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O País – A verdade como notícia

O treinador da primodivisionária UP-Manica, já não faz parte, desde última sexta-feira, 16 de Março, do quadro técnico daquele clube.

Victor Matine foi indicado para o cargo de seleccionador nacional dos "Mambinhas" sub-20 e adjunto de Abel Xavier na selecção nacional, os Mambas.

Neste momento, a UP está no mercado à procura do novo treinador da colectividade, enquanto os trabalhos de preparação física dos atletas são assegurados pelo treinador-adjunto, Hipólito Senete.

Matine assumiu o comando da UP de Manica em Novembro último.

 

O 1° de Maio de Quelimane não treinou, está quinta-feira, porque a direcção do Ferroviário de Quelimane fechou o portão de acesso ao campo. A direcção do 1º de Maio estranha a atitude do Ferroviário.

A direcção do clube diz que não se explica o facto da direcção do Ferroviário de Quelimane ter orientado o encerramento do campo para os treinos do 1° de Maio.

Os adeptos do 1° de Maio de Quelimane apelam ao bom senso entre as duas direcções para salvaguardarem os objectivos da província no Moçambola.

Refira-se que na terceira jornada o 1° de Maio de Quelimane desloca-se a Nampula para medir forças com o Ferroviário local.

O clube do Ferroviário já reagiu ao bloqueio do seu campo. Segundo Agostinho Conde, representante do clube, enquanto o primeiro de Maio não cumprir com o pagamento de 20 mil de aluguer não vai treinar. Conde diz que as duas direcções têm acordo neste sentido.

A Direcção Provincial da Juventude e Desporto diz que não pode fazer nada e a solução é encontrar parceiros para pagar o campo.

 

UD Songo enfrenta TP Mazembe na BeiraO campeão nacional em título, a União Desportiva de Songo, defronta neste sábado a poderosa formação do TP Mazembe, da República democrática do Congo, num jogo referente a segunda mão da primeira eliminatória de acesso a fase de grupo a Liga dos Campeões Africanos.  

Na primeira mão, a turma moçambicana perdeu por quatro bolas a zero, um resultado que não assusta a União desportiva de Songo.

Os jogadores também estão confiantes num resultado positivo.

A turma do TP Mazembe diz que apesar de levar uma vantagem de quatro bolas, sabe que enfrentará dificuldades no jogo deste sábado.

Refira-se que o jogo terá lugar no caldeira da Beira a partir das 15 horas deste sábado.  
 

 

A equipa do Maxaquene diz que jogo do, sábado, contra a Liga Desportiva de Maputo, a contar para a terceira jornada do Moçambola será difícil, mas vão jogar para arrancar os três pontos, apesar do respeito que tem pelo adversário.

Depois da vitória contra o Ferroviário de Maputo na segunda jornada do Moçambola 2018, o Maxaquene prepara a partida contra a Liga.

Esta quinta-feira, os Tricolores trabalharam mais nos aspectos da finalização e defensivos.

Em conversa com o jornal “O País” os jogadores e a equipa técnica dizem que a vitória contra o Ferroviário de Maputo faz parte do passado, sendo que agora estão concentrados na deslocação que tem a Matola, onde irão medir forças a Liga Desportiva de Maputo.

Os “Maxacas” consideram seu adversário uma equipa forte e que tem muito respeito por ela, contudo, afirmam que vão entrar no campo focados na vitória e nos três pontos.

“Está tudo aposto para defrontarmos a Liga. Durante a semana estamos a trabalhar no sentido de irmos ao campo da Liga e buscarmos os três pontos, com todo o respeito que temos com ela”, disse Bernardo, jogador do Maxaquene, para depois afirmar “Nos dois primeiros jogos do campeonato jogamos com duas equipas grandes, empatamos um jogo e vencemos outro, mas são jogos passados. O que temos que fazer é olhar para frente, pois ainda tem muitos jogos.

Por sua vez, o treinador principal da equipa Antoninho Muchanga espera um bom jogo, mas com o resultado positivo a sorrir para a sua colectividade.

