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Os canarinhos anunciaram, esta quarta-feira, a contratação de Nelson Santos como o novo treinador da equipa sénior masculina de futebol. Trata-se de um regresso ao clube que o viu dar os primeiros passos como treinador principal e onde conquistou três títulos.

Na apresentação, avança o Costa do Sol na sua página Facebook, Nelson Santos mostrou-se grato pela confiança depositada pela Direcção do clube. 

“Desde o momento em que surgiu esta possibilidade, não hesitei. O Costa do Sol é a minha casa, em Moçambique. Foi aqui que comecei como treinador principal e onde conquistei os primeiros títulos da minha carreira”, afirmou o técnico, visivelmente emocionado.  

O novo treinador sublinhou a sua ambição de devolver o Costa do Sol ao topo do futebol moçambicano. 

“Este é o clube mais titulado de Moçambique. A nossa missão, enquanto equipa técnica, jogadores e direcção, é clara: voltar a conquistar troféus”, garantiu.  

Nelson Santos também destacou a importância de equilibrar o rendimento desportivo com a sustentabilidade financeira, algo central no projecto do clube.

“Costa do Sol sempre foi um clube que teve jogadores com talento, com qualidade e temos que aproveitar, e exportar mais jogadores para mercados mais competitivos. Queremos ser uma referência, não só em Moçambique, mas a nível internacional”, reforçou.  

O treinador foi taxativo quanto à postura esperada da sua equipa: “Aqui não há espaço para estrelismos. Nenhum jogador é maior que o clube. A estrela é o Costa do Sol, e quem pensar diferente não vai trabalhar comigo”, avisou.  

Com um histórico vencedor que inclui uma Taça de Moçambique e dois títulos do Torneio da Cidade de Maputo, Nelson Santos é considerado um dos mais promissores treinadores. 

Agora, à frente dos “canarinhos”, o técnico enfrenta o desafio de transformar ambição em conquistas, le-se na página Facebook do clube. 

As “locomotivas” de Maputo estão em Dakar, em busca de resgatar o título conquistado no Cairo, em 2019, quando derrotaram, na final, o InterClube de Luanda por 91-90, que tinha vencido na final de Maputo, em 2018. Para esta Liga Africana de Basquetebol feminino de Dakar, as bicampeãs nacionais contam com os préstimos de duas jogadoras estrangeiras, nomeadamente a norte-americana Destiny Pitts e a maliana Kone Kamba.

A formação feminina do Ferroviário de Maputo partiu para Dakar, Senegal, onde vai disputar a fase final da Liga Africana de Basquetebol. Na qualidade de campeã nacional de basquetebol, a equipa vai a Dakar com perspectiva de fazer melhor que a última participação, em Maputo, em 2022, quando terminaram na terceira posição, numa prova ganha pelo Sporting Alexandria do Egipto.

Na última edição da Liga Africana de Basquetebol, realizada no ano passado, em Alexandria, e conquistada pelo Sporting do Egipto, o país não esteve representado por nenhuma equipa.

Para esta competição africana, o Ferroviário de Maputo vai na sua máxima força, contando com as atletas que já faziam parte do plantel, com destaque para Ingvild Mucauro e Anabela Cossa, as mais destacadas.

Para esta empreitada africana, o Ferroviário de Maputo conta ainda com os préstimos de dois reforços vindos do estrangeiro, nomeadamente a norte-americana Destiny Pitts e a maliana Kone Kamba.

Destiny Pitts nasceu em Detroit, Estados Unidos da América, a 9 de Julho de 1999, e foi formada pela Texas AM University, em Minnesota, tendo passagens por clubes do Egipto, México e Estados Unidos da América. Antes de se juntar ao Ferroviário de Maputo, representou a Jaguares UAM Managua da liga feminina de Nicaragua.

Já a maliana Kone Kamba tem 22 anos de idade (nasceu a 20 de Outubro de 2002) e joga profissionalmente há cinco anos. Já representou clubes malianos e estrangeiros, buscando, agora, mostrar-se para outros voos.

