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O sorteio do Campeonato Africano das Nações de Marrocos, prova que vai ter lugar em Dezembro deste ano e Janeiro do próximo ano, foi marcado para 27 de Janeiro corrente, em Rabat. Moçambique está inserido no pote 4 do sorteio e ficará a conhecer o grupo e os adversários na fase final da prova.

Quando faltam 11 meses para o arranque do Campeonato Africano das Nações, CAN-2025, que terá lugar em Marrocos, a Confederação Africana de Futebol vai proceder ao sorteio da prova, que vai ser disputada por 24 selecções pela segunda vez consecutiva.

A data aprovada é 27 deste mês de Janeiro, em Rabat, capital de Marrocos, anfitrião da prova.

Para o sorteio da próxima semana, os Mambas, que vão para a sua sexta participação num CAN, a segunda consecutiva, depois de terem estado na Costa do Marfim, em Janeiro do ano passado, estão inseridos no pote 4, devido a sua classificação na ultima actualizacao do ano passado no ranking da FIFA.

Assim, o combinado nacional vai evitar outras selecções do mesmo pote, nomeadamente Comores, Tanzânia, Sudão, Zimbabwe e Botswana.

Entretanto, Moçambique pode estar num grupo com selecções que fazem partes dos outros potes, que incluem seleções que estão acima no ranking da FIFA.

Para o pote 1 estarão integradas as seleções do Marrocos, anfitrião da prova, Senegal, melhor seleção africana, Egipto, selecção com mais títulos continentais, Argélia, Nigéria e Costa do Marfim, campeão africano em título.

No pote 2 estarão as selecções dos Camarões, Mali, que esteve no mesmo grupo dos Mambas, Tunísia, África do Sul, melhor selecção da região austral de África, República Democrática do Congo e Burquina Faso.

No Pote 3 vão despontar selecções como Gabão, Angola, Zâmbia, Uganda, Guiné Equatorial e Benin.

Recorde-se que para chegar a fase final do Campeonato Africano das Nações, CAN, os Mambas terminaram em segundo lugar no grupo I, com 11 pontos, a maior pontuação de sempre, atrás do Mali, que venceu o grupo com 14 pontos. As duas selecções deixaram para trás Guiné-Bissau, que terminou em terceiro com cinco pontos, e Eswatini, lanterna vermelha com dois pontos.

A fase final do CAN vai decorrer de 21 de Dezembro de 2025 a 18 de Janeiro de 2026, em Marrocos.

Mahomed Valá foi reeleito, este sábado, como presidente da Federação Moçambicana de Voleibol. O dirigente promete continuar a trabalhar para o alcance de bons resultados das selecções nacionais, bem como para a profissionalização do voleibol nacional.

Valá foi candidato único e concorria para a sua própria sucessão, tendo voltado a ganhar a confiança das associações provinciais para mais um mandato de quatro anos. Está ciente dos erros do passado e, por isso mesmo, pretende atacar os problemas do presente.

“Nós precisamos de trabalhar muito na formação para garantirmos que as selecções nacionais sejam sólidas e tenham atletas com aquela qualidade que nós temos. Porque vamos para um campeonato africano e Moçambique é uma potência”, disse o presidente da Federação Moçambicana de Voleibol reeleito, lembrando ainda que “falhamos duas vezes a qualificação para os Jogos Olímpicos, perdendo na final contra o mesmo país”. 

Assim, para Mahomed Valá “temos agora que redesenhar e ver que estratégias vamos montar para lutar para a qualificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. E só nós, em Moçambique, não vamos conseguir isso”, disse.

A profissionalização da modalidade está entre os desafios de Valá, que pretende avançar com o projecto da criação da Liga Nacional de Voleibol de sala e praia.

“A liga é autônoma, será autônoma administrativamente, financeiramente, e patrimonialmente. Deve procurar parceiros para materializar isso”, garantiu, prometendo ainda que “nós, como federação, estamos abertos a ceder a gestão do voleibol de sala e do voleibol de praia a esta liga. E, como disse, é um trabalho que já foi iniciado. Há pessoas que estão a trabalhar no assunto da legalização”.

Mahomed Valá entende que o envolvimento das associações e parceiros será determinante para o sucesso da modalidade no país.

Docente da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), na cadeira de Direito Desportivo do curso de Ciências do Desporto, Vala tem sido peça-chave no desenvolvimento do voleibol moçambicano.