“A Liga é uma equipa muito forte, que joga muito bem a bola. Tem miúdos muito bons, que jogam muito bem a bola. O Maxaquene está a trabalhar para contrariar tudo isso. Sabemos quais são os pontos fortes e fracos da Liga. Vamos para o campo deles para lutar pelos três pontos”, mostrou-se optimista o timoneiro do Maxaquene.
De que Campira, defesa dos tricolores que estevem a cumprir um castigo, por ter visto uma cartolina vermelha, no primeiro jogo será uma das pedras fundamentais de Antoninho Muchanga contra a Liga Desportiva de Maputo.

 

O treinador-adjunto da Liga Desportiva de Maputo, Ali Hassane, considera que o jogo contra o Maxaquene não será fácil, porque os “tricolores” têm bons jogadores, mas farão de tudo para vencer.

O técnico falava hoje, num dia de mais uma sessão de treinos, com vista a limar algumas arestas e evitar somar mais uma derrota.

A Liga Desportiva de Maputo vem de uma derrota de duas bolas contra o Primeiro de Maio de Quelimane e considera que a jogar em casa é obrigada a vencer o Maxaquene, para continuar a sonhar com os seus objectivos que passam pela manutenção.

“Vai ser mais um jogo, viemos de uma derrota e estamos cientes disso, mas é um jogo que faz parte da história. Agora estamos focados no jogo contra o Maxaquene, sendo por isso que o mais importante é vencer a partida e conseguir os três pontos em casa. Durante a semana estamos a prepararmo-nos para isso”, começou por dizer Telinho, avançado da Liga Desportiva de Maputo, para depois prosseguir “O grupo de trabalho está motivado, com as cabeças levantadas para não perder mais pontos”.

Telinho disse ainda que a Liga está ciente de que o Maxaquene tem jogadores velozes, que gostam de jogar a bola, contudo a sua equipa fará de tudo para contrariar estes pormenores técnicos.

Por seu turno, Ali Hassane, treinador-adjunto da Liga Desportiva de Maputo, em declarações à nossa equipa de reportagem, considera que ambas equipas partem em pé de igualdade, isto cada equipa tem 50% de vantagem.

“O Maxaquene é uma das equipas que pratica um bom futebol. É uma equipa que, acima de tudo, respeitamos, mas a jogar em casa temos que sair vitoriosos, para não deixarmos o nosso objectivo, que passa pela manutenção, fugir”, anteviu Ali Hassane, técnico-adjunto.

Hassane afirmou que a equipa não vai contar para esta partida com os préstimos de Sonito, que está lesionado e de Hermínio que cumpre um castigo

De referir que o treinador principal da Liga, Akil Marcelino, disse, na semana passada, que iria colocar o seu lugar à disposição. Entretanto, esta quinta-feira, o técnico estava a orientar os trabalhos da equipa.

Duas das equipas com mais créditos para a conquista da Engen Maputo Basket têm encontro marcado, esta sexta-feira, no mesmo palco onde ano passado proporcionaram jogos impróprios para cardíacos, sobretudo, no “play-off” da final: pavilhão do Desportivo.

Com o objectivo de consolidar a liderança na prova e dar mais um passo rumo à revalidação do título, o Ferroviário de Maputo parte para o jogo de sexta-feira frente ao seu concorrente directo com um único objectivo: vencer.

Carlos “Bitcho” Niquice, treinador do Ferroviário de Maputo, conta para esta partida com um naipe de jogadoras que ano passado levou as “locomotivas” ao segundo lugar na fase final da Taça dos Clubes Campeões Africanos de Basquetebol, em Luanda, Angola.

Tais são os casos de Inguivild “Inga” Mucauro, Anabela Adriano Cossa, Odélia “Mafa” Mafanela, Elizabeth “Bety” Perreira, Ana Suzana Jaime, Dulce Mabjaia e Rute Muianga.

À estas, junta-se Deolinda Mulói Gimo, jogadora contratada este ano depois das excelentes exibições na Taça dos Clubes Campeões Africanos, prova que disputou na qualidade de reforço das campeãs nacionais.