As “locomotivas” de Maputo, bicampeãs nacionais (2024 e 2025) e vencedoras da competição africana em 2018 e 2019, buscam o terceiro título. No entanto, a equipa não poderá contar com Odélia Mafanela, uma das jogadoras mais experientes, devido a uma lesão.

A fase final da Liga Africana de Basquetebol, que decorrerá de 6 a 15 de Dezembro, em Dakar, Senegal, vai contar com a participação de 12 equipas de diferentes zonas da FIBA-África, nomeadamente o Sporting Clube de Alexandria, do Egipto, actual campeão, Al Ahly Sporting Club do Egipto, ARP Women BBC e REG Women BBC, ambos do Ruanda, ASB Makomeno e CNSS, ambos da RD Congo, FAP Women dos Camarões, Ferroviário de Maputo, Friend’s Basketball Association da Costa do Marfim, Mountain of Fire and Miracles e Customs Basketball Club, ambos da Nigéria, e ASC Ville de Dakar do Senegal, a anfitriã da competição.

A União Desportiva do Songo não vai renovar o contrato com Mark Harrison, técnico que assumiu o comando da equipa no início do ano.  

A decisão surge após os “hidroeléctricos” terem falhado a conquista do Moçambola, competição na qual terminaram na segunda posição. 

Além do Moçambola, a União Desportiva do Songo falhou, igualmente, a conquista da Taça de Moçambique, perdendo na final diante do Ferroviário de Maputo, por 1-2. 

Feitas as contas, a UDS falhou as competições mais importantes do calendário futebolístico nacional.  

O clube poderá, nos próximos dias, anunciar a nova equipa técnica, assim como os jogadores que vão reforçar o emblema.

Fim da linha para os Mambas no CHAN-2024. A Federação Moçambicana de Futebol alertou que podia desistir da eliminatória, devido à situação política no país e cumpriu com o que era suposição.

Em reunião de direcção decorrida, esta terça-feira, a Federação Moçambicana de Futebol (FMF) decidiu pela desistência da única eliminatória que levaria os Mambas à sua terceira participação no CHAN, prova que terá lugar em Fevereiro do próximo ano, no Quénia, Uganda e Tanzania.

A informação foi confirmada pelo presidente da FMF, Feizal Sidat, que argumenta que a decisão foi motivada devido a insegurança que se vive no país, com particular destaque para a província e cidade de Maputo, decorrente das manifestações convocadas pelo candidato presidencial Venâncio Mondlane, em reivindicação aos resultados eleitorais de 9 de Outubro próximo.

A Federação Moçambicana de Futebol fala de incerteza em relação à realização da partida no Estádio Nacional do Zimpeto, a 22 de Dezembro, a contar para a primeira mão da eliminatória única, mas também ao processo de preparação, quer dos Mambas, assim como da Zâmbia, seu adversário.

Com a decisão dos Mambas, os Chipolopolo garantem a qualificação para o CHAN-2024, sem precisar entrar em campo, juntando-se assim aos anfitriões Quénia, Uganda e Tanzânia, bem como ao Marrocos, também qualificada pela região norte de África.

Ademais, questões relacionadas com a logística do jogo ainda não tinham sido finalizadas e, com a situação do país, agudizou-se a preparação e organização da eliminatória, uma vez que, não há condições para a sua realização, no país.

Assim, Moçambique junta-se a países como Tunísia, Argélia, Egipto e Líbia, que desistiram de disputar o CHAN-2024, uma prova disputada por jogadores que actuam internamente, ou seja, nos respectivos países.

Pela região austral de África, que apura três selecções, e com Zâmbia já qualificada, ficam por disputar apenas duas eliminatórias, nomeadamente entre Eswatini e Madagáscar e entre Angola e Lesotho.

Nas outras regiões do continente africano teremos ainda as eliminatórias Burundi vs Uganda, Etiópia vs Sudão e Ruanda vs Sudão do Sul, pela Centro-Leste, Congo vs Guiné-Equatorial, República Centro-Africana vs Camarões e Chad vs República Democrática de Congo, pela zona central, Togo vs Níger, Costa do Marfim vs Burquina Faso e Gana vs Nigéria, pela região Oeste B, Libéria vs Senegal, Mauritânia vs Mali e Guiné-Bissau vs Guiné-Conacry, pela região Oeste A, que vão apurar as restantes selecções participantes na prova de Fevereiro próximo.

