O País – A verdade como notícia

A selecção feminina de futebol do nosso país defronta, esta quarta-feira, a similar do Lesotho, em partida das meias-finais do torneio Cosafa no escalão de sub-17. É a segunda meia-final da prova, que terá no embate entre Madagáscar e Zâmbia, a outra meia-final

Uma caminhada cheia de sucessos continua a acompanhar a selecção feminina de Moçambique no regional da Cosafa, em sub-17, prova que decorre na vizinha África do Sul.

Depois de ter feito o pleno na fase de grupos, onde somou por vitórias os três jogos disputados, as Nyeletinhas, como é chamada a selecção feminina de sub-17, entra para a fase do mata-mata, esta quarta-feira.

As adversárias das moçambicanas são as meninas do Lesotho, selecção que terminou em segundo lugar no grupo A, o mesmo das Nyeletinhas, com seis pontos, frutos de duas vitórias e uma derrota.

A selecção de Moçambique iniciou a fase de grupos com uma goleada das antigas, imposta às Comores, por 5-0, com dois golos de Teresa Gogolo, um de Ana Armando, Judite Cumbi e Victoria Tennyson, respectivamente.

Seguiu-se então a Eswatini, onde as meninas de Moçambique enfrentaram algumas dificuldades, terminando a vencer por duas bolas a uma, com Fátima Houana e Teresa Gogolo a marcarem os golos de Moçambique.

Na terceira e última jornada, que decidia a qualificação às meias-finais, com o adversário directo, Lesotho, mais dificuldades surgiram, com um resultado quase enganador, após Ana Armando e Victoria Tennyson apontarem os golos da vitória por duas bolas sem resposta.

Liderança garantida e com distinção, somando três vitórias, nove golos marcados e apenas um sofrido, se destacando como a melhor defesa da prova.

Esta quarta-feira será o teste de fogo, novamente diante do Lesotho, pela segunda vez consecutiva, com aspirações de chegar à final da prova pela primeira vez na história, depois do feito de chegar às meias-finais, também pela primeira vez.

 

Madagáscar, Zâmbia e Lesotho avançam para as “meias”

Na vibrante competição do torneio Cosafa Sub-17 em feminino, a emoção atingiu o auge com a conclusão da fase de grupos da prova, na última segunda-feira.

Madagáscar, com uma exibição notável, garantiu o seu lugar nas meias-finais, surpreendendo as campeãs em título, a África do Sul, com uma vitória crucial de 1-0 no Grupo B. Oliva Rasoamanantena foi a heroína do dia ao marcar o único golo da partida no primeiro tempo, levando Madagáscar à sua primeira aparição na fase do mata-mata desta categoria.

Ainda no Grupo B, o Malawi encerrou sua participação com uma vitória de 6-1 sobre a Namíbia, proporcionando um final orgulhoso no torneio. Destaques para Emily Samuel, que abriu o marcador, e Jean Fyson, autora de um hat-trick.

Já no Grupo C, a Zâmbia demonstrou seu poderio ao golear Maurícia por 10-0, com Masela Sekeseke a brilhar, depois de marcar quatro golos. A capitã Mercy Chipasula contribuiu com dois golos, enquanto Natasha Nkaka também fez o bis.

No outro jogo do Grupo C, o Botswana superou o Zimbabwe por 3-1, garantindo o segundo lugar no grupo, insuficiente para chegar às meias-finais da prova.

Madagáscar e Zâmbia abrem a disputa das meias-finais, esta quarta-feira, a partir das 11h00 de Maputo, seguindo do embate entre Lesotho e Moçambique, na decisão da final inédita da prova.

As finalistas do ano passado, África do Sul, que acabou vencendo a prova, e Zâmbia, ficaram pelo caminho na competição.

O Ferroviário de Maputo somou a sua segunda vitória na Liga Africana de Basquetebol Feminino após vencer o Jeanne D’Arc do Senegal, por 64-30, em partida a contar para o Grupo C. As “locomotivas” de Maputo voltam a jogar nesta quarta-feira para a terceira jornada da prova.