Delma Zita, base armadora que transitou da extinta equipa do Ferroviário “B” para equipa principal, e as “teenagers” Hulda Joaquim e Ianara, campeões na categoria de juniores, são as outras opções de “Bitcho”. Uma parada de estrelas que pretende (de)mostrar a sua musculatura e valor na quadra.

Rute Muianga, defensora por excelência e polivalente, Anabela Cossa e Odélia Mafanela, campeãs africanas, irão, certamente, colocar em prática a sua experiência para desequilibrar.

Ao nível do tiro exterior, as atiradoras Elizabeth Perreira, Ana Suzana Jaime e Anabela Cossa poderão são armas para “Bitcho”.

Mesmo com este leque de jogadoras de bom nível, Carlos “Bitcho” Niquice diz respeitar as “canarinhas”.

Niquice espera, por isso, que as suas jogadoras tenham calma e concentração no jogo com  Costa do Sol.

“Canarinhas na sua máxima força”

Depois de um jogo intenso e equilibradíssimo diante do Ferroviário das Mahotas, decidido apenas no prolongamento, o Costa do Sol terá um teste de fogo na Engen Maputo Basket. Relegado, nos últimos anos, para o segundo plano pelas “locomotivas”, as “canarinhas” querem finalmente assumir o seu protagonismo e abrir uma nova página no panorama do basquetebol feminino.

Para o efeito, conta com a atiradora Iliana Ventura, jogadora que quando está inspiradíssima lanças bombas que colocam em cheque os adversários.

Ao nível das tabelas, o Costa do Sol conta com Regina Maoche, Ilda Chambe e Onília Mulhui, jogadoras que certamente irão dar luta no “confronto” com Deolinda Gimo,

Mas há também novos valores que pretendem se impor e mostrar o seu potencial: Aquila Mucubaquire, MVP ano passado, Shelsea Rafael, medalha de bronze pela selecção sub-18, Karina Manuel, que ascendeu aos seniores.

A treinadora do Costa do Sol, Deolinda Ngulela, diz que a meta passa por anular as intenções das comandadas de Carlos Alberto Niquice.

“O objectivo parte pela conquista de mais uma vitória, facto que assumo que não vai ser fácil, mas a minha equipa vai entrar com todas as armas na quadra do pavilhão do Desportivo”, referiu a treinadora.

Ngulela acrescentou que as duas vitórias conquistadas em igual número de jogos é mais um motivo para a sua formação acreditar num bom resultado diante das vice-campeãs africanas de clubes.

Lembre-se que o Costa do Sol venceu na segunda jornada da Engen Maputo Basket o Ferroviário das Mahotas, por 68-67, numa partida bastante disputada.

O jogo entre o Costa do Sol e Ferroviário de Maputo será transmitido em directo, às dezoito horas e quinze minutos, pela STV Notícias.

Depois de, na passada quarta-feira, ter perdido por um a zero diante do Cape Town City, o Costa do Sol já prepara o jogo da segunda mão, agendado para domingo, na Africa do Sul, com os olhos postos na vitória.

Os canarinhos querem inverter a desvantagem mínima com que partem nesta eliminatória, sendo que os jogadores acreditam que tal é possível.

Entretanto, a equipa técnica classifica o jogo como de alto risco. Contudo, afirma que a eliminatória ainda não está perdida.
 

Diferentes modalidades do país vão participar de quatro a 15 de Abril, nos vigésimos primeiros jogos da Commonwealth, a ter lugar na Austrália.

A delegação moçambicana será composta por 44 pessoas, entre atletas, treinadores e membros do staff.

Segundo avançou o Comité Olímpico, os atletas estarão em número 25, distribuídos pelas modalidades de atletismo, natação, voleibol de praia, boxe, basquetebol feminino e ciclismo.

A delegação moçambicana tem como objectivo nestes jogos superar as duas medalhas conseguidas na edição anterior.

