O País – A verdade como notícia

Nené voltará a ser opção para Helder Duarte no jogo diante do Al Masry, no domingo. O defesa internacional moçambicano não alinhou contra o Zamalek, uma vez que estava a cumprir um castigo por acumulação de amarelos.

A Black Bulls prepara a última cartada contra o Al Masry do Egipto, no domingo. Entre tranquilidade e preocupação, Hélder Duarte e os seus jogadores mantêm-se focados no trabalho.

A partida contra os egípcios é a última esperança do representante moçambicano, que pretende avançar para os quartos-de-final.

A Black Bulls está na última posição do Grupo D, com quatro pontos.

 

A Confederação Africana de Futebol, CAF, adiou o CHAN, prova reservada aos jogadores que militam nos campeonatos internos para Agosto deste ano. O evento, que terá lugar no Quénia, Tanzânia e Uganda, estava inicialmente agendado para entre os dias 1 a 28 de Fevereiro. 

Mudança de planos na Confederação Africana de Futebol. Quando tudo parecia bem encaminhado, o organismo que gere o futebol africano anunciou o adiamento do CHAN, passando de Fevereiro para Agosto deste ano.

O organismo justifica que os três países que vão acolher a competição, no caso Quénia, Tanzânia e Uganda, precisam de tempo para finalizar as obras de construção e modernização de estádios, campos de treino, hotéis, hospitais e outras infra-estruturas essenciais.

Peritos e técnicos de infra-estruturas da CAF recomendaram o adiamento da prova, de modo a garantir que todas as condições necessárias sejam criadas para que o evento decorra na maior normalidade. 

Recentemente, o presidente da CAF, Patrice Motsepe, visitou alguns estádios que vão acolher os jogos da segunda maior prova futebolística africana ao nível de selecções. Na altura, o dirigente terá ficado impressionado com o comprometimento dos três países que vão sediar a competição. 

Recorde-se que a CAF, incrementou o prémio para o vencedor do CHAN, passando a receber 3.5 milhões de dólares, equivalentes a 223 milhões de meticais. 

A Confederação Africana de Futebol, CAF, vai incrementar o valor do prémio do vencedor do CHAN, prova reservada para os jogadores que actuam nos campeonatos internos. O organismo vai desembolsar 3.5 milhões de dólares, equivalentes a 223 milhões de meticais. 

No quadro geral da premiação, a CAF vai investir 10.5 milhões de dólares, pouco mais de 670 milhões de meticais. O organismo pretende com a medida tornar a competição mais atraente e competitiva a nível mundial, tendo em conta que tem contribuído para o crescimento dos jogadores.  

A CAF entende ainda que o futebol africano precisa de mais investimentos, facto que poderá permitir que tanto os clubes, assim como selecções ganhem mais visibilidade. No último CAN, que teve lugar na Costa do Marfim, o organismo também incrementou o valor do vencedor, passando a receber sete milhões de dólares. 

A CAF agendou para esta quarta-feira, a realização do sorteio da prova, evento que vai ter lugar no Centro Convencional Internacional Kenyatta, em Nairobi, Quénia, às 20h00 de Moçambique. A prova vai contar com a participação de 19 selecções, que vão procurar lutar pelo título.  

Três antigos jogadores dos três países que vão acolher o CHAN 2025 foram confirmados na cerimónia, tal como avançou o organismo que gere o futebol africano. 

O CHAN vai decorrer de 1 a 28 de Fevereiro em três países, Quénia, Tanzânia e Uganda. Recorde-se que Moçambique desistiu da eliminatória de acesso a prova, em que deveria defrontar a Zâmbia.

A Associação Black Bulls perdeu, ontem, diante do Zamalek do Egipto, por 1-3, em jogo da quinta jornada do Grupo D da fase de grupos da Taça CAF. Os “touros” precisam vencer o Al Masry no próximo domingo para continuarem a sonhar com os quartos-de-final da prova.

Kadre e Nené, duas ausências de peso. A Black Bulls partia em busca de um resultado positivo contra o Zamalek, depois da derrota na jornada anterior diante do Enyimba da Nigéria. 

