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O País – A verdade como notícia

O Moçambola 2018 estreia já neste mês, com o Chibuto a defrontar o Desportivo de Nacala na abertura, em Gaza.

O clássico da primeira jornada, Segundo ditou o sorteio, será entre o Costa do Sol e Maxaquene.

As outras partidas da primeira jornada do campeonato nacional de futebol, são: Ferroviário de Maputo vs Textáfrica de Chimoio, Liga Desportiva vs ENH de Vilankulo, Ferroviário de Nampula vs Ferroviário da Beira, UP de Manica vs Imcomáti, Ferroviário de Nacala vs 1° de Maio de Quelimane e o campeão defronta-se com o estreiante Sporting de Nampula vs 

O Ferroviário da Beira derrotou, hoje, o Costa do Sol, por 89-65, no arranque da terceira e última fase do Torneio Heróis Moçambicanos de basquetebol seniores masculinos.

Os campeões nacionais dominaram todos os quartos com os parciais de 22-15, 46-33, 68-47 e 89-45. Helton Ubisse esteve perto de fazer um duplo-duplo ao contabilizar nove ressaltos e vinte e dois pontos

 

Octávio "Maguila" Magoliço está de regresso ao Ferroviário de Maputo. O poste, de 33 anos, assinou um contrato válido por duas temporadas com os vice-campeões nacionais.

O melhor ressaltador da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal termina, desta forma, um enlace com o Ferroviário da Beira, clube com o qual sagrou-se campeão nacional na temporada passada.

Maguila apresenta-se como um reforço de vulto para o conjunto orientado por Milagre "Mila" Macome, coach com o qual trabalhara muitos anos no Costa do Sol e na selecção nacional.

O mesmo junta-se, nas tabelas, aos promissores e explosivos Inélcio "Chirinho" Chire e Dércio "Dado" Mula, contratados este ano a A Politécnica.

No Ferroviário de Maputo, Magoliço espera continuar a coleccionar títulos e ajudar a equipa a reassumir o protagonismo no panorama do basquetebol moçambicano.

Em 2009, Octávio Magoliço experimentou o basquetebol português, representando o Ginásio Figueirense.

A sua ida ao basquetebol profissional português foi graças as excelentes exibições que teve nos Jogos da Lusofonia, em 2009, evento que que teve lugar em Lisboa.

Nascido a 4 de Outubro de 1984, Octávio Magoliço disputou seis campeonatos africanos de basquetebol (Afrobaskets), sendo que a primeira aparição foi em 2005, na Argélia, com apenas 20 anos.

Maguila falhou, por lesão, o "Afrobasket" 2017, certame conjuntamente organizado pela Tunisina e Senegal.

Depois de um estágio de cerca de duas semanas na vizinha África do Sul, onde realizou oito jogos de controlo, a União Desportiva de Songo está em Maputo para continuar com os trabalhos da pré-época e preparar a Supertaça de Moçambique diante do Costa do Sol.

Os jogadores dizem estar confiantes na vitória diante dos “canarinhos”, este sábado. Os "hidroeléctricos" querem vingar-se da derrota do ano passado, na final da Taça de Moçambique, com o mesmo adversário.

Jogadores e equipa técnica assumem que não será um jogo fácil, mas pretendem vencer a partida.

Chiquinho Conde diz que o facto do jogo ser na capital do país não dá favoritismo ao Costa do Sol, visto que o jogo será realizado num campo neutro.

A partida entre o Costa do Sol e a União Desportiva de Songo é a reedição da final da Taça de Moçambique conquistada pelos "canarinhos" e disputa-se sábado, no Estádio Nacional do Zimpeto.

 

As 16 equipas que disputam o campeonato nacional de futebol, Moçambola 2018, vão conhecer seus adversários, jornada a jornada, até ao final da época, no sorteio que será realizado à margem da gala dos melhores de 2017.