No seu primeiro mandato como presidente da Federação Moçambicana de Voleibol, Mahomed Valá realizou várias actividades de destaque, dentre elas a organização dos torneios da Zona IV, o fortalecimento das competições nacionais e dos clubes, que conquistaram vários títulos regionais e continentais, para além de terem disputado provas mundiais, promoção da evolução da modalidade, entre outras.

 

Milagre Macome foi apresentado, na sexta-feira, como novo treinador da equipa principal de basquetebol sénior masculina. Com contrato de dois anos, o novo treinador tem como objectivos a conquista do título nacional e a qualificação a Liga Africana de basquetebol.

A troca da equipa técnica foi confirmada pela direcção canarinha, tendo em conta depois do falhanço da conquista do campeonato nacional de basquetebol masculino, ano passado, para o Ferroviário da Beira e depois de não ter conseguido a qualificação à BAL.

Saiu Miguel Guambe e entra agora Milagre Macome. A direcção canarinha já traçou os objectivos do novo treinador.

“Como devem saber, não conseguimos renovar o título o ano passado e estivemos nas eliminatórias de qualificação à bala e não conseguimos, então o principal desafio para a equipa técnica é resgatar o título de campeão nacional e participar nas competições africanas de formas que nos qualifiquemos à BAL, então estes seriam os principais desafios”, referiu Jeremias da Costa, vice-presidente do Costa do Sol.

Da Costa acrescentou ainda que Milagre Macome vai ter que trabalhar dentro das condições do clube, uma vez que “há limitações de recursos, então o desafio é fazer melhor dentro dos recursos disponíveis”, para além de capitalizar, melhorar e valorizar a formação.

Milagre Macome regressa ao clube nove anos depois a um clube que o formou como treinador de basquetebol. Tem contrato de dois anos e já prepara a fórmula para o sucesso.

“O objetivo do nosso regresso é, primeiro, trabalhar, é o lema que anda aí hoje, é  muito trabalho, é muito trabalho, compromisso, juntos, a união faz a força, porque se estivermos um bocadinho dispersos as coisas não vão acontecer, então é preciso estarmos juntos, comprometidos, nós, equipa técnica, o grupo de trabalho, os atletas, a direção do clube, todos temos que remar pelo mesmo caminho, só assim é que se conseguem os resultados”, disse o treinador.

Ademais, coach Mila diz que “regressamos a um grupo muito forte, um grupo constituído por bons jogadores, muitos deles já os conheço, então é um grupo muito competitivo, muito bom e vamos tentar melhorar aquilo que de bom existe e tentarmos corrigir ao máximo aquilo de menos bom que nós identificamos.

Milagre Macome destacou-se ao serviço do Ferroviário de Maputo onde conquistou quatro títulos nacionais e igual número dos campeonatos da cidade de Maputo, bem como foi o responsável pela primeira qualificação de uma equipa moçambicana para a fase final da Basketball África League (BAL).

A selecção sénior feminina de basquetebol iniciou, este sábado, com os trabalhos de preparação tendo em vista a participação na fase de qualificação para o Afrobasket 2025, prova que vai decorrer de 2 a 10 de Fevereiro, em Luanda, Angola. Nilton Manheira acredita no apuramento de Moçambique para a competição.

O primeiro treino da selecção nacional de basquetebol sénior feminina iniciou com um grito de guerra que simboliza a garra e determinação que as jogadoras têm para esta empreitada, bem como a força no alcance do objectivo.

Trata-se do início de uma preparação para mais uma batalha continental, que vai ter escala em Luanda, Angola, e se quer que termine na Costa do Marfim, na fase final.

Indicado pela primeira vez como seleccionador nacional, Nilton Maneira é o homem escolhido para comandar o sonho de marcar presença no Afrobasket. Diz ser um orgulho dirigir o combinado nacional.

“Primeiro é com o tamanho e orgulho de estar aqui e agradecer a oportunidade que estão a me dar. E eu sei que neste momento sou o espelho para a maior parte dos treinadores que estão nas províncias. E é com este orgulho que eu quero fazer desta campanha também mais um sucesso”, disse Nilton Manheira.

Um sucesso que, para Manheira, deverá obedecer muitas etapas. O foco é no trabalho.

“Eu penso que agora não temos que olhar para o tempo que não temos. Agora temos que olhar para o que temos que fazer nos poucos dias em que nós vamos treinar. Então temos que nos preparar bem, temos que nos organizar bem durante os treinos. Temos que tentar recuperar. Sabemos que estamos com mais ou menos 80% da equipa do Ferroviário de Maputo que vem de uma competição em Dezembro. E vamos tentar aproveitar ao máximo essa componente para formarmos uma equipe com as jogadoras que também vêm das outras equipas. E eu acredito que com este pensar nós vamos atacar aquilo que são os objetivos de qualificar”, disse o seleccionador nacional. 

