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O País – A verdade como notícia

O assunto está a dominar os noticiários em quase todo mundo. Apesar da profunda paixão de Ronaldo pelo Real, tudo indica que a decisão do craque está tomada e o jogador quer sair de Espanha logo após o curto período de férias que se seguirá à Taça das Confederações que se disputa na Rússia.

O jogador português está profundamente desiludido com toda a situação levantada na Espanha pelas autoridades tributárias e considera-se vítima de perseguição.

Segundo o jornal espanhol Marca, foram contactadas fontes do Real Madrid, que confirmaram ter conhecimento da intenção de Cristiano Ronaldo, e que já tentaram acalma-lo. Já se apontam possíveis destinos para Ronaldo: Manchester United e Paris Saint-Germain, sobretudo, mas também os endinheirados clubes chineses.

 

LMF fez um balanço positivo da primeira volta do Moçambola ZAP 2017, entretanto, não deixou de lado as várias conjunturas socioeconómicas que marcaram a primeira volta da prova, entre elas, o atraso no arranque do campeonato, dificuldades nas ligações aéreas dos atletas. Apesar dos prós e contras, todos os clubes, até ao fim da primeira volta, fizeram a tripla, ou seja, ganharam, empataram e perderam.

O campeonato nacional de futebol, Moçambola ZAP 2017, terminou a sua primeira volta com índices de produtividade melhores em relação aos da última época futebolística, as garantias foram dadas durante uma colectiva de imprensa convocada pelos gestores da mais importante liga de futebol do país. Durante a prova, foram utilizados 15 campos relvados ao longo de todo o país, alguns dos quais a LMF garante que fará monitoria para que se melhorem suas condições em nome do bom espectáculo de futebol.

Mais 8 golos em relação ao ano passado

Em termos de rendimentos estatísticos, em 2017 foram marcados 236 golos contra os 228 apontados em igual período de 2016, o que resulta num crescimento de 0.1 por cento.

O melhor marcador, Eva´Nga (ENH de Vilankulo), conseguiu facturar, em 14 jogos, 10 golos contra os 05 marcados em igual período e com mesmas jornadas disputadas em 2016. O guarda-redes menos batido, Guirrugo (Costa do Sol), sofreu 7 golos em catorze jogos, isto é, num período de 1 260 minutos em que esteve em campo.

Na tabela classificativa, a União Desportiva de Songo terminou na liderança à semelhança da época anterior, porem na presente temporada alcançou 32 pontos contra os 28 atingidos ao fim da primeira volta de 2016. Entretanto, os níveis competitivos são para lá melhores em 2017, onde a diferença pontual entre o primeiro e segundo classificados é muito curta, apenas dois pontos separam a líder do Clube dos Desportos da Costa do Sol.

O melhor ataque ao fim da primeira volta pertence à Liga Desportiva de Maputo com 23 golos e o pior pertence à União Desportiva de Macuácua com 9 golos; a melhor defesa é do Costa do Sol e Desportivo de Nacala com 8 golos sofridos e a pior pertence ao Chingale de Tete e Textáfrica do Chimoio com 21 golos sofridos.

Na primeira volta do Moçambola, o Ferroviário de Nampula é líder em termos de disciplina dos seus atletas. Em relação à arbitragem, a LMF fez também uma avaliação positiva e desafiou aos homens do apito a melhorarem seus níveis de prestação para continuarem a granjear confiança da CAF.

A Liga Moçambicana de Futebol garante que vai continuar a fazer a monitoria, de modo que nos próximos anos a componente de logística passe em definitivo para os clubes. A LMF identificou igualmente campos que devem melhorar as suas infra-estruturas e ficou o compromisso do monitoramento pela LMF e FMF, para melhoria dos recintos.

Depois da vitória no jogo da terceira jornada, no Chiveve, por um a zero, golo apontado por Dayo, os campeões nacionais voltam, terça-feira, a “bater-se” com o El Merreikh do Sudão.

Para o efeito, o Ferroviário da Beira iniciou, hoje, viagem a Cartum, Sudão, onde vai defrontar o seu adversário no jogo inserido na quarta jornada da Liga dos Campeões Africanos.

O jogo do grupo “ A” tem início agendado para as 23 horas locais, menos uma hora em Moçambique.

Os campeões nacionais, agora com quatro pontos, pretendem manter a segunda posição do grupo e atingir os quartos-de-final da prova.
Outros jogos da terça-feira irão envolver as formações do AS Vita da RDC/ Saint George da Etiópia.

O ciclo dos jogos desta fase fecha quarta-feira com as seguintes partidas: Coton Sport dos Camarões/ Zanaco da Zâmbia; Ahly Tripoli da Líbia/ Caps United do Zimbabwe; El Hilal do Sudão/ Étoile Sportive da Tunísia; U.S.M de Argel/ Zamalek do Egipto; Esperance de Tunis/ Mamelodi Sundowns da África do Sul e Wydad Casa Blanca do Marrocos/ Al Ahly do Egipto.