Trata-se das equipas da União Desportiva de Songo, campeão nacional, Costa do Sol, vice-campeão nacional, Ferroviário de Maputo, Liga Desportiva, Maxaquene, Incomáti de Xinavane, Clube de Chibuto e ENH, pela zona sul, Textáfrica do Chimoio, UP de Manica, Ferroviário da Beira e 1º de Maio de Quelimane, representantes da zona centro, Ferroviário de Nampula, Sporting de Nampula, Desportivo de Nacala e Ferroviário de Nacala, esta últimas quatro equipas de Nampula, representando a zona norte, que noite de amanhã, a partir das 18h00, no hotel Polana, vão conhecer os jogos das 30 jornadas do Moçambola 2018, no sorteio dirigido pela Liga Moçambicana de Futebol.

Da primeira à trigésima jornada, as equipas ficarão a saber com que equipa jogarão, do início até ao final do campeonato nacional, nos quais serão 15 jogos em casa e outros tantos fora de portas, até se conhecer o substituto da União Desportiva de Songo como o rei do futebol moçambicano, ou então a renovação do título dos “hidroeléctricos” de Songo.

Será uma ocasião para as equipas, principalmente, conhecerem os seus adversários para as jornadas mais importantes da prova, a primeira e a última, uma vez que podem determinar o mau ou bom início e até a forma como as equipas fecham a época.

Destas 16 equipas, três delas são primodivionárias, ou seja, ascenderam ano passado para o principal campeonato nacional de futebol, depois de vencerem as respectivas zonas da divisão de honra. Mas uma delas fará a estreia absoluta na prova-mor do futebol moçambicano: a UP de Manica. As outras duas marcam o regresso depois de anos fora do convívio dos grandes.

O Sporting de Nampula regressa à festa do nacional doze anos depois de ter sido despromovido, enquanto o Incomáti de Xinavane marca o seu regresso cinco anos depois de ter descido de divisão.

Estas equipas seguem no Moçambola para ocupar os lugares deixados vagos pelos despromovidos Chingale de Tete, UP de Niassa e Associação Desportiva de Macuácua. As restantes 13 equipas mantiveram-se na prova disputada ano passado.

Sorteio será realizado à margem da Gala de Premiação

O sorteio do Moçambola 2018 vai acontecer na cerimónia de premiação dos melhores do ano passado, nos prémios colectivos e individuais. Na gala, serão premiados os grandes vencedores, com destaque para a União Desportiva de Songo, campeão nacional, que vai receber um prémio de 650 mil meticais pela conquista. Na mesma, em termos de prémios colectivos, o Ferroviário de Nampula é a equipa Fair-play, ao contabilizar 40 pontos na conjugação dos 34 cartões amarelos que viu e apenas dois vermelhos, em 30 jornadas.

Em termos individuais, Telinho, jogador da Liga Desportiva de Maputo, será coroado o melhor marcador da prova, ao apontar 17 golos em 26 partidas realizadas, relegando ao segundo posto o jogador do Clube de Chibuto, Johane, que marcou 14 golos em 28 jogos realizados. O guarda-redes menos batido da época passada chama-se Victor, do Ferroviário de Nacala, que leva o prémio pelo segundo ano consecutivo, após sofrer 16 golos em 29 jogos, ou seja, contabilizou 0,0063 pontos, deixando para trás Gervásio, do Desportivo de Nacala, que sofreu 15 golos em 27 jogos, tendo terminando com uma média de 0,0067 pontos.

O melhor árbitro do Moçambola 2017 ficou para Filimão Correia ao terminar a época com uma média de 25.60 pontos ao cabo de 15 jornadas em campo, contra 25.53 pontos de Arlindo Novunga, que também fez o mesmo número de jogos.

A gala de premiação dos melhores de 2017 terá a transmissão televisiva em directo na Stv e Stv Notícias, quando forem 18h00, e vai contemplar ainda actividades culturais.

 

Quando falta pouco menos de um mês para o início do campeonato nacional de futebol, o Moçambola 2018, quase todas equipas têm definidas as suas equipas técnicas, faltando apenas a ENH de Vilankulo, que continua a trabalhar com os seus treinadores interinos, Eurico da Conceição e Artur Romão. A direcção dos “hidrocarbonetos” ainda está a procura de um treinador para segurar a equipa, depois da saída de João Chissano, que havia iniciado os trabalhos, mas que depois transferiu-se para o Ferroviário da Beira.

Aliás, esta dupla tem estado a trabalhar com os jogadores que foram escolhidos por João Chissano, com a convicção de formar um grupo coeso e iniciar da melhor maneira possível a época desportiva.

