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O País – A verdade como notícia

O Sudão volta a estar na rota do campeão nacional nesta caminhada africana da Taça CAF e novamente com uma equipa com o mesmo nome da equipa eliminada no play-off: Al Hilal.

Segundo ditou o sorteio da Taça CAF realizado este sábado, a União Desportiva de Songo terá pela frente o Al Hilal do Sudão, mesma equipa que defrontou o Ferroviário da Beira, ano passado, na fase de grupos da Liga dos Campeões africanos.

Para além do Al Hilal do Sudão, o campeão nacional vai ainda defrontar, no grupo B, as formações do RS Berkane do Marrocos e Al Masry do Egipto.

Os restantes grupos estão assim compostos:

Grupos A com Asec Mimosas da Costa do Marfim, Raja Casablanca do Marrocos, AS Vita Club da RD Congo e Aduana Stars do Gana.

Grupo C com Enyimba da Nigéria, Williamsville da Costa do Marfim, CARA do Congo e Djoliba do Mali.

Grupo D composto por Rayon Sports do Ruanda, carrasco do Costa do Sol no play-off, USMA da Argélia, carrasco do Ferroviário da Beira nos quartos-de-final da liga dos campeões de 2017, Young Africans da Tanzania e Gor Mahia do Quénia.

A primeira jornada desta fase de grupos está marcada para o dia 05 de Maio próximo.

Depois de empatar a 0 em Vitória, capital das Seychelles, no jogo da primeira mão, o Estádio Nacional do Zimpeto foi hoje palco de uma autêntica goleada, por seis bolas sem resposta por parte dos Mambinhas, na partida da segunda mão da primeira eliminatória.

A selecção nacional veio com a lição bem estudada das Seychelles, e foi o que se viu, logo no quarto minuto houve espaço para Grácio inaugurar o marcador, e era apenas um aviso, porque o segundo golo surgiu três minutos depois, num livre directo, um autêntico golo de mestre.

A equipa moçambicana não baixou a guarda e continuou à caça de mais um golo, quando aos 25 minutos Moçambique  beneficia de um pontapé de canto, Kamo-Kamo com o seu pé preferencial faz o cruzamento e lá estava Grácio atento, que não poupa e faz o 3 zero para a selecção e um bis para a conta pessoal.

Os ilhéus não queriam acreditar, os pupilos de Abel Xavier estavam mesmo num dia sim, com maior posse de bola e melhor capacidade defensiva e ofensiva.

Quando tudo indicava que se iria ao descanso com o 3 a zero, Mesa contraria e faz o 4 a zero.
Resultado com que se foi ao intervalo.

No reatamento, a selecção moçambicana voltou mais determinada ao campo, ainda nos primeiros minutos Genny Catamo, jogador dos Black Bulls remata ao lado da baliza de Bijú.

Aos 18 minutos da segunda parte, Kamo-Kamo faz um remate dado como certo para o golo, mas o guarda-redes ilhéus esteve bem defendendo a bola, entretanto dois minutos depois Kamo-Kamo se beneficia da distração de Biju para empurrar a bola para o fundo das malhas, a festa estava feita no ENZI.

Obasse, jogador do Costa do Sol que faz a sua estreia pela selecção, e lançado para o jogo pelo mister Abel e no mesmo minuto faz uso da sua altura, depois do cruzamento de Kamo Kamo para afundar a meia dúzia na baliza das Seychelles.

Assim, os Mambinhas passam para a penúltima fase de qualificação ao CAN do Níger 2019, onde vão defrontar a África do Sul.

O jogo da primeira mão será disputado no caldeirão do Chiveve, no dia 12 de Maio próximo.

E…fez-se história, hoje, no pavilhão do Desportivo. Onde, ano passado perdeu na final da Engen Maputo Basket, Campeonato da Cidade, a A Politécnica “vingou-se” e derrotou o Ferroviário de Maputo, por 75-62, em jogo da final da Taça Maputo.

No primeiro quarto, o Ferroviário de Maputo liderou com um parcial de 22-11.  Já no segundo quarto, etapa do jogo em que a A Politécnica entrou melhor, os “universitários” venceram por 38-28.

O terceiro quarto, intenso, voltou a ser controlado pela A Politécnica que venceu por 54-44. No quarto e último período, o Ferroviário de Maputo fez uma recuperação mas no final perdeu o jogo por 75-62.

 

Ferroviário de Maputo e A Politécnica defrontam-se, hoje, as 18h15, no pavilhão da segunda formação, em jogo das meias-finais da Taça Maputo de basquetebol em seniores masculinos.

Na outra meia-final, Costa do Sol mede forcas com Maxaquene. Este embate está agendado para as 20h00.

Os dois jogos serão transmitidos na STV  Notícias.

 

Arsène Wenger vai deixar no final da época o Arsenal, que comandava há 21 temporadas, informaram esta sexta-feira o treinador e o clube da liga inglesa de futebol, em comunicado, citado pelo Expresso.

Ao serviço dos ‘gunners’, Wenger, de 68 anos, conquistou três ligas inglesas, sete Taças de Inglaterra e sete Supertaças inglesas.

Neste momento, o Arsenal é sexto classificado da Liga inglesa, já foi eliminado da Taça de Inglaterra e perdeu a final da Taça da Liga. O único troféu que Wenger não venceu é a Liga Europa, mas está nas meias-finais, nas quais vai defrontar o Atlético de Madrid.

Antes de chegar ao Arsenal, Wenger passou pelos franceses do Nancy e do Mónaco e pelos japoneses do Nagoya Grampus.

 

O Ferroviário de Maputo e A Politécnica protagonizam, amanhã, às 18h, no pavilhão do Desportivo, o jogo da final da Taça Maputo de basquetebol em seniores masculinos.