Depois da vitória sobre o REG do Ruanda na primeira jornada, as meninas do Ferroviário de Maputo foram mais demolidoras na segunda jornada da Liga Africana de Basquetebol.

Diante do Jeanne D’Arc do Senegal, a demolição começou logo cedo, quando terminaram o primeiro período com 17 pontos de diferença: 20 a 03 a favor das moçambicanas.

No segundo quarto do jogo, as pupilas de Nasir Salé baixaram de intensidade e marcaram apenas 16 pontos, permitindo 15 pontos das senegalesas, terminando. No fim da primeira parte, o resultado era de 36-18.

Nasir Salé aproveitou a diferença pontual para rodar ainda mais a equipa, dando mais oportunidades para todas as jogadoras entrarem na quadra, o que teve influência no resultado do terceiro período, que terminou com 46-26.

No quarto quarto e a ritmo de treino, as “locomotivas” marcaram 18 pontos contra apenas 4 das senegalesas, terminado o jogo com vitória folgada de 34 pontos de diferença, ou seja, 64-30.

A americana Destiny Pitts foi um dos destaques das “locomotivas”, ao anotar 12 pontos, seguida de Ingvild Mucauro, que anotou 11 pontos e ganhou 8 ressaltos.

Ferroviário de Maputo volta a entrar em cena esta quarta-feira para defrontar o ASB Makomeno, da República Democrática do Congo, a partir das 17 Horas de Maputo.

No final do jogo diante do Jeanne D’Arc do Senegal, o técnico locomotiva, Nasir Salé, lamentou o facto de haver fraca participação das equipas da Zona VI, da qual o Ferroviário de Maputo faz parte, o que acaba por dar menos rodagem e competitividade às equipas que vão a competições continentais.

É que somente equipas de Moçambique e de Angola é que participam regularmente nas competições interclubes ao nível continental, o que não dá muitas possibilidades de conquistas para essas equipas.

Já Sílvia Veloso realçou o facto de a equipa estar focada na conquista da prova, destacando que o objectivo é enfrentar as equipas candidatas a vencerem a prova, como é o Sporting Clube de Alexandria do Egipto, com alguma tranquilidade e determinação.

Para tal, segundo Veloso, é importante que o grupo aproveite esta fase de grupos para encontrar coesão, conhecer-se ainda mais e aproveitar o facto de estarem juntas há muitos anos para conseguirem atingir o objectivo traçado para esta participação.

As “locomotivas” de Maputo lideram invictas o Grupo C, com duas vitórias em igual número de jogos, perfazendo quatro pontos, mais um que o REG do Ruanda e o Jeanne D’Arc, que somam uma vitória e uma derrota cada, enquanto o ASB Makomeno, próximo adversário das “locomotivas”, nesta quarta-feira, é lanterna vermelha com dois pontos, após somar duas derrotas.

A Liga Africana de Basquetebol em femininos decorre no Dakar, Senegal, até ao próximo dia 15 de Dezembro corrente.

 

A Black Bulls somou o seu primeiro ponto na Taça CAF, ao empatar, ontem, por uma bola, diante do Al Masry do Egipto, em jogo da segunda jornada do Grupo D da fase de grupos da prova. Os touros voltam a jogar no domingo, no Estádio Nacional do Zimpeto,  frente ao Enyimba Nigéria. 

Primeiro jogo em casa e, por isso, responsabilidade acrescida. Mais um adversário do Egipto. Depois do Zamalek, foi a vez do Al Masry. Entrada segura dos egípcios, dando o primeiro aviso. 

E depois veio o golo, num lance mal abordado pela defensiva da Black Bulls. A resposta veio de Martinho, que num lance de bola parada obrigou o guarda-redes do Al Masry a uma defesa apertada. 