Apenas cinco clubes mantiveram seus treinadores

Das equipas que vão disputar o Moçambola 2018, apenas cinco é que mantiveram os seus treinadores da época passada, nomeadamente a Liga Desportiva de Maputo, Maxaquene, Clube de Chibuto, União Desportiva de Songo e Ferroviário de Nacala.

Para a União Desportiva de Songo, Maxaquene e Ferroviário de Nacala, os seus treinadores tem contratos desde início do ano passado que valem até este ano 2018, sendo que apenas houve necessidade de confirmar a sua permanência, enquanto para a Liga Desportiva de Maputo, Akil Marcelino chegou nas últimas jornadas da edição passada do campeonato nacional, com um contrato de um ano e meio, que passou automaticamente para este 2018. Já Artur Semedo, que tinha contrato de um ano com o Clube de Chibuto, teve necessidade de renovar o seu contrato por mais um ano a dirigir os destinos dos “guerreiros” Gaza.

Estes treinadores conseguiram manter a espinha dorsal dos jogadores com os quais trabalharam no ano passado, excepto aqueles que estavam em finais de contratos e não renovaram com os seus clubes e os que foram dispensados. Das saídas forçadas poucas se destacam, casos da União Desportiva de Songo que perdeu Luís Miquissone para o futebol sul-africano.

Dez clubes com treinadores novos

As restantes dez formações que vão disputar o Moçambola 2018 tiveram que trocar de treinadores para darem alguma robustez as equipas.

O Ferroviário de Maputo foi ao Costa do Sol “roubar” Nelson Santos, que levou consigo alguns dos jogadores que eram titulares nos “canarinhos”, casos de Loló e Kito. Mas o canário não baixou os braços e foi a Chimoio, ao Textáfrica, levar o argentino Leonardo Fábio Costas para comandar o voo que se espera seja mais alto este ano, com a conquista do campeonato nacional.

E porque foi-lhe retirado o seu treinador, os “fabris” do Planalto conseguiram assegurar o concurso de Lucas Barrarijo, “corrido” do Ferroviário de Maputo, a meio do ano passado devido aos alegados maus resultados.

O Ferroviário da Beira, mesmo depois de uma boa campanha feita por Rogério Gonçalves, a direcção não renovou com o português, preferindo ir a vizinha província de Inhambane “roubar”, a ENH de Vilankulo, o antigo seleccionador nacional, João Chissano. Uma tentativa de resgatar a mística da equipa e devolver as conquistas que outrora teve, tanto na Taça de Moçambique e no Moçambola.

Quem também trocou de treinador foi o 1º de Maio de Quelimane. Sem ter continuado com Cesário Matos, os “trabalhadores” viram o técnico responsável pela subida da Associação Desportiva de Macuácua desempregado e chamaram por Sebastião Sitoe para comandar o barco. A melhoria da classificação do ano passado é que se exige ao técnico.

Em Nampula, o Ferroviário local foi a Nacala, precisamente ao Desportivo, levar Antero Cambaco. Depois de uma época de luxo do treinador, os “locomotivas” da capital do norte, que deixaram Arnaldo Salvado sair inglório, não tiveram dúvidas para chamar Cambaco com intenções de atingir o pódio. Mas os “canarinhos” de Nacala também não se deixaram abalar e resgataram Sérgio Faife Matsolo, o técnico que deu o único título nacional a equipa, nomeadamente a Taça da Liga, na sua primeira edição. Sérgio Faife já trabalha em Nacala com ambições de mostrar o seu valor como homem do banco técnico.

Primodivisionários também trocaram de treinadores

As equipas que subiram ano passado para o Moçambola deste ano, parece não confiarem muito nos técnicos que foram responsáveis pela façanha. Em Xinavane, o Incomáti foi ao Ferroviário de Maputo pedir a cedência do homem da casa, Carlos Manuel, para segurar o lugar deixado vago pelo outro cedido pelos “locomotivas”, Danito Nhampossa. E o Ferroviário de Maputo cedeu. E também cedeu Danito Nhampossa, no seu regresso a casa, para comandar os destinos do Sporting de Nampula. Nhampossa chegou acordo com o Sporting de Nampula para orientar a colectividade na presente época. De referir que os “leões” de Nampula regressam à principal liga do futebol moçambicano 12 anos depois – a última vez que tinha estado no Moçambola foi em 2006.