Na sua primeira intervenção, Abel Xavier disse que estava ciente do historial negativo que havia nos confrontos entre Moçambique e Zâmbia, em que nas 20 partidas oficiais anteriores os Mambas nunca tinham vencido. Mas esse historial era para ser quebrado. Embora “devêssemos respeitar esse passado”, era preciso deixar essas referências do passado “no lugar próprio”, porque, depois da vitória, o momento é mesmo para “viver e festejar”.

Festejar com pés Assentes no chão

Do ponto de vista técnico-desportivo, “que para mim é o mais importante”, diz Abel Xavier, o importante é aceitar o facto de que Moçambique só conseguiu apenas três pontos diante da Zâmbia. O técnico refere que no seu grupo de trabalho não há euforias, sendo que tanto a equipa técnica como os jogadores estão com “os pés bem assentes no chão” de que, de facto, “contam três pontos de uma caminhada longa”, aonde deverá haver a consolidação dos processos de treinamento e do crescimento da equipa, tendo em conta os indicadores obtidos nos jogos até agora realizados, nomeadamente, diante de Angola, Lesotho e Zâmbia. O seleccionador nacional assume que esses indicadores “são positivos”.

Mas para que o resultado diante da Zâmbia tenha um real significado, é necessário que na dupla jornada que se segue, nomeadamente, diante da Guiné-Bissau e da Namíbia, ambos os jogos em casa, “nos apresentemos mais fortes”, de modo a conquistarmos vitórias e darmos um passo gigantesco rumo à qualificação ao CAN-2019. O seleccionador nacional diz que “não é descabido que possamos alimentar este lado positivo”, uma vez que os indicadores que a selecção tem tido em casa, com vitórias seguidas nos últimos jogos, “também são positivos”, aliando isso ao “aglutinar da crença dos adeptos”.

Alterações motivacionais dão consistência aos Mambas

Para este sucesso que os Mambas têm tido nos últimos tempos, Abel Xavier assume que teve que fazer um trabalho de base junto dos jogadores, trazendo uma convicção de valores que mudaram a sua mentalidade. Aliás, refira-se que esta mudança iniciou logo com a chegada do luso-moçambicano ao comando dos Mambas, onde foram feitas “algumas alterações profundas e estruturantes”.

O seleccionador nacional entende que há várias componentes que são importantes no exercício de um treinador, onde não basta falar de questões técnicas, tácticas e motivacionais. Abel Xavier diz que teve que fazer um levantamento para descortinar o défice competitivo que existia ao nível da selecção nacional, “talvez aliado a questões inerentes à estrutura dos próprios clubes”, onde há uma formação que considera deficitária e que precisa de constantes mudanças estruturais, para se poder formar bons formadores capazes e competentes, de modo a alcançar etapas inerentes a altos rendimentos e à alta competição.

E foi preciso incutir nos jogadores que, no espaço da selecção, não há lugares cativos, embora haja um “respeito pelos jogadores que vêm fazendo uma brilhante carreira e que são exemplo, quando vêm para o espaço da selecção nacional, no meio de tanta juventude”, defende.

E considera que a equipa responde ao que é exigido, muito por causa da alteração do modelo de jogo, com um crescente desenvolvimento mostrado pelos jogadores. “Eu acredito que o processo que temos feito, na estrutura e no modelo de 4x4x2, pelas características dos nossos jogadores e também pela faixa etária, permite-nos ter esse sucesso que temos estado a ter”, explicou Abel Xavier, seleccionador nacional.

“Mas não é só treinar por treinar”, afirma, “de uma forma aleatória”, é preciso treinar, ver e “retreinar” sucessivas situações, para que, dentro da naturalidade, aconteçam em jogo. “Antecipamos cenários e eu penso que, neste enquadramento com outras situações a acrescer, nós conseguimos mudar um pouco a mentalidade dos próprios jogadores, um modelo de jogo e de posicionamento, onde a equipa é mais proactiva do que reactiva”, congratula-se Abel Xavier.

 

A primeira volta não correu de feição para os tricolores, que somaram apenas 15 pontos, em igual número de jogos, estando a ocupar a 14ª posição. Ou seja, os tricolores encontram-se na zona da despromoção.
Uma situação que a equipa técnica e os jogadores pretendem inverter nesta segunda volta, a começar já na partida de sábado, diante do Ferroviário de Maputo, onde pretendem vencer.

Para já, os tricolores não contam com nenhum reforço inscrito, embora esteja a contar com quatro novos jogadores. A expectativa é que até esta quinta-feira tudo fique definido no ninho tricolor.

Numa altura em que a equipa está abaixo da linha d’água, os “maxacas” são chamados a darem seu apoio para que a situação seja invertida.

A partida entre o Ferroviário de Maputo e o Maxaquene, no Estádio da Machava, terá transmissão em directo na Stv Notícias, este sábado, quando forem 15h.

 

O Ferroviário de Maputo pretende iniciar a segunda volta do Moçambola ZAP com uma vitória diante do Maxaquene, num jogo a realizar-se no sábado, no Estádio da Machava.

Na primeira volta, as duas equipas empataram a dois golos, numa grande partida de futebol. Desta vez, a realidade das duas equipas é diferente, com os locomotivas da capital a lutarem pela conquista do título. Dai a vitória ser o principal objectivo.