A partida para Austrália está agendada para 25 de Março e o regresso marcado para 16 de Abril. Durante a estadia, os moçambicanos vão participar na Assembleia-geral.  

Modo activo: brilhar. É, por estas alturas, o estado de Sílvia Amadeu Veloso, moçambicana que “navegou” o Chiveve, cruzou o atlântico e  “atracou” no Texas,  precisamente no Seward County Community College (SCCC).

Bastaram, e o passado das moçambicanas nesta instituição a inspirou certamente,  alguns meses para se (a)firmar como principal base-armadora das “Lady Saints” e merecer distinções.

Pois é: Sílvia Amadeu Veloso, a franzina e craque basquetebolista, foi nomeada há dias para a “1º st Team All-Conference for the Jayhawk Conference”, o equivalente a equipa ideal da conferência  Jayhawk.

A indicação aconteceu a 7 deste mês, um dia depois do Seward County Community College ter  vencido o “Torneio da Região VI”, após uma vitória sobre o Independence Community College, por 59-47.

Em dia de consagração e, porque não dizê-lo (?), de (re)afirmação do seu potencial, Veloso contribuiu com 10 pontos durante os  34 minutos em que esteve na quadra.

A “point guard”, refere o sítio do SCCC, revelou-se uma “grande defensora e determinante” nas “Lady Saints”,  tendo terminado a temporada com 113 roubos de bola, média de 3.4 “steals” por jogo.

Perfeito, os registos apontam que esta é a sétima melhor marca de roubos de bola numa temporada no Seward County Community College na sua história.

A sua “relação” com a pontuação é exemplar: 260 pontos, perfazendo uma média de 7.9 pontos por jogo.

 Boa, diga-se, a sua percentagem de lançamentos livres é de 64.4 %, enquanto os lançamentos de campo situam-se nos 53.7 %.

Mas há mais, em termos de números, desta atleta que foi medalha de bronze com a selecção nacional de basquetebol sub-18, no Africano de 2016, no Cairo, Egipto. Veloso colectou 126 ressaltos, média de 3.8/jogo e fez 131 assistências (média de 4.0 assistências/jogo) e  28% ao nível do tiro exterior.

Para além de Sílvia Veloso, a americana Mollie Mounsey foi indicada para a primeira equipa da conferência.

Esta terminou a temporada com uma média de 19.0 pontos por jogo, superando a marca de 1000 pontos na sua carreira.

Mollie Mounsey obteve médias de 48.8 % (lançamentos de campo), 44.2 % nos lançamentos exteriores, 88.3 %  (lançamentos livres) e 4.4 ressaltos por jogo e 2.6 assistências.

Sonho de jogar na WNBA

Reza a história do basquetebol moçambicano que apenas, e apenas mesmo, uma atleta disputou a ambicionada e fantástica WNBA, versão feminina da NBA, Liga Profissional de Basquetebol dos EUA. Seu nome? Clarisse Eulália Machanguana, super-profissional tratada carinhosamente por “Match” na terra do Tio Sam. Ela, Clarisse Machanguana, que partiu da União de Santarém (Portugal) para a universidade de Old Dominion e depois selecionada no “draft” da WNBA, em 1999, pelas Los Angeles Sparks, tendo depois representado as Charlotte Sting e Orlando Miracle.

Um grande exemplo para as novas gerações que pretendem atingir o seu nível.  E, um dos novos valores do basquetebol moçambicano que não só a admira como também quer singrar nos EUA, é a extremo-base Sílvia Veloso que se tem evidenciado no Seward County Community College.

Fã confessa de Machanguana, a atleta disse, antes de rumar aos EUA,  que vai lutar para um dia concretizar o sonho de jogar na WNBA. “ Estou muito feliz. É uma oportunidade muito grande que eu tenho para apreender ainda mais sobre o basquetebol e evoluir visto que, os EUA, são uma referência. É um sonho que vou realizar. Agora, vou lutar para alcançar um dos meus grandes sonhos que passa por jogar na WNBA”, começou por dizer Veloso. E nós acrescemos: sonhe, sonhe…

Foco, disciplina e trabalho.

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