O mercado de transferências de jogadores e treinadores já começa a agitar os clubes do Moçambola. Por exemplo, o internacional moçambicano Domingos Macandza trocou o Costa do Sol pela Associação Black Bulls. Já Nelson Santos é aposta dos “canarinhos” para liderar a equipa.  

A época futebolística 2024, em Moçambique, fechou no último sábado, com a realização da final da Taça de Mocambique, prova conquistada pelo Ferroviário de Maputo.

Entre sucessos e fracassos, alguns clubes já começam a preparar a próxima temporada, como é o caso do campeão nacional, Associacao Black Bulls. 

Os “touros” deram um passo à frente, indo ao Costa do Sol buscar o internacional moçambicano, Domingos Macandza. 

O defesa já deverá trabalhar com a sua nova equipa e começar a competir em Janeiro do próximo ano, altura em que a Black Bulls estará a disputar a segunda volta da fase de grupos da Taça CAF. 

Além de Domingos Macandza, os “touros” contrataram mais dois jogadores estrangeiros, devendo, nos próximos dias, anunciar mais uma aquisição. 

Ainda no mercado de transferências de jogadores, Elias Macamo e Telinho vão juntar-se ao Ferroviário de Maputo, que, no próximo ano, vai representar o país na Taça CAF. No que diz respeito aos treinadores, Nelson Santos regressa ao Costa do Sol. 

O técnico portugues é a única novidade na dança de treinadores. 

Os próximos dias serão determinantes, tendo em conta que mais clubes poderão anunciar seus reforços para a próxima época. 

 

O Chingale de Tete junta-se ao Desportivo da Matola e Ferroviário de Nacala, equipa que se qualificou para o Moçambola 2025. Os “canarinhos” de Tete, que regressam à prova sete anos depois, ultrapassaram o Matchedje de Mocuba na finalíssima pela zona Centro.

Foram sete anos de espera e sete anos de muitas batalhas. O Chingale de Tete confirmou, no sábado, o seu regresso ao Moçambola. Para chegar a esta prova, os “canarinhos” de Tete ultrapassaram o Matchedje de Mocuba, equipa que também procurava o regresso à prova máxima do futebol moçambicano. 

Depois da vitória no jogo da primeira mão, em Quelimane, por uma bola sem resposta, o Chingale partiu para o jogo da segunda em vantagem. Ainda assim, os “militares” de Mocuba não facilitaram, vencendo por 2-1, empatando a eliminatória e obrigando a marcação das grandes penalidades.

Na decisão nas grandes penalidades, o Chingale de Tete teve mais sorte e acabou por vencer por 5-4, uma vez que o Matchedje de Mocuba falhou uma grande penalidade.

O Chingale de Tete junta-se ao Desportivo da Matola e Ferroviário de Nacala, equipas que garantiram a qualificação para o Moçambola há uma semana, respectivamente pelas zonas Sul e Norte.

O Moçambola 2025 vai contar com a participação de 14 equipas, sendo três da Cidade de Maputo, duas da Província de Maputo, uma de Inhambane, duas de Tete, uma de Sofala, três de Nampula, uma de Cabo Delgado e outra de Niassa.

A Federação Moçambicana de Futebol pode anunciar a desistência dos Mambas da eliminatória de acesso ao CHAN 2024, diante da Zâmbia, devido a vários factores de ordem social e desportiva. Os jogos com a Zâmbia estão marcados para 21 e 28 de Dezembro corrente.

Está iminente uma possível desistência da eliminatória de acesso ao CHAN 2024, que terá lugar em três países africanos, em Fevereiro do próximo ano. Os Mambas podem não disputar a eliminatória diante da Zâmbia, devido a vários factores, segundo deu a conhecer o presidente da Federação Moçambicana de Futebol.

De acordo com Feizal Sidat, a situação política que se vive no país, nomeadamente as manifestações populares, convocadas por Venâncio Mondlane, que podem comprometer o processo de preparação, bem como a realização do jogo em Maputo, é uma das causas que pode estar por trás da desistência dos Mambas da eliminatória.