Na segunda parte, os egípcios continuaram mais pressionantes. Chamito ficou a ver a trajectória da bola e não o que fazer com ela. Justifica-se o espanto. Mais um ataque do Al Masry, mas o remate não levou a direcção certa. 

Nenê desfez o nó e de cabeça empatou a partida. É para ver e rever. A Black Bulls volta a jogar no domingo, diante do Enyimba da Nigéria, no Estádio Nacional do Zimpeto.

A Black Bulls recebe, este domingo, o Al-Masry do Egipto, em partida da segunda jornada do grupo D da fase de grupos da Taça CAF, também conhecida como Taça Nelson Mandela.

O embate entre os “touros” e os egípcios inicia quando forem 21 horas de Maputo, no Estádio Nacional do Zimpeto e será à porta fechada, ou seja, sem a presença do público.

De acordo com fonte da Associação Black Bulls, a mudança do horário do jogo é derivada da insegurança política que se vive na capital do país, que podia dificultar a chegada das equipas ao Estádio Nacional do Zimpeto, devido aos bloqueios das vias no período diurno.

Em relação ao facto do jogo ser à porta fechada, a mesma fonte diz que a medida visa garantir segurança dos adeptos, que assim não correm riscos ao se deslocarem ao campo.

O quarteto de arbitragem para o embate deste domingo entre os “touros” e o Al-Masry vem da Nigéria e é chefiado por Joseph Ogabor.

A seleccão nacional de sub-17 venceu, esta sexta-feira, a sua congénere de Lesotho, por uma bola sem resposta, em partida da segunda jornada do grupo A , do torneio regional do Cosafa. Os Mambinhas decidem a passagem às meias-finais diante de Angola, este domingo.

Depois do empate diante do Malawi, na primeira jornada, exigia-se dos Mambinhas uma vitória diante do Lesotho, que perdera com Angola na primeira jornada, para continuar a sonhar com as meias-finais.

Mas tiveram que enfrentar dificuldades porque os suthos também tinham as mesmas ambições, por isso, foram mais ousados nas suas tentativas.

As oportunidades escasseavam na primeira parte, tanto de um lado, como do outro.

Na segunda parte, as duas selecções procuraram mais o golo, mas continuam a não acertar com as redes. Os Mambinhas pareciam mais perigosos e apenas o golo faltava para confirmar

sua superioridade.

Nesta cobrança de canto, a bola vai a mão do jogador do Lesotho, mas a equipa de arbitragem

fez vista grossa ao não assinalar um penalte. Com a mesma medida, na área de Moçambique, também não foi assinalada a grande penalidade.

Parecia que os árbitros não pretendiam ver um vencedor através de uma bola parada, pois nenhum lance na área foi assinalado. Teve que ser de uma bomba, de fora da área, desferida por Lovemor Timbe, que o enguiço foi quebrado, aos 94 minutos.

Uma vitória importante para os Mambinhas que co-lideram o grupo A, com quatro pontos, os mesmos de Angola, seu adversário, neste domingo, na decisão da qualificação às meias-finais.

O Ferroviário de Maputo estreia-se, este sábado, na Liga Africana de Basquetebol, em femininos, diante do REG do Ruanda, em partida da primeira jornada do grupo C da fase final, que decorre no Senegal. Jean D’Arc do Senegal e AS Makomeno da República Democrática do Congo são outras equipas do grupo das locomotivas.

Conquistou o campeonato nacional de basquetebol femininos em 2023 e 2024 e assegurou participação na Liga Africana de Basquetebol, uma nova prova que substitui a Liga dos Campeões Africanos de basquetebol.

A equipa feminina do Ferroviário de Maputo procura o regresso às conquistas nas competições africanas, depois de ter sido campeã em 2018 e 2019 e terá que enfrentar um grupo com outras três equipas fortes.

A abrir a prova, este sábado, pelas 22 horas de Maputo, defronta o Rwanda Energy Group, quarto classificado da  última edição da prova.