Por fim, a UP de Manica foi resgatar um homem da casa. Funcionário da Universidade Pedagógica e com créditos firmados como treinador de futebol, depois de não ter conseguido manter a UP de Lichinga na alta roda do futebol moçambicano, Victor Matine vai agora procurar manter a outra UP, a de Manica, no principal campeonato nacional de futebol.

Para já, as equipas vão preparando a época futebolística, esperando conhecer seus adversários esta sexta-feira, quando for realizado o sorteio do Moçambola 2018, na gala de premiação dos melhores de 2017.

 

A Federação Moçambicana de Basquetebol confirmou a desistência do Ferroviário da Beira de participar da fase final do Torneio dos Heróis de Basquetebol, devido a dificuldades financeiras. Assim, a organização da prova adoptou o sistema cruzado da segunda fase para a conclusão da prova.

Depois da confirmação da desistência do Ferroviário da Beira de participar da final do Torneio dos Heróis, prova que servirá de preparação da selecção nacional para as eliminatórias para o Mundial da China, a Federação Moçambicana de Basquetebol foi obrigada a fazer reajustes no regulamento da prova.

De acordo com o comunicado de impressa da organização, a prova vai seguir em outros moldes e com a participação das meias equipas que fizeram parte da segunda fase.

O Desportivo de Maputo, que havia sido eliminado da segunda fase por ter terminado na quarta posição, numa fase em que passavam as três primeiras que se juntariam ao campeão nacional, acabou sendo repescado para a fase final, que inicia esta quinta-feira.
Deste modo, segundo o comunicado em referência, os organizadores e os clubes reunidos na noite desta segunda-feira, decidiram prolongar a festa do basquetebol com mais duas jornadas, mas no sistema de eliminatórias.

O Ferroviário de Maputo, vencedor da segunda fase, vai defrontar o Desportivo de Maputo, repescado, enquanto a A Politécnica, segunda classificada, vai ter pela frente o Costa do Sol, terceiro.

Estes jogos estão marcados para quinta-feira no campo do Desportivo.

Na sexta-feira, dia do encerramento da prova, os vencidos vão jogar entre si, antes da grande final que será disputada pelos vencedores dos jogos da quinta-feira.

Recorde-se que o torneio é tido como sendo de rodagem das equipas nacionais de onde serão tirados os jogadores que irão representar o país na primeira eliminatória de acesso ao Mundial da modalidade que terá lugar na cidade de Maputo e cuja fase final será na China. 

Depois de uma estreia em falso das equipas que militam no principal campeonato nacional, nomeadamente Liga Desportiva de Maputo e Ferroviário de Maputo, na primeira jornada realizada no passado sábado, em que perderam diante do estrela Vermelha e do Desportivo de Maputo, equipas do escalão secundário, desta vez é a entrada do Costa do Sol e do Maxaquene em prova.

Com atenções mais para equipas do escalão secundário que já mostraram que não estão nesta prova para passear, mas sim para lutar pelo prémio final, que na verdade, daria um grande apoio às suas contas bancárias.

Se o Ferroviário de Maputo e a Liga Desportiva de Maputo perderam com equipas que, mesmo estando na segunda divisão, são equipas do topo do nosso futebol, nomeadamente Desportivo de Maputo e Estrela Vermelha, o Costa do Sol pode não ter tantas facilidades como se pode depreender, tendo em conta que defronta uma equipa que ano passado esteve no campeonato da cidade de Maputo. O Nacional não irá facilitar neste encontro com um grande do futebol moçambicano, embora tudo aponte para uma vitória dos “canarinhos”, tanto mais quando se ter em conta que está há cerca de um mês a preparar-se para esta temporada, com direito a estágio na África do Sul, onde defrontou equipas do topo do futebol sul-africano.

Para esta prova, o Nacional chega com poucos dias de trabalho de campo, estando ainda na fase inicial. Aliás, basta que se diga que esta é uma equipa que foi repescada para esta competição, em virtude da desistência do Matchedje, que alegou esperar por uma resposta do Conselho Jurisdicional, ao recurso interposto contra a decisão do Conselho de Disciplina da Federação Moçambicana de futebol, de despromover a equipa do campeonato da segunda divisão, zona sul, para o campeonato da cidade.