Outrossim, é o facto de não poder contar com os todos jogadores convocáveis para os Mambas, tendo em conta que são atletas que actuam internamente que devem disputar a competição.

A maior preocupação é o facto de a Black Bulls estar inserida nas competições africanas, nomeadamente na Taça CAF, e com jogos seguidos, nomeadamente a 8 e 15 de Dezembro, para fechar a primeira volta, e 5, 12 e 19 de Janeiro, para jogos da segunda volta.

O facto é que os “touros” dificilmente iriam ceder os seus jogadores, sob pena de contraírem lesões ao serviço da selecção nacional e comprometerem a sua actuação na equipa nas afrotaças, considerando que é a equipa que pode contribuir com mais jogadores para os Mambas.

Assim, a decisão de desistência ou não da eliminatória será feita nos próximos dias, de acordo com o presidente da Federação Moçambicana de Futebol. Em caso de a decisão ser favorável à participação dos Mambas na eliminatória, a convocatória será anunciada nos próximos dias, devendo o início da preparação ser na próxima semana.

Para a última eliminatória de acesso ao CHAN 2024, os Mambas têm jogos marcados com a Zâmbia, primeiro, em Maputo, a 21 de Dezembro corrente e, uma semana depois, em Ndola, na Zâmbia.

 

Mambas subiram dois lugares no ranking da FIFA

A selecção nacional de futebol, os Mambas, subiu dois lugares no Ranking Mundial da FIFA anunciado na última quinta-feira, ocupando, actualmente, o 96º lugar, com 1232,7 pontos.

Na última classificação, os Mambas ocupavam o 98º lugar, com 1229,01 pontos.

De acordo com a actualização da FIFA, Moçambique amealhou 3,69 pontos na última Data-FIFA deste mês. 

As vitórias contra Eswatini e Guiné-Bissau, na fase de qualificação para o CAN 2025, que confirmou a presença do combinado nacional na prova, foram determinantes para que subisse no ranking

A próxima actualização do ranking da FIFA, a última de 2024, está marcada para o dia 24 de Dezembro.

A Associação Black Bulls iniciou, sábado, os trabalhos de preparação, com vista ao jogo de domingo próximo, diante do Al-Masry do Egipto, a contar para a segunda jornada do grupo D da fase de grupos da Taça CAF. Hélder Duarte mostrou-se preocupado com algumas lesões que apoquentam o grupo, bem como com o facto de alguns jogadores não terem renovados seus contratos, que terminaram a 30 de Novembro passado.

A derrota no Egipto, na estreia na fase de grupos da Taça CAF, também conhecida como Taça Nelson Mandela, fica para trás. Há que levantar a cabeça e olhar para o futuro, onde ainda tem cinco jogos por disputar, por forma a ocupar uma das duas vagas do grupo que dão acesso aos oitavos-de-final da competição.

A próxima partida é já no domingo, no Estádio Nacional do Zimpeto, diante do Al-Masry, também do Egipto, para a segunda jornada. E a Black Bulls já começou a preparar esse embate de grande importância para as suas contas.

Até lá, a Black Bulls poderá realizar cerca de oito a dez sessões de treinos, entre diários e bi-diários, tanto na Arena Lalgy, seu quartel general, como no Estádio Nacional do Zimpeto, palco do jogo de domingo.

Entretanto, uma das preocupações de Hélder Duarte, treinador dos “touros”, são as lesões que apoquentam a colectividade. Uma delas é de Ernan, guarda-redes que não foi utilizado no Egipto. “Não sei, nós estávamos a contar com o Ernan, infelizmente não conseguimos, mesmo o próprio Vítor. São rupturas musculares, às vezes há avanço e recuos no dia-a-dia, não sei se vou conseguir contar com eles”, disse Duarte, que também abordou a situação de Kadre, que no jogo da quarta-feira passada sentiu uma pequena picada, mas que entretanto já trabalha com os restantes colegas, ainda que com algumas cautelas.

“O Kadre sentiu uma pequena picada ali na parte posterior do músculo. Nós, infelizmente, não temos, aqui, máquinas para avaliá-lo. Se foi só uma pequena contratura, uma pequena coisa de esforço ou se foi mesmo uma ruptura”, disse ainda na semana passada.