Para esta empreitada foram eleitas 17 jogadoras para compor a selecção nacional, e as que estiveram presentes na sessão de sábado estão cientes da importância da competição, por isso só pensam no apuramento ao Afrobasket.

Stefânia Chiziane diz que o mais importante é a união, por forma a se conseguir o objectivo principal. “Tendo em conta que nós já conhecemos um pouco do que nos espera na qualificação, apesar do pouco tempo que temos para a preparar a equipa, temos noção disso, daí que só podemos trabalhar para que consigamos alcançar o nosso objetivo principal, que é qualificar para o AfroBasket 2025”, disse.

Por seu turno, Cecília Henriques olha para a experiência das jogadoras, principalmente as que estiveram na Liga Africana de Basquetebol feminino, ano passado. “Estamos já a preparar para conseguirmos chegar à fase final. Tendo em conta que a maior parte dos atletas que estão a se fazer presente, que recentemente participaram numa competição africana será vantajoso, tivemos um interregno, mas já estão a treinar o que vai ajudar, porque é exatamente isso que a seleção precisa”, disse.

O presidente da Federação Moçambicana de Basquetebol garante que há boas condições de trabalho para a selecção.

Recorde-se que para além de Nilton Manheira, treinador da equipa masculina de basquetebol do Ferroviário da Beira, campeã nacional, escolhido para assumir o cargo de seleccionador nacional, Carlos Dezanove, adjunto de Nasir Salé no comando da equipa feminina do Ferroviário de Maputo, que foi campeã nacional e campeã africana de 2024, será o adjunto seleccionador.

A selecção nacional será composta por 17 jogadoras, das quais nove do Ferroviário de Maputo, nomeadamente Dulce Magaia, Anabela Cossa, Silvia Veloso, Carla Covane, Stephania Chiziane, Ingvild Mucauro, Rosa Cossa, Cecilia Henriques, Bruna Argélio e Ornília Mulhui, seis do Costa do Sol, Cleide Machava, Yolanda Francisco, Nilza Chiziane, Vilma covane, Shelsia Rafael, Eleotéria Lhavanguane, e Maxaquene que contribui com Ineida Chelene.

Carlos Aik será o coordenador geral e Deolinda Gimo a coordenadora, enquanto Alberto Júnior, do Costa do Sol, é o fisioterapeuta. Manuela Bucuane, estatística, e Alexandre Mondlane, técnico de equipamento, ambos do Ferroviário de Maputo, também compõem a equipa técnica.

A selecção nacional vai disputar o apuramento ao Afrobasket entre 2 a 10 de Fevereiro próximo, em Luanda, capital de Angola. A referida janela estava inicialmente agendada para acontecer em Maputo, mas devido a situação política do pós-eleitoral a Federação Moçambicana de Basquetebol tinha sugerido à FIBA-Africa o adiamento para Março, sem ter resposta positiva.

A fase final do Afrobasket-2025 terá lugar na Costa do Marfim em Agosto próximo.

 

A Black Bulls joga cartada decisiva, esta noite, na fase de grupos da Taça CAF, quando defrontar o Al Masry do Egipto, em partida da última jornada do grupo D, decisiva para o apuramento aos quartos-de-final.

Os touros precisam vencer aos egípcios e esperar que os nigerianos do Enyimba não vençam ao Zamalek, na outra partida do grupo.

Uma vitória da Black Bulls aliada a não vitória do Enyimba coloca o campeão nacional na segunda posição do grupo, onde o Zamalek já está qualificado para os quartos-de-final.

Para este jogo de extrema importância para a Black Bulls, o presidente da Federacao Mocambicana de Futebol, Feizal Sidat, prometeu um prêmio de 300 mil meticais para cada jogador, em caso de qualificação aos quartos-de-final, adicionados a outros dois prêmios ainda não anunciados.

A entrada para esta jornada, a Black Bulls ocupa a quarta posição com quatro pontos e o seu adversário, Al Masry, é segundo com seis pontos. Zamalek lidera com 11 pontos e Enyimba está na terceira posição com cinco pontos.

O sorteio do Campeonato Africano das Nações (CAN) de Marrocos, em Dezembro deste ano, foi marcado para 27 de Janeiro corrente. Moçambique está inserido no pote 4 do sorteio.