Assim, o Nacional vai procurar contrariar o favoritismo dos “canarinhos” ávidos em continuar na senda dos bons resultados. Só para elucidar, o Costa do Sol ainda fez um jogo-treino com o Desportivo, na passada quarta-feira, tendo terminado empatado sem abertura de contagem. Se aos “alvi-negros” esse jogo-treino com o Costa do Sol teve resultados positivos com vitória diante do Ferroviário de Maputo, aos “canarinhos” resta saber qual será a sua performance diante do “desconhecido” Nacional.

Esta partida terá início quando forem 16h00, ou seja, é a partida do fundo e pertence a série A.

Maxaquene em teste com “académicos”

A tarde desta quarta-feira inicia quando forem 14h00 com a partida entre o Maxaquene e a Académica, para a série B. Os “tricolores”, ainda em fase de triagem de jogadores, vão aproveitar este torneio Top 8 Mavila Boy para observar melhor os jogadores com os quais a equipa vai contar para a presente época. Com o período de inscrições e o mercado de transferência por fechar, a equipa técnica vai, certamente, priorizar os que recém-chegados, para fazer a filtragem dos que vão permanecer no plantel e reforçar os que ficaram da época passada.

Mas pela frente terá uma equipa da Académica ávida em fazer de “gato e sapato” aos chamados “grandes” do futebol moçambicano e imitar o desiderato do Desportivo de Maputo e Estrela Vermelha, no domingo passado.

Duas equipas que não disputam o mesmo campeonato, mas que se equivalem em termos de possibilidades de sair com os três pontos. Aliás, a Académica é uma equipa que, não sendo do topo, tem feito “vida negra” aos grandes, quando se encontram na fase da cidade da Taça de Moçambique. Vencedor do campeonato da cidade de Maputo da época passada, os “académicos” vão disputar este ano a divisão de honra, Zona Sul, com ambições de chegar ao Moçambola, em 2019.

Recordar que o vencedor desta prova vai receber um prémio monetário de um milhão de meticais, para além de taça e medalhas, enquanto o finalista vencido terá duzentos mil meticais e medalhas. Haverá ainda premiação para a equipa fair-play, melhor claque, guarda-redes menos batido, melhor árbitro e os marcadores dos golos, que recebem valores monetários por cada golo. Assim, para esta categoria, Daniel Malate, do Desportivo de Maputo, e Dany, do Estrela Vermelha, receberam 2.500 meticais pelos golos marcados na primeira jornada, domingo passado.

 

Vinte e quatro horas depois da Federação Moçambicana de Basquetebol ter emitido um comunicado a anunciar a ausência do Ferroviário da Beira na fina-flor do torneio heróis moçambicanos, por falta de fundos para custear sua participação, esta terça-feira a o organismo que tutela o basquetebol no país veio a terreiro confirmar a presença do campeão nacional na prova.

António Madeira disse ao O País que as questões financeiras foram ultrapassadas e que já estão criadas condições para a participação da equipa do Chiveve. “Desde cedo, o Ferroviário da Beira se mostrou disposto a participar deste torneio e apresentou questões de ordem financeira como dificuldade. Nos prontificamos a ajudar com o alojamento e eles com o transporte. A última da hora, eles confirmaram que as condições estavam criadas e que estariam presentes no torneio”, disse Madeira, visivelmente satisfeito com a decisão.

Uma decisão que satisfaz sobremaneira aos organizadores, que esperam que mesmo com sacrifício dos locomotivas do Chiveve, o espectáculo possa prevalecer na quadra.  E esperam por muito público no pavilhão.

O torneio serve de rodagem para os jogadores que serão chamados para a selecção que vai disputar a eliminatória de apuramento ao mundial da China. António Madeira assegura que o seleccionador ainda não foi anunciado, mas estará no local dos jogos para a escolha dos jogadores.

A prova inicia na sexta-feira e termina na segunda-feira, dia que será conhecido o grande vencedor.

Na sua página do Facebook, o clube confirmou a sua participação e anunciou que deixa Beira na quinta-feira, com destino à capital, onde vai decorrer a prova, no pavilhão do Maxaquene.

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