E para terminar a prova com a conquista do título, a família locomotiva foi buscar dois jogadores, que em tempos representaram o Maxaquene para consolidar a estrutura verde e branca, trata-se do guarda-redes Simplex e o avançado Okan.

O Ferroviário de Maputo ocupa, neste momento, a terceira posição com 24 pontos, enquanto o Maxaquene está na zona da despromoção com 14 pontos.

As tenistas moçambicanas Cláudia Sumaia, Marieta Nhamitambo e Ilga João participam desde o passado sábado até 18 de Junho na edição 2017 da Taça FED CUP, prova que decorre em Montenegro.

A Taça FED CUP é uma das maiores provas de ténis por equipas ao nível mundial. O nosso país estará inserido, neste certame, no grupo África/Europa juntamente com Algéria, Arménia, Camarões, Chipre, Finlândia, Grécia, Islândia, Irlanda, Quénia, Kosovo, República da Macedônia, Malta, Moldova, Marrocos e Tunísia.

Sob a égide da Federação Internacional de Ténis (ITF), a FED CUP é disputada no sistema de todos contra todos, sendo que os países estarão alinhados em dois grupos. De recordar que esta é a terceira vez que o nosso país faz-se representar na FED CUP, sendo que tal se deve ao reconhecimento que a Federação Internacional de Ténis tem pelo trabalho que tem sido desenvolvido pela Federação Moçambicana da modalidade, organismo dirigido por Valigy Tauabo.

 

Os Golden State Warriors conquistaram, na madrugada desta segunda-feira, o título de campeões da Liga norte-americana de basquetebol (NBA) após vencerem os Cleveland Cavaliers (129-120) no quinto jogo da final.

Este é o quinto título dos Golden State Warriors depois de terem sagrado campeões em 1946/47, 1955/56, 1974/75 e 2014/15.

 

E a história volta a repetir-se! Costa do Sol e Ferroviário de Maputo “A” protagonizam, a partir de sexta-feira, a final da Engen Maputo Basket ao nível dos seniores femininos num “play-off” a melhor de três jogos.

Esta noite, o Costa do Sol venceu o Ferroviário de Maputo “B” (43-41) no terceiro jogo do “play-off” das meias-finais da competição. Num jogo marcado marcado por algum nervosismo inicial, com as duas equipas a terem muitas perdas de bola e a falharem situações de cesto fácil, o primeiro quarto terminou com o parcial de 5-4, vantagem de um ponto para o Costa do Sol.

No segundo quarto, o Ferroviário de Maputo “B” conseguiu girar a bola e fazer as penetrações com Stefânia “Papelão”     Chiziane e Eleutéria “Formiga” Lhavanguane a destacarem-se neste capítulo. Com um tiro exterior, Dilma Roldão foi fundamental para que no final do segundo período o marcador indicasse 20-18, portanto, vantagem para as “locomotivas”.  

Vale a pena referir que nesta etapa do jogo o Ferroviário de Maputo esteve melhor a defender comparativamente ao Costa do Sol que não teve, igualmente, esclarecimento ofensivo. Aliás, Deolinda Carmen Ngulela, treinadora do Costa do Sol, apercebeu-se desta situação e trocou em algum momento Aquila Mucubaquire, principal base, por Sheila Chaguala.

No terceiro período, as “canarinhas” melhoraram defensivamente e conseguiram criar os desequilíbrios ofensivos com Ornilia Mulhui a destacar-se. Do lado das “locomotivas”, notou-se falta de agressividade defensiva. No final desta etapa, a marcha do marcador apontava 30-28, a melhor para o Ferroviário de Maputo.

À entrada do quarto e último período, o Costa do Sol procurou fazer pressão defensiva sobre o seu adversário. Esta etapa do jogo ficou, diga-se, marcada pela lesão de Deolinda Gimo que teve que abandonar a quadra.  Sob o signo do equilíbrio, e disputado a um ritmo intenso, o quarto período teve a particularidade de evidenciar um jogo com uma diferença mínima entre as duas equipas: e dois pontos. Até que, após uma perda de bola do Ferroviário de Maputo, o Costa do Sol fez um ataque prolongado e Rosa Cossa fez um lançamento de meia distancia que colocou o parcial em 43-41.

Com 12 segundos por se jogar, Leonel Manhique, treinador do Ferroviário de Maputo “B”, pediu um time out, ou seja, desconto de tempo para colocar o seu plano de marcha em acção ensaiando uma jogada de três pontos. No entanto, a mesa não acedeu e no ataque conduzido por Delma Zita, o Ferroviário de Maputo não conseguiu fazer uma jogada de três pontos e o jogo acabou. Tanto o Costa do Sol quanto o Ferroviário “B” lutaram para vencer o jogo. O Ferroviário de Maputo “B” foi uma surpresa agradável porquanto deu boas indicações. Forçou equipas experimentadas como o Costa do Sol e Ferroviário “A”, ao longo da prova, a empreenderem esforços para lograrem os seus intentos na quadra. Há futuro neste Ferroviário de Maputo “B”.

 

 

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