Boa entrada para os touros, que conseguiram controlar o jogo e as investidas do Zamalek. Essa postura permitiu que a partida terminasse a primeira parte sem abertura de contagem. Na segunda metade da partida, os egípcios voltaram fortes e determinados. 

Hossan Ashraf abriu o activo aos 50 minutos, numa jogada em que a defensiva do representante moçambicano esteve mal. Três minutos depois, o mesmo jogador voltou a balançar as redes defendidas por Ernani Siluane, dilatando o marcador. 

A missão da Black Bulls ficou ainda mais complicada. Os “touros” esboçaram uma reacção, na tentativa de reduzir a desvantagem, mas sem a pontaria necessária para violar a baliza adversária. 

O Zamalek continuava mais pressionante e com oportunidades claras de golo. 

Ainda assim, foram os “touros” a chegarem ao golo por intermédio de Ejaita, que bem respondeu de cabeça um centro de Fidel. Abria-se, assim, uma janela de esperança.

Em mais um erro defensivo, Zizo acabou com todas as esperanças do representante moçambicano, marcando o terceiro golo. 

A Black Bulls volta a jogar no próximo domingo, diante do Al Masry, também do Egipto.

 

O Costa do Sol vai ter um novo presidente a partir de 8 de Fevereiro, dia em que está marcada a assembleia-geral do clube para a eleição de novos corpos gerentes. Até aqui ainda não há candidatos assumidos para o escrutínio.

O Costa do Sol poderá conhecer uma nova era a partir do próximo mês. Através de um comunicado, tornado público este sábado, o clube anunciou a realização da assembleia-geral no dia 8 de Fevereiro, com três pontos de agenda. 

O momento mais alto da assembleia será a eleição dos novos corpos gerentes do Costa do Sol para os próximos quatro anos. Faltando um mês para a realização do escrutínio, ainda não há candidatos assumidos na corrida à presidência da colectividade. 

O “O PAÍS” sabe, através de uma fonte do clube, que o actual presidente dos “canarinhos”, Alberto Banze, não se vai recandidatar ao cargo, que assumiu em Maio de 2023m, cujo término seria em 2027. 

Os próximos dias serão determinantes, tendo em conta que algumas figuras deverão anunciar as suas candidaturas à presidência do emblema canarinho. 

O novo presidente da colectividade a ser eleito em Fevereiro terá o desafio de devolver o clube às conquistas, sobretudo na equipa sénior de futebol e de basquetebol, depois do fracasso no ano passado nessas modalidades. 

A Federação Moçambicana de Futebol (FMF) promete mão dura aos clubes que não cumprirem o processo de licenciamento no Moçambola deste ano. Entre outras medidas, os prevaricadores poderão perder licenças e pontos.

O presidente da FMF, Feizal Sidat, esclarece que o objectivo é disciplinar os clubes e criar uma boa imagem ao futebol moçambicano. Sidat entende que é preciso evitar os acontecimentos do ano passado, em que, por exemplo, o Textáfrica de Chimoio teve muitas dificuldades durante o Moçambola.

“O Textáfrica teve muitas dificuldades para pagar salários aos seus jogadores e treinadores. Neste ano, não queremos que isso aconteça”, avisa Feizal Sidat.

O dirigente explica que, para a presente temporada, os clubes terão facilidade para se licenciarem, tendo em conta que será via online, contrariamente a 2024.

Nesse sentido, o organismo espera que os clubes adiram ao processo o quanto cedo possível, de modo a evitar possíveis penalizações.

“Podemos até ter um campeonato de sete equipas. O importante para nós é o cumprimento das normas”, explica.

O licenciamento de clubes inclui a componente de infra-estruturas e sustentabilidade financeira.

O internacional moçambicano Reginaldo Faite anunciou o fim da sua ligação com a União Desportiva do Songo, após uma temporada em que esteve muito longe das expectativas, tendo feito muito poucos jogos.

Na hora do adeus dos “hidroeléctricos”, anúncio feito através da sua página do Facebook, o jogador considerou que a época 2024 foi a pior da sua carreira de futebolística.

Reginaldo Faite começou por escrever nas redes sociais que “informo os meus fãs e seguidores e o público, em geral, de que a minha ligação contratual com a União Desportiva de Songo chegou ao fim”.