O REG do Ruanda, orientado pelo antigo seleccionador nacional de femininos, o espanhol Julian Martinez, chega a esta fase depois de ter ficado em segundo nas eliminatórias da zona 5, ganhas pelo Al Ahly do Egipto.

Depois das ruandesas, as locomotivas de Maputo voltam a entrar na quadra, na segunda-feira, para defrontar o Jean D’Arc do Senegal, terminando a fase de grupos na quarta-feira, diante do AS Makomeno da República Democrática do Congo.

A Liga Africana de Basquetebol feminino é disputada por 12 equipas divididas em três grupos de quatro cada, onde se apuram os vencedores e o segundo melhor de todos os grupos à outra fase.

Os jogos acontecem no Stadium Marius Ndiaye, no Dakar, Senegal, de 6 a 15 de Dezembro corrente.

O Sporting Clube de Portugal voltou a perder no campeonato português, na era João Ferreira no comando técnico. Desta vez, a equipa de Geny Catamo perdeu frente ao Moreirense por duas bolas a uma.

Depois de duas derrotas, era imperioso regressar às vitórias para o Sporting de Portugal, com Geny Catamo no onze inicial. Tudo parecia correr para esse objectivo quando chegou ao primeiro golo aos 12 minutos, Gyokeres, de grande penalidade.

Mas ainda na primeira parte, o Moreirense correu atrás do prejuízo e encurralou o leão na sua jaula, acabando por empatar aos 19 minutos por Dinis Pinto, a responder de cabeça a um livre da direita.

E não ficou por aí a equipa da casa. Geny Catamo, que até esteve bem no jogo, teve um erro clamoroso aos 35 minutos, ao oferecer a bola a Guilherme, que de fora da área rematou a contar.

Na segunda parte, o Sporting correu atrás do resultado e nem mesmo o cruzamento de Geny Catamo foi bem aproveitado pelos companheiros da frente.

Os leões ainda enviaram duas bolas ao travessão e acabaram por perder, novamente, para o campeonato, naquela que foi a terceira derrota consecutiva. Ainda assim, o Sporting mantém a liderança, de forma provisória.

A Black Bulls defronta, no domingo, o Al-Masry do Egipto, em partida da segunda jornada do grupo D da fase de grupos da Taça CAF, também conhecida como Taça Nelson Mandela. O jogo está marcado para as 21h00, devido à situação política que se vive no país.

Hora de mudança e de mostrar a grandeza interna fora de portas para a Black Bulls. Depois de conquistar o título nacional, o Moçambola 2024, chegou a hora de mostrar essa grandeza nas provas africanas.

O desaire na estreia em fases de grupos diante do Zamalek fica para a história, e agora é a vez de receber as afrotaças em casa. O Al-Masry é o adversário que se segue, com a Black Bulls a aumentar as suas ambições de fazer melhor que na primeira jornada.

Com jogo marcado para este domingo, os “touros” afinam os seus chifres para derrubarem os egípcios e alcançarem a sua primeira vitória de sempre na fase de grupos de uma competição africana e que pode catapultar para o jogo seguinte, diante de um outro gigante africano, o Enyimba da Nigéria.

Já a contar com toda a máquina humana disponível, depois da reintegração do guarda-redes Ernan e do avançado Victor, que estiveram a braços com lesões que os impossibilitaram de defrontar o Zamalek, em Cairo, Hélder Duarte já tem como montar uma equipa bastante forte e competitiva para este jogo.

Uma das preocupações que o técnico tinha em relação à situação dos jogadores já se concretizou, com a saída de Melque para a União Desportiva de Songo, e, neste momento, começa a ficar mais tranquilo, pois não há sinais de mais saídas no clube.

Assim, Hélder Duarte trabalha na equipa a ser montada no domingo, priorizando os aspectos defensivos e ofensivos, mas com um grande trabalho a ser feito ao nível do meio-campo, que aparece como o sector-chave para as manobras da equipa, quer ofensivas, quer defensivas.