A 11 meses do arranque do CAN de Marrocos, a Confederação Africana de Futebol vai proceder ao sorteio da prova, que vai ser disputada por 24 selecções pela segunda vez consecutiva.

A data aprovada é 27 deste mês de Janeiro, em Rabat, capital de Marrocos, anfitrião da prova.

Os Mambas, que vão para a sua sexta participação, a segunda consecutiva, estão inseridos no pote 4 do sorteio, evitando, assim, outras selecções do mesmo pote, nomeadamente Comores, Tanzânia, Sudão, Zimbabwe e Botswana.

Moçambique pode estar num grupo com selecções que fazem parte dos outros potes, nomeadamente:

Pote 1: Marrocos, Senegal, Egipto, Argélia, Nigéria e Costa do Marfim.

Pote 2: Camarões, Mali, Tunísia, África do Sul, República Democrática do Congo e Burquina Faso.

Pote 3: Gabão, Angola, Zâmbia, Uganda, Guiné Equatorial e Benin.

A fase final do CAN vai decorrer de 21 de Dezembro de 2025 a 18 de Janeiro de 2026, em Marrocos.

O Sporting de Portugal rejeitou, recentemente, uma proposta de um clube da Premier League, de 18 milhões de euros, cerca de 118 milhões de meticais, pelo internacional moçambicano Geny Catamo. 

Segundo escreve o jornal portugues Record, a SAD dos leões não está disposta a deixar o lateral moçambicano sair abaixo de 25 milhões de euros, valor muito aquém da proposta do emblema inglês.  

Em Outubro do ano passado, o Sporting tinha também rejeitado uma oferta de um clube da Arabia Saudita, de 15 milhões de euros, por Geny Catamo. 

O internacional moçambicano cumpre a terceira época na equipa principal dos leões e constitui uma das peças-chave da equipa.

A Federação Moçambicana de Basquetebol anunciou a composição da equipa técnica da selecção nacional de basquetebol sénior feminina e das jogadoras que vão representar o país na fase de apuramento ao Afrobasket 2025.

Através de um comunicado, a Federação Moçambicana de Basquetebol nomeou Nilton Manheira, treinador da equipa masculina de basquetebol do Ferroviário da Beira, campeã nacional, para assumir o cargo de seleccionador nacional.

Como adjunto de Manheira foi indicado Carlos Dezanove, adjunto de Nasir Salé no comando da equipa feminina do Ferroviário de Maputo, que foi campeã nacional e campeã africana de 2024.

A selecção nacional será composta por 16 jogadoras, das quais nove do Ferroviário de Maputo, nomeadamente Dulce Magaia, Anabela Cossa, Silvia Veloso, Carla Covane, Stephania Chiziane, Ingvild Mucauro, Rosa Cossa e Ornília Mulhui, seis do Costa do Sol, Cleide Machava, Yolanda Francisco, Nilza Chiziane, Vilma covane, Shelsia Rafael, Eleotéria Lhavanguane, e Maxaquene que contribui com Ineida Chelene.

Carlos Aik será o coordenador geral e Deolinda Gimo a coordenadora, enquanto Alberto Júnior, do Costa do Sol, é o fisioterapeuta. Manuela Bucuane, estatística, e Alexandre Mondlane, técnico de equipamento, ambos do Ferroviário de Maputo, também compõem a equipa técnica.

A selecção nacional vai disputar o apuramento ao Afrobasket entre 2 a 10 de Fevereiro próximo, em Luanda, capital de Angola. A referida janela estava inicialmente agendada para acontecer em Maputo, mas devido a situação política do pós-eleitoral a Federação Moçambicana de Basquetebol tinha sugerido à FIBA-Africa o adiamento para Março, sem ter resposta positiva.

Os trabalhos de preparação da selecção nacional de basquetebol seniores feminina iniciam este sábado, 18 de Janeiro, em Maputo.

A fase final do Afrobasket-2025 terá lugar na Costa do Marfim em Agosto próximo.

Nené voltará a ser opção para Helder Duarte no jogo diante do Al Masry, no domingo. O defesa internacional moçambicano não alinhou contra o Zamalek, uma vez que estava a cumprir um castigo por acumulação de amarelos.

A Black Bulls prepara a última cartada contra o Al Masry do Egipto, no domingo. Entre tranquilidade e preocupação, Hélder Duarte e os seus jogadores mantêm-se focados no trabalho.

A partida contra os egípcios é a última esperança do representante moçambicano, que pretende avançar para os quartos-de-final.

A Black Bulls está na última posição do Grupo D, com quatro pontos.

 

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