Lembrou o seu regresso ao país, depois de mais de 10 anos a jogar fora, com passagens por Portugal, Albânia, Cazaquistão e Macedónia do Norte. “Como sabem, depois dos dez anos (10) fora do meu país, regressei para Moçambique por meio daquela agremiação. Foi um convite que recebi com maior naturalidade e no qual agradeço. Depois de conquistar coisas na Europa, título, e vencer a minha Bota de Ouro, como melhor marcador da Albânia, senti que era o momento certo para voltar e conquistar coisas no meu país”, escreve o jogador.

No fim, lamentou não ter conquistado os tantos títulos que desejava no seu próprio país, realçando que “as coisas não foram fáceis para mim”.

Aliás, Reginaldo diz mesmo que “não era aquilo que esperava que acontecesse”, destacando que “este foi o pior ano da minha carreira profissional”.

Para Faite, “vim para vencer, para conquistar títulos e ser o melhor marcador do Moçambola”, o que acabou por acontecer devido a “muitos factores que estiveram fora do meu controlo”.

Sem anunciar o seu próximo rumo, Reginaldo Faite deixa o futuro no segredo dos deuses. Formado no Maxaquene, no solo pátrio, Reginaldo Faite tem passagens ainda pela Liga Desportiva de Maputo e Costa do Sol.

O Ferroviário de Maputo abriu, esta segunda-feira, a época futebolística 2025, tendo em vista a sua participação no Moçambola e na Taça CAF. Os atletas serão submetidos aos habituais exames médicos, esta semana, e os trabalhos de campo iniciam dentro de uma semana.

Vencedor da Taça de Moçambique e quarto classificado da edição passada do Moçambola, o Ferroviário de Maputo já projecta a presente época futebolística.  Para o efeito, os “locomotivas” da capital do país abriram, esta segunda-feira, as suas oficinas, momento marcado por uma reunião entre a direcção do clube, jogadores e equipa técnica. 

Ainda no contexto da abertura da época, os jogadores serão submetidos, esta semana, aos habituais exames médicos. O arranque dos treinos está agendado para a próxima segunda-feira em Maputo. Além do Moçambola,  os “locomotivas” vão representar o país na Taça CAF.

Em contrapartida, a União Desportiva do Songo continua a liderar um processo de reestruturação. Depois de despedir de toda a equipa técnica, o clube anunciou mais uma vassourada. Através de um comunicado, os “hidroeléctricos” informaram o despedimento de 10 jogadores que fizeram parte do plantel do ano passado. 

“Esta decisão visa criar espaço para os novos talentos que representam o futuro do nosso clube e que se tem destacado nas categorias de base e refrescarmos o nosso plantel com alguns jogadores de destaque no Moçambola”.

Esta é a segunda vez que a União Desportiva do Songo dispensa toda a equipa técnica e uma boa parte dos jogadores, tendo a primeira sido em 2023. Nos dois casos, o clube tomou a decisão depois de falhar a conquista do Moçambola e a Taça de Moçambique. 

 

A Confederação Africana de Futebol, CAF, vai realizar no dia 15 deste mês, em Nairobi, Quénia, o sorteio do CHAN, prova reservada aos jogadores que actuam nos campeonatos internos. Moçambique é um dos ausentes da prova, depois de desistir da eliminatória contra a Zâmbia.

Conhecidas todas as 18 selecções que vão marcar presença na edição deste ano do CHAN, prova reservada aos jogadores que militam nos campeonato internos, a CAF agendou para o dia 15 deste mês a realização do sorteio. 

O evento terá lugar em Nairobi, Quénia, por sinal um dos países que vai acolher a prova, à semelhança da Tanzânia e Uganda. Depois de marcar presença na edição passada, na Argélia, em que alcançou pela primeira vez os inéditos quartos-de-final, Moçambique é um dos ausentes da prova. 

Os Mambas desistiram da eliminatória contra a Zâmbia, falhando, assim, a possibilidade de disputarem a prova pela terceira vez. A CAF espera que a presente edição, que será disputada pela primeira vez em três países, seja muito competitiva. 

A prova será disputada de 1 a 28 de Fevereiro. O Senegal é o campeão em título do CHAN.

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