Claro está que o “onze” dos “touros” não vai fugir daquilo que tem sido o habitual nesta temporada, em que Ernan vai merecer a titularidade, com um trio defensivo composto por Nené, Martinho Thauzene e Chamboco, a serem reforçados em acções defensivas por Danilo e Fidel, nas laterais.

No meio-campo um tridente venenoso, com Rume mais recuado, Stephen e Kadre mais ofensivos e a darem apoio a Hammed e Chamito, mais adiantado, num sistema de 1x3x5x2 em acções ofensivas, e 1x5x3x2 em missões defensivas.

Por estas alturas, a equipa de Hélder Duarte afina a máquina no palco de jogos, o Estádio Nacional do Zimpeto, mesmo para melhor reconhecimento do relvado, um pouco diferente do relvado da Arena Lalgy, ainda que ambos sejam naturais.

Assim, os “touros” realizaram duas sessões de treinos no Estádio Nacional do Zimpeto, nomeadamente esta quarta e quinta-feira, devendo realizar mais um, esta sexta-feira, sempre à mesma hora, 19h00, ficando a noite de sábado reservada para o treino oficial e de adaptação do Al-Masry, à hora do jogo, 21h00.

 

Jogo às 21h00 por conta das manifestações

Incomum em jogos de futebol no nosso país, a Black Bull vai receber o Al-Masry no domingo, no Estádio Nacional do Zimpeto, às 21h00, um horário não habitual, porquanto nenhum jogo do Moçambola foi disputado à luz artificial nos últimos três anos. Os jogos da selecção nacional de futebol, os Mambas, têm sido às 18h00.

Este novo horário prende-se com questões de segurança, dada a prevalência das manifestações pós-eleitorais na capital do país e na Matola, em particular.

O facto é que, jogando no horário inicial, 15h00, nesta fase das manifestações convocadas por Venâncio Mondlane para reivindicar os resultados das eleições de 9 de Outubro passado, haveria muitas dificuldades para os clubes e os adeptos chegarem ao local do jogo devido à paralisação de viaturas.

A confirmação do novo horário do jogo da Black Bulls diante do Al-Masry foi feita pelo director-desportivo da colectividade, Dino Dulá, e visa dar oportunidade aos moçambicanos de se deslocarem ao Zimpeto para acompanharem de perto as peripécias desta partida de grande importância para os “touros”.

Sabe-se, porém, que o Egipto procurou informações sobre a situação pós-eleitoral que se vive no país, através da sua embaixada em Maputo, o que mostra a preocupação que tem em relação à possibilidade de  realização ou não do jogo.

Caso as condições não permitam ou os egípcios se sintam ameaçados e sem condições de jogar, a CAF poderá anular o jogo e atribuir derrota aos “touros”, para além da multa correspondente e outras sanções, tendo em conta que no domingo há outro jogo, no mesmo palco, diante do Enyimba da Nigéria.

A selecção nacional na categoria dos Sub-17 empatou, ontem, na edição 2024 da Taça COSAFA, diante do Malawi, por uma bola, em jogo da primeira jornada do grupo A da prova, que decorre na África do Sul. 

Moçambique entrou melhor na partida, tendo chegado primeiro ao golo por intermédio de Kille Lino, atleta do Ferroviário da Beira. Na segunda parte, Moçambique permitiu que os malawianos chegassem ao empate. 

A selecção nacional volta a jogar, esta sexta-feira, diante do Lesotho, numa partida em que precisa vencer, de modo a sonhar com a fase seguinte da prova.  Já em femininos, na mesma categoria, Moçambique goleiou as Ilhas Comores por cinco bolas sem resposta e volta a jogar no sábado frente a Eswatini. A prova serve de qualificação para o CAN da categoria.

 

+ LIDAS

Siga nos