Jogadores em fim de contrato

Mas as preocupações de Hélder Duarte não terminam nas lesões: há jogadores em fim de contrato e que não se sabe se continuam ou não nos “touros”.

Sem especificar os nomes dos jogadores, Duarte apenas disse que “tenho atletas que vão terminar o contrato, no dia 30 de Novembro, e não sei se vão poder competir, porque vão acabar o contrato e já não fazem parte do clube. Não sei se vão poder competir. Isto é um problema, porque nós competimos fora dos outros calendários europeus e da África e criamos este tipo de problemas”.

Esclareceu ainda que nenhum sai por opção técnica, realçando apenas que conta com todos, mas sem saber se vão poder dar o seu contributo, estando em fim do mandato, tendo em conta que “ficamos limitados porque não podemos inscrever jogadores e temos este tipo de limitações”.

Jogadores com muitos jogos nos pés

A preocupação de Hélder Duarte em relação à contratação de jogadores, algo que só ocorrerá em Janeiro próximo, quando abrir o mercado de transferências, é derivado do facto de muitos atletas da Black Bulls terem realizado muitos jogos, comparativamente com seus adversários.

Em relação aos adversários nas competições africanas, por exemplo, tanto as equipas do Egipto, o Zamalek e o Al-Masry, bem como o Enyimba da Nigéria, fizeram menos de dez jogos esta temporada, contrariamente aos mais de 40 jogos já efectuados pela Black Bulls.

“Se vocês compararem com a equipa do Songo, que neste momento fez 24, 25, nós estamos com 43, estamos com mais 20 quase. Por isso, são realidades diferentes e se nós queremos estar a este nível também temos que obrigar os jogadores a ter mais competição e a estar mais tempo no activo, para eles se adaptarem a estes grandes focos”, disse Duarte.

“É preciso investir no futebol moçambicano”, Hélder Duarte

Aliás, Hélder Duarte, treinador da Black Bulls, disse, após o jogo com o Zamalek, na quarta-feira, que as equipas egípcias eram difíceis de defrontar, uma vez que estão ao nível das equipas das Europa, para além de que levam muito a sério o seu campeonato e o seu futebol.

“Isto mostra o investimento e a seriedade com que se leva o futebol lá. Isto está ao nível da Europa, sem dúvida nenhuma. Muitos campos, mesmo no hotel onde estávamos, tem um campo relvado, como eu disse na antevisão, muito melhor do que quase todos do Moçambola”, disse para clarificar o nível de seriedade com que se leva o futebol no Magreb.

Por isso, Hélder Duarte considera que é preciso que haja mais investimentos no futebol moçambicano para poder estar ao nível dos outros países. “Se quisermos subir para outros níveis, temos de investir muito nas infraestruturas e muito no aumento de campeonatos de formação e seniores também, para aumentarmos o número de praticantes”, disse Duarte.

O Liverpool venceu o Manchester City por duas bolas sem resposta e agudizou a crise de resultados da equipa orientada por Pep Guardiola. Há quatro jogos que o City não vence. Já o Manchester United somou a primeira vitória no campeonato na era Ruben Amorim. 

Jogo de cartaz da décima terceira jornada da Premier League. Boa entrada do Liverpool. Van Djik poderia ter colocado a sua equipa em vantagem neste cabeceamento. A segunda foi dez. Gakpo conclui com êxito uma solicitação de Mahomed Salá. 

A resposta veio de Bernardo Silva, que viu o seu remate a ser defendido pelo guarda-redes do Liverpool. Salá teve tudo para ampliar o resultado, mas não conseguiu ser suficientemente inteligente.  

Luiz Dias é derrubado na grande área e o árbitro assinalou uma grande penalidade. Salá rematou com êxito e dilatou o marcador, fechando assim as contas. O Liverpool é líder da prova com 34 pontos.  

Bons dias para Ruben Amorim. No seu segundo jogo na Premier League ao serviço do Manchester United teve motivos para sorrir. Os Red Devils golearam o Everton por quatro bolas sem resposta. 

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