O Ferroviário qualificou-se para final depois de vencer o Costa do Sol, por 88-70. Já a A Politécnica venceu o Maxaquene por 59-48.

 

O Moçambola 2018 retoma, este fim-de-sema, depois de uma paragem forçada, com jogos em atraso, correspondentes à sexta jornada da prova.

O Ferroviário de Maputo está a trabalhar com vista a defrontar a UP de Manica, na casa do adversário.

A locomotiva da capital, que na quinta jornada venceu o Desportivo de Nacala, perspectiva uma partida difícil em Chimoio, mas avança que vai ao terreno do adversário para arrancar os três pontos.

Nelson Santos, treinador do Ferroviário de Maputo, olha para a UP de Manica como uma equipa que merece respeito, mas quer vencer para continuar líder do campeonato nacional de futebol.

O Ferroviário de Maputo encontra-se na primeira posição, com 12 pontos, enquanto a UP de Manica é último classificado, com apenas dois pontos.

 

O confronto entre os hidroeléctricos e canarinhos está inserido no jogo em atraso da sexta jornada do Moçambola 2018, que se viu forçado a parar por falta de dinheiro para as passagens aéreas.

Depois do “sim” do Governo à proposta apresentada pela Liga Moçambicana de Futebol, acordada pelos clubes para  viabilizar o Moçambola 2018, usando o  transporte terrestre para algumas rotas, a bola continua  a rolar nos relvados nacionais.

Os cinco jogos agendados para este fim-de-semana são de acerto de calendário, ou seja, conclusão da sexta jornada que ficou amputada ao realizar-se apenas embates envolvendo equipas cuja deslocação foi operacionalizada por via terreste.

Dos jogos da CAF ao  “prato” forte do Moçambola

A retoma do Moçambola não podia ser ainda melhor, uma vez que, o jogo de cartaz será entre as equipas que estiveram a competir nos jogos da Taça CAF e querem vencer o campeonato nacional de futebol.

A União Desportiva de Songo, que tem todos motivos para sorrir, por ter conseguido passar para a fase de grupos da Taça CAF, ao deixar Al Hilal Obied do Sudão para trás, de certeza que vai para este encontro com os índices de confiança elevados, para arrancar os três pontos ao canário.

Jogadores para a turma de Songo vencer o Costa do Sol é o que não faltam. Por exemplo, se olharmos para o ataque, tem nomes sonantes como Hélder Pelembe, Mário Sinamunda, que em dia “sim,” não brincam em serviço, sem deixarmos de olhar para o meio campo e a defesa que estão bem entregues a Kambala, Mucuapel, entre outros.

Mas alto aí! O Costa do Sol terá também algo por dizer, se bem que estamos perante uma equipa que é candidata séria à conquista do título, está com o seu orgulho ferido, pois, mesmo depois de ter vencido o Rayon Sports de Ruanda foi eliminada nas provas da Taça CAF. Tem agora as atenções viradas ao campeonato, razão pela qual não irá facilitar diante da União Desportiva de Songo.

O Costa do Sol também tem um ataque letal, composto por Isac de Carvalho, Terrence e Sibale, trio que “aterroriza” qualquer defesa adversária. Assim, esperamos um “show” de bola que vai deixar qualquer um com emoções a flor da pele.

A jornada não para apenas com o “apetecível” União Desportiva de Songo e Costa do Sol. Haverá jogos também em outras paragens do país. O Maxaquene, que está a atravessar um mau momento, recebe a formação do Textáfrica do Chimoio, uma colectividade que em alguns casos tem sido “osso” duro de roer para os seus adversários, apesar de ter sido recentemente promovido ao Moçambola.

Ferroviário de Maputo, actual líder do campeonato, vai à Manica medir forças com a Universidade Pedagógica local.

Ainda a contar para esta jornada, a Liga Desportiva de Maputo “bate-se” diante do Desportivo de Nacala. Por fim, o Incomáti de Xinavane defronta o Ferroviário de Nampula.

 

A União Desportiva de Songo entrou para o jogo, ainda que num estádio desconhecido, com a vantagem de três bolas a uma, e isso dava-lhe margem de manobra de poder jogar sem pressão. Aliás, o próprio técnico Chiquinho Conde não entrou a defender e colocou três homens na frente do ataque, nomeadamente Banda, Hélder Pelembe e Mário Sinamunda.

E foi isso que foi fazendo ao longo dos primeiros 15 minutos, deixando o adversário com a posse de bola, mas espreitando os contra-ataques.
Apercebendo-se que podia fazer melhor, subiu no terreno e chegou ao golo aos 17 minutos, por intermédio de Kambala, que respondeu positivamente ao cruzamento de Banda. Era o gelar do estádio, uma vez que o agregado chegava ao 4-1.

E mesmo com uma arbitragem tendenciosa, que deixou por mostrar várias cartolinas amarelas aos jogadores sudaneses, a equipa moçambicana não baixava os braços. Mas numa desatenção da defensiva da turma de Songo, Mussá restabeleceu a igualdade, ao minuto 30.
E foi com o empate que as duas equipas foram ao descanso.

No reatamento, os sudaneses queriam virar os acontecimentos dentro das quatro linhas, e não tardou que ainda nos primeiros 15 minutos tenham marcado o segundo por intermédio de Nelson, dando ainda mais esperanças ao Al Hilal, que já só precisava de um golo para igualar a eliminatória.

Mas mesmo com os cinco minutos dados pelo árbitro, a equipa moçambicana não permitiu mais golos e com o apito final festejou a passagem de grupos da Taça CAF, pela primeira vez na sua história.

 

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