ter mais competições. Agora, o Mundial do Sub-17 é todos os anos. Quer dizer que começamos a ter acima de 12 a 13 competições anuais, incluindo futsal, futebol de praia, todas as selecções. Esse é um dos assuntos que eu vou propor dentro do Comité Executivo da CAF”, disse.

Para o ministro da Juventude e Desporto, a nomeação de Feizal Sidat é um prestígio para o país, e deve-se tirar melhor proveito. “Endereçamos os nossos parabéns a Feizal Sidat, e Moçambique sai a ganhar. Nós temos de dar o nosso apoio, o nosso carinho por esta indicação. Quando mais um moçambicano assume uma posição estratégica dentro daquilo que é o desporto mundial, para nós é de louvar, é de encorajar”, afirmou Caifadine Manasse.

Nos dias 26 e 27 de abril de 2025, a cidade de Maputo foi palco de um dos momentos mais marcantes do calendário desportivo nacional, com a realização do 3.º Campeonato Nacional Regional Sul, organizado pela Federação Moçambicana de Karate (FMK). O evento decorreu no histórico Pavilhão do Estrela Vermelha, local que se encheu de energia, dedicação e espírito marcial, refletindo o crescimento sólido da modalidade no país.

Mais de 75 atletas subiram aos tatamis, representando não só escolas como a EDM, Katembe, Malhazine, Nikki HA, Estrela Vermelha, Clube Ferroviário, Primeiro de Maio e Zanshi, mas também outras escolas e núcleos que, juntos, enriqueceram ainda mais a diversidade e a competitividade do torneio. Desde os escalões de infantis iniciados até aos seniores, entre meninas, raparigas, mulheres, meninos, rapazes e homens, todos demonstraram não apenas a sua técnica, mas também a disciplina e o verdadeiro espírito do karate-do.

Ao longo dos dois dias de intensa competição, os atletas mostraram estar plenamente aptos para competir com atletas das regiões Centro e Norte, exibindo um nível técnico e tático que já alcança padrões internacionais comprovados. A qualidade das apresentações, tanto em Kumite individual e por equipas, como em Kata individual e de equipas, evidenciou o trabalho sério que vem sendo realizado nos dojos, consolidando o karate nacional numa trajetória ascendente.

Para que todos pudessem apreciar plenamente o talento demonstrado, o campeonato contou com a utilização de dois tatamis simultâneos, o que permitiu uma fluidez contínua dos combates e das exibições, mantendo o público envolvido e garantindo uma experiência intensa e ininterrupta a todos os presentes.

Não menos importante foi a atuação da equipa de juízes, que se destacou pelo elevado nível de compromisso, competência técnica e imparcialidade nas suas decisões. A qualidade da arbitragem foi um reflexo direto dos esforços contínuos da FMK, em particular através do trabalho da Comissão Nacional de Arbitragem de Karate (CNAK), no que diz respeito à formação, capacitação e atualização dos seus quadros técnicos. Este investimento estratégico na excelência dos árbitros tem permitido elevar, de forma inequívoca, o nível das competições organizadas sob a égide da FMK, fortalecendo a credibilidade e a justiça desportiva em cada evento.

Durante o campeonato, foram ainda atribuídos prémios de reconhecimento aos atletas que, pela sua entrega, desempenho e postura ética, se distinguiram ao longo da prova. Destaque especial para a atribuição dos troféus de Melhor Atleta do Campeonato, Atleta Revelação e Prémio Fair Play, este último sublinhando a essência do karate, onde o respeito pelo adversário e a preservação da integridade física estão acima de qualquer resultado.

A realização deste campeonato não só confirmou a força do karate na região Sul, mas também reforçou a confiança de que Moçambique está cada vez mais preparado para se afirmar no panorama internacional da modalidade. A FMK agradece a todos os atletas, treinadores, árbitros, escolas, pais, parceiros e autoridades presentes, reafirmando o seu compromisso em continuar a construir um karate forte, inclusivo e de excelência.

Moçambique e os seis países de língua portuguesa querem alinhar estratégias do futuro e retomar os jogos da lusofonia a partir de 2026, segundo deliberação saída do encontro dos presidentes dos Comités Olímpicos nacionais, realizada recentemente em Cabo Verde

Cabo Verde acolheu, entre os dias 24 e 25 de Abril corrente, o 4º Congresso Olímpico da Lusofonia, que tinha como objectivo reforçar os laços de cooperação, promover o desenvolvimento desportivo e alinhar acções estratégicas para o futuro da organização.

Os países lusófonos querem reforçar a união e retomar jogos da lusofonia em 2026, disse a presidente da Associação dos Comités Olímpicos de Língua Oficial Portuguesa (ACOLOP), Filomena Fortes.

“Nós queremos reactivar os jogos da lusofonia (…) no próximo ano. Nós queremos fortalecer a cooperação e criar sinergias positivas entre todos os membros da ACOLOP”, defendeu Filomena Fortes.

Na abertura do IV Congresso Olímpico da Lusofonia, que decorreu até Sexta-feira, na cidade da Praia, Cabo Verde, Filomena Fortes, referiu que o encontro pretende unir os membros da ACOLOP em torno de metas comuns, com base na agenda olímpica 2020+5.

“Queremos melhorar infraestruturas e condições de base em todos os países e implementar programas em consórcios internacionais com acesso a financiamento”, afirmou a dirigente.

De acordo com a Lusa, esta competição foi realizada pela última vez em 2014, em Goa, Índia. Antes disso, houve edições em Lisboa (2009) e Macau (2006).

O ministro da Juventude e Desporto de Cabo Verde, Carlos Monteiro, que presidiu à abertura, defendeu a criação de mais competições entre os países lusófonos, sobretudo para os jovens.

“Quanto mais oportunidades de competição dermos aos nossos jovens, melhor. Cabo Verde tem estado na linha da frente nesta matéria e vai levar este tema à conferência de ministros do Desporto da CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa], em Junho, em Timor-Leste”, referiu.

Moçambique esteve presente no 4.º Congresso Olímpico da Lusofonia, que teve lugar em Cabo Verde e organizado pela Associação de Comités Olímpicos de Língua Oficial Portuguesa (ACOLOP).

O país esteve representado no evento ao mais alto nível pelo presidente do Comité Olímpico de Moçambique (COM), Aníbal Manave, e pelo seu vice-presidente, Francisco Mabjaia.

O congresso, inserido na Agenda Olímpica 2020+5 do Comité Olímpico Internacional (COI), tinha também o objectivo de reforçar os laços de cooperação, promover o desenvolvimento desportivo e alinhar acções estratégicas para o futuro da organização.

Participaram no evento delegados dos Comités Olímpicos membros da ACOLOP e de organizações parceiras.

O 4º Congresso realizou-se de 24 a 25 de Abril corrente.

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